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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem vindo a desenvolver anualmente o Estudo Económico Europeu em colaboração com a Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias.

Este Estudo, que tem por objetivo aferir as perspetivas económicas das empresas para o ano seguinte, é baseado num inquérito desenvolvido em 27 países, numa ação coordenada pelas respetivas Câmaras de Comércio e Indústria. Na qualidade de representante em Portugal da Eurochambres, cumpre à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conduzir este inquérito a nível nacional.

As empresas interessadas em colaborar neste estudo podem aceder a um questionário, que demora cerca de 1 minuto a responder e que está disponível até ao dia 26 de setembro.

O relatório, elaborado pela Eurochambres, com as conclusões deste estudo e com as comparações entre os vários países participantes estará disponível no final do próximo mês de novembro. Este relatório poderá ser solicitado diretamente para jpc@ccip.pt (João Paes Cabral)

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Terminou a 5ª edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME, uma iniciativa conjunta da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE). Esta edição contou com 144 horas de formação intensiva, que se destacaram pela sua abordagem prática e focada nos desafios específicos enfrentados pelas PME em Portugal.

No passado dia 13, foram apresentados os trabalhos finais desenvolvidos pelos participantes, que demonstraram a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso.

Ao longo do programa, os participantes tiveram a oportunidade de ganhar uma visão abrangente das principais áreas de gestão e de identificar as melhores práticas e ferramentas para aumentar a competitividade das suas empresas. A formação contou com a participação de especialistas e docentes da NOVA SBE e incluiu workshops, role-plays e debates, proporcionando um ambiente dinâmico e interativo de aprendizagem.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes, à Gelpeixe, patrocinadora da 5ª edição e reafirma o seu compromisso em continuar a oferecer programas de formação de elevada qualidade, adaptados às necessidades do mercado e focados no crescimento sustentável das PME em Portugal.

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A Comissão Europeia lançou oficialmente o programa “EU Business Hub – Japão e República da Coreia”. O evento, que decorreu na sede da CCIP, contou com a presença de várias empresas portuguesas interessadas em expandir os seus negócios para os mercados asiáticos.

A abertura do evento contou com uma apresentação detalhada sobre o potencial de negócios no Japão e na República da Coreia, realçando as oportunidades e desafios destes mercados. Foram também discutidas as condições de elegibilidade e o processo de seleção das empresas participantes.

Durante o evento, foram apresentadas as diversas Missões Empresariais que serão organizadas, num total de 20, bem como a participação em feiras internacionais, tudo com o objetivo de facilitar a entrada das empresas europeias nestes mercados. As despesas para participação nas missões ou stands em feiras, sessões B2B e apoio logístico local são totalmente cobertas pelo projeto, com exceção do voo e de eventuais despesas administrativas.

Aceda para mais informações e inscrições.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou mais uma Missão Empresarial a Marrocos, um mercado em pleno crescimento e com oportunidades evidentes em diferentes setores.

Realizada entre 1 e 5 de julho, a iniciativa teve como objetivo fortalecer as relações comerciais entre Portugal e Marrocos, promovendo a internacionalização das empresas portuguesas e explorando oportunidades de negócio no mercado marroquino.

A Missão contou com 12 participantes de diversos setores de atividade que tiveram a oportunidade de conhecer o ambiente de negócios do país, estar em contacto os principais operadores do mercado e ter reuniões individuais de negócio com importadores, distribuidores e clientes finais.

A CCIP continuará a ajudar empresas exportadoras nacionais a entrar em Marrocos, através da preparação de agendas individuais de negócio, que permitam aumentar as exportações e presença de Portugal neste mercado.

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Conheça os setores e subsetores abrangidos pelo programa EU Business Hub!

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, parceira em Portugal desta iniciativa, irá abrir portas, no dia 9 de julho, para o evento de lançamento deste programa, que contará com uma apresentação do potencial de negócios para o Japão e República da Coreia nos seguintes setores e subsetores:

Tecnologias Verdes e Sustentáveis: (Tecnologias de energia limpa; Sistemas de energia; Equipamentos de monitorização e análise ambiental; Circularidade; Certificação e normas de sustentabilidade; Serviços ambientais).

Soluções Digitais: (Inteligência Artificial (IA); Internet das coisas (IoT); NextGen Computing (computação de alto Desempenho, nuvem, edge e computação quântica); Semicondutores; Cibersegurança; Realidade aumentada (XR); Robótica; Software (incluindo plataformas digitais, web design, portais web, desenvolvimento de aplicativos, videojogos); Infraestrutura de telecomunicações (incluindo 5G); Media (audiovisual e media); Blockchain; Saúde digital; Marketing digital e publicidade; FinTech; Serviços de confiança, identidades digitais; Dados, incluindo análise de dados).

Saúde e Equipamentos Médicos: (Tecnologias assistidas; Equipamentos médicos; TIC para os cuidados de saúde; Telemedicina e monitorização remota de saúde; Nanotecnologia em saúde; Aplicações de IA na área da saúde; Medicina regenerativa).

Saiba mais sobre o EU Business Hub.

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Evento "Exportador do Mês" realizado pela CCIP destaca a Tabaqueira como líder exportadora nacional

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou o evento "Exportador do Mês", sendo a Tabaqueira a protagonista desta edição. A iniciativa ofereceu uma oportunidade única aos participantes para conhecerem de perto as operações desta empresa.

O evento destacou a importância da Tabaqueira no cenário nacional e internacional, reforçando o seu papel como líder exportadora e o seu compromisso com a inovação e sustentabilidade.

Os participantes conheceram in loco a cultura e a forma de trabalhar da Tabaqueira, bem como as suas boas práticas empresariais, que a posicionam como uma das 50 maiores empresas em Portugal e como um pilar fundamental da economia.

A CCIP continuará a promover eventos que fomentem o conhecimento e a troca de experiências entre empresas exportadoras, contribuindo para o desenvolvimento económico e industrial do país.

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No dia 20 de junho, Aveiro foi palco de uma importante iniciativa dedicada à internacionalização das empresas portuguesas.

Promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, pela Yunit Consulting e pela Caixa Geral de Depósitos, a Business Talk "Via Verde para a Internacionalização" reuniu diversas perspetivas sobre o planeamento, exportação, acesso a incentivos e financiamento das empresas que ambicionam expandir-se para mercados externos.

A sessão de abertura esteve a cargo de Elisabete Rita, Vice-Presidente Executiva da AIDA CCI. Pedro Magalhães, Diretor de Internacionalização da CCIP, abordou os passos desde a decisão de exportar até à entrada num mercado externo. A manhã seguiu-se com uma apresentação feita por Nuno Silva, Gestor Comercial da Yunit, e Eduardo Silva, Diretor de Operações da Yunit, sobre os erros a evitar e os fatores críticos de sucesso numa candidatura, bem como os incentivos financeiros disponíveis para apoiar o financiamento.

José Mota Freitas, Diretor Adjunto da CGD, apresentou o papel da banca e as soluções de financiamento que apoiam os incentivos. Foi também realizada uma apresentação de testemunhos que incluiu a participação das empresas Jacinto e Siroco.

O evento encerrou com uma sessão de perguntas e respostas, permitindo aos participantes esclarecer dúvidas e partilhar experiências.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes presentes nesta manhã de debate sobre os desafios que as empresas enfrentam nos processos de internacionalização.

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Japão – Exigência, Qualidade e Rigor

Se existem ideias preconcebidas sobre países e as suas características, que nos fazem sonhar e querer, um dia, conhecer em maior detalhe, o Japão é sem sombra de dúvidas um deles.

Sempre que estou com alguém e surge o tema das minhas viagens profissionais, quando digo que vou ao Japão é rara a pessoa que não comenta "Quero muito conhecer o Japão!".

É a minha terceira viagem de trabalho ao Japão, coincidente com a terceira Missão Empresarial da CCIP ao gigante nipónico.

Um total de aproximadamente 19 horas de viagem separa Portugal do Japão (neste caso, dois voos com escala em Paris), fazendo com que inevitavelmente cheguemos a Tóquio com a energia em níveis mais baixos do que esperávamos. São 09h30 de segunda-feira e reservámos este primeiro dia para a "aclimatização", pois encontramo-nos com +8h de diferença horária relativamente a Portugal.

As empresas portuguesas que compõem esta missão empresarial são dos setores agroalimentar, metalomecânica, automóvel, bebidas e máquinas e equipamentos. Apenas um dos representantes destas empresas já tinha estado anteriormente neste país.

Aproveitámos para dar uma volta pelo bairro do hotel onde ficamos, em Roppongi, local escolhido pela sua boa localização e acessibilidades. Organização, respeito e método são as palavras que ressaltam das primeiras observações que fazemos ao caminhar pelas ruas e avenidas de Tóquio. Tudo é pensado ao milímetro, meticulosamente cuidado e com uma atenção ao detalhe que surpreende sempre, mesmo os que já cá estiveram.

Voltamos ao hotel e temos a reunião de briefing entre as empresas portuguesas e o nosso parceiro local, onde são esclarecidas as últimas dúvidas e planificada a logística de deslocação para cada uma das reuniões individuais que irão ocorrer nos próximos dias.

Segue-se uma ida ao metro local para explicações detalhadas sobre a lógica de funcionamento, compra de bilhetes e navegação no extenso mapa de linhas infindáveis que percorrem a grande Tóquio. As deslocações são feitas, na sua maioria, de metro e comboio, utilizando-se também táxis quando necessário.

Tudo esclarecido e seguimos para jantar numa “tasca” tipicamente nipónica, onde o inglês é uma língua praticamente desconhecida e onde só graças ao nosso parceiro local é que conseguimos comer um conjunto de especialidades japonesas, com um ambiente claramente local e bastante animado.

Os próximos 3 dias são focados nas agendas individuais de cada uma das empresas, preparadas de acordo com o perfil pretendido pelos participantes portugueses. Muitas deslocações, não só em Tóquio, como também para Hiroshima, Osaka, Nagoya, Tochigi, Saitama e Aichi, onde estão situadas as sedes das empresas japonesas com quem agendámos as reuniões para cada uma das empresas portuguesas.

O empresário japonês, em geral, é muito cordial e prepara-se bem para receber as nossas empresas, sabendo em pormenor o que fazem e que produtos comercializam. Isto revela-se extremamente importante para o melhor aproveitamento de cada reunião e resultado posterior a alcançar. Aqui ninguém pretende perder tempo com reuniões de cortesia.

A título de exemplo, numa reunião com a Honda Motors, um dos interlocutores escolhidos esteve em Portugal na Universidade de Aveiro em 1990 e vem de vez em quando a Portugal, afirmando adorar o nosso país. Estes cuidados constituem, naturalmente, uma mais-valia para a geração de empatia inicial e para "quebrar o gelo".

Portugal não é de todo um país desconhecido por estas terras. A história de relações entre os dois países tem quase 500 anos e Portugal é a nação europeia com a mais longa história de intercâmbio com o Japão. Os recentes esforços diplomáticos de Portugal, por parte da Embaixada Portuguesa em Tóquio, em melhorar a imagem e o dinamismo de Portugal em diferentes domínios, ajudam definitivamente a que as nossas empresas tenham uma imagem de maior relevo quando abordam o mercado.

O facto de a moeda japonesa estar menos favorável ao Euro faz com que se analisem melhor as condições de importação, assim como a muito necessária avaliação dos critérios de qualidade e certificações das empresas portuguesas. O nível de exigência do consumidor japonês é muito elevado e isso obriga a um conjunto de medidas que os importadores locais impõem aos seus fornecedores internacionais.

O último dia revela uma satisfação generalizada de todas as empresas portuguesas, quanto à qualidade das reuniões e aos resultados que das mesmas poderão surgir a curto/médio prazo. Já se planeiam, para breve, ações de charme individuais aos contatos mais promissores, para intensificação das relações, com o objetivo de aumentar significativamente as probabilidades de fecho de negócios no futuro.

Saímos do Japão com a clara sensação de que estamos perante um dos mercados mais evoluídos do mundo, com um elevado poder de compra e com um nível de exigência e qualidade sem paralelo. E que muitas das nossas empresas têm todas as condições para poder entrar na rigorosa lista de fornecedores internacionais que querem entrar neste mercado. Assim tenham vontade para isso.

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Realizou-se a 3ª Missão Empresarial da CCIP ao Japão!

O conjunto de empresas portuguesas dos setores agroalimentar, bebidas, máquinas e equipamentos, metalomecânica de precisão e automação e componentes para a indústria automóvel, tiveram oportunidade de reunir individualmente com importadores, distribuidores e clientes finais que pretendiam para este mercado, não só em Tóquio, como em Osaka, Aichi, Tochigi, Nagoya e Saitama.

A exigência, evolução, poder de compra significativo e a procura pela qualidade são algumas das características que fazem com que o Japão seja um mercado incontornável para muitas empresas exportadoras portuguesas.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa continuará a ajudar empresas portuguesas que pretendam abordar o Japão, com uma próxima deslocação já agendada para outubro.

 

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Conheça a proposta de formação da Câmara de Comércio!

 

Plano de Formação 2024
 

A oferta disponibilizada divide-se em 5 áreas de formação:

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Desenvolvimento Pessoal  Comércio  Marketing e Publicidade Gestão e Administração  Direito

 

 Objetivos da formação profissional

  • Dar qualificação inicial a jovens acabados de entrar no mercado de trabalho.
  • Garantir a formação contínua a todos os colaboradores.
  • Permitir a qualificação ou reconversão profissional de trabalhador em risco de desemprego.
  • Promover a reabilitação profissional de trabalhador com deficiência.
  • Facilitar a integração social e profissional de trabalhadores pertencentes a grupos com claras dificuldades de inserção.

 

Vantagens da formação profissional

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 Aumentar produtividade e rentabilidade do trabalhador

A formação profissional assume-se como um meio de dar aos trabalhadores as ferramentas necessárias para potenciar o seu rendimento, acrescentando também vantagens para as empresas.

 Adquirir e certificar conhecimentos

A formação profissional é a forma de muitos trabalhadores aumentarem e certificarem os seus conhecimentos tendo em vista a sua evolução profissional.

Renovar e atualizar conhecimentos

O mercado de trabalho está em constante evolução. A formação profissional permite fazer um "refresh" dos conhecimentos já adquiridos.

 

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Growth Forum da CCIP reuniu empresariado nacional e reconheceu o que de melhor se faz em Portugal

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organizou, na Nova-SBE, em Carcavelos, a 3ª edição do Growth Forum. O evento reuniu alguns dos principais protagonistas do país para discutir desafios da economia nacional e internacional, passando por temas fundamentais como a inteligência artificial, a situação geopolítica e geoeconómica, a produtividade e a necessidade de construção de marcas globais.

Na sessão de abertura, o Ministro da Economia, Pedro Reis defendeu que há uma oportunidade para Portugal no reposicionamento do mapa da geoestratégia mundial. Na sua intervenção destacou ainda que é preciso “fazer acontecer” e considerou que “no país dos diagnósticos, este é o momento da execução”. O Ministro da Economia defendeu ainda que “cuidar das empresas é cuidar de quem mais precisa e assegurar o nosso futuro”. “Não conheço outro modelo de desenvolvimento e de crescimento que não se consolide através da saúde das nossas empresas”, vincou durante a sua intervenção.

Além dos debates e discussões, o Growth Forum serviu também como palco para homenagear e premiar o espírito empreendedor e a excelência empresarial. Foram entregues prémios nas categorias de inovação, exportação, internacionalização e startups, reconhecendo assim os melhores desempenhos no setor empresarial português.

O Growth Forum confirmou-se assim como um espaço de excelência para o debate, troca de ideias e celebração dos sucessos empresariais, reiterando o compromisso da CCIP em apoiar as empresas e promover o desenvolvimento económico sustentável e dinâmico em Portugal.

 

Prémios
  • Prémio Inovação PME entregue por Nuno Clemente, Diretor Geral da Fidelidade à ebankIT
  • Prémio Inovação Grande Empresa entregue por José Miguel Araújo, Administrador Executivo do Grupo Brisa ao Grupo RNM
  • Prémio Exportação PME entregue por Francisco Cary, Administrador Executivo da Caixa Geral de Depósitos à Powergol Portugal - Grupo Três60
  • Prémio Exportação Grande Empresa entregue por Francisco Cary, Administrador Executivo da Caixa Geral de Depósitos à Bollinghaus Steel
  • Prémio Internacionalização PME entregue por Luis Teodoro, Administrador da SoftFinança, S.A. à Stafford Soima
  • Prémio Internacionalização Grande Empresa entregue por Mário Vinhas, Administrador e COO da MDS Group à Tintas CIN
  • Prémio Starup entregue por Gil Azevedo Diretor Executivo da Startup Lisboa à red.it

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O Exportador do Mês de maio realizou-se na OLI, líder exportadora nacional, numa iniciativa que visa destacar a excelência empresarial e partilhar os métodos mais eficazes no setor.

Realizada nas instalações da OLI, esta iniciativa proporcionou uma apresentação da cultura empresarial e das operações da empresa. O programa incluiu uma apresentação detalhada da OLI, seguida de uma visita guiada às instalações. Os participantes tiveram ainda a oportunidade de estar em contacto direto com os responsáveis da empresa.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa reiterou o seu compromisso contínuo em promover o crescimento e a inovação das empresas portuguesas, destacando casos de sucesso como a OLI.

No mês de junho, a Tabaqueira, líder exportadora nacional, abre portas para dar a conhecer os seus bastidores e dia a dia.

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A Arábia Saudita marca a agenda dos mercados internacionais por ser uma das economias mundiais em grande crescimento, argumento mais do que fundamentado para a realização da missão empresarial ao país, organizada pela CCIP.

Setores tão diferenciados como o têxtil, o da pedra natural, da cosmética, da farmacêutica, dos plásticos e do ensino superior, acompanharam a CCIP nesta missão que desencadeou várias reuniões individuais entre empresas portuguesas e as contrapartes sauditas instaladas neste mercado.

Consulte as próximas Missões Empresariais CCIP.

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A CCIP LEVOU 20 EMPRESAS A CONHECEREM OS BASTIDORES DA RENOVA

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa promoveu uma iniciativa única em parceria com a Renova, líder exportadora nacional, como parte do programa "Exportador do Mês".

Este evento iniciou-se com uma apresentação detalhada sobre a história, valores e conquistas da Renova no mercado internacional. Através de uma visita guiada às instalações, os participantes tiveram ainda a oportunidade de assistir aos processos de produção.

Para além da partilha de conhecimento e experiências, as 20 empresas participantes tiveram oportunidade para momentos de networking.

No mês de maio, a OLI, líder exportadora nacional, abre portas para dar a conhecer os seus bastidores e o seu dia a dia.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em parceria com o novobanco e o Observador, realizou hoje, dia 19 de abril, a conferência "Sustentabilidade e Competitividade" no Salão Nobre da CCIP. O evento teve como principal objetivo promover a literacia ESG, capacitando e partilhando as melhores práticas no tecido empresarial português.

A conferência abordou diversos temas cruciais para a sustentabilidade empresarial, desde as obrigações de reporte não financeiro e de sustentabilidade até à taxonomia europeia, passando pelos desafios e oportunidades da transição energética e da economia circular.

Rui Miguel Nabeiro, Presidente da CCIP deu as boas-vindas, seguindo-se a abertura feita por Luísa Soares da Silva, Chief Legal, Compliance & Sustainability Officer do novobanco.

O programa contou com a presença de Cláudia Coelho, Partner da PWC que abordou o tema “Acelerando a sustentabilidade - A regulamentação como motor de mudança”. Luís Rochartre, Partner&Head of Sustainability da Unobvious Solutions e Professor da Universidade Católica e Iseg apresentou as oportunidades e os riscos da Sustentabilidade para as PME.

O painel “Exportações Sustentáveis e a Competitividade Global” foi composto por Clara Moura Guedes, CEO do Monte do Pasto, Dimas Antunéz Moreno, CFO da Bolschare, Luís Almada, Administrador Delegado da Casa Santos Lima e contou com a moderação de Paulo Ferreira, Jornalista do Observador.

A conferência foi um importante espaço de reflexão e debate sobre como a sustentabilidade pode impulsionar a competitividade das empresas portuguesas num contexto global cada vez mais exigente.

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A CCIP realizou a Missão Empresarial ao Cazaquistão – Setor da Pedra Natural!

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou no mês de abril a Missão Empresarial ao Cazaquistão, exclusivamente para empresas do Setor da Pedra Natural. Esta iniciativa, é parte integrante do compromisso contínuo da CCIP em promover a internacionalização das empresas portuguesas.

A Missão teve como principal objetivo auxiliar as empresas portuguesas do setor da Pedra Natural na internacionalização dos seus serviços e/ou produtos para o mercado cazaque, reconhecendo o potencial económico e as oportunidades de negócio neste país da Ásia Central. Com uma agenda de reuniões e networking, a Missão proporcionou um ambiente propício para o estabelecimento de parcerias estratégicas e o desenvolvimento de novos negócios.

Durante a visita ao Cazaquistão, os participantes tiveram a oportunidade de explorar de perto o mercado local, compreender as suas especificidades e identificar áreas de interesse mútuo para cooperação comercial.

A CCIP reafirma o seu compromisso em continuar a apoiar as empresas portuguesas na sua jornada de internacionalização, proporcionando oportunidades de negócio e acompanhamento especializado em mercados estratégicos.

De 24 a 28 de junho, a Câmara de Comércio realiza a Missão Empresarial ao México - setor pedra natural

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A CCIP realizou a 1ª Missão Empresarial ao Quénia!

Durante 4 dias, as empresas portuguesas que se juntaram a esta Missão, tiveram reuniões individuais com importadores, distribuidores e/ou clientes finais, previamente validados e de acordo com o que pretendiam para este mercado.

As possibilidades de negócio a curto/médio prazo são uma evidência, esperando alcançar a presença de empresas portuguesas neste mercado.

Consulte as próximas Missões Empresariais CCIP.

460x230 noticia marrocos março 2024

O mês de março foi dedicado à 16ª Missão Empresarial a Marrocos!

A CCIP organizou a 16ª Missão Empresarial a Marrocos, uma economia com cerca de 38 milhões de habitantes e que se caracteriza por apresentar estabilidade política, social e económica.

Ao longo de 5 dias, os participantes de diversos setores de atividade tiveram a oportunidade de conhecer o ambiente de negócios do país, ter reuniões individuais de negócios com importadores, distribuidores e clientes finais, conhecer os principais operadores do mercado em diferentes setores, estabelecer contactos com o meio empresarial local e contactar com parceiros locais de referência.

No âmbito do programa desta missão a delegação portuguesa participou também num jantar debate, subordinado ao tema “ How to Boost Economic Ties Between Portugal and Morocco – Walk the Talk!”, no qual Paulo Portas, Vice-Presidente da CCIP, foi um dos oradores convidados.

Face às oportunidades de negócio, que este mercado oferece, para as empresas portuguesas a CCIP vai organizar novamente uma Missão Empresarial a Marrocos que se irá realizar de 24 a 28 de junho.

 

Exportador Mes Casa Mendes Gonçalves

O dia 6 de março foi dedicado à iniciativa “Exportador do Mês” da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.

A CCIP levou empresas portuguesas de diversos setores de atividade a conhecerem os bastidores e o dia a dia da Casa Mendes Gonçalves. Esta iniciativa permitiu aos participantes visitarem as instalações e assistirem a uma apresentação por parte dos líderes da empresa.

A Casa Mendes Gonçalves é a empresa portuguesa líder na produção de vinagres, molhos e temperos. Fundada em 1982 e com cerca de 350 colaboradores de 12 nacionalidades, trabalha com o propósito de ser uma referência na alimentação do futuro, com rigor e exigência, impactando positivamente pessoas, a sociedade e o meio ambiente.

No mês de abril poderá conhecer os bastidores e o dia a dia da Renova. 

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A CCIP realizou a 12ª edição do Bootcamp de Marketing!

O Bootcamp de Marketing, já na 12ª edição, é um dos eventos mais aguardados do calendário anual da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa. Este ano realizou-se em formato presencial, no dia 6 de março e contou com mais de 20 oradores especialistas.

Esta edição registou uma expressiva afluência de participantes, facto que inscreve este evento na lista de excelência das iniciativas com maior sucesso e notoriedade da CCIP, integralmente organizadas e conduzidas pela última.

O Salão Nobre da CCIP acolheu um ecossistema diversificado de participantes a quem foi dada a oportunidade única de ouvir e interagir com os diferentes painéis de oradores, dinamizados por um fantástico grupo de especialistas a quem coube a apresentação das principais tendências do setor.

O Bootcamp abriu da melhor forma possível, com uma criativa apresentação intitulada “To be or not to be - O que Shakespeare nos ensinou sobre Marketing”, que entusiasmou todos os presentes e acabou por ser um dos pontos altos do evento.

Foram abordados temas como “O Marketing como owner da customer journey”; a criatividade aliada a uma perspetiva de gestão de tempo; as novas oportunidades de comunicação para um futuro sustentável; a sustentabilidade; o papel da transformação digital no Marketing e os principais desafios e oportunidades da inteligência artificial e a gestão de dados.

Esta iniciativa é um palco privilegiado para o networking empresarial. Este ano, confirmou-se a regra. Mas não só o mundo empresarial esteve representado.

Destaca-se a presença de vários estudantes universitários de marketing que procuraram neste evento a oportunidade de experimentar um ambiente mais profissionalizado, apresentado por grandes especialistas a quem a CCIP agradece, também por esta via, a disponibilidade e o entusiasmo demonstrados, ao aceitarem o desafio e o convite lançado. Especialistas que ajudaram a valorizar este que é um dos momentos mais aguardados do ano.

E que comece a preparação da 13ª edição do Bootcamp.

Para o ano há mais.

business talk yunit CGD CCIP

Via Verde para a Internacionalização

Uma iniciativa CCIP, CGD e Yunit Consulting em parceria com AE.

Se tem uma empresa na região do Norte de Portugal e quer internacionalizar o seu negócio, este evento é para si!

No dia 7 de março, das 14h30 às 16h45, inicia-se a jornada “Via Verde para a Internacionalização”, uma iniciativa entre a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, a Caixa Geral de Depósitos e a Yunit Consulting que tem como objetivo apoiar as empresas a prepararem a sua jornada rumo à internacionalização.

 

Programa

14h30 | Receção dos participantes

15h00 | Abertura

Gonçalo Pimenta de Castro | Vice-Presidente para a Internacionalização | AE Minho

15h20 | Internacionalização: Factos & números | Tópicos-chave a ter em conta

Pedro Magalhães | Diretor de Internacionalização | CCIP

15h40 | Erros a evitar e fatores críticos de sucesso numa candidatura | Incentivos Financeiros disponíveis para apoio ao Financiamento

Ricardo Vale | Gestor Comercial | Yunit
Eduardo Silva | Diretor de Operações | Yunit

16h00 | O papel da Banca e as soluções de financiamento de apoio aos Incentivos 

José Mota Freitas | Diretor Adjunto | Caixa Geral de Depósitos

16h20 | Mesa-Redonda

Gonçalo Pimenta de Castro | Vice-Presidente para a Internacionalização | AEMinho
Paulo Aparício | Diretor Executivo | Grupo MCA
José Mota Freitas | Diretor Adjunto | Caixa Geral de Depósitos

16h45 | Encerramento e Networking Coffee

 

Faça aqui a sua inscrição gratuitamente.

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A CCIP realizou a 1ª Missão Empresarial ao Paraguai

A 1ª Missão Empresarial ao Paraguai, organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa excedeu as expectativas de todos os participantes.

Empresas portuguesas dos setores vinícola, metalomecânica, engenharia para a construção e tecnologias da informação tiveram inúmeras reuniões individuais com os principais players dentro dos seus setores, com possibilidades de negócio concretas para curto/médio prazo.

O Paraguai está a conseguir atrair investimento estrangeiro através de uma política fiscal muito atrativa, entre outras vantagens. Com um ambiente de negócios propício e um crescente interesse em inovações tecnológicas, o país demonstra um grande potencial para o mercado externo.

Fique a par das próximas iniciativas da CCIP.

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Entrega de diplomas do programa da Academia CEO

O Salão Nobre da CCIP, na manhã do dia 21 de fevereiro, foi o palco escolhido para a entrega de diplomas aos participantes da 1ª edição do programa de formação "Da exportação à internacionalização", realizado no âmbito da parceria estabelecida entre a CCIP e a Universidade Católica Portuguesa através da Católica International Business Platform.

Foram 24 os primeiros diplomados do Programa, que arrancou a 17 de novembro de 2023, na Católica-Lisbon Executivos. Hoje, foram homenageados perante uma extraordinária plateia, destacada por Rui Miguel Nabeiro, Presidente da CCIP; Miguel Athayde Marques, Vice-Reitor da Universidade Católica Portuguesa; Filipe Santos, Dean da Católica-Lisbon; Margarida Ramalho, Diretora Executiva da Católica International Business Platform; Lídia Tarré, membro da direção da CCIP, Administradora da Gelpeixe e participante no programa, e João Pedro Guimarães, Secretário-Geral da CCIP.

Rui Miguel Nabeiro, Presidente da CCIP, no seu discurso de boas-vindas e também de celebração por este ser um dia “muito especial”, referiu o profundo comprometimento da CCIP em apoiar as “nossas empresas para que o país possa criar riqueza e prosperidade em benefício de todos”.

O Presidente da Câmara de Comércio reforçou ainda a importância do momento que simboliza o compromisso que a CCIP tem em oferecer formação avançada aos seus empresários, apoiando-os no processo de crescimento e desenvolvimento das suas empresas. Rui Miguel Nabeiro expressou especial satisfação pela concretização da parceria com a Universidade Católica, que “nos enche de orgulho” e “nos une a uma instituição de referência”.

Seguiu-se a intervenção de Filipe Santos, Dean da Católica-Lisbon, que realçou a importância do programa, desenhado à medida das necessidades de desenvolvimento das empresas portuguesas. Adiantou que o programa da Academia CEO é encarado como uma oportunidade de “nos superarmos” e que os primeiros diplomados são pioneiros de uma jornada que começou nesta 1ª edição do curso. Filipe Santos finalizou o seu discurso dando destaque ao trabalho conjunto desenvolvido com as empresas e com a CCIP no sentido de melhorar o setor empresarial português.

Margarida Ramalho começou por dizer que a criação de valor económico é acima de tudo um processo de Cocriação e Active Learning. Referiu que o programa da “exportação à internacionalização” foi desenhado à medida para dar uma visão integrada do contexto em que atuam as empresas, e de como podem avançar da exportação para a internacionalização com sustentabilidade. “Havendo um quadro comum de referências na primeira linha das empresas, é possível promover a reflexão e o debate, e tomar decisões sustentadas”. Por fim, sublinhou a importância de permanecer ativo na procura e partilha de conhecimento, “Stay active in learning” é o mote da Academia CEO Future Ready e o programa “da exportação à internacionalização”, a porta de entrada.

A CCIP destaca ainda a intervenção de Lídia Tarré, participante no Programa, que na sua intervenção, destacou o orgulho que sente na realização desta parceria, por toda a resiliência e profissionalismo das partes, acreditando ser por estas vias que a CCIP capacita empresas e ajuda a voar mais alto.

Miguel Athayde Marques encerrou o painel das intervenções, partilhando com todos os presentes: “para sobrevivermos, e sermos sustentáveis no futuro, é hoje que temos de tomar as decisões”. Apontando para o futuro, terminou dizendo que “temos de seguir uma abordagem multidimensional, envolvendo recursos (ganhos de produtividade), pessoas (melhoria das “skills” e da qualidade de vida), e sistemas (boa governance e boa gestão).

A cerimónia terminou com a entrega individual dos diplomas, nesta que foi a edição pioneira do programa da Academia CEO.

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A CCIP levou 14 empresas a conhecerem os bastidores e o dia a dia da Simoldes!

A Simoldes é uma empresa portuguesa no setor de moldes, reconhecida globalmente. Fundada em 1959, é líder na produção de moldes para a indústria automotiva e possui presença internacional com unidades em diversos países, incluindo Brasil, Polónia e Espanha. Com foco na inovação e tecnologia, estabeleceu parcerias estratégicas, consolidando a sua posição como um player relevante no mercado global.

Para além do networking e do contacto direto com os responsáveis da Simoldes, os participantes de empresas de diversos setores de atividade tiveram a oportunidade de conhecer as boas práticas e cultura inovadora da empresa.

Como anfitriã, a Simoldes, recebeu uma Menção Honrosa da CCIP, reconhecendo o seu importante papel na internacionalização da economia portuguesa.

No mês de março poderá participar no “Exportador do Mês” e conhecer os bastidores da Casa Mendes Gonçalves. Saiba mais aqui.

noticia ME Mexico 2024

A CCIP realizou a 12ª Missão Empresarial ao México!

A economia do México tem apresentado nos últimos anos um notável nível de diversificação. A estabilidade macroeconómica do país, contribui para a diminuição da inflação e das taxas de juro, e constitui uma base fundamental para fomentar investimentos e promover o crescimento no setor privado.

Este mercado oferece diversas oportunidades de negócio e, por isso, a CCIP levou empresas portuguesas de diferentes setores a realizarem reuniões individuais com importadores, retalhistas e distribuidores locais e internacionais.

Conheça as próximas iniciativas para internacionalizar o seu negócio!

Layout Noticia Banner Ebook MKT 2024

O desafio foi lançado: saber as tendências de marketing que vão estar no topo da lista de prioridades neste ano de 2024.

Este e-book reúne insights valiosos de diversos profissionais de Marketing, que prontamente aceitaram partilhar as suas visões, estratégias e soluções.

A voz das empresas e dos profissionais de marketing, revela como enfrentarão os desafios deste ano, sendo claro que há uma tendência incontornável: a Inteligência Artificial e o seu impacto nos diversos sectores.

 

2024 ebook MKTA todos os que vão querer usufruir deste e-book como fonte de conhecimento prático e de inspiração, desejamos uma boa leitura!

20 setores  +50 empresas  +120 páginas

 

Aceda gratuitamente ao e-book e junte-se a nós nesta interessante leitura.

460x230 entrega diplomas 2023

Terminou a 4ª edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME!

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa dá os parabéns aos alunos que ao longo de 7 meses se reuniram com um propósito comum - fortalecerem as suas competências em gestão.

Esta foi a 4ª edição do programa executivo de formação para gestores de PME criado pela CCIP e pela Nova-SBE, em 2019. Um programa que tem como obetivos proporcionar uma visão abrangente e transversal das principais áreas da gestão, identificar as melhores práticas e ferramentas que permitam ganhos de competitividade às PME, disponibilizando uma formação executiva certificada de elevada qualidade e com um investimento competitivo.

A entrega dos diplomas, realizada no Salão Nobre da CCIP contou com a presença de Lídia Tarré, membro da direção da CCIP e administradora da Gelpeixe e de Nadim Habib diretor deste programa executivo, juntamente com os representantes dos patrocinadores desta 4ª edição: a Softinança e a Yunit Consulting.

As inscrições para a 5ª edição já estão abertas!

noticia exportador do mes jan 2024

A CCIP levou 17 empresas a conhecer os bastidores da Tecnimede!

Depois do sucesso de 2023, a iniciativa Exportador do Mês continua a ser uma aposta da CCIP.

Esta é uma iniciativa exclusiva para um número limite de participantes e que permitiu que 17 empresas iniciassem 2024 com uma visita à Tecnimede.

O evento, composto pela apresentação da empresa e pela visita às suas instalações, contou com a presença dos seus responsáveis.

Direcionado para empresas exportadoras, o programa teve como objetivo dar a conhecer a cultura da Tecnimede, a forma de trabalhar e as suas boas práticas.

460x230 site noticia paulo portas 2024

Paulo Portas considera que se 2024 “tiver menos imprevisibilidade, será um progresso”

No tradicional pequeno-almoço “Geoestratégia do Mundo”, realizado a 25 de janeiro e organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, o Vice-Presidente da CCIP, Paulo Portas, lançou o ano que agora começa afirmando que é necessário “aprender a navegar na imprevisibilidade”, considerando que, se 2024 “tiver menos imprevisibilidade do que 2023, já é um progresso”.

Começando por analisar a evolução da economia global em 2023, Paulo Portas afirmou que “houve recuperação, mas não foi espetacular”, destacando os EUA “como a grande lição do ano” com um crescimento que pode chegar aos 2,5%, o que classificou como “absolutamente extraordinário” tendo em conta que a maioria das previsões davam conta de que o país poderia entrar em estagflação.

A China teve um crescimento a rondar os 5,2% o que, no contexto chinês, é fraco, atendendo a que este é um país que se acostumou a registar crescimentos na ordem dos dois dígitos nas últimas décadas.

Apesar disso, Paulo Portas considerou que desconsiderar a China dos mercados internacionais que servem de destino às empresas portuguesas “não é boa ideia”. “Mas, atenção, há um problema sério com o imobiliário, com a empregabilidade jovem nas grandes cidades, com a dívida pública e com a atração de investimento estrangeiro”, alertou ainda.

No ano passado houve também a projeção de cenários de recessão em três das cinco maiores economias europeias – Alemanha, Itália e Reino Unidos sendo que apenas se confirmou a recessão na Alemanha e “quando a Alemanha contrai é difícil que a Europa tenha um ano luminoso”.

Perante o crescimento modesto registado na Zona Euro, o Vice-Presidente da CCIP defendeu que “o nosso modelo de competitividade está a fraquejar”, defendendo que “não estamos só a viver num continente a envelhecer demograficamente, mas também a envelhecer tecnologicamente”.

Portugal e Espanha acabaram por crescer acima da média europeia em 2023, e, no caso português, apontou quatro fatores principais para tal ter acontecido:

  • O “impressionante” crescimento do Turismo, setor que já representa 20% do PIB nacional;
  • Um mix energético que não está dependente da Rússia, nem da Ucrânia;
  • O dinheiro que entrou na economia através de compras de ativos por parte de estrangeiros em setores como o agrícola, indústria ou imobiliário;
  • E o fator “bazuca”, mostrando-se “contido” nesta análise pois Portugal tem apenas uma opção: executar os fundos. Paulo Portas lembrou com preocupação o último relatório de execução do PRR o qual mostra que os dez principais beneficiários são apenas institutos e empresas públicas. “Não é isto que nos vai dar valor acrescentado na economia”, avisa.

Para 2024 deixa duas preocupações: o “risco real” de fragmentação na geoeconomia com a aceitação da ideia, especialmente no setor tecnológico, de que “não se pode fazer negócios com os clientes e só se pode fazer negócios com os nossos aliados”. Além disso, a influência da Inteligência Artificial no ano eleitoral é também um motivo de alerta: “O poder do algoritmo é colocar todos contra todos”.

Além disso, avisou que o “sistema internacional colapsa se tiver de gerir quatro conflitos”, referindo-se aos principais focos de conflito ou de tensão existentes atualmente: Ucrânia, Médio Oriente, Mar Vermelho e Taiwan.

Por fim, destacou três economias que estão em ascensão “supersónica”: Índia, México e Indonésia, acrescentando que se prevê um ano melhor para os PALOP, aconselhando os empresários portugueses a permanecerem atentos a África, especialmente no que respeita à transição energética.

noticia ME Senegal 2024 jan

A CCIP organizou uma Missão Empresarial ao Senegal, um promissor mercado africano!

Durante a visita, as empresas participantes exploraram oportunidades em vários setores, estabelecendo parcerias estratégicas com empresários senegaleses.

A CCIP desempenha um papel crucial como facilitadora desses diálogos, promovendo as exportações das empresas portuguesas e agradece a todos os participantes e parceiros locais que contribuíram para o sucesso desta Missão.

Conheça as próximas iniciativas da Câmara de Comércio.

eurochambres noticia 17 jan

A Eurochambres, com o apoio das Câmaras de Comércio e Indústria europeias, elaborou um estudo sobre as dificuldades que as empresas ainda enfrentam quando pretendem fazer negócios noutro pais da União Europeia e as possíveis soluções que poderiam ajudar a eliminar uma serie de barreiras ainda existentes.

Seja por questões de legislação, de diferentes exigências nacionais ou de procedimentos excessivamente complexos, a realidade do dia-a-dia dos empresários, demonstra que ao fazerem negócios noutro país da União Europeia podem encontrar obstáculos que ainda persistem.

Conheça aqui o estudo que contou com o apoio da CCIP.

 460x230 Noticia Um Mundo Mais Complexo 2024

A CCIP realizou a 2ª edição do Fórum de Reflexão “Um Mundo Mais Complexo”.

A manhã de hoje foi dedicada à 2ª edição do Fórum de Reflexão “Um Mundo Mais Complexo” que contou com a participação de Rui Miguel Nabeiro, Presidente da CCIP e CEO da Delta Cafés, Isabel Ucha, CEO da Euronext, Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos e José Manuel Dias da Fonseca, CEO da MDS, numa conversa moderada por Pierre Debourdeau, Managing Partner do Eurogroup Consulting Portugal e membro da direção da CCIP, tendo sido debatidos os desafios que nos esperam em 2024.

Começando por analisar o ano que agora terminou, mais uma vez marcado pelos impactos das guerras e pela volatilidade económica, o objetivo foi lançar 2024 tendo presente os complexos desafios que os diversos setores enfrentarão. Apesar da incerteza que o atual contexto económico, político e social a nível global coloca, os oradores refletiram sobre propostas de ação num cenário dinâmico, dando pistas sobre o que os empresários e empresas poderão fazer para enfrentar mais um ano que se prevê de constantes mudanças.

O que podemos esperar? E o que podemos fazer? Estas foram as perguntas fundamentais a que este fórum tentou responder.

noticia premio FMT 2023

João Mira Gomes, embaixador de Portugal em Madrid, é o vencedor do prémio Francisco de Melo e Torres, atribuído pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, que distingue anualmente o chefe de missão diplomática que mais se destacou pelos resultados no apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na promoção da imagem de Portugal.

Mira Gomes é embaixador em Madrid desde 2020, depois de ter estado em Berlim nos cinco anos anteriores. Antes disso foi ainda o Representante Permanente na NATO. O cargo que o vencedor do prémio Francisco de Melo e Torres deste ano ocupa é de especial importância pois Espanha mantém-se como principal parceiro económico de Portugal, sendo que, em 2022, 26% das exportações nacionais tiveram como destino este país e 32% das importações tiveram origem em Espanha.

A atividade de Mira Gomes tem-se centrado na promoção das empresas portuguesas e da imagem de Portugal no mercado espanhol em articulação com as duas Câmaras de Comércio, em Lisboa e Madrid. Nesse sentido, tem promovido várias iniciativas descentralizadas em colaboração com associações empresariais em diversas comunidades autónomas no país vizinho. Por outro lado, também tem prestado uma atenção particular à dimensão transfronteiriça através do envolvimento de PME e associando as vertentes turismo e cultura.

A CCIP lançou o prémio Francisco de Melo e Torres durante o Seminário Diplomático em 2013, tendo sido promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, pela AICEP e pelo Instituto Diplomático, premiando anualmente o chefe de missão diplomática que mais contribuiu para o crescimento da economia portuguesa.

O galardão deste ano foi entregue dia 3 de janeiro, durante o Seminário Diplomático.

noticia UE Quenia 2023

União Europeia e Quénia – Novo Acordo Comercial

No passado dia 18 de dezembro a União Europeia (UE) e o Quénia assinaram um acordo de parceria económica (APE) que irá impulsionar o comércio bilateral e criar novas oportunidades para as empresas europeias e quenianas.

Trata-se do acordo comercial mais ambicioso da UE com um país em desenvolvimento em questões relacionadas com a sustentabilidade, a proteção do clima e do ambiente e os direitos laborais.

Assim que este acordo entrar em vigor as exportações do Quénia para a UE passam a estar isentas de direitos aduaneiros. Simultaneamente haverá uma abertura parcial e gradual do mercado queniano às importações de produtos da UE.

Depois de o Parlamento Europeu ter dado a sua aprovação, e a UE e o Quénia se terem notificado mutuamente da conclusão dos seus procedimentos jurídicos internos, o acordo pode entrar em vigor.

A UE é segundo maior parceiro comercial do Quénia e o mercado de exportação mais importante, com trocas comerciais de bens, em 2022, que atingiram 3,3 mil milhões de euros.

No contexto do comércio internacional português, o Quénia como cliente de Portugal, ocupou a 103ª posição, em 2022, e como fornecedor a 109ª posição.

As exportações nacionais para este mercado, em 2022, totalizaram 13 milhões de euros, sendo que as importações de produtos quenianos, no mesmo período, ascenderam a 7,7 milhões de euros.

Na estrutura das exportações destacam-se as máquinas e aparelhos (34,6% do total), matérias têxteis (19,7% do total), os produtos químicos (10,2% do total), os plásticos e borracha (6,6%).

Os principais grupos de produtos importados foram os produtos agrícolas (73,3% do total), os produtos alimentares (23,1 % do total), os plásticos e borracha (0,9% do total), o vestuário (0,8% do total) e os instrumentos de ótica e precisão.

Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspetivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

Mais informações sobre o novo acordo comercial UE-Quénia poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia, através deste link

(fonte: Comissão Europeia)

noticia UE Angola 2023

A UE e Angola assinaram o primeiro acordo de facilitação do investimento sustentável

A UE e Angola assinaram, no passado mês de novembro, um Acordo de Facilitação do Investimento Sustentável (AFIS), o primeiro acordo deste tipo que a UE celebra, e que dá resposta à ambição de Angola diversificar a sua economia, que está muito dependente do petróleo.

O acordo, com os seus compromissos para melhorar o clima e a sustentabilidade empresariais em Angola, deverá atrair nos investimentos da UE para setores em que o potencial de Angola está ainda por explorar.

Angola é o sexto destino mais importante no que se refere aos investimentos da UE em África, representando 7% dos investimentos diretos estrangeiro no continente africano, que ascenderam a 14,1 mil milhões de euros em 2021.

(fonte: Comissão Europeia)


Saiba mais sobre este acordo aqui.

Plataforma Accesss2Markets

A Comissão Europeia introduziu, recentemente, novas funcionalidades na Plataforma “Access2Markets” que disponibiliza informação sobre direitos e impostos, procedimentos aduaneiros, formalidades e requisitos de importação ou de exportação para mais de 135 mercados em todo o mundo bem como estatísticas de comércio internacional.

Nesta Plataforma está também disponível a funcionalidade “o meu assistente comercial para serviços e investimento” que abrange, até à data, quatro países – Canadá, Reino Unido, Canadá e Suíça - com informações sobre os requisitos de acesso ao mercado para 100 setores de serviços, nomeadamente financeiros, telecomunicações, transporte marítimo e distribuição, entre muitos outros.

Esta plataforma online inclui ainda uma ferramenta que permite às empresas exportadoras fazerem uma autoavaliação do cumprimento das regras de origem pelos seus produtos, no âmbito dos 31 acordos comerciais da UE os quais abrangem 119 países.

As empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados ou incumprimento das regras de sustentabilidade relacionadas com o comércio e o desenvolvimento sustentável, para que a Comissão Europeia possa analisar a denúncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes.

Saiba mais sobre esta ferramenta de apoio às PME.

UE e o Canadá

No passado dia 21 de setembro, a UE e o Canadá celebraram o sexto aniversário da entrada em vigor do Acordo Económico e Comercial Global (CETA). Entrou em vigor em 2017, e passará a definitivo quando todos os Estados-Membros ratificarem o acordo com os respetivos procedimentos nacionais. Até à data 18 dos 27 Estados-Membros, incluindo Portugal, já ratificaram o CETA.

O saldo destes seis anos é muito positivo, com o comércio bilateral entre a UE e Canadá a registar um aumento de 66% para as mercadorias - atingindo 77 mil milhões de euros - e de 46% para os serviços, em comparação com a situação antes da entrada em vigor do CETA.

Com a sua aplicação foram desde logo eliminadas 98% das tarifas alfandegárias. Gradualmente, num prazo de 7 anos, que termina em 2024, atingir-se-ão os 100% para os restantes produtos previstos para a liberalização, podendo as empresas da UE poupar até 590 milhões de euros por ano só em direitos aduaneiros.

Este acordo confere igualmente às empresas da UE o melhor acesso aos contratos públicos canadianos jamais oferecido a empresas estrangeiras, não só a nível federal, mas também a nível provincial e municipal.

No contexto do comércio internacional português, não sendo um dos principais parceiros comerciais, o Canadá é, ainda assim, um importante mercado para o comércio internacional português e com potencial de crescimento. Ocupou, em 2022, a 26º posição no ranking de clientes e a 31º no de fornecedores, com quotas de 0,6% e 0,4% respetivamente.

A balança comercial com o Canadá, ao longo do período 2017- 2021, foi sempre favorável a Portugal, tendo, todavia, em 2022, apresentado um défice de 47 milhões de euros, essencialmente devido a um acentuado aumento das importações de material de transporte (757%), de produtos do reino vegetal (46%), de produtos minerais (38%) e de produtos das indústrias alimentares (36%). No que respeita à estrutura das exportações nacionais, em 2022, por grupos de produtos, destacam-se os

produtos alimentares (15,5% do total), seguidos de matérias têxteis (14,7 %), dos plásticos e borracha (10,9%), de produtos químicos (9%), de metais comuns (8,9%) e de produtos químicos (6,9%) que, no seu conjunto, representaram 59% das nossas vendas para este mercado.

Em 2022 exportaram para o Canadá 1.921 empresas portuguesas e as vendas de bens atingiram 431 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 22,8% em relação a 2021, essencialmente motivado por um aumento das vendas de máquinas e aparelhos (120%), material de transporte (79%), produtos químicos (58%), calçado (36%), matérias têxteis e suas obras (26%), plásticos e suas obras (18%) e produtos das indústrias alimentares (6%).

Dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, revelam que entre janeiro e setembro de 2023, as exportações portuguesas abrandaram, tendo alcançado 303 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 10,6%, comparativamente com o período homologo anterior.

O CETA veio facilitar as exportações para o mercado canadiano e proporcionar importantes oportunidades de negócio. Mais informações poderão ser obtidas através dos seguintes links:

Guia para o Acordo Económico e Comercial Global (CETA)
Fichas informativas
Procedimentos para exportar para o Canadá

UE e Tailândia relançam negociações para um acordo de comércio livre

A UE e a Tailândia relançaram as negociações - que foram suspensas em 2014 - com vista à celebração de um acordo de comércio livre, para impulsionar o comércio e o investimento.

A UE é o 4º maior parceiro comercial da Tailândia e por sua vez a Tailândia- segunda maior economia da região da ASEAN- é o 4º parceiro comercial da UE na região (e o 25º a nível mundial).

O comércio de bens entre a UE e a Tailândia representou 42,1 mil milhões de euros em 2022 e o comércio de serviços ascendeu a 8,2 mil milhões de euros em 2021.

A UE e a Tailândia estão empenhadas em fazer avançar rapidamente as negociações deste acordo de comércio livre estando já agendada uma segunda ronda de negociações para a semana de 24 de janeiro 2024.

As exportações portuguesas para Tailândia têm ainda uma importância muito reduzida no contexto do comércio internacional português de bens. Em 2022 este país ocupou a 67ª posição no ranking de mercados clientes de Portugal, com as exportações de bens a totalizarem 46 milhões de euros. Ao nível das importações ocupou o 42º lugar com importações no valor de mais de 237 milhões de euros. Entre os principais produtos portugueses exportados para este mercado destacam-se: máquinas e aparelhos (20,6% do total); veículos e material de transporte (19,7%) pastas celulósicas e papel (12,1%), produtos alimentares (10%) e plásticos e borracha (8%), que no seu conjunto representaram mais de 70% das exportações para este mercado.

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, 356 empresas portuguesas exportaram para este mercado em 2021 e, de janeiro a outubro de 2023, as exportações portuguesas totalizaram 29,6 milhões de euros.

Com a entrada em vigor do acordo o comércio entre Portugal e este país tem grandes potencialidades para se desenvolver e irá proporcionar novas oportunidades para as empresas diversificarem os mercados de destino das suas exportações.

União Europeia e Nova Zelândia

A UE concluiu, no passado dia 27 de novembro, os procedimentos políticos de ratificação do Acordo de Comércio Livre com a Nova Zelândia, que inclui compromissos em matéria de sustentabilidade, nomeadamente o respeito do Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas e dos direitos fundamentais, aplicáveis através de sanções comerciais como último recurso. 

Antes deste acordo poder entrar em vigor a Nova Zelândia terá de concluir o seu processo de ratificação, prevendo-se que o processo esteja concluído no primeiro ou segundo semestre de 2024. 

 O comércio bilateral da UE com a Nova Zelândia ascendeu, em 2022, a 9,1 mil milhões de euros para as mercadorias e a 3,5 mil milhões de euros para os serviços em 2021. A UE exportou para a Nova Zelândia bens no valor de 6,3 mil milhões de euros e importou produtos no valor de 2,8 mil milhões de euros. 

No que se refere aos serviços, a UE exportou 1,9 mil milhões de euros de serviços prestados por empresas da UE a clientes na Nova Zelândia contra 0,8 mil milhões de euros em serviços prestados a clientes da UE por empresas da Nova Zelândia. 

Este acordo comercial oferece grandes oportunidades para ambas as partes. As empresas da UE irão beneficiar de um acesso privilegiado a um mercado de mais de 5 milhões de consumidores. Graças a este acordo prevê-se um aumento do comércio bilateral em cerca de 30%, com um crescimento anual das exportações da UE que poderá alcançar 4,5 mil milhões de euros.  A partir do primeiro ano o acordo poderá reduzir os direitos aduaneiros que oneram as empresas da UE em cerca de 140 milhões de euros por ano. (fonte Comissão Europeia)

A entrada em vigor deste acordo oferecerá novas oportunidades às empresas da UE em especial:

  • Eliminação de todos os direitos aduaneiros sobre as exportações da UE para a Nova Zelândia;
  • Abertura do mercado de serviços neozelandês em setores-chave como os serviços financeiros, as telecomunicações, o transporte marítimo e os serviços de entrega;
  • Tratamento não discriminatório dos investidores da UE na Nova Zelândia e vice-versa;
  • Melhoria do acesso das empresas da UE aos contratos públicos da Nova Zelândia para a aquisição de bens, serviços, obras e concessões de obras;
  • Facilitação dos fluxos de dados, com regras previsíveis e transparentes para o comércio digital e um ambiente online seguro para os consumidores;
  • Prevenção de requisitos injustificados em matéria de localização de dados e manutenção de níveis elevados de proteção dos dados pessoais;
  • Fomento das exportações das empresas de menor dimensão graças a um capítulo dedicado às PME;
  • Redução significativa dos requisitos e procedimentos de conformidade para permitir um fluxo mais rápido das mercadorias;
  • Compromissos significativos por parte da Nova Zelândia no sentido de proteger e fazer cumprir os direitos de propriedade intelectual, em conformidade com as normas da UE.

Portugal é um dos países da UE que irá beneficiar com a entrada em vigor deste acordo comercial. Em 2022 as exportações portuguesas de mercadorias aumentaram 28% face a 2021 e totalizaram 55,24 milhões de euros. Na estrutura das exportações nacionais para este mercado destacam-se os veículos e outro material de transporte (50,6% do total), os plásticos e borracha (12,4% do total), as matérias têxteis (7,5% do total), os produtos alimentares (4,2% do total) e as máquinas e aparelhos (2,1% do total). 

As importações alcançaram 21,83 milhões o que representou um crescimento de cerca de 13% comparativamente com a ano anterior. Os principais grupos de produtos importados foram os produtos agrícolas (65,3% do total), as matérias têxteis (11,7 % do total), pastas celulósicas e papel (9% do total), máquinas e aparelhos (3% do total) e os minerais e minérios (2,5% do total).

Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspectivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

Mais informações sobre o novo acordo comercial UE-Nova Zelândia poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia.

Acordos comerciais da UE criam melhores oportunidades de comércio

A Comissão Europeia publicou, recentemente, o terceiro relatório anual sobre a aplicação e o cumprimento da política comercial da UE. O relatório analisa e fornece informações sobre a aplicação dos acordos comerciais da UE, que já vigoravam em 2022, e descreve as ações da Comissão, em estreita parceria com as empresas da UE, os Estados-Membros e as partes interessadas, com vista a manter os mercados abertos e a garantir que os parceiros comerciais da UE cumprem os seus compromissos.

Em 2022, a UE tinha em vigor 42 acordos comerciais que abrangem 74 países. Cerca de 44% das trocas comerciais realizaram-se ao abrigo destes acordos, prevendo-se que este número possa aumentar para 47%, com a incorporação de acordos atualmente em vias de adoção ou de ratificação. De acordo com o relatório apresentado, o comércio entre a UE e os parceiros preferenciais aumentou mais em termos de valor (21,2%) do que o comércio com os parceiros não preferenciais (18,9%), entre 2021 e 2022.

O comércio da UE com os 74 países, em 2022, totalizou 2 434 mil milhões de euros, com as exportações a alcançar 1 254 mil milhões de euros e as importações 1 180 mil milhões de euros, resultando num saldo positivo de 74 mil milhões euros. O Reino Unido é o primeiro parceiro preferencial da UE - 3º maior em termos globais, a seguir aos EUA e à China - representando 22,5% do comércio da UE com os 74 parceiros preferenciais, seguido da Suíça (13,7%), da Turquia (8,1%), da Noruega (9,4%) e do Japão (5,8%). Em conjunto este grupo de cinco mercados foi responsável por mais metade do comércio preferencial da UE (59,5%). No entanto, os exportadores europeus poderiam tirar ainda maior partido das oportunidades oferecidas pelos acordos em vigor.

A Comissão Europeia através do portal “Access2Markets”, disponibiliza todas as informações sobre o funcionamento dos acordos comerciais. As empresas podem também consultar informação sobre 135 mercados de exportação nomeadamente: direitos aduaneiros, impostos internos, regras de origem aplicáveis e formalidades de importação e procedimentos aduaneiros. Neste portal as empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados, para que a Comissão Europeia possa analisar a denúncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes. (fonte: Comissão Europeia).

 

Para mais informações:

Brochura sobre o relatório
Relatório
Ficha de informação

A Comissão Europeia reviu em baixa a projeção para o crescimento

Nas Previsões Económicas de Outono (Autumn 2023 Economic Forecast), recentemente publicadas, a Comissão Europeia prevê, para a UE, um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,6 % em 2023, 1,3% para 2024 e 1,7% para 2025 na UE27.

Para os 20 países da zona Euro as previsões apontam para um crescimento do PIB de 0,6 % em 2023,, de 1,2% em 2024 e de 1,6% em 2025.

"A economia europeia perdeu dinamismo este ano, num contexto de elevado custo de vida, fraca procura externa e restrições monetárias. Um longo período de inflação pesa sobre os gastos dos consumidores e as taxas de juro mais elevadas do Banco Central Europeu impedem a contratação de empréstimos para compras e investimentos, o que explica a quebra no crescimento económico”.

Já para Portugal, as expectativas apontam para um crescimento de 2,2% em 2023, de 1,3% em 2024 (revisão em baixa face às Previsões Económicas da Primavera, em 0.2 pontos percentuais para 2023 e 0.5 pontos percentuais para 2024) e de 1,8% em 2025.
Os valores da inflação continuam a registar uma trajetoria descendente. Para Portugal, a Comissão prevê uma taxa de inflacção de 5,5% para este ano, de 3,2% para 2024 e de 2,4% para 2025.

Por sua vez, a taxa de desemprego em Portugal deverá situar-se nos 6,5 % em 2023 e 2024, baixando para 6,4% em 2025.

Quatro vezes por ano, na Primavera (maio), no Verão (julho), no Outono (novembro) e no Inverno (fevereiro), a Comissão Europeia divulga as previsões económicas para a União Europeia e área do euro quanto à evolução de alguns indicadores económicos como por exemplo, o produto interno bruto, a inflação e o número de desempregados, entre outros. (fonte: Comissão Europeia)

Saiba mais sobre as previsões para a economia portuguesa.

A lei francesa sobre o Dever de Vigilância

Com vários Estados europeus a ponderar potenciais iniciativas legislativas sobre dever de diligência obrigatório em matéria de direitos humanos e ambiente, e com as três instituições da UE a negociar, no âmbito do Trílogo, a proposta de diretiva relativa ao dever de diligência [devida] das empresas em matéria de sustentabilidade (doravante referida como “Diretiva”), França, pioneira a nível mundial, com a sua lei sobre o dever de vigilância das sociedades-mãe e contratantes (a "Lei sobre o Dever de Vigilância" ou abreviadamente designada por “LdV”) está no centro das atenções. Será a lei francesa LdV uma fonte de inspiração e um exemplo a seguir ou um a evitar na preparação de legislação europeia ambiciosa?

 

Contexto de aprovação da lei LdV
Inspirada nos Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos, (doravante referidos como “UNGPs”), bem como nas Linhas Diretrizes da OCDE para as Empresas Multinacionais e o Dever de Diligência (doravante referidas como “Linhas Diretrizes da OCDE”), a Lei sobre o Dever de Vigilância (Devoir de Vigilance), também conhecida como “Lei Rana Plaza”, foi pioneira na Europa. A LdV foi aprovada em 23 de março de 2017 após um longo período de discussões e entrou em vigor em 27 de março de 2017 com o objetivo de prevenir os riscos de violações graves dos direitos humanos e do ambiente por parte das empresas transnacionais na sua cadeia de abastecimento.

A adoção da lei está dramaticamente ligada ao trágico acidente do Rana Plaza que assinalou o seu décimo aniversário no 24 de abril de 2023. O trágico colapso deste edifício em 2013, que albergava várias fábricas têxteis de grandes marcas internacionais renomadas na cidade de Daca, no Bangladesh, ficou conhecido mundialmente após a morte de mais de 1100 trabalhadores e serviu para expor as condições de trabalho insalubres e a falta de diligência nas cadeias de abastecimento da indústria da moda. Gerou uma onda de indignação internacional e nacional e a conscientização da necessidade de regular a atividade empresarial e de responsabilizar as empresas transnacionais pelas violações de direitos humanos.

 

O “Dever de Vigilância” (Devoir de Vigilance) das maiores sociedades comerciais francesas
A LdV aplica-se às maiores empresas francesas de todos os sectores de atividade: as empresas constituídas ou registadas em França que durante dois exercícios fiscais consecutivos empreguem pelo menos 5.000 (cinco mil) pessoas em França (diretamente ou através das suas
filiais francesas) ou pelo menos 10.000 (dez mil) pessoas a nível mundial (através das suas filiais situadas em França e no estrangeiro).

Sumariamente, a lei francesa exige que as empresas no seu âmbito de aplicação desenvolvam e implementem eficazmente um plano de vigilância (plan de vigilance). O plano de vigilância deve incluir medidas de diligência devida para identificar e prevenir danos graves aos direitos humanos e às liberdades fundamentais, à saúde e segurança humana e ao ambiente em conexão com as operações (i) da própria sociedade comercial, (ii) das suas subsidiárias diretas e indiretas (conforme definido pela legislação comercial francesa), e (iii) das entidades subcontratantes e dos fornecedores com os quais a empresa mantém relações comerciais. O dever de devida diligência é ampliado à cadeia de abastecimento.

Este plano de vigilância é composto por cinco elementos fundamentais: (i) um mapa de riscos; (ii) procedimentos de avaliação regular da situação das filiais, subcontratantes e fornecedores relevantes; (iii) ações adequadas para atenuar os riscos ou evitar impactos graves; (iv) um mecanismo de alerta, estabelecido em consulta com os sindicatos considerados representativos na empresa; e (v) um sistema de controlo das medidas aplicadas e de avaliação da sua eficácia.Constitui a espinha dorsal do sistema de prevenção de riscos em que se baseia o dever de vigilância das empresas francesas. 

Em caso de incumprimento identificado das obrigações de vigilância acima referidas por parte de uma empresa, a LdV prevê que "qualquer pessoa com um interesse legítimo" (que inclui, por exemplo, trabalhadores, ONGs ou sindicatos) possa notificar formalmente a sociedade comercial do incumprimento. Caso a empresa continue a não cumprir as suas obrigações após um período de três meses após a receção da notificação formal de incumprimento, pode ser apresentada uma ação judicial para que sejam ordenadas medidas urgentes de divulgação e/ou alteração do plano de vigilância, que podem inclusivamente ser associadas a sanções financeiras coercivas. Um segundo tipo de recurso relaciona-se com a responsabilidade civil (extracontratual) da sociedade em incumprimento caso sejam provados danos causados pelas atividades da própria empresa, da sua subsidiária direta ou indireta, ou dos seus subcontratantes e fornecedores com os quais a sociedade em incumprimento tenha uma "relação comercial estabelecida", e desde que seja provado que os danos razoavelmente poderiam ter sido evitados com um plano vigilância efetivamente implementado que incluísse medidas razoáveis de diligência devida destinadas a identificar e prevenir danos graves às pessoas e/ou ao ambiente.

Avanços e limitações da Lei sobre o Dever de Vigilância: Algumas lições aprendidas para dar vida a um Devoir de vigilance europeu eficaz

As ONG e outros membros da sociedade civil, bem como as próprias empresas abrangidas pela lei, estão de acordo num ponto: a adoção da LdV funcionou como um catalisador da ação corporativa a favor do respeito pelos direitos humanos e pelo ambiente e provocou um marco histórico na diligência devida obrigatória por parte das empresas em França e na Europa. 

Após seis anos de aplicação, as empresas francesas impulsionaram e algumas até atingiram uma mudança de paradigma nos processos internos de gestão de risco. Estes, classicamente direcionados à proteção da própria empresa, estão a ser reorientados para a proteção das pessoas e do ambiente. 

No entanto, apesar dos progressos registados, a Lei sobre o Dever de Vigilância – pioneira no mundo, e curta, mas, ambiciosa no papel – tem sido repetidamente criticada pela sua falta de eficácia na prática, como o demonstram os vários processos judiciais nos tribunais franceses, relativamente aos quais ainda não foi tomada qualquer decisão de mérito. 

Entre muitas outras, há três lições a tirar da lei francesa LdV, que são apresentadas de seguida para alimentar o debate sobre a introdução de um dever de vigilância das empresas à escala europeia.

 

1. Uma ampliação necessária do âmbito de aplicação da legislação

A Lei sobre o Dever de Vigilância está centrada nas grandes empresas em resultado da aplicação do critério único do número de trabalhadores. Além disso, só se aplica a determinadas formas jurídicas de sociedades. No entanto, este critério único cria dificuldades na identificação das entidades sujeitas à lei devido a falta de informação pública acessível. De facto, o número de 3 empresas francesas efetivamente sujeitas à LdV não é conhecido com exatidão. Estima-se que entre 250 e 280 empresas francesas estejam abrangidas pela lei.

Por outro lado, este âmbito de aplicação limitado às grandes sociedades comerciais exclui entidades que, independentemente da sua dimensão, podem ter um impacto potencialmente significativo nos direitos humanos e no ambiente. Os especialistas no tema e as ONGs defendem a redução do critério de trabalhadores e a introdução de outros critérios alternativos (rendimentos, por exemplo) que alargariam o âmbito do dever de vigilância. É de salientar que os critérios a introduzir devem ser alternativos e não cumulativos ao critério relativo ao número de trabalhadores.

 

2. Um dever de vigilância que deve abranger toda a cadeia de valor da sociedade-mãe

A LdV introduz uma obrigação de vigilância alargada paras as grandes empresas que abrange as violações graves dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, da saúde e segurança das pessoas e do ambiente. No entanto, este dever de diligência relaciona-se apenas com a diligência devida das operações das entidades (fornecedores e subcontratantes) "com as quais existe uma relação comercial estabelecida", para além das atividades e operações da sociedademãe e das suas subsidiárias.

Na ausência de uma decisão judicial sobre o mérito até à data, esta noção de "relação comercial estabelecida" no contexto do dever de diligência é muitas vezes insuficientemente compreendida ou interpretada de forma restritiva pelas empresas, o que limita a aplicaçãodo dever de diligência devida na cadeia de valor das empresas transnacionais. Cabe recomendar que o âmbito de aplicação da futura regulamentação europeia inclua toda a cadeia de valor das entidades abrangidas pelo futuro dever de vigilância europeu.

 

3. Uma associação das partes interessadas efetiva para a identificação dos impactos negativos reais ou potenciais e a elaboração de medidas corretivas adequadas

A LdV prevê que o plano de vigilância “tem por objetivo” (a vocation à) ser desenvolvido em parceria com as partes interessadas da empresa, com exceção do desenvolvimento do mecanismo de alerta, que deve ser "estabelecido em consulta com as organizações sindicais representativas da referida empresa" (conforme espressamente referido na LdV).

Embora a análise dos últimos planos de diligência devida revele um envolvimento crescente das partes interessadas, este compromisso é frequentemente assumido no âmbito de iniciativas existentes e com os representantes dos trabalhadores. Poucas empresas, por exemplo, criaram um comité de partes interessadas especificamente dedicado à implementação do dever de vigilância. A participação das partes interessadas na identificação dos riscos e na elaboração dos planos de diligência é deixada ao único critério das empresas, sem obrigação de divulgação da metodologia aplicada. Quando a divulgação existe, assemelha-se mais a uma simples informação do conteúdo do plano de vigilância, continuando a ser insuficiente.

Embora a Diretiva deva permitir certa flexibilidade para as empresas identificarem as partes interessadas relevantes no seu contexto de operação, é fundamental um melhor alinhamento com as expectativas dos UNGPs e com as Linhas Diretrizes da OCDE, que dão grande ênfase à participação efetiva das partes interessadas em todas as fases da diligência devida.

 

AUTORA

Céline da Graça Pires, Investigadora Associada no NOVA Knowledge Centre for Business, Human Rights and the Environment

CCIP promoveu oportunidades de negócios na embaixada do Paraguai em evento preparatório para a Missao Empresarial

A CCIP promoveu oportunidades de negócios na embaixada do Paraguai em evento preparatório para a Missão Empresarial!

Numa parceria entre a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), a embaixada do Paraguai em Portugal e a Câmara de Comércio Paraguai-Portugal foi organizado um pequeno-almoço empresarial com vista à preparação da Missão Empresarial a este país, que terá lugar no próximo mês de fevereiro.

Este evento juntou representantes de diversas empresas interessadas em explorar novas oportunidades de negócio no Paraguai, com uma explicação das vantagens de exportação e investimento para este mercado bem como networking entre os participantes.

Para além das intervenções do senhor embaixador do Paraguai em Portugal Julio Duarte Van Humbeck e do Consultor local da CCIP para este mercado, os participantes puderam também ouvir casos de sucesso de três empresas portuguesas que já operam neste mercado.

O sucesso deste evento eleva as expetativas para a Missão Empresarial ao Paraguai. As empresas participantes estão mais preparadas e motivadas para explorar as oportunidades de investimento no Paraguai, fortalecendo os laços comerciais entre Portugal e o Paraguai.

Se tem interesse neste mercado e pretende juntar-se a esta Missão, consulte o programa completo e/ou contacte através do internacional@ccip.pt

460x230 Noticia Rui Miguel Nabeiro à conversa com Carlos Moedas

Rui Miguel Nabeiro, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa esteve à conversa com Carlos Moedas, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sobre inovação, liderança e gestão de pessoas, questões sociais, colaboração entre o setor público e privado, depois de dois anos de mandato.

Ao longo da manhã, Carlos Moedas referiu a importância de Lisboa ser capital europeia da inovação e da forma como este reconhecimento impacta a cidade; da liderança de mais de 9.000 colaboradores num contexto vasto e diversificado afirmando que a sua “função passa também por ouvir as pessoas”. Temas como a habitação, obras e medidas implementadas para abordar necessidades emergentes na cidade foram referidos bem como a importância do papel das empresas no futuro de Lisboa.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes deste evento!

Artigo A sustentabilidade nas empresas portuguesas

No passado dia 3 de outubro de 2023, o Center for Responsible Business and Leadership da Universidade Católica apresentou o seu Relatório Anual do Observatório dos ODS sobre a sustentabilidade no setor empresarial português. O estudo incluiu a realização de questionários a 61 Grandes Empresas - das quais 54 são multinacionais - e a 108 Pequenas e Médias Empresas - das quais 101 são multinacionais.

 

Várias foram as conclusões retiradas no Relatório, sendo de destacar os seguintes aspetos:
i. Cerca de 97% das GEs e 87% das PME consideram que a sustentabilidade significa uma oportunidade de crescimento substancial para a competitividade dos seus negócios;
ii. O reporte corporativo de sustentabilidade aumentou, em geral, nas empresas portuguesas, sendo esse aumento notoriamente mais significativo nas GEs;
iii. Em particular, tornou-se evidente que as GEs estão bastante melhor preparadas para atuar na promoção da sustentabilidade e dos ODS em relação às PME;
iv. 67% das GEs considera estar preparada para o cumprimento da legislação que imporá o dever de reporte corporativo em matéria de sustentabilidade, sendo que apenas 7% das PME o afirma;
v. 82% das GEs criou ou mantém um departamento de sustentabilidade, sendo que apenas 9% das PME o pode afirmar;
vi. Todas as empresas declaram ter dificuldades em implementar os ODS, sobretudo devido à falta de conhecimentos para o efeito;
vii. Ainda assim, a maioria (cerca de 70%) das PME não fizeram nenhuma sessão de formação sobre o tema;

O que levou a equipa a concluir que “as empresas portuguesas estão numa trajetória ascendente, mas há muito a fazer”. Neste sentido, é necessário que a sua progressão no cumprimento destes objetivos seja cada vez mais ambiciosa e real.

Analisando especificamente algumas questões que foram colocadas às empresas objeto do estudo desenvolvido, é útil notar nas diferenças substanciais que distinguem o desempenho em matéria de sustentabilidade das GEs face às PME.

Estrutura empresarial. Das GEs objeto do estudo, a esmagadora maioria são sociedades anónimas (86,7%), sendo que, por sua vez, a maioria das PMEs analisadas é constituída por sociedades por quotas (60,2%) e empresas familiares (74,1%), sendo que, no caso das PMEs, o setor de atividade predominante é o de bens e serviços industriais (27,8%).

Sustentabilidade como benefício? A ideia de que a sustentabilidade se revela benéfica para os negócios é generalizada no panorama nacional.

Alterações implementadas. Metade das PME inquiridas considera que os seus negócios já tinham sofrido alterações devido a preocupações com a sustentabilidade, sendo que muitas destas encaram a sustentabilidade como “the way forward” e uma forma de se diferenciarem no mercado no futuro. Ainda assim é interessante verificar que 80% das GEs vão muito mais longe e asseguram que a sustentabilidade está já claramente incorporada nas suas operações, com ainda 68,8% destas a afirmar que o alinhamento com a sustentabilidade é já parte do ADN da empresa.

ESG. É interessante comparar os graus de importância que as GEs e as PME atribuem à sustentabilidade ambiental, social e económica. Para as PME, a vertente económica última continua a representar a dimensão mais importante, ao passo que, para as GEs, a sustentabilidade social passou a ser a mais relevante.

ODS. As empresas foram também questionadas acerca do acolhimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável, tendo sido concluído que as PMEs apresentam níveis mais baixos de conhecimento destas matérias do que as GEs. Em ambos os grupos, o nível de conhecimento parece ter diminuído face às respostas dadas no primeiro ano do estudo, o que é interessante de analisar. Esta redução do conhecimento reportado poderá ser uma consequência de as empresas estarem, na verdade, mais conscientes deste tema e das suas inúmeras implicações, assumindo, também por isso, uma posição mais cautelosa face ao ano anterior no que toca a classificar-se como tendo elevado conhecimento sobre os ODS.

ODS em particular. O estudo pretendeu ainda averiguar quais os ODS com maior importância estratégica para as empresas. As PME, que no primeiro ano do estudo davam maior importância aos ODS sociais (1, 2, 3, 4 e 5), apontam agora para o 5 (igualdade de género), 7 (energias renováveis e acessíveis), 8 (trabalho digno e crescimento económico), 9 (indústria, inovação e infraestruturas) e 12 (produção e consumo sustentáveis) como os mais importantes, sendo estas escolhas curiosamente mais semelhantes às das GEs.

Formação e parcerias. Por outro lado, tanto a nível de formações sobre os ODS, como da existência de taskforces nas empresas especialmente dedicadas à sustentabilidade, é notório que as empresas inquiridas podem ainda francamente melhorar, ficando, contudo, as PMEs muito aquém das GEs. Por exemplo, 73,1% das PMEs refere não ter feito nenhuma formação sobre os ODS na empresa nos últimos dois anos. Esta é uma descoberta interessante do estudo, no sentido em que coloca à vista a necessidade de as empresas potenciarem o desenvolvimento das suas atividades em conjunto com a comunidade e parceiros estratégicos. Em termos de parcerias estabelecidas, as GEs apontam como principais parceiros as organizações sociais e internacionais e as universidades. Curiosamente, as PMEs apontam os clientes, os fornecedores e as organizações sociais.

Obrigações de reporte. Relativamente às novas obrigações de reporte estabelecidas na Diretiva sobre o Reporte de Sustentabilidade, que irão aplicar-se já em 2024 às GEs e em 2026 às PME cotadas, as empresas sentem-se moderadamente preparadas. Mais uma vez, as PME apresentam resultados piores, sendo que 60,2% destas empresas revela não conhecer as obrigações de reporte que lhes serão aplicáveis. Dois dos fatores identificados como obstáculos ao cumprimento destas obrigações são a falta de dados sobre como implementá-las na prática, bem como a complexidade na recolha destas informações.

Motivações. As principais motivações das PME para a adoção dos ODS prendem-se com a identificação de uma oportunidade de crescimento de negócio, mas também de uma forma de conseguirem uma vantagem competitiva e de aquisição de reputação no mercado. Mais uma vez se verifica que a sustentabilidade financeira continua a ser o elemento preponderante para as PME. Já as GEs parecem ter uma maior preocupação com o impacto na sociedade, encarando os ODS como um meio de participar na resolução de problemas sociais e ambientais.

Gaps. O estudo permitiu ainda concluir que, mesmo dando importância a cada dimensão da sustentabilidade e aos diferentes ODS, existe ainda um desequilíbrio muito relevante entre a importância que lhes é dada pelas empresas e o que é efetivamente levado a cabo para os colocar em prática, algo que se verifica tanto nas GEs como nas PME. O mesmo se passa com a importância que as empresas dão à incorporação dos ODS na sua estratégia e o seu nível de implementação na prática. Estes são os principais gaps que o estudo demonstrou existirem, pelo que se conclui que as empresas inquiridas já estão em grande medida conscientes da importância da sustentabilidade, nas suas diversas vertentes, e mais concretamente da necessidade de adotar os ODS. Contudo, a sua concretização na prática tem ainda um caminho pela frente, mais longo para as PME – que representam a grande maioria das empresas em Portugal – do que para as GEs. Nas vertentes da sustentabilidade, a discrepância maior prende-se com a importância dada à vertente ambiental e à sua implementação. Do mesmo modo, o maior gap entre a importância atribuída e a sua implementação na prática verifica-se nos ODS de cariz ambiental. Assim, é possível verificar que as empresas estão cada vez mais cientes da importância e necessidade de cuidar do ambiente. Outra conclusão interessante deste estudo é a de que a igualdade de género representa um gap francamente menor para as PME do que para as GEs, apesar de existente em ambos os casos.

Deste modo, tornou-se evidente que é generalizada a perceção empresarial de que o investimento na sustentabilidade é uma oportunidade significativa e de baixo risco para os negócios. É sobretudo de destacar a existência de uma evolução positiva face aos resultados do primeiro ano do estudo, estando as empresas, particularmente as GEs, mais comprometidas e alinhadas estrategicamente com os ODS. As PMEs, por seu turno, vão a caminho.

 

AUTORAS

Beatriz Albuquerque é doutoranda em Direito na NOVA School of Law, advogada na Vieira de Almeida & Associados e investigadora associada do NOVA Business, Human Rights and the Environment.
&
Maria Miguel Oliveira da Silva é doutoranda em Direito na NOVA School of Law, assistente convidada da NOVA School of Law, investigadora associada do NOVA Business, Human Rights and the Environment e investigadora do CEDIS e do NOVA Consumer Lab.

Noticia Bootcamp Empresas Familiares

O dia 29 de novembro foi dedicado à 1ª edição do Bootcamp de Empresas Familiares!

Fátima Carioca, Dean da AESE Business School abordou o tema “Sucesso, Tradição e Sustentabilidade”.

Francisco Soares Franco, Executive Board Member da José Maria da Fonseca, Martim Costa Duarte, Administrador da Costa Duarte, Raquel Santos Administradora da A Metalúrgica Bakeware Production SA estiveram numa conversa moderada por Roberto Morales, CEO da Roberto Morales Asesores sobre o tema “Um negócio sustentável inspirado nos valores da família – mais de um século de experiência”.

A manhã seguiu-se com o tema “Pontes para o Futuro: a sucessão nas empresas familiares e a continuidade dos negócios” abordado por Carolina Breda, Administradora da Bresimar, Inês Janz, CEO da Janz Luxury, João Rodrigues Pena, Founder & Managing Partner da Arboris com a moderação de Lídia Tarré, Administradora da Gelpeixe. Membro da Direção CCIP, AEF e Rede Mulher Líder.

Luís Marques, Tax Partner, Business Tax Services da Ernst & Young, S.A abordou o tema “Criação de holdings familiares – Aspectos Fiscais”.

O evento terminou numa conversa entre Peter Villax, Presidente da AEF, CEO da Mediceus e Chairman Bionova Capital e Lídia Tarré.

A CCIP agradece a todos os participantes e aos oradores que contribuíram para o sucesso desta 1ª edição!

Logos Apoio Bootcamp 2023   Apoio Bootcamp 2023      Logotipo Gelpeixe

460x230 Exportador do Mes Riberalves

A CCIP levou empresas a conhecer os bastidores e dia a dia da Riberalves!

A Riberalves está presente em mais de 20 países, sendo considerada uma das maiores e mais inovadoras empresas de produção de bacalhau em Portugal.

As empresas participantes nesta edição do Exportador do Mês, tiveram a oportunidade de estar em contacto direto com os líderes da Riberalves, conhecer a cultura, o método de trabalho e as boas práticas da empresa.

noticia arabia saudita 2023

Terminou a 3ª Missão Empresarial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa à Arábia Saudita!

As empresas portuguesas que participaram nesta Missão tiveram reuniões individuais com alguns dos principais players dos seus respetivos setores, esperando que a curto prazo se fechem relações comerciais, tendo em consideração as oportunidades que este mercado oferece.

A CCIP irá realizar a 4ª Missão Empresarial à Arábia Saudita em fevereiro de 2024.

Banner Evento SITL

No próximo dia 6 de dezembro, irá decorrer uma sessão de esclarecimento na CCIP dedicada à feira SITL.

Durante a sessão haverá momentos de networking e serão abordados temas cruciais como a programação do evento, informação sobre os expositores e as últimas tendências no setor do transporte e logística.

Estarão presentes especialistas para orientação personalizada. A sessão também irá destacar o “Portuguese Pavillion” na SITL, permitindo às empresas perceberem a dinâmica da feira e como é que se podem posicionar estrategicamente no mercado global.

Esta iniciativa visa ser informativa e interativa, fornecendo às empresas portuguesas as ferramentas necessárias para maximizar a sua presença na SITL e explorar as oportunidades no cenário internacional de transporte e logística.

 

Saiba mais aqui

 

Caso pretenda participar nesta sessão de esclarecimento contacte através do e-mail internacional@ccip.pt

A primeira edição do programa Da exportação à internacionalização desenvolvido em parceria com a CCIP e com a Católica Lisbon Executive Education começou na última sexta-feira
A primeira edição do programa “Da exportação à internacionalização”, uma parceria da CCIP com a Católica Lisbon Executive Education, começou na última sexta-feira!

A abertura do programa foi feita por Miguel Athayde Marques, Vice-Reitor da Universidade Católica Portuguesa e Diretor Académico da Católica International Business Platform, Margarida Ramalho, Diretora Executiva da Católica International Business Platform, e Lídia Tarré, membro da Direção da CCIP e Administradora Executiva da Gelpeixe.

A manhã foi dedicada ao tema “Desafios da globalização e posição de Portugal no comércio internacional. Riscos e oportunidades da sua estratégia de internacionalização”.

Miguel Athayde Marques destacou a importância de agirmos e criarmos as nossas próprias oportunidades. "If you want to predict the future, create it".

Francisco Proença Garcia falou sobre o regresso da geopolítica, as grandes potências e a nova ordem em construção, a guerra.

Francisco Mendes Palma reforçou a importância de crescer ao incorporar valor em todos os setores de atividade.

Saiba como fazer parte da rede da Câmara de Comércio

 

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