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São muitas as empresas portuguesas que iniciaram uma forte estratégia de comunicação digital e que usam as redes sociais como amplificador da sua marca, ambicionando uma maior proximidade com os clientes e uma presença mais global.

Apesar desta consciencialização digital, parece faltar, a uma grande parte das empresas, uma estratégia concertada para a “transformação digital”. É um facto, que esta mudança é transversal a toda a empresa e que implica uma grande restruturação interna a nível de processos, de tecnologias e, mais importante, a nível de recursos humanos.

 

Dos factores críticos de sucesso para a transformação digital, parece consensual que o factor humano, quer cultural quer de liderança, seja o mais importante para o sucesso das empresas que actuam com uma visão global, ignorando fronteiras, mas atentas às diferenças culturais e às novas necessidades do cliente Digital.

 

A transformação digital não é um processo fácil nem imediato, e o retorno do investimento só é possível se existir um compromisso de toda a equipa na implementação dessa mudança, assim como de uma consultoria especializada, com consultores capazes de auxiliar no desenvolvimento a nível de diligências e/ou investimentos. A boa notícia é que, apesar da relutância dos gestores em aceitar ajuda externa e de ceder ao aparecimento de novas práticas, existe em Portugal um crescimento acentuado de empresas eficientes focadas nesta especialização.

 

Esta resistência é mais recorrente em empresas tradicionais, com negócios familiares de duas ou três gerações, que se sentem ameaçadas com a nova geração de nativos digitais, que por já terem nascido num mundo digital, não têm estruturas pesadas e estão habituados a testar vários modelos de negócio e de monetização, sem grandes custos ou impactos. É a velha história da agilidade do rato versus do elefante. Estes “new entrants” aparecem como concorrentes surpresa, em qualquer sector, sem ter o expertise dos “elefantes” mas com estruturas muito leves e uma agilidade incrível nos seus processos internos e de facing com o cliente, nos modelos de negócio, na cultura digital e no total domínio das tecnologias.

 

Este é o factor mais importante que dita a urgência de iniciar rapidamente um processo de transformação digital sério, muito para além da típica presença online nas redes sociais e websites.

 

Todas as empresas que aspiram a ser globais e a tornarem-se mais competitivas, têm hoje que estar munidas desta característica “camaleónica” de adaptação e transformação de acordo com as circunstâncias voláteis, de um mercado imprevisível e em constante evolução, com coragem, determinação e uma grande capacidade de adaptação.

 

Se pretende iniciar um processo de transformação digital, consulte o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento da CCIP.



Este artigo foi redigido pela Yunit Consulting no âmbito da parceria estabelecida para o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento.

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No dia 26 de Maio, Portugal elege 21 eurodeputados para os próximos 5 anos.

As próximas eleições europeias têm lugar entre 23 e 26 de Maio de 2019, variando a data consoante o Estado-Membro, dando a todos os cidadãos da UE a oportunidade de escolherem os seus representantes no Parlamento Europeu. Em Portugal realizar-se-ão no dia 26 de Maio e terão como objectivo a escolha dos 21 deputados portugueses, com assento no Parlamento Europeu, que são eleitos de cinco em cinco anos.

Os representantes que elegemos tomam decisões que têm impacto no nosso dia-a-dia: no trabalho, na saúde, nos custos com a energia, na economia, e em muitas outras áreas. Por esta razão não perca a oportunidade de se envolver neste processo.

O projecto europeu alcançou progressos notáveis nos últimos 60 anos para preservar a paz, garantir a liberdade e prosseguir a prosperidade. Mas não devemos tomar esta realidade como garantida.

Assim, a proposta é simples: Planeie uma ida às urnas no próximo Domingo, dia 26 de Maio, convide os seus amigos e familiares a integrarem os seus planos para esse dia e, depois de votar, partilhe uma fotografia com a hashtag #javotei.

O seu voto é muito importante!

As Câmaras de Comércio na União Europeia, representadas na Eurochambres, querem uma Europa aberta às empresas, uma Europa que crie emprego e crescimento, saiba mais aqui.

Visite o site Chambers4EU

 

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No âmbito da 4ª edição da formação de documentos internacionais promovida pela Câmara de Comércio, realizou-se a primeira visita técnica à DHL. Durante uma manhã, os formandos tiveram a oportunidade de aplicar na prática alguns dos conhecimentos adquiridos e conhecer os diferentes tipos de documentos necessários em várias situações de importação e exportação de mercadorias.

A DHL Express tem como actividade o transporte expresso internacional de encomendas e documentos, em todo o mundo, através de uma rede expresso programada. À DHL agradecemos a forma como recebeu o grupo, bem como a disponibilidade para apoiar os formandos na sua aquisição e desenvolvimento de competências.

Conheça o calendário de formações da CCIP e saiba mais sobre a formação à medida.

Archipelago

O Programa ARCHIPELAGO é uma iniciativa da UE que visa apoiar e promover o desenvolvimento do ensino técnico e especializado, em África, com vista a colmatar a falta de recursos humanos qualificados.

Este Programa financiado pela UE e desenvolvido em colaboração com um consórcio constituído pela Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio Europeias, Sequa e CPCCAF-Conférence Permanente des Chambres Consulaires Africaines e Francophones, abrange os seguintes países: Burkina Faso; Camarões; Costa do Marfim; Gana; Mali; Mauritânia e Senegal.

São elegíveis:

  • acções de formação em sistema dual;
  • formação na área do empreendedorismo;
  • capacitação de organizações de apoio à actividade empresarial e validação de habilitações;
  • entre outras.

 

Podem-se candidatar consórcios constituídos por, no mínimo, dois parceiros, sendo que um deverá ser originário de um Estado-Membro e outro de um dos 7 países abrangidos pelo programa. Os candidatos terão de ser organizações sem fins lucrativos, que poderão apresentar a candidatura em parceria com empresas interessadas.

Informações adicionais sobre este programa podem ser obtidas através deste link.

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Com o objectivo de aproximar as duas instituições no que diz respeito às acções de internacionalização para as empresas e documentos para a exportação, a CCIP esteve na Associação Comercial do Porto - Câmara de Comércio e Indústria do Porto.

Num encontro entre Miguel Pinto Maria, Director Executivo da ACP, e Pedro Magalhães, Director de Comércio Internacional, foram discutidas as possibilidades de incremento de sinergias entre ambas as partes.


A Associação Comercial do Porto é uma instituição que conta com mais de 180 anos de existência e que pretende ser um ponto de encontro e um centro de reflexão com vista à promoção do progresso e da ilustração da cidade do Porto e de toda a Região Norte.

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A internacionalização é um processo longo que deve ser acompanhado e rodeado dos parceiros certos. Na CCIP tentamos estar perto das empresas que nos confiam esse papel e que nos escolhem para abordar mercados estrangeiros.

É com esse objectivo que o Director de Comércio Internacional, Pedro Magalhães, visita frequentemente empresas Associadas e Clientes.

Limeport, Maçarico, Lusavouga, Porminho, Irmarfer foram algumas das empresas que nos abriram as portas em Maio, para falar sobre as experiências nas missões empresariais e viagens individuais de negócios, bem como para discutir as perspectivas e objectivos neste âmbito para o segundo semestre de 2019.

Acreditamos que para ter êxito na internacionalização, as empresas portuguesas precisam de se deslocar aos países que vêm como potenciais mercados para a expansão do seu negócio. Para tal desenvolvemos dois tipos de serviços de internacionalização: as Missões Empresariais e as Viagens Individuais de Negócios.

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“A economia global está a arrefecer; deparamo-nos com uma crise comercial de dimensão ainda desconhecida, mas já preocupante; a confortável acalmia dos mercados que permitiu um crescimento sustentado nos últimos anos está periclitante”, explica Bruno Bobone no artigo do seu blogue.

O proteccionismo dos EUA e da China, as incertezas relativas ao Brexit e a crescente vaga de populismo em território europeu, são alguns dos factores que, a par com o abrandamento das exportações portuguesas em 2018, têm servido de alerta para a necessidade das empresas apostarem em mercados alternativos.

“Não quer isto dizer que devamos descurar os mercados tradicionais, que exigirão até um maior esforço promocional dos nossos produtos, pois eles continuarão a ter um peso decisivo nas vendas totais. Contudo, devemos sim investir na busca de novas geografias onde a procura seja agora mais forte e suficientemente atrativa.” refere o Presidente da CCIP, salientando que também há resultados positivos.

 

Leia o artigo completo aqui

 

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Numa entrevista recente ao jornal Público, Bruno Bobone, Presidente da CCIP, afirma que Portugal tem tudo para ser um grande país.


Durante a sua conversa com a jornalista Leonete Botelho, Bruno Bobone falou do papel que o Estado deve ter na vida das empresas, aponta o fracasso como um caminho de aprendizagem e refere a concertação estratégica em torno de objectivos nacionais e a participação dos trabalhadores na gestão das empresas como dois importantes eixos.

"O empresário é o grande motor do desenvolvimento da economia — se não correr riscos, não vai cumprir o seu papel e é isso que tem acontecido em Portugal."

Veja a notícia completa aqui.

Fotografia: Miguel Manso

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Rússia, México e Marrocos foram os destinos escolhidos por 17 empresas portuguesas para analisar a possibilidade de expansão da sua actividade internacional.
As três missões empresariais contaram com a participação de empresas de vários sectores de actividade, para as quais foram preparadas agendas individuais de três dias, com contactos relevantes de acordo com o perfil indicado.

Para garantir que as empresas teriam oportunidade de preparar a sua abordagem, os contactos foram pré-validados antes da deslocação. Mais uma vez, a Câmara de Comércio aposta em agendas de qualidade em mercados em crescimento, levando as empresas nacionais a expandir os seus negócios.

Destacam-se ainda os encontros com o Senhor Embaixador de Portugal em Moscovo, Paulo Vizeu Pinheiro, e com o Senhor Embaixador de Portugal na Cidade do México, Jorge Roza de Oliveira, os quais se revelaram excelentes momentos de networking e acolhimento aos empresários portugueses em ambos os países.

A par destes factores positivos, o sucesso das três Missões Empresariais revela ainda as várias oportunidades que estes mercados têm para oferecer às empresas portuguesas dos mais variados sectores de actividade.

Neste sentido, a Câmara de Comércio organizará, ainda este ano, mais duas missões a estes mercados: México em Outubro e Marrocos em Dezembro.

Seja para introdução inicial aos mercados, consolidação de contactos já efectuados, ou aprofundamento de relações, a CCIP ajuda as empresas portuguesas em mais de 50 mercados, quer através da Missões Empresariais, quer através da Consultoria Individual. Para mais informações consulte o nosso plano de acções para 2019 ou contacte internacional@ccip.pt.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa convocou uma Assembleia Geral com o objectivo de realizar a eleição dos seus Corpos Sociais para o Triénio 2019-2021. Esta Assembleia realizou-se ontem, dia 23 de Abril, na sede da CCIP.

Sendo este o único ponto na ordem de trabalhos, depois da abertura da sessão deu-se início à votação realizada através de voto secreto. Findo o período de votação e após a contagem dos mesmos, o Presidente da Mesa comunicou aos presentes os resultados, tendo a Lista A obtido 144 votos e a Lista B 72 votos.

Conheça os Corpos Sociais eleitos.

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Antecipando o Growth Forum, Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa traça caminhos e desafios para a economia, numa entrevista ao Dinheiro Vivo.

Num ano de eleições europeias e legislativas, Bruno Bobone responde a algumas questões de Joana Petiz.

 

Veja aqui a entrevista

assembleia-geral

Nos termos do artigo 23º dos Estatutos da Associação conjugado com o artigo 377º do Código das Sociedades Comerciais, convocam-se os Associados da “CC – Portugal - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa”, para reunirem em Assembleia Geral, no próximo dia 23 de Abril de 2019, pelas 14:30 horas, na Sede Social, situada na Rua das Portas de Santo Antão, nº 89, em Lisboa.

Caso não se verifique o quórum legal e estatutariamente exigido, fica desde já marcada, em segunda convocatória, a Assembleia Geral para o mesmo dia, às 15.00 horas, no mesmo local e com idêntica Ordem de Trabalhos.


Ordem de Trabalhos

1. Eleição dos Corpos Sociais para o triénio 2019-2021.

Listas

Lista A - Corpos Sociais

Lista B - Corpos Sociais


Tendo em consideração a importância deste momento para a Associação, a participação de todos é de grande importância.


Caso não seja possível comparecer, pode fazer-se representar de uma carta de representação, que poderá solicitar através do e-mail: gabinete.associado@ccip.pt.

sifide

Na economia actual o conhecimento é um factor crítico de sucesso. Quando este é criado nas empresas, e devidamente materializado, através da sua incorporação em produtos próprios, torna-se no maior factor de diferenciação que uma empresa pode almejar. O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que ajuda as empresas a valorizar este processo, permitindo-lhes reforçar de forma contínua as suas actividades de investigação e desenvolvimento, uma vez que possibilita a dedução à colecta das respectivas despesas.

 

Quando foi criado, em 1997, permitia deduzir 8% das despesas de investigação e desenvolvimento do exercício, acrescidas de 30% do aumento destas em relação à média dos dois anos anteriores. Estas taxas foram sendo alteradas, sempre no sentido ascendente, fixando-se, desde 2009, em 32,5% e 50%, respectivamente, com o objectivo de incentivar e contribuir para o aumento da actividade de I&D.

 

O SIFIDE incide sobre despesas decorrentes da actividade normal das empresas, como os custos com pessoal e as aquisições de materiais. Como tal, para usufruir deste benefício fiscal, que se traduz numa redução do IRC a pagar, as empresas não precisam de efectuar investimentos não previstos na sua actividade normal e/ou definir e estruturar projectos com antecedência.

 

Aceder aos benefícios do SIFIDE é um processo simples que começa pela descrição técnica das actividades de I&D realizadas, passa pelo cálculo das despesas e culmina com a formalização da candidatura. É um mecanismo com vantagens para qualquer empresa, independentemente da sua dimensão. Algumas empresas valorizam de tal forma os seus benefícios que temem perdê-los ao candidatar-se a outros mecanismos de apoio à I&D. Mas a verdade é que não os perdem.

 

O SIFIDE pode contemplar projectos financiados, projectos internos da empresa – não sujeitos a incentivo -, ou projectos de ambos os tipos, não existindo número máximo de projectos por SIFIDE.

 

No caso de projectos financiados, o benefício fiscal apenas incide na percentagem de investimento que não foi alvo de incentivo. Nos casos em que os projectos não são alvo de incentivo, as condições mantêm-se exatamente iguais.

 

Através de uma equipa de Engenheiros com mais de uma década de experiência na elaboração de candidaturas ao SIFIDE, provenientes de diferentes áreas técnicas e com conhecimentos heterogéneos, a Yunit Consulting está disponível para esclarecer eventuais questões no âmbito da candidatura a este sistema de incentivo fiscal.

 

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Realizou-se em Marraquexe, nos passados dias 20 e 21 de Março, a VIII Reunião Anual das Câmaras de Comércio Portuguesas no Estrangeiro organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), juntamente com a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos (CCISPM). Estiveram presentes na reunião 21 das 52 Câmaras actualmente parte da Rede das Câmaras de Comércio Portuguesas (RCCP).

O aspecto mais relevante do encontro prendeu-se com os esclarecimentos prestados pelos membros do Governo presentes (Ministro da Economia e Secretário de Estado da Internacionalização) relativamente ao efectivo reconhecimento oficial, pelo Estado português, das Câmaras de Comércio Portuguesas no estrangeiro. Neste âmbito, foi anunciada a conclusão do primeiro processo de reconhecimento oficial, no caso, o relativo à Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa.

Resultou ainda desta VIII Reunião Anual a renovação, por mais um ano, do mandato da Comissão Executiva da RCCP composta actualmente pelos representantes das Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos, Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa na Alemanha e Federação das Câmaras Portuguesas do Comércio no Brasil.

Um dos momentos altos destas reuniões é o da tradicional atribuição dos prémios “Câmara de Comércio Portuguesa do ano” e “Câmara de Comércio revelação”. O primeiro visa destacar a Câmara que melhor tenha trabalhado no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, na captação de investimento estrangeiro e na promoção da imagem de Portugal durante o ano anterior; o segundo tem por objectivo distinguir o trabalho de uma Câmara com menos de dois anos de existência, durante o mesmo período.

Este ano, o Júri decidiu atribuir o Prémio de Câmara de Comércio de 2018 à Câmara de Comércio Polónia Portugal e o Prémio de Câmara Revelação à Câmara de Comércio e Indústria Portugal – Senegal & Africa Oeste.

Finalmente, foi eleito pelas Câmaras de Comércio presentes o local da próxima reunião anual, a qual terá lugar em Fortaleza, no Estado brasileiro do Ceará, em 2020.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa dá os parabéns às Câmaras vencedoras, bem como, naturalmente, a todas as outras Câmaras Portuguesas no estrangeiro pelo importante apoio que têm dado às empresas e à economia portuguesa!

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Em 2018, formámos mais de 400 profissionais, num total de 32 cursos e mais de 3.500 horas de formação realizadas.

Para o ano de 2019, queremos superar estes números e, para isso, preparámos um Plano de Formação devidamente ajustado e centrado em cinco grandes áreas como a Internacionalização, o Marketing, a Privacidade e Protecção de Dados / Jurídico, as Línguas e a área Comercial.

A formação é uma peça fundamental nas organizações na medida em que contribui para o seu desenvolvimento e dos seus colaboradores. Além de ser obrigatória (a entidade empregadora deve garantir um número mínimo de trinta e cinco horas de formação contínua por ano), a formação tem um impacto real na produtividade e motivação das equipas. Com esta oferta, procurámos reunir conteúdos práticos, direccionados para as necessidades das empresas.


Conheça o Plano de Formação CCIP

Para reservar o seu lugar consulte aqui os próximos eventos e para mais informações contacte-nos através do e-mail formacao@ccip.pt

BB entrevista-expresso

Bruno Bobone, Presidente da CCIP, acredita que Portugal tem condições únicas para se tornar um vencedor no mundo.

“Para isso é importante, em primeiro lugar, conhecer as nossas competências diferenciadoras dos restantes países. De seguida, devemos difundir esse desígnio nacional por toda a população. E em terceiro lugar, há que criar um debate nacional sobre a forma de explorar essas nossas capacidades e sobre a forma de rentabilizá-las ao máximo.”

Foi com o objectivo de promover esse debate que Bruno Bobone fez uma reflexão para identificar as principais competências portuguesas e actividades económicas que podem ser essenciais para o desenvolvimento de Portugal, que culminou no livro Do Medo ao Sucesso.

Conheça os três eixos identificados por Bruno Bobone no artigo do seu blogue.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa esteve na Polónia no âmbito de uma Missão Empresarial, que decorreu de 25 de Fevereiro a 1 de Março, onde participaram 5 empresas portuguesas de diversos sectores de actividade. No âmbito do programa desta missão, organizada em colaboração com a Câmara de Comércio Polonia-Portugal (PPCC), foram realizadas 35 reuniões individuais de negócio, de acordo com perfil de cada empresa. A delegação teve a oportunidade de conhecer no terreno o ambiente de negócios e de participar num jantar de networking com a presença do Country Manager da Martifer Renováveis, Artur Violante, e do delegado da AICEP, Pedro Leão.

 

Consulte o calendário de proximas acções aqui.

assembleia-geral

Nos termos estatutários convoca-se a Assembleia Geral dos sócios da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, para uma sessão ordinária a realizar no próximo dia 28 de Março, pelas 14h30 horas, na respectiva sede, na Rua das Portas de Santo Antão, nº 89, em Lisboa.

Caso não se verifique o quórum legal e estatutariamente exigido, fica desde já marcada, em segunda convocatória, a Assembleia Geral para o mesmo dia, às 15h00 horas, no mesmo local e com idêntica Ordem de Trabalhos.

Ordem de Trabalhos

1. Análise, discussão e votação do Relatório Anual de Actividades da Instituição, Balanço e Contas, relativos ao exercício de 2018, bem como do Parecer do Conselho Fiscal;

2. Eleição dos Corpos Sociais para o triénio 2019-2021.

O Relatório e Contas da Direcção e o Parecer do Conselho Fiscal encontram-se à disposição dos Associados, na sede da Instituição, sendo remetidos pelo correio quando solicitado.

Caso não seja possível comparecer, pode fazer-se representar pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, uma minuta que poderá solicitar através do e-mail: gabinete.associado@ccip.pt.

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A Câmara de Comércio promove anualmente um almoço exclusivo com membros da Direcção e os Associados Corporate – grupo que este ano integra a Brisa, a Delta, a DHL Express, o EuroBic, a Makro, a MDS, a Sage e a Yunit Consulting.

Esta iniciativa é uma oportunidade para, em conjunto com a Direcção da Câmara de Comércio, efectuar um balanço das actividades do ano anterior, apresentar os projectos para 2019 e promover uma reflexão conjunta sobre diferentes eixos de intervenção que possam ir de encontro às expectativas e interesses dos nossos Associados.

A realização do Growth Forum ‘2019, no dia 11 de Abril, foi um dos principais temas em debate, pela importância que esta iniciativa tem de concretizar a visão da CCIP de que Portugal conta hoje com a capacidade de se consolidar como uma ponte nas decisões internacionais, como mediador entre actores, países e mercados distantes, surgindo como um interlocutor idóneo na geração de consensos estáveis e sustentáveis e como catalisador do processo de desenvolvimento internacional. “Portugal pode e deve assumir esse papel preponderante na transformação e no futuro da política e economia globais. Este Fórum é o lançamento de uma ideia, de um projecto e de uma grande ambição. Porque mobilizar os portugueses para a exploração das vantagens competitivas do nosso País é um imperativo urgente”, referiu Bruno Bobone, Presidente da CCIP.

A maior capacitação das empresas e dos seus colaboradores para a internacionalização, a promoção de “clusters” de empresas para criar escala de forma a conseguir responder à procura internacional e o impacto da problemática do fim das embalagens de plástico descartáveis na União Europeia foram outros dos temas abordados.

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A IPBN conta com a presença de ministro irlandês no “Fórum de Sustentabilidade” inaugural em Lisboa, por ocasião das celebrações do Dia de São Patrício

A Associação Ireland Portugal Business Network (IPBN) contará com o apoio de um ministro irlandês para o lançamento do seu Fórum de Sustentabilidade inaugural em Lisboa, no dia 18 de Março (09h00-13h00), como parte das comemorações do Dia de São Patrício.

O ministro irlandês da Agricultura, Alimentação e Marinha, Michael Creed, fará o discurso de abertura do fórum, na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

O tema do evento é “Começar um Diálogo sobre Oportunidades Conjuntas” em Cidades Inteligentes e Inovação na Energia, duas áreas centrais nas quais Portugal e a Irlanda partilham uma visão estratégica comum.

Segundo o presidente da IPBN, Tony Boyle, a visita de um ministro do governo irlandês a Lisboa é uma grande homenagem à crescente importância da relação entre Portugal e a Irlanda.

Boyle afirma ainda que existe uma forte ligação entre a identidade ecológica da Irlanda e a nomeação de Lisboa como Capital Verde Europeia de 2020, tornando a Sustentabilidade uma escolha óbvia para o fórum. O evento será realizado em associação com a Enterprise Ireland, a Dense Air Portugal, o Departamento dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Irlanda e promovido pela CCIP.

O painel de convidados inclui o Professor Brian Norton da Technological University Dublin, David Cunha da Câmara Municipal de Lisboa, Tomás Moreno, Director de Transformação da EDP Inovação, Maria Rodrigues, CTO da Lisboa E-nova, e Graham Currier da Dense Air Portugal.

Boyle afirmou ainda que «o prémio “Capital Verde” da Comissão Europeia homenageia as cidades europeias onde a gestão e as iniciativas ambientais urbanas inovadoras imperaram. A nomeação de Lisboa para este título demonstra como a cidade está a abrir caminho na definição de padrões mais elevados no desenvolvimento urbano sustentável, está atenta às vontades dos cidadãos e a ser pioneira em soluções inovadoras para os desafios ambientais. A este respeito, Lisboa é o local perfeito para o Fórum de Sustentabilidade inaugural».

Consulte o programa e reserve o seu lugar.

 

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A CCIP uniu-se à iniciativa Heróis PME, promovida pela Yunit Consulting, que tem como objectivo reconhecer a visão, a ousadia e a persistência dos empresários portugueses e dar-lhes a merecida visibilidade. Neste sentido, o vencedor da 3ª edição irá beneficiar da filiação na CCIP durante 1 ano e participar gratuitamente numa missão empresarial à escolha, do calendário de actividades 2020.

Na sequência da promoção deste programa, a CCIP participou no II encontro Yunit/ Heróis PME hosted by Victoria Seguros, em Leiria, com o tema "Internacionalização: como vencer o desafio", no qual Pedro Magalhães, Director de Comércio Internacional, teve oportunidade de partilhar o seu know how com os empresários presentes.

 

Saiba mais sobre os Heróis PME e faça a sua candidatura até 31 de Março.

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Na qualidade de especialista e parceiro privilegiado no apoio ao processo de internacionalização das empresas portuguesas, a CCIP marcou presença na terceira edição do evento da AAPI, que se realizou no dia 26 de Fevereiro, no mercado de Sant’Ana em Leiria. Esta iniciativa tem por objectivo permitir, às empresas da região centro, o acesso a aconselhamento personalizado e informação sobre o passo-a-passo da internacionalização, através do contacto com entidades habilitadas para contribuir para o desenvolvimento de uma estratégia de internacionalização bem-sucedida.


Além do foco do evento coincidir com um dos principais eixos de actuação da mais antiga associação empresarial portuguesa, o “Leiria Centro Exportador 2019” demonstrou ser, uma vez mais, uma oportunidade para promover a proximidade e o contacto com as empresas estabelecidas nesta região. Foi, por isso, um evento em que a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa fez questão de participar.

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Todos os anos, a Câmara de Comércio leva perto de uma centena de empresas portuguesas a mercados externos. Em 2018, realizámos 16 empresariais, que apresentaram níveis de satisfação próximo dos 100%, e desenvolvemos 25 projectos de consultoria individual. Em 2019 prevemos realizar 28 missões empresariais aos mais diversos mercados que incluem países dos 5 continentes. Pedro Magalhães, director de Comércio Internacional da CCIP, esteve na Edição da Manhã da SIC Notícias, onde teve oportunidade de desmistificar o conceito de Missão Empresarial.

 

 

Consulte o calendário de acções previstas para 2019.

 

 

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A pergunta é: que tipo de saída do Reino Unido da União Europeia teremos no dia 30 de Março?

"A incerteza que existe sobre o Brexit só está a agravar, afinal, todas as dúvidas que naturalmente sempre pairaram sobre o futuro relacionamento político e económico entre o Reino Unido e o espaço comunitário, fruto de uma situação muito singular e complexa, que vai exigir ainda longas e aturadas negociações, nas mais diversas variáveis, entre todas as partes envolvidas." - Bruno Bobone

 

Sendo o Reino Unido o quarto maior mercado para as exportações de bens portuguesas, independentemente das incertezas, seguramente que o Brexit terá importantes e profundas consequências nas relações económicas entre os britânicos e Portugal.

 

Para minimizar o impacto e reduzir os prejuízos tido como inevitáveis, o Presidente da CCIP, Bruno Bobone, considera que é necessária uma resposta concertada entre autoridades, associações empresariais e empresas portuguesas.

 

O estudo encomendado pela CIP sobre a onda de choque que o Brexit provocará em Portugal, é um dos exemplos de trabalho desenvolvido com enorme complexidade. Segundo uma projeção apresentada neste documento, num cenário mais optimista, teremos um efeito negativo de 15% nas exportações portuguesas para o Reino Unido, valor que poderá chegar aos 26%, num cenário mais negativo de saída sem acordo. Isto enquanto, ao nível do PIB, se prevê um impacto negativo entre 0,5% e 1%.

 

Este cenário comprova a dimensão das dificuldades esperadas com uma diminuição de importações, diminuição do Orçamento comunitário, do qual o Reino Unido era um contribuinte líquido importante, e uma expectável diminuição das remessas dos emigrantes portugueses, cerca de 450 mil a viverem nas Ilhas Britânicas.

 

"Há, pois, que apostar no desenho de respostas criativas que permitam, pelo menos, amenizar os efeitos, de forma significativa, destas preocupantes previsões."

 

Neste âmbito, ganha relevo a necessidade de aproveitar as oportunidades de negócios decorrentes da saída do Brexit que se verificarão no mercado interno da EU27, nomeadamente conquistar quota aos produtos britânicos, aumentar a atractividade para a captação de empresas de serviços e de investimento estrangeiro directo (IDE) caso se verifique uma deslocalização para fora do mercado britânico.

 

"Importará, ainda, realizar um aturado trabalho político e diplomático no sentido de contrariar a tendência do deslocamento de centro da Europa para leste, que tornaria Portugal mais periférico, avançando com determinação na defesa do reforço da dimensão atlântica da UE, onde os portugueses detêm um historial rico e uma posição geográfica e estratégica privilegiada. “Puxar” a Europa para o Atlântico, principalmente agora que o Reino Unido está mais livre para traçar a sua política externa, será fundamental para afirmar Portugal no contexto europeu."

 

Bruno Bobone reforça também a necessidade de Portugal saber jogar o seu trunfo da relação privilegiada e secular que mantém com os britânicos.

 

Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone.

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O Acordo de Parceria Económica entre a UE e o Japão entrou em vigor no passado dia 1 de Fevereiro e os exportadores de bens para este mercado, para poderem, desde já, beneficiar da isenção/redução dos direitos aduaneiros prevista neste Acordo, devem estar registados no Sistema de Exportador Registado (REX).

O pedido de obtenção do estatuto de Exportador Registado deve ser efectuado utilizando o formulário disponibilizado para esse efeito no Portal das Finanças através deste link. Depois de preenchido e assinado, o formulário deve ser remetido por via postal para:


Autoridade Tributária e Aduaneira
DSTA - Direção de Serviços de Tributação Aduaneira
Rua da Alfândega, nº 5 – R/C
1149-006 Lisboa

A Direcção Geral das Actividades Económicas (DGAE) elaborou uma ficha informativa sobre as oportunidades deste Acordo para as empresas nacionais, a qual está disponível aqui.

 Pedro-Magalhaes

Pedro Magalhães, Director de Relações Internacionais da CCIP, foi entrevistado pelo Jornal Económico no âmbito do plano de actividades internacionais previstas para 2019.

A CCIP tem um plano de apoio e promoção da internacionalização e das exportações ambicioso. Ao longo do corrente ano estão previstas mais de 30 missões e mais 40 iniciativas, que vão desde sessões de aconselhamento one-to-one, de diagnóstico da actividade, seminários, bem como a Conferência Internacional Growth Forum ‘2019 (https://growthforum.ccip.pt), entre outras.

Ao longo da entrevista, o Director de RI abordou vários temas desde o crescimento das exportações portuguesas, o papel da CCIP e outros organismos nestes processos, os factores de sucesso, a percepção de Portugal em mercados externos e os desafios que se podem antever.

Veja a reportagem completa do Jornal Económico aqui.

Bruno-Bobone-CCIP

“Portugal continua a lutar para contrariar os níveis de crescimento económico demasiado anémicos, mesmo nos melhores exercícios, incapazes de serem um amortecedor seguro para eventuais choques negativos no crescimento ou para uma subida das taxas de juro, que terão imediato impacto na estabilidade económica e financeira do país.”

 

O Presidente da CCIP, Bruno Bobone, escreveu recentemente um artigo dedicado à necessidade de posicionarmos Portugal como catalisador do desenvolvimento internacional. Se, por um lado, 2018 foi o ano mais fértil em captação de investimento directo estrangeiro, por outro lado a Comissão Europeia alertou que “permanecem riscos elevados” para a sustentabilidade das finanças públicas portuguesas no médio prazo.

 

A questão que se coloca é se não haverá alternativa para um pequeno país europeu periférico sem petróleo, ouro ou diamantes nos seus recursos naturais?

“É sabido que sim. Os discursos políticos estão repletos de referências elogiosas à nossa histórica capacidade de diálogo e de estabelecer consensos com povos de todas as latitudes, fruto de um percurso corajoso que nos permitiu, segundo o poeta, “dar novos mundos ao Mundo”, naquela que terá sido a grande operação pioneira da globalização.”

O relacionamento privilegiado com os povos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP coloca-nos numa posição de excelência para mediarmos e aprofundarmos as relações no vasto mercado lusófono. Também a capacidade de diálogo e de criação de consensos é uma característica reconhecida visível na escolha de vários portugueses para cargos de grande destaque a nível internacional como aconteceu recentemente com António Guterres na ONU, António Vitorino na Organização Internacional das Migrações, Mário Centeno no Eurogrupo, Carlos Moedas como comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação ou, antes disso, Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia.

A par destas características, e provavelmente ainda mais importante, é o posicionamento geopolítico e a vocação atlântica de Portugal. “Somos um País periférico na Europa, mas central no Atlântico. A nossa História comprova que foram a dimensão marítima e a vocação atlântica que nos permitiram ultrapassar a limitação territorial europeia e ganhar escala enquanto potência marítima mundial.”

O Mar é um activo insubstituível para a internacionalização da economia portuguesa e para a captação de investimento estrangeiro.

 

Bruno Bobone lança então a pergunta: por que é que Portugal tarda em aproveitar as competências e factores distintivos para reforçar o seu papel no contexto das Nações e se afirmar como um verdadeiro pivot na economia internacional?

A resposta terá certamente a ver com a nossa proverbial dificuldade para planear, para passar das palavras eloquentes aos actos, quiçá assoberbados pela gestão quotidiana de uma crise persistente que nos mantém num modelo de desenvolvimento sem grande futuro, sempre à mercê de qualquer pequeno desequilíbrio internacional.

“Mobilizar os portugueses para a exploração das vantagens competitivas do nosso País é um imperativo urgente. É certo que não temos dimensão para assumir um papel de força na economia e comércio internacionais. No entanto, demitirmo-nos de procurar estar na linha da frente dos negócios do futuro só nos tornará mais periféricos, mais irrelevantes e mais dependentes das decisões tomadas por terceiros. O diagnóstico está feito há muito. Falta-nos elaborar um plano, traçar um caminho consensual para jogar os trunfos que temos.”

 

Veja o artigo completo no blog de Bruno Bobone

plano-de-contigencia-brexit

O Governo aprovou um Plano de Preparação e de Contingência para a eventualidade de uma saída do Reino Unido da União Europeia, sem Acordo entre as duas partes. Este é o cenário menos desejável e exige a aceleração da preparação e contingência , uma vez que o Reino Unido não só deixará de estar representado em todas as instituições, agências e organismos europeus a partir de dia 30 de março, como não haverá período de transição.

Uma saída do Reino Unido da Unido sem Acordo requererá assim a aplicação, por parte da UE e dos Estados membros, de soluções temporárias e de rápida implementação ao nível político, económico, administrativo e legislativo.

A nível nacional, entre as várias medidas, o Governo irá disponibilizar uma Linha Especifica de apoio para as empresas com exposição ao “Brexit”, com um montante global de 50 milhões de euros.

Conheça aqui o Plano de Preparação e de Contingência.

geoestrategia-PP-2019

A conferência anual dedicada à Geoestratégia do mundo já é uma referência no calendário anual de iniciativas da CCIP.

Num evento que conta com Paulo Portas, vice-presidente da CCIP e antigo ministro dos negócios estrangeiros, como keynote speaker, o objectivo é identificar tendências e ajudar os empresários a ter uma visão abrangente da conjuntura externa que tem, consequentemente, impacto na interna.

 

Se o sentimento dominante no início de 2018 era moderamente optimista, o sentimento dominante neste momento é o de “realismo preocupado” para isso, diz Paulo Portas, basta olhar para os outlooks quantitativos das principais instituições internacionais.

 

No último ano registou-se um crescimento global de 3,7% para o qual contribuiu o bom desempenho da economia americana e o das economias asiáticas, da Índia e dos países emergentes da Europa. No entanto as previsões do FMI, Banco Mundial e OCDE apontam para um decréscimo por enquanto de 2 décimas. Deixam, no entanto, o alerta para a possibilidade de se acentuarem certos factores de risco como a escalada de tensões comerciais.

Perante este cenário, Paulo Portas realçou que ainda assim “há boas notícias, não muitas, mas há”.

Desde logo o crescimento económico na Índia (7,7%) que, de acordo com algumas instituições, terá superado a China na atracção de investimento estrangeiro. A segunda boa notícia está relacionada com a África subsaariana e a terceira com o Brasil.

Paulo Portas chamou também a atenção dos presentes para o facto de alguns dos principais clientes comerciais de Portugal apresentarem situações menos favoráveis face ao ano anterior. “Tem impacto na nossa economia que tem feito um caminho extraordinário em tornar-se uma economia exportadora”, recordou.

 

“Para crescer é necessário exportar mais para os países que compram mais”. O vice-presidente da CCIP sugeriu “olhar para o crescimento de Israel, da Polónia, da Hungria ou da República Checa”, exemplificou. “Olhar, diversificar, não depender apenas de um mercado e arriscar. Eis a receita para as empresas portuguesas”.

 

Assista à gravação completa do evento aqui e conheça a visão de Paulo Portas relativa à crise comercial das duas superpotências, EUA-China, a desaceleração europeia, o Brexit, entre outros.

 

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A CCIP lançou a primeira edição do Ready, Set, Export, no passado dia 15 de Janeiro, totalmente dedicado ao México nomeadamente ao sector alimentar e de bebidas.

 

Este workshop direccionado e pragmático teve como objectivo explorar as oportunidades de negócio do sector alimentar e das bebidas no México e para tal, contámos com Carlos Fernandez, um consultor em comércio internacional com mais de 15 anos de experiência no apoio de PME. Dada a sua vasta experiência no sector específico e no mercado, partilhou a sua perspectiva, explicando os principais canais de comercialização e venda do sector alimentar e das bebidas no México, bem como as tendências de consumo e como encontrar o parceiro ideal.

Neste workshop participaram empresas das áreas do Azeite, Bebidas, Café, Transitários e Distribuição.

Com base no aumento da população mexicana e um grande número de jovens (metade da população mexicana de 120 milhões de pessoas tem menos de 26 anos), prevê-se que o consumo de alimentos e bebidas no México deverá continuar a traduzir-se num crescimento estável nos próximos anos. Prevendo-se que a taxa média anual de crescimento deste sector seja de 4,3% entre 2014 e 2020.

O México importa 48% dos alimentos comercializados, especialmente frutas, legumes, carne e peixe, o que significa uma dependência alimentar.

Tendo em conta o ambiente geral propício para o desenvolvimento de negócios no México, Carlos Fernandez considera que o sector da alimentação orgânica, bem como os preparados alimentares, os molhos, as frutas e vegetais, produtos de confeitaria sem cacau, chocolate, café e a panificação são de enorme potencial de exportação para este mercado. Saúde, bem-estar e sustentabilidade são também megatendências prioritárias para pequenas, médias e grandes empresas de alimentos processados que queiram entrar neste mercado.

Domingos-Fezas-Vital

“O embaixador que pôs 3000 americanos em fila e à chuva para conhecerem Portugal”

Este é o título da notícia do Jornal Expresso que dá nota da eleição do Embaixador de Portugal nos Estados Unidos da América como Diplomata Económico do Ano. Conheça agora o percurso de Domingos Fezas Vital. 

 

O percurso

Domingos Teixeira de Abreu Fezas Vital nasceu em 27 de Setembro de 1958, em Luanda, Angola. Licenciado em Ciências Sociais e Jurídicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado em Comércio Internacional pela Universidade Livre de Bruxelas, entrou na carreira diplomática em 1984.

Foi adjunto do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros João de Deus Pinheiro, em 1987, e destacado para a Representação Portuguesa junto das Comunidades Europeias em 1989.

Trabalhou como assessor diplomático do antigo governador de Macau Rocha Vieira, em 1996. Mais tarde, em 2000, serviu como Cônsul-Geral em São Paulo, Brasil, e em 2002 foi nomeado Representante Permanente Adjunto na Representação Permanente junto da União Europeia (UE), em Bruxelas, onde representou Portugal nas negociações do Protocolo de Quioto.

Em 2006 foi destacado como assessor para as Relações Internacionais do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. Em 2012 serviu enquanto Representante Permanente de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, cargo que exerceu até ser nomeado Embaixador de Portugal em Washington, em Setembro de 2015.

 

O prémio Francisco Melo e Torres

Este galardão, que homenageia o prestigiado diplomata português do século XVII, visa premiar anualmente o chefe de missão diplomática que se tenha destacado pelo seu empenho pessoal no apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação do investimento estrangeiro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa.


Para mais informações veja consulte a página do Prémio Francisco de Melo e Torres

Parceria-Seletiva

A Associação Selectiva Moda (ASM) é uma associação que foi criada há 25 anos com vista a valorizar a fileira têxtil portuguesa num contexto internacional.

A Câmara de Comércio recebeu nas suas instalações o Presidente da Associação Selectiva Moda, Manuel Serrão, com o objectivo de lançar as bases de uma parceria entre ambas instituições no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente dos sectores da moda e têxtil.

A ASM é constituída pela ATP (Associação Têxtil de Vestuário de Portugal) e pela ANIL (Associação Nacional da Indústria de Lanifícios), a qual tem feito um trabalho notório de promoção internacional do seu sector.

parceria-caixa-top-protocolo

A CCIP fez parte do grupo dos primeiros protocolos com a CGD, no âmbito da 1ª fase da implementação do Programa de Parcerias Caixa TOP, assinado no mês de Dezembro na sede da CGD.

A iniciativa está integrada na atribuição do Estatuto Caixa TOP que reconhece o mérito das cerca de 9.600 empresas portuguesas que beneficiam de vantagens e condições diferenciadoras na Caixa, (rapidez na contratação de crédito, melhores condições de preço, produtos exclusivos, apoio ao comércio externo e programa de parcerias).

A Caixa TOP tem o objetivo de criar uma rede dinâmica que potencie o relacionamento entre as Empresas Caixa TOP e as Empresas Parceiras, possibilitando aos parceiros a divulgação e promoção das suas vantagens através de diversos meios de comunicação preferencialmente digitais e do contacto pessoal feito pelos próprios gestores comerciais da Caixa.

 

 

BB-entrevista-Exame

O desafio da internacionalização é o caminho consensual a seguir para as PME portuguesas conseguirem ultrapassar o obstáculo de um mercado interno de dimensão reduzida.

Segundo Bruno Bobone, Presidente da CCIP, ultrapassar esta situação é um desígnio das empresas nacionais que, historicamente, são confrontadas com um défice de produtividade / competitividade, muitas vezes resultado do atraso com o processo de modernização e numa aposta excessiva em mão-de-obra intensiva, com baixas remunerações. Também a constituição do tecido empresarial português - formado em 99,9% por pequenas e médias empresas (PME), sendo que 96,2% destas são micro-empresas, ou seja, unidades com menos de 10 trabalhadores e um volume de negócios anual inferior a 2 milhões de euros – revela um enquadramento específico ao seu desenvolvimento.

Apesar destes factores, nos anos mais recentes temos verificado alguns indicadores positivos e prometedores. É notório o esforço de modernização e de competitividade pelas PME portuguesas que constituem a “espinha dorsal da economia”.

 

“A internacionalização das nossas empresas, porque é disso que estamos a falar, resulta assim num verdadeiro desígnio nacional, única forma de criar riqueza sustentável e de melhorar a qualidade de vida dos portugueses. E o desafio só será vencido se for convocado o esforço de todas as partes, desde as organizações empresariais e sindicais às políticas públicas.”


Entre os principais desafios que se colocam ao desenvolvimento da internacionalização, Bruno Bobone destaca:

  • a captação e retenção de talento;
  • o acesso a capital em condições competitivas;
  • e o desconforto por vezes sentido pelas empresas de cariz familiar em entregar os cargos de direcção a profissionais, fora do núcleo de accionistas.

O conceito de desenvolvimento sustentando é relacionado com os conceitos de “Inovação e Criatividade” que, por sua vez, estão ligados ao desafio da transformação digital.

Em suma, acreditamos que a solução passará pela criação de estratégias colaborativas lideradas pelas grandes empresas, envolvendo as PME e entidades do sistema de Investigação & Desenvolvimento, com as instituições de ensino superior a assumirem um papel fundamental na formação e valorização de recursos humanos altamente qualificados, mas também enquanto agentes de ligação entre esses recursos humanos e as empresas.

 

“Acima de tudo, importa que as PME saibam associar-se para ganharem massa crítica, unirem-se em clusters sectoriais que lhes facultem maior dimensão para melhor competirem no exterior.”


Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone

vencedor-premio-diplomata-economico-do-ano

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa distingue anualmente o Melhor Diplomata Económico do ano, atribuindo-lhe o prémio Francisco Melo e Torres. Esta distinção decorreu durante o Seminário Diplomático, no Museu do Oriente, e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa.

 

Embaixador de Portugal nos EUA vence prémio de Melhor Diplomata Económico

Domingos-Fezas-Vital-Diplomata-do-anoDomingos Fezas Vital, o embaixador de Portugal nos Estados Unidos, recebeu das mãos do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, o galardão pelo apoio à internacionalização das empresas portuguesas, atribuído pela CCIP desde 2013.

A escolha do Embaixador de Portugal nos EUA deveu-se ao desenvolvimento de uma notável acção comercial de apoio às exportações portuguesas e de preservação das boas relações económicas entre os dois países, no complexo contexto das relações comerciais dos Estados Unidos com o resto do mundo. O trabalho realizado com êxito pelo embaixador junto do Departamento de Comércio dos Estados Unidos para reversão de taxas "antidumping" para empresas portuguesas e o seu papel relevante na preparação e execução da iniciativa do mês de Portugal nos Estados Unidos, em Junho de 2018, foram outros aspectos tidos em conta pelo júri do prémio.

 

"Este é um prémio que gostamos muito de entregar, e é, acima de tudo, uma forma que as empresas - que a estrutura organizada das empresas que é a Câmara de Comércio - têm de agradecer o vosso trabalho, de reconhecer que é convosco que nós contamos para fazer muito daquilo que conseguimos fazer lá fora, que precisamos muito de todo o vosso apoio e que precisamos também de continuar a trabalhar em conjunto", referiu Bruno Bobone.

 

Conheça os vencedores das edições anteriores do Prémio Francisco Melo e Torres

Desafios-para-2019-Bruno-Bobone

“São os empresários que têm de ser o factor de mudança e os agentes do processo de desenvolvimento económico, e não apenas meros beneficiários do mesmo”
Bruno Bobone

 

2019, um ano de desafios para as empresas portuguesas

 

Embora os alertas para os desafios da economia deste novo ano sejam conhecidos, Bruno Bobone, considera surpreendente a forma como o “tecido empresarial português foi praticamente esquecido no Orçamento do Estado”, tendo sido seguida uma estratégia orçamental focada, essencialmente, na recuperação de rendimentos de algumas faixas da população, provavelmente pelo calendário eleitoral que se avizinha. No entanto salienta que os riscos desta opção são reais, podendo mesmo originar desequilíbrios nas contas públicas e no desempenho da economia.


Todas as instituições nacionais e internacionais preveem o arrefecimento da economia portuguesa, um consenso unânime em que apenas varia a quantificação da desaceleração do PIB do próximo ano, que oscila entre os 2,2% indicado pelo Governo e 1,8% previstos pelo FMI e Banco de Portugal.

Outra previsão que também indicia um contexto mais complexo é o crescimento das exportações que será também menor, fruto do contexto de muitos dos principais mercados externos que acolhem as exportações portuguesas.


Os dados mais recentes, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, sobre a evolução das exportações portuguesas em Outubro, mostram que a maior dinâmica do comércio externo está no mercado único europeu. No período em análise, as vendas para o exterior aumentaram 5,9% quando comparadas com o mesmo mês do ano passado, mas o Presidente da CCIP alerta que esse aumento global esconde duas realidades distintas: o crescimento foi superior a 10% se tivermos apenas em conta os parceiros europeus enquanto as transações comerciais para fora da Europa caíram mais de 6%.

 

Com eleições legislativas marcadas para o último trimestre do ano, não só não se esperam medidas e projectos públicos relevantes, como o Orçamento do Estado para 2020 não deverá ser apresentado antes do início desse mesmo ano.

 

“A resposta das empresas portuguesas terá de acontecer de forma independente das políticas públicas (…). Isso já aconteceu no passado, quando as empresas portuguesas venceram desafios mais difíceis, estando hoje mais bem preparadas para procurarem mercados de substituição que permitam defender e até expandir as exportações, continuar a absorver mão-de-obra e a atirar as taxas de desemprego para níveis historicamente baixos.”

 

Bruno Bobone acredita que é necessário, por um lado, aumentar o número de empresas portuguesas exportadoras e a variedade de produtos comercializados e, por outro, aprofundar a aposta na profissionalização da gestão, na formação profissional dos quadros e na digitalização de processos.

 

“Num enquadramento interno e externo complexo, as empresas portuguesas conquistaram já o direito a merecer uma palavra de apreço e um sentimento de confiança. Mesmo sem os apoios e facilidades de que muitos concorrentes usufruem, as nossas empresas têm sabido responder às exigentes circunstâncias enfrentadas nos últimos anos. Há, pois, que acreditar e apostar na sua capacidade e visão para defrontar os desafios que 2019 trará.”

 

Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone

 

Conheça o apoio à internacionalização que a CCIP disponibiliza às empresas portuguesas bem como os documentos internacionais.

 

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De acordo com o segundo relatório anual sobre a aplicação dos acordos comerciais, publicado no dia 31 de Outubro, os referidos acordos — que abrangem cerca de 70 mercados em todo o mundo — estão a demonstrar serem eficazes na eliminação dos obstáculos ao comércio e na promoção de normas rigorosas em matéria de protecção dos trabalhadores e do ambiente. No entanto, os exportadores europeus poderiam tirar ainda maior partido das oportunidades oferecidas pelos acordos em vigor.

O relatório, que abrange a evolução em 2017, mostra que o comércio efetuado ao abrigo dos acordos comerciais da UE em vigor continua a aumentar. Para citar alguns exemplos, as exportações da UE para a Coreia do Sul aumentaram mais de 12% no ano passado, as exportações para a Colômbia cresceram mais de 10% e as exportações da UE para o Canadá aumentaram 7 % nos nove meses subsequentes à entrada em vigor do acordo entre a UE e o Canadá (Fonte Comissão Europeia).

No que respeita à evolução das exportações portuguesas para estes mercados, no mesmo período, as exportações para a Coreia cresceram 20%, para o Canadá 17% e para a Colômbia tiveram um decréscimo de 3,1%.

 

Para mais informações

Relatório de execução dos acordos comerciais da UE

Anexo ao relatório: Documento de trabalho dos serviços da Comissão:

Ficha informativa

Acordos comerciais da UE

 

Ao longo de 2018, a Câmara de Comércio, para ajudar os empresas, no seu processo de internacionalização e de diversificação dos mercados de exportação, organizou 16 missões, 25 viagens individuais de negócios e diversos seminários para dar a conhecer as potencialidades e as especificidades de 15 mercados. Para 2019 estão já agendadas 29 missões empresariais a 27 mercados, entre os quais se destacam 8 mercados com os quais a UE estabeleceu acordos comerciais: Canadá; Chile; Colômbia; Coreia do Sul; Marrocos; México; Peru e Turquia. Para além destas missões a mercados que oferecem inúmeras oportunidades para as empresas expandirem as suas actividades, estão também programadas diversas acções para dar a conhecer o potencial de negócios em 22 mercados.

Para as empresas que pretendam expandir as suas actividades para mercados que não foram contemplados no plano de acções internacionais para o próximo ano, a Câmara de Comércio poderá organizar viagens de negócios com uma agenda de reuniões estabelecida em função do perfil e dos interesses identificados em cada mercado.

Conheça aqui calendário com as actividades de apoio à internacionalização das empresas.

 

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Um estudo sobre o impacto das exportações no emprego publicado pela Comissão Europeia, por ocasião do Dia Europeu da Política Comercial, no dia 27 de Novembro, salienta a importância crescente das exportações da UE para as oportunidades de emprego dentro e fora da Europa.

As exportações da UE para o resto do mundo são hoje mais significativas do que nunca, justificam 36 milhões de postos de trabalho em toda a Europa e 14 milhões - cerca de 40% - são ocupados por mulheres.
Desde a tomada de posse da Comissão Junker, em 2014, o número de postos de trabalho que dependem das exportações aumentou 3,5 milhões.

As exportações criam e mantêm postos de trabalho em toda a UE e os números estão a aumentar. Os maiores aumentos registaram-se, desde 2000, na Bulgária (312%), República Eslovaca (213%), Portugal (172%), Lituânia (153%), Irlanda (147%), Estónia (147%) e Letónia (138%).

Os números revelados realçam o importante efeito das exportações para o resto do mundo.

Quando os exportadores de um Estado-Membro conseguem bons resultados, os trabalhadores de outros Estados-Membros também retiram benefícios desses resultados. Tal deve-se ao facto de as empresas que fornecem bens e serviços ao longo da cadeia de abastecimento também beneficiarem quando os seus consumidores finais vendem o produto final num país estrangeiro.

As exportações da UE para o resto do mundo justificam quase 20 milhões de empregos fora da UE, muitos dos quais nos países em desenvolvimento. Estes empregos mais do que duplicaram desde 2000.
De acordo com o estudo, as exportações nacionais, para fora da Europa, justificam 578.000 postos de trabalho em Portugal e cerca de 63.000 postos de trabalho noutros Estados-Membros. Em Portugal, cerca de 59% dos postos de trabalho relacionados com actividades de exportação estão no sector dos serviços (Fonte: Comissão Europeia).

Mais informações poderão ser obtidas através dos seguintes links:
Mapa interactivo (28 fichas informativas por país)
Estudo completo — dados e gráficos

 

A Eurochambres, em colaboração com uma Câmaras de Comércio e Indústria de cada país europeu, em Portugal com a CCIP, desenvolve anualmente o estudo “European Economic Survey” que tem como objectivo recolher informação sobre alguns aspectos relacionados com a actividade empresarial, nomeadamente, perspectivas sobre a evolução das vendas, emprego, investimento e clima de negócios.

Na 26º edição deste estudo, apresentado em Novembro, os números revelam que 41% das empresas preveem, para 2019, um crescimento das exportações e 33,8% das empresas preveem um aumento do número de postos de trabalho. Finlândia, Polónia e Malta foram os países onde os números relacionados com a previsão de aumento de postos de trabalho são mais elevados. Em Portugal 63,2% das empresas preveem um crescimento das exportações e 44,8% preveem um aumento do número de postos de trabalho.

Participaram deste estudo 45.000 de 26 países. 

 

Conheça aqui os resultados do “European Economic Survey 2019”.

CETA

 

O dia 21 de Setembro de 2018 marcou o primeiro aniversário da entrada em vigor provisória do Acordo Económico e Comercial Global (CETA) entre a UE e o Canadá.

O acordo eliminou os direitos aduaneiros sobre 98% dos produtos que a UE comercializa com o Canadá, o que corresponderá a cerca de 590 milhões de euros de poupanças em direitos aduaneiros por ano quando todas as reduções pautais entrarem em vigor. Confere igualmente às empresas da UE o melhor acesso aos contratos públicos canadianos jamais oferecido a empresas estrangeiras, não só a nível federal, mas também a nível provincial e municipal.

Além de suprimir praticamente todos os direitos aduaneiros, o CETA estimulou o ambiente empresarial entre a UE e o Canadá, oferecendo uma segurança jurídica valiosa para as empresas da UE que pretendem exportar. Embora seja demasiado cedo para tirar conclusões sólidas, os resultados comerciais iniciais apontam na direcção certa. As últimas estatísticas disponíveis, da Comissão Europeia, que abrangem o período de Outubro de 2017 a Junho de 2018, indicam que as exportações aumentaram mais de 7% em termos homólogos ao nível da UE.

Determinados sectores apresentam resultados particularmente positivos. As máquinas e aparelhos mecânicos, que correspondem a um quinto das exportações da UE para o Canadá, registaram um aumento de mais de 8%. Os produtos farmacêuticos, que representam cerca de 10% das exportações da UE para o Canadá, registaram uma subida de 10%. Outras exportações da UE registaram também aumentos: os perfumes e cosméticos 11%; vestuário 11%; mobiliário 10% e calçado 8%. (Fonte: Comissão Europeia)

 

Mais informações sobre o CETA poderão ser obtidas através dos seguintes links:

Fichas informativas

Cidades e municípios que exportam para o Canadá

Texto do CETA

 

No contexto do comércio internacional português, o Canadá ocupa a 22º posição no ranking de clientes e a 38º no de fornecedores com quotas de 0,54% e 0,29% respectivamente.

No que respeita à estrutura das exportações portuguesas para o Canadá, em 2017, por grupos de produtos, destacam-se os produtos alimentares (20,6% do total), seguidos das matérias têxteis (12,2%), máquinas e aparelhos (10,3%), calçado (8,8%) e metais comuns (6,2%), que, no seu conjunto, representaram 58,1 % das nossas vendas para este mercado.

Nos 12 meses subsequentes à entra em vigor do CETA as vendas nacionais para o Canadá aumentaram 15,1% e os dados do INE, revelam um maior dinamismo das exportações de certos grupos de produtos, destacando-se um aumento das vendas de plásticos (43%); peles e couros (34,6%) matérias têxteis (24,5%), obras de pedra (28,8%); calçado (18,7%) máquinas e aparelhos (11%).

Há, assim, muito potencial ainda por explorar por parte das empresas portuguesas. Tendo em vista as oportunidades que surgiram com a entrada em vigor do CETA e a maior facilidade de entrada neste mercado a Câmara de Comércio tem já agendada uma missão empresarial ao Canadá que irá decorrer de 4 a 9 de Novembro 2019.

Conheça aqui calendário com as actividades de apoio à internacionalização das empresas.

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A Comissão Europeia adoptou, no passado mês de Outubro, os acordos de comércio e de investimento entre a UE e o Vietname abrindo, assim, caminho à sua assinatura e celebração.

As propostas de assinatura e celebração de ambos os acordos serão apresentadas ao Conselho e, uma vez autorizados pelo Conselho, serão apresentados ao Parlamento Europeu para aprovação. Após a aprovação o acordo de comércio poderá então ser concluído e entrar em vigor. O acordo de proteção do investimento, para entrar em vigor, deverá ser ratificado pelos Estados-Membros.

 

O Vietname, é uma das principais economias da ASEAN, com 95 milhões de consumidores e um crescimento económico superior a 6% nos últimos anos. É o segundo maior parceiro comercial da UE na ASEAN, a seguir a Singapura, com trocas comerciais de bens, em 2017, no valor de 47,6 mil milhões de euros e de 3,6 mil milhões de euros em serviços em 2016.

O acordo comercial irá eliminar 99 % dos direitos aduaneiros aplicáveis aos bens comercializados entre as duas partes, com o Vietname a eliminar 65 % dos direitos de importação sobre as exportações da UE, a partir da entrada em vigor do acordo, sendo os direitos remanescentes gradualmente eliminados ao longo de um período de 10 anos.

As exportações portuguesas para o Vietname têm ainda uma importância muito reduzida no contexto do comércio internacional português de bens. Em 2017 este país ocupou a 66ª posição no ranking de mercados clientes de Portugal, com as exportações de bens a totalizarem 31,9 milhões de euros. Ao nível das importações ocupou o 30º lugar com importações no valor de 283 milhões de euros. Entre os principais produtos portugueses exportados para este mercado destacam-se: máquinas e aparelhos; produtos químicos; veículos e material de transporte e produtos agrícolas. De acordo com os dados mais recentes do INE, 217 empresas portuguesas exportaram para este mercado em 2016.

Com a entrada em vigor do acordo comercial, prevista para o próximo ano, o comércio entre Portugal e este país tem grandes potencialidades para se desenvolver e irá proporcionar novas oportunidades para as empresas diversificarem os mercados de destino das suas exportações.

 

Mais informações sobre os principais elementos dos acordos de comércio e de investimento, poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia através deste link.

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Se é inquestionável que vivemos, cada vez mais, num mundo globalizado, é verdade também que a capacidade de competir numa economia sem fronteiras depende da adaptação a realidades como a digitalização.

Esta já não é apenas uma tendência, mas uma forma inequívoca das empresas garantirem uma presença além-fronteiras, embora apresente ainda exigentes desafios para uma parte significativa do tecido empresarial português.

Esta semana, Bruno Bobone, Presidente da CCIP escreveu no seu blog, um artigo dedicado a este tema.

“Num mundo cada vez mais globalizado, caracterizado por mercados dinâmicos onde apenas as empresas mais ágeis conseguem ser bem-sucedidas, a competitividade das empresas nacionais depende hoje muito da sua capacidade de adaptação e da forma como conseguem responder aos imperativos de uma economia sem fronteiras. Neste cenário, a digitalização está a reescrever as regras do jogo.” – Bruno Bobone

 

Desafios

No caminho da digitalização, as empresas enfrentam três grandes desafios:

  • Renovação tecnológica: a falta investimento em novas tecnologias cria um distanciamento entre as empresas mais inovadoras e o panorama empresarial geral. É necessário olhar para a tecnologia como um argumento estratégico e não acessório.
  • Colaboradores com falta de cultura digital: é fundamental incentivar a formação digital dos colaboradores e procurar capacitar e actualizar competências.
  • Analítica como enabler de novos modelos de negócio: para além de recolher grandes quantidades de dados, é necessário analisá-los e transformá-los em informação que permita a definição de novos modelos de negócio.

 

Produtividade

Bruno Bobone, Presidente da CCIP, salienta 3 aspectos onde a digitalização pode apresentar melhorias na produtividade.

  • Mais competências, melhor formação: Garantir formação adequada e melhorar competências através de iniciativas de promoção da digitalização. Com este tipo de abordagem, a AT&T reduziu o ciclo de desenvolvimento de produto em 40% e acelerou o time to revenue em 32%.
  • Mudança de estratégia: A digitalização começa por ser uma necessidade para, rapidamente, se transformar num pilar do negócio das empresas.
  • Transformação da experiência do consumidor: recolher e trabalhar informações de forma a personalizar a oferta e optimizar a experiência do consumidor, disponibilizando atempadamente ofertas adequadas ao seu perfil e aumentando as hipóteses de sucesso.

 

Sector Privado e o Estado

Se, por um lado, o sector privado tem um papel fundamental no desenvolvimento e implementação de estratégias de digitalização, por outro, o Estado também deve assumir-se como facilitador da revolução digital e como um exemplo na ruptura de processos pouco produtivos. De acordo com o estudo “Digital by Default: Impacto Económico e Factores de Sucesso”, Portugal poderá obter poupanças de até 400 milhões de euros no que respeita ao Estado ao adoptar uma estratégia verdadeiramente digital.

O Presidente da CCIP considera que “torna-se imperativo fomentar o espírito da inovação e garantir que os principais actores da economia nacional assumem o seu papel enquanto enablers de uma digitalização que não vai esperar por retardatários. Exige-se ao tecido empresarial português consciencialização, compreensão e, depois, coragem e determinação para actuar. Deve ainda assumir uma mensagem crucial: a digitalização já não é opcional, mas imperativa.”

 

Bruno Bobone termina o seu artigo deixando uma mensagem às empresas nacionais: “As empresas nacionais que não consigam fazer esta transição não sobreviverão num mundo digitalizado, onde é preciso maior agilidade, dinamismo e uma superior capacidade de resposta. O comboio está em movimento e é obrigatório apanhá-lo.”

 

 

Leia o artigo completo no blog.

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As candidaturas para a 3ª edição dos Heróis PME já estão abertas e já pode inscrever a sua empresa na página do programa.

O Prémio Heróis PME é uma iniciativa da Yunit Consulting com apoio da CCIP e nasceu para acabar com o défice de reconhecimento das PME. 

O objectivo dos Heróis PME é não só premiar a visão, a ousadia e a persistência dos empresários que vencem todo o tipo de adversidades e, mesmo assim, conseguem fazer as suas empresas darem o salto, mas também dar visibilidade às PME.

 

Como se candidatar?

Todos os pequenos e médios empresários que tenham uma história inspiradora para contar podem concorrer ao prémio. Basta acederem a heroispme.pt e preencher o formulário de inscrição.

Podem juntar fotografias ou vídeos que tornem as histórias mais emocionantes e apelativas.


Quais os critérios de avaliação?

O mais importante é ter uma boa história para contar.
Histórias inspiradoras, que sirvam de exemplo para o mercado e que inspirem outros empresários e outras empresas.
Mas há critérios claros definidos para o prémio: a visão, a coragem empresarial de acordo com o contexto, a criatividade e o impacto causado.
Impacto este que pode ser não só para a empresa e os seus colaboradores, mas para a comunidade à sua volta.

A avaliação tem duas fases. Na primeira é o público quem escolhe as suas histórias favoritas. Todas as empresas candidatas vão a votação no site heroispme.pt e as dez mais pontuadas são selecionadas para a final.
Na segunda etapa, um júri composto pelos nossos parceiros selecciona as cinco vencedoras.

 

O que ganham as empresas?

Além dos troféus e dos vários prémios para finalistas e vencedores há benefícios para as todas as empresas participantes.

Para começar, a visibilidade mediática que as empresas ganham: mais de 3 milhões de portugueses contactaram com a comunicação do prémio e as histórias das empresas concorrentes nas edições anteriores.
Mas a simples participação é também uma oportunidade para reavivar o ambiente das empresas e motivar equipas. E a mobilização para conseguir votos é uma excelente ocasião para comunicar com novos parceiros de negócio.

 

http://www.heroispme.pt

talk-china

A política externa chinesa desenvolve-se num quadro de tensão entre os assuntos exteriores e os desafios internos. Na realidade, o gigante chinês é este paradoxo híbrido que se afirma como país desenvolvido em algumas zonas geográficas e sectores, mas como um país em desenvolvimento em muitos outros aspectos, incluindo grandes desafios como a desigualdade de rendimentos ou a poluição.

A China percebeu que o poder e crescimento económicos são cruciais tanto no plano interno como externo. Em poucas décadas conseguiu o que outras nações levaram séculos a realizar, tornou-se o principal beneficiário da globalização e o país que melhor aproveitou as suas oportunidades.

Actualmente, a China é o principal parceiro comercial de bens para mais de 70 países no mundo. É também o segundo país com mais patentes, tendo passado de 0,6% do mercado mundial, em 2005, para 42,4% em pouco mais de uma década, sendo igualmente o actual líder mundial de e-commerce.

 
Sabia que…

- Metade das empresas privadas na China foram criadas na última década;
- A classe média regista um grande crescimento e a riqueza está concentrada nas gerações mais jovens;
- É o maior investidor mundial em Investigação & Desenvolvimento, com mais de 1300 centros de investigação de excelência;
- Cerca de 70% dos estudantes chineses formados no exterior regressa ao seu país.

 

No entanto a China enfrenta divergências e desconfianças de diversos países, tem obstáculos de comunicação e mostra dificuldades de ir além do papel de financiador de projectos e infraestruturas. Assim, a China procura agora não apenas parceiros económicos, mas parceiros diplomáticos, que consolidem o relacionamento em várias vertentes e que contribuam para as suas aspirações enquanto actor global.

As relações com os Estados Unidos passam por uma fase fraturante o que pode favorecer a União Europeia.

Do lado europeu, países como Portugal, Espanha e Itália encaram o investimento chinês como uma oportunidade e não é por acaso que Portugal e Espanha foram escolhidos para pontos finais da visita oficial do Presidente chinês à Europa.

No caso português, ao longo da última década, as exportações portuguesas para a China quadruplicaram, enquanto o peso da China no PIB português triplicou.

O Clube de Lisboa e a CCIP – Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organizaram a Lisbon Talk sobre “China’s Foreign Strategy and Europe” na manhã de 4 de dezembro de 2018, com o apoio do IMVF e da Câmara Municipal de Lisboa.

A Lisbon Talk contou com a participação de Jie Yu, investigadora do Royal Instiute for International Affairs (Chatham House) e Paulo Portas, vice-presidente da CCIP, sendo moderada por Raquel Vaz-Pinto, investigadora do IPRI – Universidade Nova de Lisboa e membro da direção do Clube de Lisboa.

 

 

Leia o artigo completo do Clube de Lisboa aqui.

 

Media

Diário de notícias

Expresso Online

Notícias ao Minuto 

TSF 

Fotografias: Gustavo Lopes Pereira, Âmago Media

 

ESTUDO ECONOMICO EUROPEU

A Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias desenvolve, anualmente, em colaboração com as Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, um Estudo Económico Europeu, o qual é resultado de um inquérito anual à actividade das empresas e tem por objectivo, a recolha de informação e de opinião junto dos empresários na Europa, sobre alguns aspectos da actividade empresarial, nomeadamente, evolução da procura e das vendas; situação financeira; emprego e clima de negócios.

Colaboraram, nesta 26ª edição do estudo mais de 45.000 empresas de 26 países europeus. A nível nacional o estudo foi desenvolvido pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.

Conheça os resultados aqui.

Portugal-Morocco

No passado dia 29 de Novembro 2018, e no âmbito da participação no Portugal-Morocco Economic Forum 2018, a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços Fez-Meknès visitou a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.

A representação marroquina, constituída pelo seu Vice-Presidente, El Mehdi Laraqui Houssaini e respectivo tesoureiro, Hamza Benabdallah, foi recebida pelo Secretário-Geral da CCIP, João Pedro Guimarães, e pelo Director do Departamento de Relações Internacionais da CCIP, Pedro Magalhães.

O objectivo da visita centrou-se na apresentação de oportunidades que a região de Fez-Meknès poderá significar para as empresas portuguesas e discutir, ainda, a eventual realização de projectos futuros de interesse comum para as duas Câmaras de Comércio.

arabia-saudita-mexico

A CCIP é um parceiro incontornável no apoio à internacionalização, explorando mercados em crescimento que satisfaçam as exigências das empresas portuguesas.

 

No mês de Novembro, a CCIP levou duas comitivas de empresários portugueses à Arábia Saudita e México, destinos que se têm revelado com grande potencial para novos negócios.

 

Com delegações multissectoriais, que incluíam empresas de sectores de actividade diferenciados, tais como, indústria de abrasivos, produção de vinhos, fabricação de moldes metálicos, fabricação de outras máquinas e equipamentos, aquacultura, exploração de pedreiras, tecnologias de informação ou iluminação, direccionámos os contactos e reuniões para as necessidades e objectivos definidos previamente por cada um dos participantes.

A vasta experiência nestes mercados, faz da Câmara de Comércio uma aposta segura das empresas para obter apoio, de forma customizada, em novas geografias. A qualidade e valor acrescentado deste formato é atestado pelos próprios participantes:

 

“A Siroco, S.A., em sintonia com a sua política de internacionalização, escolhe e participa ativamente em Missões Empresarias promovidas pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
A missão realizada ao México, em Novembro 2018, revelou-se de novo uma mais valia para a nossa organização. O processo conduzido pela CCIP, em conjunto com os interlocutores locais, demonstram profissionalismo e um acompanhamento constante, permitindo um apoio precioso.”

Marilia Lopes
Sales & Marketing | Siroco, S.A.

 

“Participámos na missão com o objectivo principal de estabelecer contacto com empresas que tenham potencial para importar os nossos produtos. A agenda foi bem organizada com contatos que se enquadram no perfil de empresas com as quais pretendemos trabalhar. O modelo parece-me bastante interessante e com bom aproveitamento do tempo.”

Rui Carvalho
Export Manager | INDASA Group

Bruno Bobone

Segundo dados fornecidos pela Pordata, verifica-se uma diminuição da produtividade em Portugal entre 1995 e 2017. Actualmente, a produtividade laboral portuguesa equivale a 68% da média da UE. Atrás de Portugal encontram-se algumas economias do Leste e a Grécia, já a Alemanha destaca-se das demais tendo registado, em 2016, quase o dobro da média europeia.

Segundo Bruno Bobone, Presidente da CCIP, a diminuição portuguesa deve-se a dois factores: um directamente relacionado com a crise económica; e outro “relacionado com a nossa incapacidade crónica e estrutural para empreender as acções necessárias para melhorar os índices de produtividade da economia.”

A bibliografia nacional debruçou-se bastante sobre o que pode ser feito para aumentar os níveis de produtividade nacional, enumerando diversas acções.

O Presidente da CCIP seleccionou duas acções que considera fundamentais:

  • A melhoria das competências profissionais
  • A implementação de novos modelos de organização ao nível das empresas


Independentemente das acções que se possam tomar, Bruno Bobone não tem dúvidas quando afirma que “a aposta fundamental é nas pessoas, já que, definitivamente, elas são o maior activo de qualquer empresa, organização, economia ou sociedade (…)! É investindo nelas que conseguiremos ultrapassar a armadilha da improdutividade portuguesa e garantir a via do crescimento económico justo e sustentado”.

Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone.

 

 

Reuniao-IPPON-Italia

No dia 15 de Novembro, realizou-se a Conferência Internacional do Projecto IPPON – Inovação na Contratação Pública, Oportunidade e Parcerias, em Perúgia, Itália, onde a CCIP e os 13 parceiros, de 7 países, estiveram presentes. Participaram ainda parceiros de desenvolvimento do projecto, consultoras e participantes das diversas acções de dinamização e capacitação, desenvolvidas em 2018.

Na conferência foi apresentado o ponto de situação do projecto, bem como o estado actual da contratação pública e da participação das PME a nível europeu. De forma geral, todos os oradores destacaram a importância das PME como impulsionadoras da economia nacional. A promoção do acesso a concursos públicos, a formação de recursos na planificação e desenvolvimento de propostas nacionais e transfronteiriças e a sensibilização para a co-criação de propostas conjuntas, são algumas das necessidades já identificadas por este consórcio e que voltaram a ser debatidas durante o encontro.

 

Em Portugal, na semana de 11 a 17 de Novembro, estiveram abertos 285 concursos públicos para diversas áreas, nomeadamente: construção, segurança, saúde, equipamento hospitalar, bens alimentares, serviços e muitas outras.

 

A CCIP e o Madan Parque, enquanto parceiros do projecto em Portugal, promovem o acesso a um curso de e-learning que visa capacitar as empresas no que diz respeito à apresentação das candidaturas.

Este curso é composto por dois módulos:
1 – Enquadramento legal para as compras públicas a nível europeu;
2 – Instruções sobre como elaborar uma proposta de prestação de serviços no âmbito do CCP (Código de Contratos Públicos) e a nível europeu.

O acesso é gratuito e os conteúdos estão disponíveis em inglês.

Inscreva-se em http://bit.ly/ContratacaoPublica

Participe em Concursos Públicos e abra portas a novos negócios!

Recepcao-Embaixador-Iraque

No dia 27 de Novembro, o Embaixador do Iraque em Portugal, Ali Hadi AlBayati, foi recebido na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa pelo Presidente da CCIP, Bruno Bobone, pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães, e pelo Director do Departamento de Relações Internacionais, Pedro Magalhães. Esta visita teve como objectivo apresentar as oportunidades que o mercado iraquiano poderá representar para as empresas portuguesas.

O Iraque enquanto cliente de Portugal encontra-se na posição 71º. No entanto, como fornecedor tem uma posição de mais destaque, estando na posição 34º.

No que se refere à estrutura das exportações portuguesas para o Iraque por grupos de produtos:
1. máquinas e aparelhos (32,3%)
2. agrícolas (23,5%)
3. alimentares (14,4%)
4. pastas celulósicas e papel (8,3%)
5. metais comuns (5,8%)
Em conjunto, estes sectores representaram cerca de 84% do total português exportado para o Iraque, em 2017.

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O Clube de Lisboa e a CCIP organizam um debate sobre a política externa da China, na manhã do dia 4 de Dezembro, entre as 10h30 e as 12h30, no Salão Nobre da CCIP.

A Lisbon Talk conta com a intervenções de Jie Yu, investigadora do Royal Institute of International Affairs (Chatham House) e de Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio, sendo moderada pela directora da LUSA, Luísa Meireles.

A sessão decorrá em Inglês.

As inscrições encontram-se abertas ao público, no site do Clube de Lisboa, através deste link.

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