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3ª edição do Bootcamp de Recursos Humanos e Sustentabilidade.

A 3ª edição do Bootcamp de Recursos Humanos e Sustentabilidade da CCIP realizou-se nos dias 21 e 22 de novembro, num formato 100% gratuito e presencial.

Foram duas manhãs de partilha e reflexão sobre o Futuro dos Recursos humanos e Sustentabilidade em que cerca de 24 oradores, falaram de temas relevantes como: Saúde, bem-estar, benefícios, retenção, sustentabilidade e os desafios da regulação da mesma.

A CCIP agradece a todos os participantes, oradores e parceiros que contribuíram para o sucesso desta edição!

 

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A Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias desenvolve, anualmente, em colaboração com as Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, um Estudo Económico Europeu, o qual é resultado de um inquérito anual à atividade das empresas e tem por objetivo, a recolha de informação e de opinião junto dos empresários na Europa, sobre alguns aspetos da atividade empresarial, nomeadamente, evolução da procura e das vendas; investimento; emprego e clima de negócios.


Colaboraram, nesta 30ª edição do estudo mais de 42.000 empresas de 25 países europeus. A nível nacional o estudo foi desenvolvido pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa. Conheça os resultados aqui

460x230 ME Suécia

De 14 a 18 de novembro, a CCIP está a realizar a Missão Empresarial à Suécia, a maior economia dos países nórdicos. Cada empresa presente tem vindo a reunir com um conjunto de interlocutores deste país, esperando que no final desta missão existam bons resultados e perspetivas de negócio.

Os empresários portugueses reúnem com importantes nomes do setor têxtil nas cidades de Estocolmo, Boras, Vasby e Koping.

A Suécia caracteriza-se por ser uma das economias mais desenvolvidas, abertas e competitivas do mundo, sendo um exemplo de capitalismo bem-sucedido. O mercado sueco apresenta um alto grau de tecnologia, uma capacidade inovadora líder e uma cultura empresarial distinta entre os demais mercados internacionais.

Esta viagem complementa o apoio à internacionalização e exportação que a CCIP procura constantemente prestar às empresas portuguesas. No próximo ano, o Plano de Ações Internacionais para 2023 dá continuidade a missões empresariais como estas e a tantas outras iniciativas que procuram ajudar na internacionalização da indústria portuguesa.

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A atual conjuntura macroeconômica é motivadora de alguma incerteza no mercado imobiliário, decorrente da crescente inflação, dos incrementos das taxas de juro, da subida de custos de construção (que já se tinha vindo a manifestar anteriormente) e ainda dos riscos de mercado de capitais e da seleção de aplicações financeiras, onde o mercado imobiliário assume um relevante papel.

Os cenários macroeconómicos que se avizinham vêm reforçar a pertinência e a relevância da correcta valorização dos imóveis para efeitos contabilísticos em sede de balanço e igualmente para efeitos de coberturas de seguro e eventuais renegociações do mesmo por parte das empresas.

Uma correcta valorização de imóveis, de acordo com as IAS "International Account Standards", permitirá a terceiros uma correta perceção de valor das empresas (especialmente naquelas que ainda possuem os seus ativos registados a custo histórico), permitindo ainda ter uma melhor cobertura em termos de sinistro pela sua base de valor.

Uma valorização realizada com o conhecimento e experiência de um especialista independente, é ainda crucial na proteção dos Valores Seguros em apólice, matéria que muitas vezes leva à a disrupção entre as partes do contrato de seguro no momento em que se verifica um sinistro.

De notar ainda que a procura de investimento em mercado imobiliário é ainda superior à oferta em alguns segmentos do mercado e que o investimento imobiliário continuará nos próximos anos reforçando a relevância de soluções de produtos seguradores diferenciadores, que para além de garantir ao proprietário o ressarcimento de danos resultantes de riscos inerentes ao defeito, por um período de 10 anos, independentemente da responsabilidade dos diversos intervenientes no processo de concepção e construção, é ainda capaz de dar maior expressão à excelência dos seus ativos imobiliários.

A amplitude de cobertura desses seguros específicos permitirá uma solução que transfere para um Segurador os danos no objeto construído, por motivos que coloquem em causa a integridade estrutural do imóvel, que resultem de falha no funcionamento dos sistemas de impermeabilização, das instalações especiais, dos equipamentos ou das infraestruturas de serviço ao imóvel.

Com a participação de uma entidade técnica certificada e independente na apreciação de todo o processo construtivo, desde o projeto até à conclusão da obra, é possível integrar num projeto imobiliário uma perspetiva técnica qualificada adicional, situação que possibilita ao Segurador segurar o objeto construído durante um período de 10 anos e ao Promotor de acrescentar ao seu projeto imobiliário 10 anos de garantia seguradora distinta, particularidade tangível no argumento de venda.

Para além da inequívoca proteção do investimento no período após construção esta abordagem dará ao Promotor Imobiliário um conjunto de ferramentas comerciais capazes de acrescentar valor no momento da venda, como:

  • O conforto do comprador pela transferência dos riscos associados a projeto, geotécnica, erro de execução e defeitos de material, para um Segurador.
  • A certeza do músculo financeiro do Segurador, entidade regulada por uma Autoridade Pública, obrigada à constituição de reservas técnicas dimensionadas à medida do objeto seguro e responsabilidades assumidas.
  • Diluição da sensação de insegurança criada pelas constantes notícias de insolvências ou de experiências negativas com Construtores e Promotores.
  • A certeza da indemnização durante os períodos das garantias, independentemente do apuramento de responsabilidades,
  • A credibilidade do controle técnico exigida pelo Segurador que segura o objeto, tanto na fase de projeto como na execução dos trabalhos, emitido por uma entidade externa e credenciada para tal.
  • Emissão de relatórios do cumprimento das regras práticas da boa arte, da qualidade dos materiais utilizados em obra e das exigências de projeto, tendo como propósito garantir a boa execução da obra, numa perspetiva de qualidade.

Produto marcadamente técnico, exige a presença de um corretor de seguros experimentado na sua elaboração, capaz de acompanhar o cliente durante a consulta ao Segurador, durante a emissão de apólice, no acompanhamento do Organismo de Controlo Técnico (OCT), no desenvolvimento da obra e sendo um valor acrescentado a um projeto imobiliário, através de um produto inovador, com valências no argumento de venda, na gestão de risco de imagem, de reputação e do patrimônio dos investidores, marcando assim a diferença"

 

José Manuel Morgado, Partner at PVWTINSA - Avaliações Imobiliárias, Lda.

Luis Costa, Responsável Técnico da Verlingue.

Notícia Uzbequistao 460x230

Durante esta semana, a CCIP está no Uzbequistão, um dos maiores mercados da Ásia central. A missão inclui reuniões individuais com distintos nomes empresariais do país, de onde se perspetivam possibilidades de negócios neste mercado.

Em Tashkent, empresas portuguesas das áreas da construção e materiais de construção, metalomecânica e equipamentos para o setor petrolífero e de gás tiveram acesso a uma agenda personalizada, e previamente validada, de potenciais importadores, distribuidores e/ou clientes finais

O Uzbequistão é hoje sinónimo de estabilidade política e social, e caracteriza-se por apresentar um desenvolvimento dinâmico e grande confiança no futuro. Para além de ser o maior e mais diversificado mercado da Ásia Central, apresenta uma coerência das reformas em todos os domínios da vida pública e política.

Esta viagem complementa o apoio à internacionalização e exportação que a CCIP procura constantemente prestar às empresas portuguesas. No próximo ano, o Plano de Ações Internacionais para 2023 dá continuidade a missões empresariais como estas e a tantas outras iniciativas que procuram ajudar na internacionalização da indústria portuguesa.

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Estamos a terminar 2022 e as notícias e estimativas que vamos recebendo para o próximo ano parecem tudo menos positivas. Inflação alta, custos energéticos em níveis históricos, tensões bélicas de grande proporção, custos de transporte que continuam elevados, mão de obra escassa, entre outras barreiras que condicionam uma maior competitividade das empresas portuguesas no mercado global. Não apenas nós, mas o mundo todo, parece estar cada vez mais apreensivo e com falta de confiança no futuro que se avizinha.

No entanto, a verdade é que, apesar destas notas menos positivas, o desenvolvimento económico mundial nunca deixou de acontecer, com maior ou menor intensidade. Relembro que, num período de crise pandémica global, as perspetivas económicas de várias instituições de relevo mundiais para 2020 e 2021 ficaram muito aquém da realidade, sendo que a economia mundial cresceu neste último ano ao maior ritmo dos últimos 50 anos, segundo a UNCTAD.

Nesse mesmo sentido, 2022 será lembrado como um ano extraordinário para as exportações de bens e serviços portugueses. No que respeita ao peso que as exportações têm no Produto Interno Bruto Português, estamos muito perto de atingir o valor de 50%, algo que depois de passarmos por uma pandemia ninguém assumiria como possível de alcançar em tão curto espaço de tempo.

Setores como a Metalomecânica, o Têxtil e o Calçado, Mobiliário, TIC, Alimentar e Agroindústria, Pedras e Mármores, Vinhos e naturalmente o Turismo (entre outros), contribuíram e muito para que as exportações portuguesas tivessem a prestação que se vem refletindo ao longo deste ano, com números recorde nunca conseguidos anteriormente. E estou convicto que isto aconteceu, em grande parte, pela capacidade de resiliência, visão e investimento feito em 2020 e 2021 por parte de muitos dos nossos empresários destes diferentes setores.

Os cenários macroeconómicos mais negativos poderão, de forma legitima, afetar as perspetivas de crescimento e investimento por parte de algumas empresas, receosas do que o próximo ano possa significar em termos de encomendas e aumento do volume de negócios. Por outro lado, também é verdade que, aqueles que puderem e decidirem continuar a investir, ganharão mais terreno na luta por um lugar nos mercados internacionais, repletos de empresas de todo o mundo a quererem vender produtos e serviços semelhantes aos das nossas empresas.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) tem falado com inúmeras empresas portuguesas exportadoras de diferentes setores, dimensões e distribuição geográfica, as quais na sua grande maioria expressam a vontade de continuar a investir em 2023 em ações que lhes vão permitir alavancar os seus negócios de uma forma mais rápida, mais fiável e com maior probabilidade de sucesso. E, acima de tudo, crentes de que, assim, 2024 e 2025 começam a ser construídos com uma base mais sólida e planeada.

Neste sentido preparámos um plano de ações internacionais para 2023 que contempla um conjunto de iniciativas em mais de 50 mercados, em geografias tão diversas como as Filipinas, o México, a Nigéria, o Canadá, a Arábia Saudita, entre muitas outras. Estas ações têm como foco colocar as empresas exportadoras portuguesas frente a frente com potenciais importadores, distribuidores, agentes, fornecedores e/ou clientes finais, de forma que possam aumentar os seus negócios a nível internacional com maior fiabilidade e critério, conforme atestam as várias empresas que apoiámos nestes últimos anos.

Aliado a este plano, a CCIP continua a liderar e a crescer nos serviços de documentação internacional. Os Certificados de Origem e os Carnets ATA têm-se revelado essenciais para as empresas que pretendam exportar bens para a maior parte dos países fora da União Europeia. Em 2022 assistimos a uma cada vez maior digitalização destes processos, sendo que 2023 será um ano-chave para a transição digital neste tipo de serviços.

Estamos conscientes das dificuldades que todos iremos enfrentar mas, simultaneamente, certos de que a resiliência, capacidade de inovação e visão das nossas empresas exportadoras farão toda a diferença, para melhor, em 2023!

Pedro Magalhães
Diretor de Comércio Internacional da CCIP

460x230 Missão Inversa Polónia

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em colaboração com a Câmara de Comércio Polónia Portugal, realizou a missão inversa com empresas polacas!

Organizaram-se reuniões individuais para cada uma das 5 empresas participantes, com importadores, distribuidores e/ou clientes finais. Num total de 40 reuniões, estes empresários polacos dos setores da Cosmética, Zonas Económicas Exclusivas, Alimentar, Fisioterapia e Wellness estiveram frente a frente com empresas Portuguesas do seu setor, para estabelecimento de parcerias e contratos de fornecimento.

Foi a segunda Missão Inversa de empresas da Polónia a Portugal este ano, contribuindo para um aumento significativo das relações económicas bilaterais entre os dois países.

ME Noticia Japão

De 16 a 21 de outubro, a CCIP realizou a Missão Empresarial ao Japão, a terceira maior economia mundial. Cada empresa presente reuniu individualmente com importantes nomes industriais do país, regressando otimistas com perspetivas de negócio neste mercado de enorme potencial.

Em Tóquio, as agendas individuais e personalizadas possibilitaram oportunidades no setor alimentar e dos vinhos. Nuno Rocha, da Pinhais, afirma que o “acompanhamento altamente customizado durante toda a missão com base sólida nas necessidades da empresa e das expectativas dos clientes, é uma fórmula de sucesso para futuras abordagens a mercados estratégicos”.

Num dos maiores mercados do mundo e muito aberto às importações, a presença portuguesa representa a ousadia e qualidade dos negócios portugueses. Esta viagem complementa o apoio à internacionalização e exportação que a CCIP procura constantemente prestar às empresas portuguesas.

"Num dos mercados mais atrativos e competitivos do mundo, a participação da Conservas Pinhais&Cia na Missão empresarial ao Japão atingiu todos os objetivos propostos graças à proximidade, organização e acompanhamento detalhado da CCIP. O pre-matching foi bem trabalhado, tornando as reuniões bastante profícuas, eficientes e com excelentes perspetivas de desenvolvimento do negócio. Com um acompanhamento imaculado e altamente customizado das equipas durante toda a missão com base sólida nas necessidades da empresa e expectativas dos clientes, estamos convictos que esta é uma fórmula de sucesso para futuras abordagens a mercados estratégicos.

Nuno Rocha | Diretor Comercial | Pinhais

Para saber mais sobre a nossa atividade pode consultar o nosso Plano de Ações Internacionais para 2023 ou entrar em contacto connosco.

Noticia Imagem Plano Internacional

Fique a par da proposta de internacionalização da Câmara de Comércio para 2023!

O Plano Internacional contempla a realização de 38 missões empresariais, entre o formato presencial e virtual, com foco fora dos mercados tradicionais de exportação portuguesa.

De acordo com Paulo Portas, Vice-presidente da Câmara de Comércio, “O plano de internacionalização que todos os anos a CCIP aprova para servir os seus associados é, como costumo dizer, um passaporte prático para que as empresas nacionais possam melhorar as suas exportações, estabelecer parcerias e continuar o caminho - o melhor caminho em economia global - para a sua internacionalização. Em 2023, a continuação do comércio internacional vai ser mais necessário do que nunca, para recuperar a economia global e a nossa.

A diversificação dos destinos de exportação das empresas portuguesas é um claro objetivo da Câmara de Comércio, alinhado com as expectativas e desafios colocados pelo governo e pelas empresas exportadoras nacionais.

Vamos continuar com os seminários “Meet the Market”, totalmente em formato Webinar – 100% online e 100% gratuito - que aprofundam a realidade económica e comercial de um determinado país.

Todos os meses vamos possibilitar às empresas um conjunto de sessões individuais e personalizadas com os nossos consultores locais em diversos mercados – One to One - também em formato 100% online.

Numa perspetiva de constante inovação e adequação às necessidades das empresas, continuará a ser disponibilizado um serviço de consultoria individual e mentoring para empresas que estejam a iniciar os seus processos de internacionalização.

Uma das principais novidades para 2023 será a criação de 4 Mostras de Portugal em 4 diferentes mercados, para produtos e serviços portugueses dos setores Alimentar e bebidas, Vinhos, Metalomecânica e Pedras e Mármores, de forma que as empresas destes setores possam abordar os mercados internacionais de forma conjunta e direcionada.

Teremos um conjunto de ações de formação para a Internacionalização, com sessões práticas e especificas sobre as temáticas que envolvem os processos de internacionalização.

Outra das novidades para 2023 trata-se do Evento Exportador do Mês, um evento exclusivo para um máximo de 10 empresas e que permitirá a visita a uma empresa líder exportadora nacional.

 

 Plano de ações internacionais 2023

 

Pedro Magalhães, Diretor de Comércio Internacional da Câmara de Comércio vê com muito otimismo 2023: “Tendo em conta o extraordinário ano em termos de números para as exportações portuguesas, com records de vendas em diversos setores, preparámos um plano de ações internacionais diversificado e que procura responder às necessidades das empresas exportadoras nacionais, que pretendem aumentar os seus negócios a nível internacional. Acreditamos que 2023 continuará a ser um ano com muita atividade internacional, e com a esperança de resultados superiores a 2022. Vamos continuar a estar ao lado das empresas, apoiando-as com contatos de qualidade em mais de 50 mercados distintos, com um foco claro na customização – cada empresa tem necessidades diferentes e por isto mesmo trabalharemos com cada uma delas de forma individual e procurando alcançar um objetivo principal – gerar mais negócios a nível internacional.

A Câmara de Comércio conta com uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos para suas iniciativas de apoio à internacionalização, o único banco do mundo presente em sete países de língua portuguesa.

 

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O Vietname é uma das principais economias na Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e o segundo país da região - depois de Singapura - a beneficiar de um acordo comercial com a UE.

Com cerca de 98 milhões de consumidores e uma estimativa de crescimento económico de 5,5% para 2022, apontada pelo Banco Mundial, está entre as 50 maiores economias mundiais.

É o segundo maior parceiro comercial da UE na região - também a seguir de Singapura - com um comércio bilateral de mercadorias que ultrapassou os 49 mil milhões de euros, em 2021, e um comércio de serviços que alcançou 5,7 mil milhões de euros, em 2020, de acordo com os dados mais recentes da Comissão Europeia.

No contexto do comércio internacional português, o Vietname, como cliente de Portugal ocupou, em 2021, a 54ª posição e como fornecedor a 25º posição.

As exportações nacionais de mercadorias para este mercado, em 2021, totalizaram 70,5 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 101,5%, comparativamente com o período homólogo do ano anterior, sendo que as importações de produtos vietnamitas, no mesmo período, ascenderam a 448 milhões de euros, traduzindo-se assim num saldo negativo da balança comercial com este país.

As exportações foram constituídas essencialmente por máquinas e aparelhos (58,7%); produtos têxteis (8,2%); couro e produtos afins (7%); produtos químicos e farmacêuticos (5,9%) e produtos alimentares (5,1%). Quanto às importações provenientes do Vietname, estas dizem respeito principalmente a máquinas e aparelhos (45,6%); metais comuns (25,3%); produtos agrícolas (7,9%); produtos alimentares (4,5%) e matérias têxteis (4,4%).

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, de janeiro a agosto de 2022, as exportações portuguesas alcançaram 29,5 milhões de euros, e as importações totalizaram 365,4 milhões de euros.

O acordo comercial, que entrou em vigor no dia 1 de agosto de 2020, irá eliminar de uma forma progressiva - ao longo de 10 anos - 99 % dos direitos aduaneiros, aplicáveis aos bens da UE, sendo que 65% dos direitos aduaneiros aplicados pelo Vietname foram eliminados de imediato com a entrada em vigor deste acordo. As empresas da UE passam também a poder participar em concursos para contratos públicos no Vietname em pé de igualdade com as empresas nacionais.

Para que os exportadores possam beneficiar da isenção ou redução dos direitos aduaneiros é necessário que estejam registados no Sistema de Exportador Registado (sistema REX).

Este acordo veio criar oportunidades de negócios para as empresas europeias, em termos de acesso ao mercado, e o comércio entre Portugal e o Vietname tem, assim, um grande potencial para se desenvolver.

Mais informações sobre as relações económicas com o Vietname e os principais elementos do acordo de comércio, poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia.

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5ª edição do Open Day da CCIP.

O dia 11 de outubro foi dedicado ao Open Day da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), um dos principais eventos do calendário anual da instituição.

Henrique Gouveia e Melo, Tiago Pitta e Cunha, Bruno Bobone, Nuno Pinto Magalhães, João Meneses e Ana Isabel Trigo Morais, foram alguns dos especialistas presentes nesta edição, em que foram debatidos temas que estão na ordem do dia.

O painel "Red Alert" centrou-se no impacto que a atual situação internacional tem na economia e empresas; "Blue Economy" em que se discutiu o potencial da economia do mar; "Green is Good" destacou empresas verdes que estão a mudar o mundo e o painel "Yellow Mood" foi dedicado à gestão de marca e criatividade. 

A CCIP agradece a todos os participantes e oradores que contribuíram para o sucesso desta 5ª edição do Open Day!

 

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No passado dia 21 de setembro, a UE e o Canadá celebraram o quinto aniversário da entrada em vigor provisória do Acordo Económico e Comercial Global (CETA). Entrou em vigor a título provisório, em 2017, e passará a definitivo quando todos os Estados-Membros ratificarem o acordo com os respetivos procedimentos nacionais. Até à data 16 dos 27 Estados-Membros, incluindo Portugal, já ratificaram o CETA.

O saldo destes 5 anos é muito positivo, com o comércio bilateral entre a UE e Canadá a registar um aumento de 31% para as mercadorias, atingindo 60 mil milhões de euros, e de 11% para os serviços, em comparação com a situação antes da entrada em vigor do CETA.

Com a sua aplicação foram desde logo eliminadas 98% das tarifas alfandegárias. Gradualmente, num prazo de 7 anos, desde a entrada em vigor do acordo, atingir-se-ão os 100% para os restantes produtos previstos para a liberalização, podendo as empresas da UE poupar até 590 milhões de euros por ano só em direitos aduaneiros.

Este acordo confere igualmente às empresas da UE o melhor acesso aos contratos públicos canadianos jamais oferecido a empresas estrangeiras, não só a nível federal, mas também a nível provincial e municipal.

No contexto do comércio internacional português, não sendo um dos principais parceiros comerciais, o Canadá é, ainda assim, um importante mercado para o comércio internacional português e com potencial de crescimento. Ocupou, em 2021, a 26º posição no ranking de clientes e a 37º no de fornecedores, com quotas de 0,6% e 0,2% respetivamente.

A balança comercial com o Canadá, nos últimos cinco anos (2017-2021), foi sempre favorável a Portugal. No que respeita à estrutura das exportações nacionais, em 2021, por grupos de produtos, destacam-se os produtos alimentares (18,1% do total), seguidos de matérias têxteis

(14,4 %), dos plásticos e borracha (11,3%), de metais comuns (11,1%) e de produtos químicos (6,9%) que, no seu conjunto, representaram 61,8% das nossas vendas para este mercado.

Em 2021 exportaram para o Canadá 1.830 empresas portuguesas e as vendas de bens atingiram 351 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 12,5% em relação a 2020, essencialmente motivado por um aumento das vendas de plásticos e suas obras (61,8%), de pastas de madeira (40,1%), de calçado (26,3%) e de animais vivos e produtos do reino animal (21%).

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, de janeiro a julho de 2022, as exportações portuguesas alcançaram 266,6 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 31%, comparativamente com o período homologo anterior. Determinados grupos de produtos registaram um acentuado crescimento, destacando-se as vendas de produtos químicos com um aumento superior a 150%, de peles e couros (74,7%), de matérias têxteis (49,8%), de máquinas e aparelhos (44,8%), de calçado (30,8%) e de produtos alimentares e bebidas (8,4 %).

O CETA veio facilitar as exportações para o mercado canadiano e proporcionar importantes oportunidades de negócio. Mais informações poderão ser obtidas através dos seguintes links:

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Vice-Ministro do Comércio e Serviços do Paraguai e Embaixador do Paraguai visitam CCIP

O Vice-ministro do Comércio e Serviços do Paraguai, Pedro Mancuello e o Embaixador do Paraguai em Portugal, Julio Van Humbeck, foram recebidos, no dia 28 de setembro, pelo Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, Rui Miguel Nabeiro e pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães.

O principal objetivo desta visita foi estreitar as relações institucionais, e apresentar as oportunidades de negócio no Paraguai para as empresas portuguesas, com vista à dinamização das relações económicas bilaterais.

Imagem noticia 460x230 ME Camarões

De 26 a 30 de setembro decorreu, pela primeira vez, a missão empresarial aos Camarões. Os responsáveis de várias empresas portuguesas visitaram potenciais distribuidores, importadores e clientes finais.

Nas cidades de Yaounde e de Douala, as agendas individuais e personalizadas de cada empresa portuguesa decorreram junto dos principais nomes dos setores do retalho, distribuição alimentar e bebidas, farmacêutico e distribuição clínica e hospitalar. A confiança e o otimismo de todos os envolvidos previram boas possibilidades de negócio no futuro.

A República dos Camarões é um dos países da África Ocidental menos dependente de ajuda externa com uma população superior a 26 milhões de habitantes. Ao representar cerca de 40% do PIB nacional, o setor dos hidrocarbonetos revela-se como motor da sua economia, que se acompanha pelo setor agrícola e pela produção do cacau. A nível internacional, os Camarões caracterizam-se por ser um mercado dinâmico e oportuno para cinco grupos de produtos: os veículos e outras matérias de transporte, as máquinas e aparelhos, os produtos agrícolas e, por fim, os químicos.

Esta viagem é um exemplo do apoio que a CCIP presta às empresas portuguesas, apoiando em diferentes fases o seu processo de internacionalização e exportação.

Para ficar a saber mais sobre os serviços prestados pode consultar o nosso site.

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O Secretário-Geral da CCIP, João Pedro Guimarães e Diogo Ivo Cruz da Invest Lisboa, receberam no passado dia 27 de setembro, a Embaixadora Sabine Böhlke-Möller, Deputy Director do Ministry of International Relations and Coorperation e uma delegação da Namíbia Investment Promotion and Development Board.

O principal objetivo desta reunião foi de estreitar o relacionamento institucional e promover a troca de experiências em matéria de captação de investimento estrangeiro.

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O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa recebeu em audiência, no Palácio de Belém, a nova direção da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

O Chefe de Estado referiu a importância da Rede de Câmaras de Comércio e Indústria Portuguesas e o papel da CCIP na internacionalização da economia nacional.

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A MDS Group e a NOS associaram-se à Câmara de Comércio para o primeiro evento de Cibersegurança na CCIP!

Durante a manhã do dia 20 de setembro, reunimos diversos profissionais reconhecidos da área da Cibersegurança, com o objetivo de partilharem conhecimento, promoverem o debate e identificarem os riscos que as empresas portuguesas enfrentam atualmente, bem como as melhores práticas para se protegerem de ciberataques.

Ao longo da manhã foram abordados temas relevantes:

  • Cibersegurança – Riscos e Melhores Práticas
  • A jornada do risco ao seguro
  • Ciberataques – Panorama Português
  • Segurança & Privacidade

A Câmara de Comércio agradece aos parceiros desta 1ª edição, MDS Group e NOS, a todos os intervenientes e participantes.

460x230 Missão Empresarial Israel

Na semana de 5 a 9 de setembro decorreu a Missão Empresarial a Israel. A Câmara de Comércio (CCIP) levou um conjunto de empresas a uma das economias mais resilientes do mundo!

Israel dispõe de uma economia com um desempenho macroeconómico e fiscal contínuo e notável. O seu crescimento apresenta-se como forte, com baixas taxas de juros e uma política financeira prudente.

Israel apresenta um dos melhores indicadores socioeconómicos da região do Médio Oriente e Norte de África.

A economia israelita é diversificada e muito avançada em termos tecnológicos. Na indústria, destacam-se as tecnologias de ponta, os produtos farmacêuticos, os produtos químicos, a lapidação de diamantes, entre outros setores. Do lado dos serviços, realça-se a importância do turismo.

No âmbito desta deslocação, a CCIP preparou reuniões individuais para cada uma das empresas participantes, que têm atividades nos seguintes sectores: alimentar, moldes, metalomecânica, agricultura e transportes.

Os empresários participantes realizaram reuniões individuais de negócios com empresas israelitas, previamente valoradas e aprovadas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante apenas reúne com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios.

Convidamo-lo a conhecer o nosso Plano de Ações Internacionais 2022, através do qual poderemos ajudar a sua empresa na entrada em novos mercados com contactos de qualidade e que aumentem as suas exportações.

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A MDS Group e a NOS associam-se à Câmara de Comércio para a primeira conferência sobre Cibersegurança na CCIP, que decorrerá no dia 20 de setembro, entre as 09h00 e as 12h00.

Em plena era digital, marcada por ataques informáticos que se multiplicam, é fulcral que as empresas encontrem as melhores estratégias para prevenir, identificar de forma precoce e eliminar rapidamente vulnerabilidades que apresentem potencial para colocar em causa a integridade da estrutura tecnológica das empresas e a segurança dos seus dados digitais.

A adoção do teletrabalho e o crescente número de ataques que vieram a público no início da pandemia alimentaram a preocupação com a segurança, a qual está a crescer de forma acelerada face aos acontecimentos recentes, nomeadamente no sector das telecomunicações, pois afetaram não só a empresa-alvo como também os seus clientes, que deixaram de poder fazer negócio. Segundo um estudo da MDS em colaboração com a CCIP e a BA&N Research Unit.

Este evento gratuito foi desenhado para partilhar conhecimento, promover o debate e identificar os riscos que as empresas portuguesas enfrentam atualmente, bem como identificar as melhores práticas para se protegerem de ciberataques.

As inscrições abrem brevemente!

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Evento online “Delivering the 2021 EU Industrial Strategy: from policy to action” – 9 de setembro

A Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio Europeias, vai organizar, no dia 9 de setembro das 9:30 às 10:30, o evento online “Delivering the 2021 EU Industrial Strategy: from policy to action”, sobre a estratégia industrial da UE que define prioridades e medidas para reforçar a resiliência do mercado único europeu e impulsionar a transição para uma economia da UE mais sustentável, digital, e competitiva a nível mundial.

Qual é o futuro da capacidade industrial da Europa num contexto de crescente incerteza política? Como podem as instituições da UE garantir que o atual quadro regulamentar permitirá a transformação industrial? De que infraestruturas, recursos e investimentos as empresas precisam para garantir eficiência e crescimento? Estas e outras questões serão abordadas e debatidas no âmbito deste evento.

A Eurochambres convida os empresários e gestores a participar neste evento e no debate sobre como trazer soluções sustentáveis e digitais para o tecido industrial europeu, criando assim as bases para a prosperidade e inovação a longo prazo.

A agenda do evento e uma descrição mais detalhada podem ser consultadas aqui e os interessados podem efetuar o registo através do link: https://bit.ly/EU2021_IS

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O Secretário-Geral da CCIP, João Pedro Guimarães, recebeu no passado dia 3 de agosto uma Delegação de São Tomé e Príncipe, liderada pelo Secretário de Estado do Comércio e Indústria – Eugénio Sacramento Graça.

Esta visita onde estiveram presentes o Presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços, o Diretor do Comércio, uma técnica dos Serviços das Actividades Económicas, representantes de instituições e empresas do sector agroalimentar, teve como objetivo estreitar o relacionamento institucional tendo em vista a dinamização das relações económicas bilaterais.

Estiveram também presentes a acompanhar a Delegação, Rita Araújo, Diretora Técnica da CESO Consultants e Maria José Tropa, Especialista em Cadeias Logísticas e Mercados Agroalimentares.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem vindo a desenvolver anualmente o Estudo Económico Europeu em colaboração com a Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias.

Este Estudo, que tem por objetivo aferir as perspetivas económicas das empresas para o ano seguinte, é baseado num inquérito desenvolvido em 27 países, numa ação coordenada pelas respetivas Câmaras de Comércio e Indústria. Na qualidade de representante em Portugal da Eurochambres, cumpre à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conduzir este inquérito a nível nacional.

Face à importância de que se reveste esta iniciativa, solicitamos o seu contributo, até ao próximo dia 9 de Setembro, para a elaboração deste Estudo, mediante o preenchimento de um questionário que demora cerca de 1 minuto a responder e, que está disponível aqui.

O relatório, elaborado pela Eurochambres, com as conclusões deste estudo e com as comparações entre os vários países participantes estará disponível no final do próximo mês de novembro. Este relatório poderá ser solicitado diretamente para jpc@ccip.pt (João Paes Cabral).

Agradecemos antecipadamente a sua participação!

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Na semana de 11 a 15 de julho, a Câmara de Comércio (CCIP) levou um conjunto de empresas ao México para aquela que foi a 6ª Missão Empresarial em 2022.

Trata-se do 2º país mais populoso da América Latina, com uma população de quase 130 milhões, uma classe média em crescimento e jovem. É também a segunda maior economia da região, posicionando-se como a 15ª a nível mundial. Foi maioritariamente por estas razões que várias empresas portuguesas aceitaram o desafio e integraram a Missão Empresarial a este mercado, na expectativa de alavancar os seus negócios para este mercado.

No âmbito desta deslocação, a CCIP preparou reuniões individuais para cada uma das empresas participantes, que têm atividade no sector de comércio e indústria de café, têxtil (vestuário e acessórios) e vinícola.

Os empresários participantes realizaram reuniões individuais de negócios com empresas mexicanas, previamente valoradas e aprovadas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante apenas reúne com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios. O México é um país em profunda transformação e com muitas oportunidades de negócio!

Devido à grande procura deste mercado e aos resultados francamente positivos que temos vindo a verificar, a CCIP já está a preparar a preparar a próxima Missão ao México, que decorrerá entre 14 e 18 de novembro.

Convidamos a sua empresa a conhecer o nosso Plano de Ações Internacionais 2022, onde poderemos ajudar a sua empresa na entrada de novos mercados com contactos de qualidade e que aumentem as suas exportações.

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Quer começar a fazer negócios a nível internacional? Fale connosco!

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Na semana de 4 a 8 de julho, a Câmara de Comércio (CCIP) foi o parceiro escolhido pelo consórcio de Queijos Mahón-Menorca DOP para promover os seus produtos em Portugal. Contámos com 3 eventos distintos que se destinaram a diferentes targets. Foram mais de 15 importadores e distribuidores e 10 jornalistas, críticos e influencers que se juntaram a nós para ficar a conhecer em maior detalhe os queijos desta ilha balear espanhola.

No primeiro dia, realizámos uma prova de Queijos no Salão Nobre da CCIP, onde convidámos os principais importadores e distribuidores nacionais, que tiveram a oportunidade de degustar e conhecer a história dos Queijos Mahón-Menorca DOP.

No segundo dia, o evento destinou-se a jornalistas, críticos e influencers. Fomos recebidos no Solar dos Presuntos, onde o Chef Hugo Araújo nos presenteou com um almoço onde o Queijo Mahón-Menorca DOP foi o protagonista, tendo sido incorporado em vários pratos da cozinha tradicional portuguesa.

Por fim, no terceiro dia, fizemos um tour pelos pontos de venda de Queijos Internacionais mais importantes na região de Lisboa, de maneira a dar a conhecer a realidade portuguesa neste setor.

Contámos nestas ações com o apoio do Cheesemonger João Machado, que com todo o seu conhecimento do mundo dos queijos, tornou o evento ainda mais enriquecedor.

A Câmara de Comércio continua a apoiar empresas internacionais que pretendam entrar no mercado português, fazendo a ponte com os principais players do nosso mercado.

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No passado dia 30 de junho a União Europeia (UE) e a Nova Zelândia concluíram as negociações com vista a um importante acordo comercial que inclui ainda compromissos em matéria de sustentabilidade, nomeadamente o respeito do Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas e dos direitos fundamentais em matéria laboral, estando prevista a possibilidade de aplicar sanções comerciais como último recurso em caso de violações graves.

O comércio bilateral da UE com a Nova Zelândia ascendeu, em 2021, a 7,8 mil milhões de euros para as mercadorias e, a 3,7 mil milhões de euros para os serviços de acordo com os dados mais recentes disponíveis (2020). A UE exportou para a Nova Zelândia bens no valor de 5,5 mil milhões de euros e importou bens no valor de 2,3 mil milhões de euros.

No que se refere aos serviços, em 2020, a UE exportou 2,6 mil milhões de euros de serviços prestados por empresas da UE a clientes na Nova Zelândia contra 1,1 mil milhões de euros em serviços prestados a clientes da UE por empresas da Nova Zelândia.

Este acordo comercial oferece grandes oportunidades para ambas as partes. As empresas da UE irão beneficiar de um acesso privilegiado a um mercado de mais de 5 milhões de consumidores. Graças a este acordo prevê-se um aumento do comércio bilateral em cerca de 30%, com um crescimento anual das exportações da UE que poderá alcançar 4,5 mil milhões de euros. A partir do primeiro ano o acordo poderá reduzir os direitos aduaneiros que oneram as empresas da UE em cerca de 140 milhões de euros por ano. (fonte Comissão Europeia)

Portugal é um dos países da UE que irá beneficiar com a entrada em vigor deste acordo comercial. Em 2021 as exportações portuguesas de mercadorias aumentaram 53% face a 2020 e totalizaram 43,34 milhões de euros. Na estrutura das exportações nacionais, por grupos de produtos, destacam-se os veículos e outro material de transporte (36% do total), seguidos dos plásticos e borracha (14,1%), das matérias têxteis (10,9%), dos produtos químicos (3,9%) e dos minerais e minérios (2,1%).

As importações alcançaram 19,51 milhões o que representou um crescimento de cerca de 17% comparativamente com o ano anterior. Os principais grupos de produtos importados foram os produtos agrícolas (63,3% do total), as matérias têxteis (10,9 %), os produtos químicos (3,9%) e os minerais e minérios (2,1%).

Após revisão jurídica, os textos do acordo serão traduzidos para todas as línguas da UE. Em seguida a Comissão submeterá o acordo ao Conselho para assinatura e celebração. Uma vez adotado pelo Conselho, a UE e a Nova Zelândia poderão assinar o acordo. Após assinatura, o texto será apresentado ao Parlamento Europeu para aprovação. Após aprovação do Parlamento e assim que for também ratificado pela Nova Zelândia o acordo poderá entrar em vigor.

Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspectivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

Mais informações sobre o novo acordo comercial UE-Nova Zelândia poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia.

Noticia CAC

O XV Congresso do Centro de Arbitragem Comercial (CAC) regressou finalmente ao formato presencial durante dois dias no Epic Sana Marquês, em Lisboa. Acompanhando a instabilidade que o mundo tem enfrentado nos últimos tempos, o evento teve como mote o tema central “Momentos disruptivos e a arbitragem: pandemia e conflito”.

Perante uma sala permanentemente lotada, o primeiro dia foi dedicado, tal como já é tradicional, a uma sessão sub-40, que contou com a intervenção de Jacomijn van Haersolte-van Hof e uma mesa-redonda que refletiu sobre os “principais impactos da pandemia e do conflito nas arbitragens de energia e construção”.

“Nestes dois dias foi possível discutir e refletir de forma mais vasta sobre o papel do Direito num período especialmente complexo, mas, principalmente, sobre a área da arbitragem comercial. O mundo está a mudar muito rapidamente e obrigatoriamente vamos ter de nos adaptar a novas formas de atuar. São em eventos como o Congresso Centro de Arbitragem Comercial que todos podemos aprender e desenhar, em conjunto, novas maneiras de olhar para a nossa própria atividade e setor”, afirma António Pinto Leite, atual presidente do Conselho do CAC, e sócio da Morais Leitão.

No segundo dia, discutiram-se temas tão prementes quanto a “arbitragem de investimento e conflitos armados”; “os efeitos de conflitos armados em arbitragem internacional – a dimensão processual”; e as “perturbações do cumprimento e a arbitragem internacional”, através de uma extensa mesa-redonda que atravessou diversos temas atuais e que influenciam a atividade do setor.

“Tivemos aqui reunidas, durante dois dias, algumas das principais e mais importantes personalidades desta área para pensar e discutir o setor. Isso é um privilégio e confere a todos um sentimento de segurança e orientação num momento particularmente delicado a nível global”, Mariana França Gouveia, professora catedrática da NOVA School of Law, sócia da PLMJ, e próxima presidente do Conselho do CAC.

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Accesss2Markets - Portal de Informações Comerciais

A Comissão Europeia introduziu, em maio, novas funcionalidades no Portal “Access2Markets”, que disponibiliza informação sobre direitos e impostos, procedimentos aduaneiros, requisitos aplicáveis aos produtos e estatísticas de comércio internacional para mais de 120 destinos de exportação.

Esta ferramenta ”online” visa ajudar as PME a negociar para países fora da União Europeia, a obter informação sobre acesso a mercados de exportação, produtos e matérias-primas de que necessitam para crescer e manterem-se competitivas e, também, a tirar o máximo partido dos acordos de livre comércio da UE.

No novo Portal está agora disponível a funcionalidade “o meu assistente comercial” para serviços e investimentos. Fornece informações sobre os requisitos que as empresas da UE devem cumprir para poderem exportar os seus serviços para fora da UE. Estão atualmente disponíveis informações sobre a prestação de serviços nos setores jurídico e marítimo do Canadá e do Reino Unido. Serão gradualmente acrescentados mais setores e países.

Esta plataforma online integra também uma funcionalidade que permite às empresas exportadoras fazerem uma autoavaliação dos cumprimentos das regras de origem pelos seus produtos, no âmbito dos acordos comerciais com mais de 70 países e regiões do mundo.

As empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados ou incumprimento das regras de sustentabilidade relacionadas com o comércio e o desenvolvimento sustentável, para que a Comissão Europeia possa analisar a denúncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes.

Saiba mais sobre esta ferramenta de apoio às PME aqui

CISBRA 

Secretário-Geral da CCIP recebe Diretor Executivo e Gerente Administrativa e Financeira da CISBRA

Mario Scangarelli, Diretor Executivo da CISBRA – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil e Nathalia Xavier, Gerente Administrativa e Financeira foram recebidos na Câmara de Comércio pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães.

O encontro teve como objetivo estreitar as relações institucionais e explorar a possibilidade de organizar iniciativas conjuntas tendo em vista fomentar as relações económicas e comerciais entre Portugal e Brasil.

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Inquérito sobre Negócios com a Turquia

A Eurochambres e a TOBB - The Union of Chambers and Commodity Exchanges of Türkiye no âmbito do projeto Turkey-EU Business Dialogue (TEDB) estão a conduzir um inquérito junto de empresas que já têm negócios com a Turquia ou que pretendem iniciar negócios com este mercado.

Este inquérito visa recolher informação, junto das empresas, sobre experiência de negócios com a Turquia ou aferir o interesse das empresas em iniciarem negócios com este mercado.

O questionário, em português, para o qual solicitamos a vossa colaboração está disponível através deste link.

Muito Obrigado.

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A Comissão Europeia reviu em alta a projeção para o crescimento de Portugal em 2022.

Segundo as Previsões Económicas da Primavera (Spring Economic Forecast 2022) a Comissão Europeia prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7 % em 2022 e de 2,3% em 2023 tanto na UE27 como na zona Euro.

Já para Portugal, a Comissão Europeia reviu em alta a previsão para um crescimento económico para 5,8%, ligeiramente acima dos 5,5% apontados em fevereiro. Para 2023 a Comissão Europeia prevê uma desaceleração da economia portuguesa, prevendo um crescimento que se deverá situar nos 2,7%.

A concretizarem-se estas previsões Portugal será o país da UE que mais irá crescer, em 2022, seguido pela Irlanda (5,4%), Malta (4,2%), Espanha (4%) e Polónia (3,7%).

A procura interna, os investimentos associados à execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e a recuperação do turismo em Portugal deverão dar um contributo expressivo para este crescimento da economia portuguesa.

As previsões para a inflação foram também revistas em alta. A inflação na zona euro, em 2022, deverá subir para 6,1% (6,8% UE27) e em 2023 deverá descer para 2,7% (3,2% EU27).

Para Portugal, a Comissão prevê uma taxa de inflação que deverá ficar em 4,4% neste ano e em 1,9% no próximo ano.

A taxa de desemprego, de Portugal, deverá continuar a descer e as estimativas apontam para 5,7% em 2022 e 5,5% em 2023.

Estas Previsões Económicas da Primavera 2022 fornecem uma atualização dos dados do “Winter 2022 Economic Forecast” que foram apresentados, no passado mês de fevereiro, antes da invasão da Ucrânia que veio criar novas dificuldades, no momento em que a UE recuperava das repercussões económicas da pandemia.

Saiba mais sobre as previsões para a economia portuguesa aqui.

Partilhamos abaixo um pedido endereçado à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa por parte da Embaixadora da Ucrânia em Portugal.

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Decorreu a 2ª Missão Empresarial ao Azerbaijão, organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

De 5 a 10 de Junho, os empresários participantes tiveram reuniões individuais de negócios com importadores, distribuidores e clientes finais Azeris, previamente valoradas e aprovadas pelas empresas portuguesas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante apenas reúne com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios.

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O Azerbaijão é uma das economias mais competitivas da região e caracteriza-se por ser um destino estratégico para investimento europeu e asiático. A sua enorme apetência para receber Investimento Direto Estrangeiro, foca-se principalmente nos setores não energéticos, de especial interesse para Portugal.

O país apresenta um setor industrial muito bem desenvolvido, sendo que a produção industrial é responsável por quase 60% do PIB do país. A tudo isto acresce o bom posicionamento do Azerbaijão nos indicadores de ‘Liberdade de Negócios’ e de ‘Integridade das Instituições’ do Estado.

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Foi maioritariamente por estas razões que várias empresas portuguesas aceitaram o desafio e integraram a 2ª Missão Empresarial da CCIP a este mercado, na expectativa de alavancar os seus negócios, contribuindo com a qualidade dos seus produtos e serviços, impulsionando, simultaneamente, o crescimento da economia portuguesa.

Fruto do feedback já obtido das reuniões realizadas, estamos confiantes nos resultados muito positivos desta missão para as empresas portuguesas participantes, dos setores vinícola, distribuição, suplementos alimentares, educação e IT.

Conheça o nosso Plano de Ações Internacionais 2022 e comece a fazer negócios a nível internacional com a CCIP!

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A CCIP, em parceria com a sua Associada Technogym, organizou no passado dia 31 de maio um Executive Breakfast, para falar do tema do Corporate Wellness.

Sendo um tema cada vez mais na ordem do dia, estiveram presentes no pequeno-almoço responsáveis de recursos humanos de várias empresas Associadas.

João Gancho, responsável comercial Technogym do segmento Corporate., começou por apresentar a empresa e alguns estudos que comprovam a importância do bem-estar das pessoas, também numa ótica da sua produtividade.

De forma a explicar melhor o conceito e a sua aplicabilidade, a Technogym convidou um dos seus parceiros de excelência para dar um testemunho – a Jerónimo Martins. Marco Moutinho, Diretor de Wellness da Jerónimo Martins, partilhou aquele que já é um case study de referência a nível mundial.
A iniciativa partiu do top management, e tem como objetivo envolver todos os colaboradores do Grupo, em toda a cadeia de valor, e nas três geografias onde estão presentes.

A ponte com os recursos humanos é sempre o ponto de partida, não só pela necessidade de um levantamento inicial de informações sobre os colaboradores, mas também para ser medida toda a evolução e o impacto, nomeadamente em temas como o absentismo ou a retenção.

A Technogym tem soluções adaptáveis a qualquer realidade das empresas, seja em termos de número de colaboradores como de espaço disponível, mas também das diferentes realidades e desafios que as empresas enfrentam.

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Ahmad Warraich, Embaixador do Paquistão, foi recebido na Câmara de Comércio pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães.
O encontro teve como objetivo estreitar as relações institucionais e falar sobre as oportunidades de negócio no Paquistão, tendo em vista fomentar as relações económicas e comerciais bilaterais.

Houve, ainda, oportunidade para conversar sobre a missão empresarial ao Paquistão que a Câmara de Comércio vai organizar de 16 a 21 de Julho.

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ForTeams Lab, na categoria de Heróis PME, Mendes Gonçalves, S.A. em Sustentabilidade, e Altronix em Transformação Digital, são os grandes vencedores.

A 4.ª edição dos Heróis PME, uma iniciativa da Yunit Consulting, consultora nacional especializada em pequenas e médias empresas e corporate member da CCIP, realizou-se no dia 27 de Maio, na sede da Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa.

Lançada em 2016, esta iniciativa tem contribuído para divulgar e premiar as melhores histórias de inovação e resiliência, servindo como impulsionador de empresas à procura do apoio certo para potenciar os seus projetos.

Na edição deste ano, que bateu recordes, com cerca de 100 candidaturas e duas novas categorias, Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting, enaltece “a inovação, a capacidade de adaptação e de superação presentes em todas as candidaturas. Foi uma enorme satisfação ficar a conhecer tantas histórias inspiradoras e vencedoras de empresas que se reinventaram para ultrapassar asdificuldades e seguir na rota do crescimento.”

A 4.ª edição dos Prémios Heróis PME contou com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, da VICTORIA Seguros, SoftFinança, Caixa Geral de Depósitos, SAGE, Grosvenor House of Investments, PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, OKsofás.

VENCEDORES:

Prémio Heróis PME - Geral
• ForTeams Lab (Grande vencedor)
• Sair da Casca
• Yelco
• Fitness UP
• Motorline Electrocelos, S.A.

Prémio Factor S (Sustentabilidade)
• Mendes Gonçalves, S.A.

Prémio Transformação Digital
• Altronix

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Após dois anos de pandemia, realizou-se presencialmente e com transmissão em formato virtual, a IX Reunião Anual das Câmaras de Comércio Portuguesas, no Brasil, em Fortaleza.

Nos passados 23 e 24 de maio, o Hotel Vila Galé contou com a participação dos representantes das 18 Câmaras de Comércio do Brasil e de Câmaras Portuguesas de 22 países numa série de reuniões e assembleias ordinárias de diretoria, palestras e encontros internos num modelo híbrido de participação.

O encontro foi organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), juntamente com a Câmara de Comércio Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), uma entidade com mais de 20 anos de atuação para o fortalecimento de negócios entre os dois países. Além disso, a sede da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB) tem atualmente localização no Ceará. Os presidentes da CBP-CE, Eugênio Vieira Filho, e da FCPCB, Armando Abreu, e a Vice-Cônsul de Portugal em Fortaleza, Ana Cristina Pedroso, foram os anfitriões das comitivas presentes à Reunião.

Para além da participação das várias Câmaras e de interlocutores portugueses e brasileiros que contribuíram para o sucesso da reunião, salientam-se os esclarecimentos prestados pelo atual Secretário de Estado da Internacionalização, Bernardo Ivo Cruz, pelo Embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, bem como pelo Secretário de Estado de Economia, Dr. João Neves.

Para além da troca de experiências e palestras em língua portuguesa, o papel que o evento desempenha nas relações comerciais é fundamental. Com o objetivo de fomentar negócios, comércio e turismo, é também uma excelente oportunidade para serem discutidos diversos temas relacionados com a interação da rede de Câmaras Portuguesas no estrangeiro. Vale a pena realçar o papel relevante que estas Câmaras representam na internacionalização e o importante apoio que têm dado às empresas e à economia portuguesa!

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A NOVA BHRE, com o apoio da Câmara de Comércio, desenvolveu o estudo “Empresas a operar em áreas de conflito: Quadro legal, riscos e obrigações”, da autoria de Laura Íñigo Álvarez, Coordenadora Científica do NOVA Centre on Business, Human Rights and the Environment.

Principais tópicos abordados:

  • Principais instrumentos e normas internacionais
  • Diligência Devida em relação aos direitos humanos em zonas de conflito
  • Riscos e responsabilidades
  • Incorporação de uma perspetiva de género
  • Uma "saída responsável"

“Há fatores importantes que devem ser tidos em consideração quando são levados a cabo negócios em regiões afetadas por conflitos armados. Ademais, as empresas poderão também ponderar a decisão de suspender ou cessar as suas atividades e operações em tais regiões e, nesse caso, terão de avaliar como fazê-lo de uma forma responsável.”

Faça aqui o download.

 

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa está a colaborar com a Greater Manchester Chamber of Commerce na divulgação do Programa de Internacionalização BLUE SME como parte do Projeto FANBEST, uma iniciativa financiada pelo Interreg Atlantic Area Programme.

Convidamos as PME Portuguesas que operam no setor da Economia Azul em todo o Espaço Atlântico Europeu a candidatarem-se a uma oportunidade de acesso a apoios à exportação, financiados no valor de até 10.000 euros. As empresas bem-sucedidas receberão suporte personalizado, incluindo uma avaliação de preparação para exportação, revisão e desenvolvimento de uma estratégia de exportação robusta, pesquisa/identificação de mercado, formação e visitas ao mercado à medida. Tudo planeado para ajudar as empresas portuguesas a crescer a nível internacional!

O programa irá selecionar 5 PME – as empresas devem apresentar a sua manifestação de interesse até ao próximo dia 27 de maio à meia-noite.

Clique aqui para se inscrever e verificar os requisitos de elegibilidade.

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A partir de 1 de maio de 2022, o Vietnam junta-se a uma lista de mais 110 países/regiões, aderentes ao sistema ATA.

Se precisar de fazer uma exportação temporária para o Vietnam ou outros destinos fora da União Europeia, a CCIP disponibiliza um passaporte de mercadorias (Carnet ATA), simples de pedir e de utilizar, que agiliza todo o processo.

O Carnet ATA é um documento alfandegário internacional que permite a entrada temporária de mercadorias, com o limite de um ano, sem pagamentos aduaneiros. Basta ser apresentado com as mercadorias na respetiva alfândega, na entrada e saída dos bens. Permite, aos seus titulares, viajar pelo mundo na posse das suas mercadorias, evitando desde logo, o pagamento de taxas alfandegárias, agilizando o processo nas alfândegas, tornando-o muito mais célere.

Este documento cobre diversos tipos de bens, tais como: equipamento eletrónico, ferramentas, instrumentos, joias, arte diversa, máquinas, equipamento desportivo e para competições, cavalos, entre outros.

O CARNET ATA, permite:

  • Desalfandegar os seus bens previamente, a um custo fixo predeterminado
  • Transitar com as mercadorias por mais de um país
  • Usar o mesmo documento para várias viagens durante o seu período de validade
  • Regressar ao país de origem sem problemas e atrasos
  • Promover o trânsito das mercadorias dentro do território aduaneiro, sem a necessidade de controlos específicos
  • Certificado pela autoridade aduaneira

Saiba mais sobre este documento de apoio à exportação aqui.

Se precisar de fazer uma exportação temporária para o Vietnam ou outros destinos fora da União Europeia, contacte a nossa equipa do Comércio Internacional, através do email ata@ccip.pt ou 21 322 4064.

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A IX Reunião Anual de Câmaras de Comércio Portuguesas vai ter lugar nos dias 23 e 24 de maio, através de um modelo híbrido de participação.

Este ano a reunião irá realizar-se em Fortaleza, Brasil e contará com a participação de várias Câmaras de Comércio Portuguesas e interlocutores portugueses e brasileiros que irão contribuir para o sucesso e relevância da reunião.

Se é uma Câmara de Comércio Portuguesa no estrangeiro e tiver interesse em participar, por favor contacte-nos pelo internacional@ccip.pt

 

PROGRAMA:

Dia 22 

14h00 | RECEPÇÃO DOS REPRESENTANTES

Vila Galé Fortaleza 

18h00 | COCKTAIL DE RECEPÇÃO

Vila Galé Fortaleza 

 

Dia 23

09h00 | REUNIÃO R C C P*

Abertura
Presidente da CC Ceará
Presidente da CE da RCCP
Presidente da CCIP**

10h00 | ABERTURA ASSEMBLEIA GERAL*

Apresentação da CE
Apresentação de Novas Câmaras na Rede
Apresentação “Estatuto de Utilidade Pública”
-CC´s que já obtiveram
-Como fazer para obter o EUP
Debate
Intervalo – continuação dia 24 às 9H00

12h00 | PALESTRA*

S.E. Internacionalização, Dr. Bernardo Ivo Cruz

12h30 | ALMOÇO

FIEC - Federação das Indústrias do Estado do Ceará

14h30 | VISITA CULTURAL 

Centro Dragão do Mar

20h00 | JANTAR DE GALA

Jantar de Gala oferecido por S. Exa. Governo do Estado do Ceará 

Palácio da Abolição

 

Dia 24 

09h00 | REUNIÃO R C C P* 

Continuação
Apresentação do novo Regulamento
Debate
Votação novo Regulamento
Apresentação de Candidaturas para a nova CE
Eleição da nova CE
Candidaturas para realização da Assembleia da RCCP 2023
Apresentação de Resultados da eleição para a nova CE
Fecho da Assembleia Anual 2022

12h30 | ALMOÇO PALESTRA*

A influência da língua portuguesa no comércio e investimentos internacionais – histórico e projeção futura
Paulo Portas | Vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa**

Vila Galé Fortaleza

14h00 | VISITA AO COMPLETO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DO PECÉM 

CIPP 

21H00 | JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO CÂMARAS PORTUGUESAS 

Cervejaria Portuguesa 

 

Dia 25

09h00 | COMO FAZER NEGÓCIOS* 

Como fazer negócios com o Ceará

Vila Galé Fortaleza 

12h30 | ALMOÇO PALESTRA 

Laços que geram valor

Vila Galé Fortaleza 

14h30 | LIVRE

 

 *Sessão híbrida

**A confirmar

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem o prazer de anunciar a criação de um Gabinete de Consultoria na Prevenção e Gestão de Risco em Parceria com a MDS Group, associado Corporate da CCIP.

Esta Parceria possibilitará aos associados da CCIP reduzir os riscos inerentes à atividade das suas empresas, estando os seguintes serviços gratuitos ao seu dispor:

  • Introdução de novos projetos de gestão e prevenção de risco internos
  • Segurança no trabalho
  • Plano de continuidade de negócio
  • Gestão de crise
  • Análise transversal ao programa de seguros da empresa – Due Diligence
  • Avaliação patrimonial
  • Inspeção de riscos
  • Suporte para empresas com operações internacionais

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem como uma das suas principais missões, criar soluções que deem resposta às necessidades dos nossos associados. Esta parceria é mais uma prova desse compromisso realizado entre a CCIP e a MDS Group, e surge no seguimento de dois Gabinetes já existentes – o Gabinete de Apoio à estratégia, em parceria com a Yunit Consulting, e o Gabinete de Apoio Jurídico, em parceria com o escritório Azeredo Perdigão e Associados.

Para mais informações, contactar o Gabinete do Associado - gabinete.associado@ccip.pt

 

Noticia Africa

PEDRO MAGALHÃES, DIRETOR DE COMÉRCIO INTERNACIONAL DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGUESA (CCIP), ESTEVE A PERCORRER TRÊS IMPORTANTES PAÍSES DA ÁFRICA ORIENTAL, COM UM GRUPO DE EMPRESÁRIOS PORTUGUESES E ESPANHÓIS QUE PROCURAM NOVOS NEGÓCIOS NESTA GEOGRAFIA.

Depois de uma longa viagem até Nairobi, com escala em Paris, entro naquela que é a capital mais dinâmica da África Oriental. Aeroporto com boas condições, excelente serviço à chegada e em menos de 30 minutos estou dentro do jipe que me levou ao hotel Radisson Blu, situado na agradável zona de Arboretum.

A capital do Quénia é uma cidade cosmopolita de cerca de 6 milhões de pessoas e com grandes contrastes. Bairros modernos, verdes e bem organizados e bairros de lata de uma vastidão impressionante. A influência inglesa está bem presente e salta logo à vista na arquitetura de alguns edifícios, na condução à direita, nos costumes e naturalmente na língua.

Sou recebido pela Chefe de Missão Diplomática de Portugal e a sua equipa, que nos relatam a importância do mercado e o crescimento impressionante pelo qual o país tem passado nos últimos 10 anos. A criação do Portuguese Business Council no Quénia levou-me a outra reunião com dois empresários goeses nascidos no Quénia e que fazem parte da estrutura desta instituição, que permitirá em breve aumentar a visibilidade das empresas portuguesas no país, bem como atrair mais investimento para Portugal.

Mais tarde reúno com consultores especialistas em ajudar empresas a entrarem no mercado e no dia seguinte com um grupo de empresários espanhóis, suíços e ingleses que já operam no Quénia faz alguns anos. É muito importante ouvir e ver o que outras empresas de diferentes países fazem neste mercado e região. A opinião é consensual – Nairobi é o sítio para estar se queremos expandir as operações para esta zona do globo.

País conotado com o turismo de safaris, o Quénia tem muito mais do que a vida animal. São cerca de 55 milhões de pessoas que, na última década, assistiram a um crescimento significativo da classe média e onde setores como a construção e materiais para a construção (sanitários, cozinhas, portas, pavimentos, etc.), energia, renováveis, têxtil, tecnologias de informação, fileira casa e farmacêutico posicionam-se como estratégicos e com elevada procura no mercado.

Convém contextualizar que nos encontramos num continente onde a burocracia, relações pessoais, influência governamental, instabilidade política e tantas outras barreiras imperam. Contudo, as oportunidades abundam e quem for mais resiliente e investir mais, acaba por vingar. Por alguma razão se veem inúmeros expatriados nas ruas de Nairobi.

Depois de 3 dias bem preenchidos parto em direção ao Ruanda, onde me encontro com 3 empresas portuguesas e 6 espanholas, que formam parte da primeira missão conjunta da CCIP e da sua contraparte catalã. Estão aqui representados os setores da construção, engenharia, metalomecânica, tintas, mobiliário, têxtil, alimentar, bebidas e farmacêutico.

Kigali, a capital do Ruanda, é provavelmente a cidade mais limpa do continente africano. E das mais limpas do mundo seguramente. É absolutamente incrível o nível de limpeza, organização e segurança desta cidade das mil colinas.

País com uma população de cerca de 12 milhões de habitantes, muito marcado pelo genocídio de 1994 onde morreram mais de 1 milhão de pessoas, tem conseguido feitos inéditos no que concerne ao desenvolvimento como um todo, tendo alcançado estabilidade política (é um dos países do mundo com mais mulheres no governo), segurança e crescimento da economia (o salário médio triplicou nos últimos 9 anos).

São 2 dias de intensas reuniões com ministérios, distribuidores, importadores, clientes e outros players de relevo que culminam com um enorme cansaço, mas sempre com uma energia extra para podermos experienciar, ao jantar e entre todos, as dificuldades e oportunidades deste interessantíssimo mercado.

O networking entre as empresas é sem dúvida uma mais-valia única nas missões da CCIP. Os pontos em comum e as experiências trocadas são fatores insubstituíveis nestas deslocações, sendo que nesta tivemos o privilégio acrescido de poder partilhar e observar como se movimentam profissionalmente as empresas do nosso principal mercado de exportação e importação.

Junto com as empresas, parti para a última etapa desta jornada, rumo a Kampala, a capital do Uganda. As diferenças à chegada são evidentes: aeroporto com condições mais parcas e o percurso até ao hotel reflete uma cidade mais caótica e menos organizada, mas com uma dimensão e volume bastante superiores a Kigali.

Situada nas margens do gigante lago Vitória, Kampala é definitivamente uma das cidades mais atrativas da África Oriental. Apesar dos enormes desafios associados a um crescimento exponencial da população da cidade na última década, a abertura internacional, bom ambiente de negócios, espirito empreendedor e cultura musical e artística com expressão considerável, fazem da capital do Uganda um local incontornável na região.

O Uganda está a passar uma fase de desenvolvimento promissora, fruto da florescente indústria do Petróleo e Gás. Por este motivo tem atraído muitas empresas internacionais, que afluem a este mercado na esperança de conseguirem agarrar as oportunidades inerentes a este setor, direta ou indiretamente.

Num total de 2 dias e meio de reuniões b2b temos um saldo muito positivo, com a maioria das empresas com pedidos de orçamentos, acordos assinados e muita vontade de voltar brevemente ao mercado para conseguir aumentar a probabilidade de concretizar os primeiros negócios.

O sucesso desta missão assentou na organização detalhada de reuniões individuais para cada uma das empresas portuguesas e espanholas participantes, com necessidades e objetivos diferentes em cada mercado. O apoio dos nossos consultores locais em cada mercado foi fundamental para assegurar a concretização de todas as reuniões previstas, com um suporte logístico irrepreensível e um conhecimento detalhado dos países que se revelou imprescindível para estas primeiras deslocações.

A CCIP irá continuar a apoiar as empresas portuguesas com contatos de qualidade a nível internacional, nomeadamente em mercados que permitam uma diversificação geográfica das exportações, crucial para a sustentabilidade dessas mesmas empresas e também da nossa economia.

Contem connosco!

Consulte o nosso plano de ações internacionais e contacte-nos através do internacional@ccip.pt    

Imobiliario Portugues Noticia

As recentes tensões geopolíticas da Europa, acompanhadas pelo risco da crescente pressão inflacionista e os receios sobre o comportamento das taxas de juro levantam preocupações aos detentores de imobiliário, apesar do interesse dos investidores imobiliários internacionais pelo imobiliário português não ter dado sinal de ter refreado nomeadamente no sector residencial e nos ativos de rendimento.

Outros fatores pesam ainda positivamente pois a Segurança de Portugal poderá sobressair com o conflito na Ucrânia ficando mais favorecido como uma opção ainda mais válida por fatores chave como a sua geografia e uma maior perceção de segurança.

Poderemos vir inclusive, infelizmente por más razões, a beneficiar no sector no turismo com uma procura crescente de mercados emissores que não eram tradicionalmente nossos, movimento esse ao qual já se soma também um crescente interesse de compradores e de empresas com poder económico em vir para este canto mais tranquilo e afastado dentro do contexto Europeu.

A subida generalizada de custos de matérias primas e por consequente de valores de obra por pressão inflacionista, esta a ser refletida no aumento dos preços de comercialização e parece ser algo de inevitável no setor.
Ao fator inflação soma-se ainda o balanço de uma oferta insuficiente face á procura e ainda ao aumento dos custos de construção desta feita provocados pelas interrupções nas cadeias de fornecimento e pela subida generalizada de preços de matérias primas por via da escassez o que vem agravar ao já existente problema da mão de obra.

Muitas empresas com uma postura mais ativa estão a atualizar a valorização contabilística dos seus ativos e a renegociar seguros e financiamentos para tentar mitigar impactos potenciais até fim do ano pois uma melhor aferição do capital a segurar é importante numa configuração de soluções de transferência de risco de potenciais danos materiais especialmente no contexto de aumento da inflação expectável.

A atualização dos valores segurados assume nestes contextos um maior relevo e importância sob pena de estarem em posição de falta de cobertura do risco de dano. A simples atualização anual utilizando os índices oficiais é insuficiente perante alterações conjunturais rápidas pois não espelhará a nova realidade em tempo útil.

 

José Manuel Morgado, Partner da PVW TINSA

Artigo Patrocinado - José Manuel Morgado 1    

Assembleia Geral 

Lisboa, 24 de março 2022 – Rui Miguel Nabeiro venceu as eleições à presidência da direção da Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), que decorreram esta tarde na sede da instituição. O presidente executivo do Grupo Nabeiro sucede assim a Bruno Bobone, que liderou a CCIP desde 2005.

A direção liderada por Rui Miguel Nabeiro e os restantes órgãos sociais foram eleitos por unanimidade pelos associados da CCIP.

«É com enorme honra que chegamos à presidência da CCIP, agradecendo a confiança que nos foi depositada», afirma Rui Miguel Nabeiro. «Chegamos com os olhos postos no futuro para, com ambição e inovação, lutarmos pelo desenvolvimento das empresas portuguesas, apoiando-as na resposta aos desafios globais colocados pelas alterações climáticas, a digitalização, a transformação do mercado de trabalho e, agora, a toda a instabilidade provocada pela guerra», acrescenta o novo presidente da CCIP.

«Queria também deixar uma palavra de homenagem à direção que agora cessa funções, tendo a nova direção a intenção de honrar e dar continuidade ao trabalho realizado até aqui», diz ainda Rui Miguel Nabeiro.

Da nova direção, cujo mandato de três anos agora se inicia, fazem parte, enquanto vice-presidentes, Paulo Portas e Nuno Pinto Magalhães, em representação da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas.

Lidia Tarré, da Gelpeixe – Alimentos Gongelados, Mariana França Gouveia, da PLMJ Advogados, Pierre Debourdeau, do Eurogroup Consulting Portugal, Nuno Fernandes Thomaz, da Move Sports Organizações Desportivas, Miguel Pina Martins, da Science4You, e Ricardo Alves, da Riberalves – Comércio e Indústria de Produtos Alimentares, fazem parte da lista de Rui Miguel Nabeiro como vogais.

Já a mesa da Assembleia é composta por Bruno Bobone, do grupo Pinto Basto, que concorre para presidente, Nuno Jonet, da Tabaqueira, que se candidata como vice-presidente e António Belmar da Costa, da Agepor, para a função de secretário.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias. 

Não conheço o Nuno Melo. Nem sequer posso dizer que conheça muito daquilo que fez ao longo do tempo.

Mas foi com admiração que o vi assumir, no pior momento que uma instituição pode ter, a coragem de dar o corpo por aquilo que foi a sua opção de vida.

Conheci vários casos de instituições que estavam em más condições e em que me envolvi para as recuperar.

Eram organizações com as quais partilhava valores, ideais, responsabilidades e ambições. Por isso aceitei esses desafios.

São sempre momentos de muita preocupação, de muita aflição e de uma enorme solidão.

São momentos em que poucos nos acompanham, em que muitos duvidam, mas em que os que ficam são sempre os melhores.

Tornam-se amigos de uma enorme profundidade, companheiros de uma luta e confidentes das nossas vidas.

É um tempo em que trabalhamos sem saber se chegamos, sem ter qualquer perspetiva de retorno e mesmo colocando em risco a nossa credibilidade.

Depois, se conseguimos devolver a glória a essa instituição, aí ela enche-se de pessoas, torna-se apetitosa e todos nos dizem que era claro que tinha de ser feito.

Provavelmente até acham que nessa altura a liderança já precisa de ser mudada. Que temos de dar lugar a outros e que uma instituição não deve depender de ninguém.

E têm razão.

Mas no momento em que está aflita e destruída, essa mesma instituição depende tão-só daquele que acreditando se dispõe a que tudo corra mal.

Estou, por decisão minha, a deixar a presidência de uma instituição que passou por esse processo.

Chegou a hora de a entregar a todos os que a possam levar por um caminho de sucesso e que a possam fazer melhor do que eu a deixei.

Mas principalmente que a possam deixar ser independente, para que possa continuar a fazer o seu serviço.

Uma instituição com quase duzentos anos que voltou a viver.

É por essas razões que quero deixar aqui expressos a minha admiração e o meu apoio a quem, no pior momento desde a sua criação, decidiu apresentar-se para recriar o CDS.

Num tempo sem dinheiro, sem voz, sem parlamento e sem crédito, Nuno Melo decidiu assumir a responsabilidade de aparecer, dizendo acreditar naquilo em que ninguém mais acredita.

Apostar num partido que caiu de tal modo que os que o podiam ajudar deixaram claro que preferiam sair.

Um partido que tem tudo por refazer.

Tem de voltar a conseguir criar a simpatia dos seus votantes, tem de voltar a ser alternativa credível no pensamento dos portugueses.

Um partido que vale pelos seus valores tanto sociais como económicos. Que defende a pessoa como nenhum outro, promovendo a criação de riqueza sempre com o sentido da sua distribuição.

Um partido que faz falta a Portugal. Que Portugal não pode abdicar de o ter e que os portugueses precisam para refazer esta sociedade, hoje tão fragilizada pela guerra e pela pandemia.

É neste momento de dificuldade e de escassez de apoio que me revejo profundamente nesta atitude do Nuno Melo de se disponibilizar para servir Portugal, os portugueses e o CDS.

Por tudo isto parabéns e boa sorte. Que o trabalho tenha sucesso e que o partido da democracia cristã volte a ser fundamento da nossa sociedade.

Disse-me o Papa que de uma crise nunca se sai só, ou saímos todos ou não sai ninguém.

Por mim, saímos todos.

 

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Nos dias 10 e 11 de março, tivemos casa cheia, na sede da CCIP, para mais um Bootcamp de Marketing Digital, encontro anual sobre as principais tendências de marketing.

Durante duas manhãs, reunimos 27 profissionais reconhecidos da área do marketing com o objetivo de partilhar experiência e conhecimento. Foram momentos de debate, apresentações com relevância e conversas enriquecedoras sobre os principais temas que marcam a atualidade.

Isabel Corte Real, Diretora de Marketing da CCIP e Host do evento deu as boas-vindas aos participantes desta 10ª Edição.

Nas suas palavras de abertura, João Pedro Guimarães referiu que os temas escolhidos para este Bootcamp foram pensados para ir ao encontro das tendências atuais e ser de grande relevância e interesse para os participantes.

Catarina Barradas, Brand Global Unit Director da EDP, foi a Keynote Speaker do tema de abertura Marcas e Sustentabilidade, ficando claro que a Sustentabilidade tem um papel cada vez mais relevante na estratégia das marcas: “A Sustentabilidade já não é uma opção”, acrescentando que “As marcas que têm a sustentabilidade no seu ADN têm melhor performance”.

“Propósito, valores, missão, onde estão as fronteiras entre estes contextos?”, lançou o mote para o primeiro painel do dia: O Marketing com Propósito. Moderado por Inês Simas - CEO & Founder do Departamento de Marketing, contou com a participação de Cristina Maia - Marketing Director da METRO/MAKRO Cash & Carry, de Teresa Burnay, Marketing e Media Director da Unilever e de Tiago Soeiro, Brand Activation, Sponsorships and Content Manager Continente - Sonae MC. Foi transmitido de forma consensual pelos presentes, que todas a marcas têm que ter um propósito e este propósito tem que vir do topo e começar de dentro para fora.

No 2º Painel Criar conteúdos - what else is new?, a capacidade de contar boas histórias, de uma maneira relevante, pode fazer a diferença para passar a mensagem de uma marca e chegar aos consumidores. Construir conteudos genuínos, credíveis, sucintos e autênticos. O painel foi moderado por Luís Freitas - Owner da Joker Strategic Advisory, com os importantes contributos de Ana Oliveira - Head of Marketing Samsung, de Andreia Jotta - Diretora de Marketing Yunit, de Bruno Jorge - Head of branded content TVI e de Carolina Patrocínio - Apresentadora de televisão, influencer, criadora de conteúdos e empresária.

Encerrámos o 1º dia com a intervenção de Alexandra Machás e Susana Coerver, da SCOPEN Agency, com o tema Innovation Scope - Inovação, Sustentabilidade, Sociedade.

O segundo dia do Bootcamp começou com paixão. Mafalda Monteiro, Senior Digital Brand Manager e Vânia Vaz, Senior Brand Manager do Sporting Clube de Portugal foram as keynote speakers do tema As Marcas e as grandes Paixões. "Content is fire. Digital is Gasoline" foi uma frase que marcou a apresentação.

A estratégia Omincanal, o complemento entre o digital e o físico e as experiencias em todos os canais e espaços marcou o debate do 1º Painel do 2º dia: E-commerce: tendências e desafios.  Com a moderação de Sandra Alvarez - General Manager da PHD Media, participaram Miguel Vicente - CEO da Made2Web, Inês Condeço - Diretora de Marketing da Fnac,  Alberto Pimenta - Diretor de e-commerce dos CTT e Alberto Lançós - E-commerce Sales Cordinator na DHL. 

Marco Gouveia, consultor e formador de referência nacional em Marketing Digital, moderou o painel seguinte: Digital - para as pessoas, pelas pessoas. A mudança nos padrões de consumo provocado pela pandemia trouxe grandes desafios às empresas organizadoras de eventos. O digital teve um papel fundamental e permitiu consumir cultura mas o regresso ao presencial é o mais desejado por todos. Contribuiram para este importante debate, Ana Paulo - Business Development Manager da Fado in a Box, Filipa Nascimento - Head of Marketing Altice Arena e Nuno Santana - Owner da Niu Brand Activation.

No último panel do dia, Data Driven Marketing, com a participação de Teresa Virgínia - CMO & PR Lead Microsoft Portugal e Fabricio Nobre - Partner da Widepartner e moderação de Diogo Ferreira da Costa - Partner da Lift Consulting, falou-se das possibilidades infinitas que a tecnologia e o mundo dos dados proporciona aos marketers.

O evento terminou com a apresentação do estudo “IDC FutureScape: Worldwide Chief Marketing Officer 2022 Predictions”, por Gabriel Coimbra. da IDC.

O nosso agradecimento aos parceiros desta 10ª Edição. A Mais Meios que ofereceu brindes personalizados, a Suporte Rápido e a CBCatering!

Conheça as perspetivas sobre as tendências de marketing para 2022 de alguns dos oradores que estiveram presentes e faça o download do E-Book Tendências de Marketing 2022 - A Visão dos Responsáveis de Marketing, publicado pela CCIP.

"Foi a 1ª vez que participei e considero estas iniciativas essenciais pois são um espaço privilegiado para ouvir pessoas que sabem do que falam e partilhar experiências (A qualidade dos oradores é essencial). Este tipo de evento atribui à CCIP uma imagem de organização dinâmica e adaptada ao que hoje se espera de uma Instituição desta natureza. Parabéns!"

           Participante 10ª Edição

Noticia Internacional

De maneira a percecionar os desafios e oportunidades na internacionalização das empresas portuguesas para 2022, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), elaborou um questionário que esteve disponível online durante os dois primeiros meses de 2022 e que passamos a analisar:

Contámos com a participação de mais de 350 empresas portuguesas exportadoras. Este inquérito teve uma abrangência territorial de norte a sul do país com empresas das mais diversas dimensões e volumes de faturação.

Constatámos que 77% das empresas preveem para 2022 um crescimento no orçamento destinado às ações comerciais focadas em mercados externos. Neste âmbito, a CCIP é a entidade externa a quem mais recorrem para entrada em novos mercados, sendo que, 82% das empresas consideram que as Missões Presenciais e Agendamento de Reuniões Customizadas são as metodologias mais eficientes na prospeção de novos mercados e de alcance dos seus objetivos. Cerca de 70% pondera recorrer a fundos individuais para a internacionalização, sendo que os serviços da CCIP são enquadráveis nestes projetos.

Mais de metade das empresas está alerta para as dificuldades/barreiras que enfrentarão durante este ano, derivadas, entre outras, pelo aumento do custo das matérias-primas e problemas logísticos. No entanto, acreditam que perante estas dificuldades poderão advir oportunidades de negócio, como o crescimento na procura de fornecedores alternativos que estejam mais próximos geograficamente, de maneira a reduzir custos de transporte e tempos de entrega.

No que respeita à Documentação Internacional, as empresas portuguesas demonstram ter conhecimento dos serviços oferecidos pela CCIP, líder nacional na emissão dos Certificados de Origem e Carnet ATA. Mais de 99% das empresas que reuniram com a nossa equipa, diz ter ficado esclarecido sobre as funções e de como/quando pedir essas autenticações.

Estamos disponíveis para lhe explicar em detalhe como podemos ajudar a sua empresa com contactos de qualidade a nível internacional, que permitam alavancar os seus negócios. Consulte o nosso Plano de Ações Internacionais, bem como os links com testemunhos dos nossos clientes.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Ao fim de quase 15 dias de uma guerra inexplicável, assistimos uma vez mais na história do mundo a um louco tomar o poder e criar um clima de terror que coloca toda a população a temer pela sua vida e por tudo aquilo que ao longo de décadas foi criando com o seu trabalho, para garantir uma sociedade em que se possa viver com qualidade, tranquilidade e segurança.

Uma história que se repete essencialmente porque fomos comprometendo as nossas convicções com decisões fracas, que apenas tinham como objetivo não provocar aquilo que hoje já começou. Uma nova guerra.

Se tivéssemos sido corajosos e firmes nas nossas posições, teríamos provavelmente tido de enfrentar este louco numa fase menos desenvolvida da sua loucura e, certamente, num momento em que a sua força era ainda muito menor do que é hoje.

Com a nossa posição condicionada pelos nossos medos, permitimos que se fosse preparando para uma guerra que queríamos evitar e que apenas conseguimos promover.

É sempre o medo de assumir o confronto que nos leva às piores consequências.

Desta vez, a guerra foi feita a um povo que, ao contrário da maioria dos nossos dirigentes e das nossas sociedades, não tem medo.

Um povo que se juntou para combater um adversário muito maior do que ele, com uma capacidade de equipamento incomensuravelmente superior e que é, já hoje, o maior herói desta crise mundial.

É, não só o seu presidente que o representa, mas é também todo aquele povo que resolveu ficar para defender a sua terra. E ainda todos aqueles que deixaram as suas vidas noutras partes do mundo para irem lutar pelo que é por direito seu e pelos valores em que acreditam.

Glória à Ucrânia é um grito de uma grandiosidade e de uma beleza tal que se torna fundamental defendê-lo e promovê-lo dentro de todas as nossas sociedades.

Temos de aprender deste povo para saber tornar grande o nosso país, o nosso continente e o nosso mundo.
Não podemos continuar a deixar-nos liderar por quem não tem a coragem de se afirmar a quem promove o que está errado, que não tem o orgulho de dizer Glória a Portugal e Glória à Europa, quem nunca teria a coragem de ir para a guerra defender aquilo que é a nossa sociedade e os nossos valores.

Vivemos numa Europa que tem vergonha da sua história e da sua origem, que tem medo de impor a quem chega aquilo que são os valores que a fizeram, o continente onde todos quereriam viver e que por medo vai perdendo tudo aquilo que somos e pelo que os nossos antepassados, quais ucranianos, deram as suas vidas.

Não vejo nesta Europa um povo que estivesse disponível para enfrentar uma desgraça para defender a sua forma de viver, para, com orgulho, poder dizer eu morro por glória do meu país.

Hoje é tempo de tudo fazer com coragem, para ajudar a Ucrânia e os gloriosos ucranianos a ganhar esta guerra e a recuperarem a sua terra.

Mas de seguida temos de reconverter a nossa forma de estar e compreender que esta postura de comodismo, de indiferença, de medo e de permissividade só tem um fim.

Uma guerra provocada por outro louco fanático, que se aproveitará de todos aqueles nossos defeitos, para fazer valer a sua vaidade e loucura, num movimento de destruição de tudo aquilo que nos é querido e por que durante gerações trabalhámos.

Ao último louco tivemos a sorte de ter Churchill e os gloriosos ingleses a fazer frente. A este louco temos os ucranianos e o seu presidente a confrontar.

Não deixemos que, por nossa culpa e pelo nosso medo, venha a ser criado um novo louco que nos destrua.
Glória à Ucrânia, Glória a Portugal e Glória à Europa!

Noticia-Marrocos Comércio Internacional
A CCIP está em Marrocos naquela que é a 12ª Missão Empresarial a este país.

Marrocos tem uma das maiores economias no continente africano e considerado uma verdadeira porta de entrada no mercado da áfrica do norte.

Portugal surge, na 8ª posição enquanto fornecedor de Marrocos.

A evolução da economia marroquina, fruto de políticas e estratégias com resultados bastante positivos, estiveram, até agora, ligadas ao ambiente favorável da globalização dos negócios e assentes sobretudo na industrialização do país, na atração de IDE e na dinamização das designadas ZAI - Zonas de Aceleração Industrial.

No âmbito desta deslocação, a CCIP preparou um total de 40 reuniões individuais para as empresas participantes, que representam os setores de Atividades de Programação Informática, Fabricação de Artigos de Desporto, Suplementos Alimentares, Outras atividades de serviços de apoio prestados às empresas, Formação e Acessórios para Veículos Automóveis.

De 7 a 11 de março, os empresários participantes realizarão as suas reuniões negócio, previamente validadas e aprovadas, com empresas marroquinas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante reúne apenas com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios.

Devido à grande procura deste mercado e aos resultados francamente positivos que temos vindo a verificar, a CCIP já está a preparar um evento direcionado exclusivamente ao setor Alimentar e de Bebidas, que decorrerá entre 6 e 10 de Junho.

Conheça o nosso Plano de Ações Internacionais 2022e faça mais negócios a nível internacional!

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Foi lançado recentemente um livro extraordinário sobre a vida de uma das maiores empresas açucareiras mundiais que existiram em Moçambique e que era uma das suas maiores fontes de rendimento. A Senna Sugar.
O livro, Doce Amargura, foi escrito por Paul Laperre, holandês, que aí trabalhou durante as décadas de 1960 e 70, com uma enorme quantidade de informação e uma capacidade rara de ser neutral, apresentando sempre diferentes visões do mesmo acontecimento e retratando-o com enorme detalhe.

O livro trata de um período de cem anos da presença de Portugal em África, da independência de Moçambique e da guerra civil entre a Frelimo e a Renamo.

É um livro que consegue ser um romance da vida do criador da empresa, uma história da sua família, uma história de uma indústria, um retrato sociológico da época e um livro de história de dois países.

A obra é verdadeiramente excecional, muitíssimo interessante e é ainda um serviço público aos nossos países, pois é um documento fundamental para entender os últimos cem anos de presença de Portugal em África.
Por tudo isto estão de parabéns o seu autor, Paul Laperre, e Diane Villax, que o promoveu e o estimulou a editar esta obra.

Apenas tenho pena de não encontrar mais testemunhos como este, que os haverá em grande quantidade, e que infelizmente estarão a desaparecer com aqueles que viveram essas experiências e que não tiveram a oportunidade ou o saber de as escrever.

Essa é a fraca força da nossa cultura.

Pessoas de uma capacidade excecional que foram capazes de se lançar pelo mundo fora em condições de enorme dificuldade, vivendo verdadeiras aventuras a merecerem ser contadas, mas que, ao voltarem aos seus lares, deixam que o tempo leve esses momentos e essas histórias, sem que delas fique registo marcante e cultura para os que vierem depois.

Uma cultura de viver e de enfrentar as dificuldades, mas sem cultura de registar os seus êxitos e as suas desgraças.
E, ainda que possamos ter a sorte de que algum outro estrangeiro decida relatar a sua experiência no nosso país, será sempre com os olhos da sua própria cultura e da sua própria verdade, sempre condicionado por preconceitos e ideias preconcebidas que darão uma imagem mais crítica e muitas vezes incompreendida daquilo que este povo tão bem fez pelo mundo.

Com defeitos, naturalmente, como todos os outros, mas com enormes qualidades que aos outros não interessam louvar.
Grandes homens e grandes feitos que conhecemos e reconhecemos foram sempre relatados por quem estava próximo de quem os fez e, em casos muito especiais, pelos próprios que nunca quiseram deixar em mãos alheias a descrição das suas ações.

Tanto César como Churchill não deixaram de dignificar a sua intervenção nos destinos da humanidade.
É apenas justo que Portugal também possa beneficiar de quem o faça.

De quem conte a história da vida de quantos sonharam, trabalharam, arriscaram e criaram para fazer tudo aquilo que Portugal deixou por esse mundo fora e que ainda hoje é uma parte muito significativa daquilo que se conhece da história do nosso planeta.

Apostemos em contar as nossas histórias para fazermos grande a história de Portugal.

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