Estudo-Economico-Europeu-2020

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem vindo a desenvolver anualmente um Estudo Económico Europeu em colaboração com a Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias.

Este Estudo, que tem por objectivo aferir as perspectivas económicas das empresas para o ano seguinte, é baseado num inquérito desenvolvido em diversos países, numa acção coordenada pelas respectivas Câmaras de Comércio e Indústria. Na qualidade de única Câmara de Comércio em Portugal filiada na Eurochambres, cumpre à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conduzir este inquérito a nível nacional.

Face à importância de que se reveste esta iniciativa, solicitamos o seu contributo para a elaboração deste Estudo, mediante o preenchimento de um questionário, que demora cerca de 3 minutos a responder, até ao próximo dia 20 de Setembro.

Posteriormente, o relatório com as conclusões deste estudo, elaborado pela Eurochambres, estará disponível no final do próximo mês de Novembro. Este relatório poderá ser solicitado directamente para jpc@ccip.pt (João Paes Cabral).

Agradecemos antecipadamente a sua participação!

Responda aqui ao questionário.

 

Para mais informações ou esclarecimentos adicionais contacte o Departamento de Assuntos Europeus através do telefone 213 224 050 ou do e-mail jpc@ccip.pt

associacao-comercial-porto

A Associação Comercial do Porto e a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa estabeleceram uma parceria com o objectivo de apoiarem as empresas nos seus processos de internacionalização, nomeadamente através da participação em missões empresariais conjuntas nesta área. Este acordo representa mais um passo significativo para as mais antigas associações empresariais privadas portuguesas, que têm como uma das suas linhas de operação apoiar os seus associados, e respectivas empresas e instituições, a alcançarem novos mercados através de parcerias e eventos.

No âmbito desta parceria, as instituições apresentam um vasto plano de acções por todo o mundo que leva empresas e instituições a realizarem negócios em mercados interessantes para as suas respectivas áreas. Consulte todas as informações sobre o modelo de operação e o plano de acções relativas às missões empresariais.

noticia-missao-coreia-do-sul

Depois do sucesso das edições de 2017 e 2018, a Câmara de Comércio voltou à Coreia do Sul pela 3ª vez com uma delegação de 6 empresas portuguesas de diversos sectores de actividade, entre os quais: alimentar, pedras e mármores e TI.

Os empresários tiveram oportunidade de conhecer o ambiente de negócios e concretizar cerca de 50 reuniões individuais, com excelentes perspectivas de negócios para a maior parte das empresas.
Durante a missão, foram proporcionados alguns momentos de networking onde se destaca um jantar com o Embaixador português na Coreia do Sul, Sr. Manuel Gonçalves de Jesus.

 

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Departamento de Comércio Internacional
internacional@ccip.pt | +351 213 224 067

plano-formacao-2semestre

No primeiro semestre de 2019, realizámos um volume de 621 horas de formação com cerca de 80 participantes. Nestas sessões formámos colaboradores de empresas de diversos sectores de actividade, entre elas: Fapil, Vantagem +, Ship4You, Sumol+Compal, MDS, Farmaka, Autoeuropa, Novabase, JMBS Investimentos, Coutinho, Neto & Orey Lda., PLMJ, Caixa Agrícola Seguros, Casa da Comida e muitas outras.

O nível de satisfação das formações aumentou face ao período homólogo. Passámos de uma média de 4,14 para 4,30, com o maior número de cursos realizados nas áreas de marketing, vendas e negociação e desenvolvimento pessoal.

No segundo semestre vamos continuar a apoiar as empresas portuguesas no desenvolvimento e aprofundamento de competências do seu capital humano nas áreas de soft skills; internacionalização; marketing; vendas; protecção de dados; gestão de projectos; finanças; contabilidade e línguas.

Contamos com uma equipa de formadores certificados e com entidades parceiras associadas que prestam os melhores serviços de formação. Esta equipa marca a diferença pelo conhecimento e pela partilha das suas experiências práticas que cruzadas com a dos participantes se traduzem em formações bastante enriquecedoras.

Consulte o nosso plano e planeie connosco a sua formação no segundo semestre!

almoco-debate-com-assuncao-cristas-na-ccip

Assunção Cristas, Presidente do CDS-PP, esteve na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa para explicar as suas propostas para as legislativas, que se realizam em Outubro.

Numa conversa com Bruno Bobone, Presidente da CCIP, a líder do CDS-PP respondeu a diversas perguntas. Ao longo das suas intervenções, Assunção Cristas referiu que “o CDS falava sozinho dentro e fora do parlamento” pois o “PSD não está disponível para isso” (coligação pré-eleitoral), referiu que a estabilidade fiscal está no topo da sua agenda, nomeadamente através de um decréscimo fiscal estável para as empresas, e mencionou que é necessário um maior envolvimento da iniciativa privada junto dos partidos políticos.

A Presidente do CDS-PP afirmou que as eleições de 2015 ditaram uma mudança "na prática" do sistema eleitoral, dado que António Costa e o PS não ganharam as eleições e estão a governar, resultado da maioria de esquerda na Assembleia da República. Hoje, já não existe, afirmou, "a pressão do voto útil que levava a que o CDS não tivesse a expressão" que Cristas disse sentir que "poderia ter" e que o voto hoje "está mais livre", permitindo ao eleitor escolher com mais liberdade sabendo qual a política de alianças dos centristas.

Assunção Cristas clarificou ainda que, após as eleições, a aliança preferencial será com o PSD e outros partidos da área do centro-direita, afastando quaisquer entendimentos com os partidos à esquerda.

A líder do CDS-PP foi a primeira convidada do ciclo de almoços-debate da CCIP, dedicados às eleições legislativas, seguindo-se, em Setembro, outros líderes partidários.

 

Outras notícias:

Jornal Económico

Antena 1

Notícias ao Minuto

TSF

DN

SIC Notícias

Público

Embaixador-Republica-Islamica-em-Portugal

No passado dia 12 de Julho, Bruno Bobone, Presidente da CCIP, recebeu o novo embaixador da República Islâmica do Irão em Portugal, S.E. Morteza Damanpak Jami.  Durante a reunião os intervenientes assumiram o compromisso de investir no desenvolvimento das relações económicas entre os dois países.

O novo embaixador tem desempenhado cargos representativos do Irão em várias organizações internacionais, nomeadamente a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Jami ingressou nos quadros do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano em 1989 e foi já embaixador do Irão em Djibouti, na Etiópia, e em Copenhaga, na Dinamarca.

paulo-nunes

Aos 60 anos, Paulo Nunes de Almeida, Presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), faleceu na sequência de uma doença prolongada.


“Morreu um grande nome do associativismo português”, destaca Bruno Bobone, Presidente da CCIP. “Paulo Nunes de Almeida foi um amigo de quem se gosta pela sua simplicidade, simpatia, honestidade e dedicação ao seu projeto. Tomou a seu cargo uma importante associação empresarial, que atravessava uma situação complicada e difícil e conseguiu dar-lhe as condições de se tornar numa das organizações empresariais que mais contribuíram para o apoio ao desenvolvimento da economia portuguesa nos últimos anos. Com a sua postura tranquila e a sua simplicidade simpática, conseguiu mover as montanhas que poucos se atreveriam a enfrentar e obteve os resultados que poucos acreditariam ser possíveis. Recuperou uma instituição garantindo-lhe as competências e os apoios que foram necessários à manutenção da credibilidade do seu projeto. Perdemos um amigo, um lutador e um grande defensor das empresas e da economia portuguesa.”

Paulo Nunes de Almeida nasceu no Porto, a 24 de Março de 1959, licenciado em Economia. Foi Vice-Presidente na Associação Nacional dos Jovens Empresários e teve vários cargos directivos na Associação Comercial do Porto. Tornou-se o 30º Presidente da AEP em 2014, depois de ter exercido seis anos como Vice-Presidente na anterior Direcção.

Por ocasião dos 170 anos da AEP, Nunes de Almeida foi condecorado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito Empresarial, pela intervenção enquanto dirigente associativo na defesa das empresas e da economia nacional.

posto-de-trabalho

No início deste ano, os jornais alertavam para o facto do esperado aumento do recurso aos “robôs” poder vir a determinar a eliminação de 1,1 milhões de empregos em Portugal, até 2030.

Esta era uma das conclusões de um estudo então divulgado sobre o futuro do trabalho, realizado pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP) em parceria com o McKinsey Global Institute e a Nova SBE.

Este estudo prevê também que 1,8 milhões de trabalhadores portugueses irá necessitar de reciclar e melhorar as suas competências, ou mesmo mudar de emprego, nos próximos onze anos. Para este mesmo período de tempo, um outro estudo da McKinsey sobre o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho de 46 economias (representativas de 90% do PIB mundial) antecipa a eliminação de entre 400 e 800 milhões de empregos em todo o mundo.

Num artigo dedicado à Automação e à exigência de requalificar as pessoas, o Presidente da CCIP, Bruno Bobone, fala da necessidade de reconverter a força de trabalho e da importância de repensar e estruturar esta tarefa.

 

“O desafio que temos pela frente pode e deve resultar numa enorme oportunidade. Mas, para isso, teremos que saber minimizar as dificuldades levantadas pela digitalização da economia, enfrentando a fase de transição com novas políticas que sustentem um ambicioso e dinâmico plano de requalificação da nossa sociedade. O que só poderá ser alcançado com um esforço muito bem conjugado entre o sector público, as empresas e as instituições de educação e formação, com as Universidades à cabeça.” - Referiu Bruno Bobone.

 

Veja o artigo completo

Acordo-comercial-UE-Vietname

A União Europeia (UE) e o Vietname, assinaram no passado dia 30 de Junho, em Hanói, um acordo de comércio livre e um acordo de protecção do investimento. 

O Vietname é o segundo país do sudeste asiático, depois de Singapura, a beneficiar de um acordo de comércio com a UE. 

É uma das principais economias na Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), com 95 milhões de consumidores e um crescimento económico superior a 6% nos últimos anos, está entre as 50 maiores economias mundiais. É o segundo maior parceiro comercial da UE na ASEAN, a seguir a Singapura, com trocas comerciais de bens, em 2018, no valor de 49,3 mil milhões de euros e de 4,1 mil milhões de euros em serviços, em 2017.

O Vietname, como cliente de Portugal, ocupou em 2018 a 64ª posição e como fornecedor a 28º posição. Os dados mais recentes disponibilizados pelo INE revelam que 241 empresas portuguesas exportaram para este mercado em 2017.

As exportações para este mercado, em 2018, totalizaram 35,8 milhões de euros, sendo que as importações de produtos vietnamitas, no mesmo período, ascenderam a 325,8 milhões de euros.

As principais exportações portuguesas foram constituídas essencialmente por medicamentos (19,3%); máquinas e aparelhos de impressão (14,8%); peixes congelados (4,7%); máquinas e aparelhos de elevação (4,2%); máquinas para lavar e limpar (3,6%) e máquinas para trabalho de pasta de papel (3%). Quanto às importações provenientes do Vietname, estas dizem respeito principalmente a aparelhos eléctricos (51,2%); café (8,8%); crustáceos e moluscos (4,9%); máquinas para processamento de dados (3,9%); filetes de peixe (3,2%); partes e acessórios para veículos (2,7%) e calçado (2,7%).

O acordo comercial irá eliminar 99 % dos direitos aduaneiros, aplicáveis aos bens comercializados entre as duas partes, de uma forma progressiva. As empresas da UE passam também a poder participar em concursos para contratos públicos no Vietname em pé de igualdade com as empresas nacionais.

Com a entrada em vigor do acordo comercial – que necessita ainda de ser ratificado no Parlamento Europeu – o comércio entre Portugal e este país do sudeste asiático tem grandes potencialidades para se desenvolver e irá proporcionar novas oportunidades para as empresas diversificarem os mercados de destino das suas exportações.

Em 2017 foi constituída a Câmara de Comércio e Indústria Portugal Vietname (CCIPV) que integra a rede das Câmaras de Comércio Portuguesas no estrangeiro (RCCP) coordenada pela CCIP. A CCIPV tem como principal missão promover as relações económicas entre Portugal e o Vietname.

Mais informações sobre as relações económicas com o Vietname e os principais elementos dos acordos de comércio e de investimento, poderão ser obtidas na página da Comissão Europeia.

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No passado dia 28 de Junho, a União Europeia (UE) e os países membros do Mercosul, a Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai, concluíram as prolongadas negociações com vista a um importante acordo comercial.

O actual comércio bilateral da UE com o Mercosul ascende já a 88 mil milhões de euros por ano para as mercadorias e a 34 mil milhões de euros para os serviços. A UE exporta para o Mercosul bens no valor de 45 mil milhões de euros por ano e importa produtos do Mercosul com um valor quase idêntico, 43 mil milhões de euros.

No que se refere aos serviços, a UE exporta mais do dobro do que importa: 23 mil milhões de euros de serviços prestados por empresas da UE a clientes no Mercosul contra 11 mil milhões de euros em serviços prestados a clientes da UE por empresas dos países do Mercosul.

As empresas da UE irão beneficiar de um acesso privilegiado a um mercado de mais de 260 milhões de consumidores. Os exportadores da UE beneficiarão de reduções progressivas dos direitos aduaneiros que, ao longo do tempo, permitirão às empresas europeias realizar economias anuais superiores a 4 mil milhões de euros. (fonte Comissão Europeia)

Portugal é um dos países da UE que mais irá beneficiar com a entrada em vigor deste acordo comercial. Em 2018 as exportações portuguesas de mercadorias, para os países que integram o Mercosul, totalizaram 943,25 milhões de euros, com destaque para o Brasil que foi o principal mercado, com as exportações portuguesas a atingirem 809,7 milhões de euros.

Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspectivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

Obtenha mais informações sobre o acordo UE-Mercosul no site da Comissão Europeia.

Insight-3edicao-destaque

A terceira edição do InSight – Um olhar sobre a internacionalização das PME, vai ser apresentado ao público no dia 25 de Junho, durante o Bootcamp Internacional.

O InSight pretende desde o 1º momento afirmar-se como um corpo de conhecimento sobre a realidade das pequenas e médias empresas (PME) internacionalizadas, compreender as suas actividades de internacionalização, o seu mood (indicador de confiança) e as suas perspectivas de desenvolvimento futuro. Mais do que um inquérito recorrente, o InSight é um espaço aberto e colaborativo de criação e disseminação de conhecimento que fomenta a dinâmica de internacionalização da economia portuguesa, promovendo o debate público e alicerçando a actuação dos principais stakeholders envolvidos nesta área.

 

“Para as PME, o InSight tornou-se também um instrumento valioso e essencial para todas as que querem, como nós, de forma profissional, definir estratégias que contribuam para o seu desenvolvimento e crescimento «fora de portas».” - Referiu Bruno Bobone

 

Todos os participantes no Bootcamp Internacional receberão um exemplar do estudo, em primeira mão.

Aceda à agenda do Bootcamp Internacional para marcar o seu lugar.

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“Os analistas políticos são praticamente unânimes: os resultados das recentes eleições para o Parlamento Europeu não provocaram nem grandes surpresas, nem grandes dramas políticos, com os eleitores a darem um sinal inequívoco de desejo de mudança, mas num quadro de defesa e de revitalização da União Europeia” – observou Bruno Bobone, Presidente da CCIP.

O avanço dos partidos eurocéticos, embora real, não foi suficiente para se tornarem uma minoria de bloqueio em Bruxelas, o que poderia ter consequências graves para o futuro da União Europeia. Por outro lado, o facto de os dois grandes agrupamentos políticos de centro-direita (PPE) e de centro esquerda (S&D) não terem alcançado a maioria dos votos, pela primeira vez, foi um dos factos mais significativos destas eleições.

“E é aqui que está o principal sinal de mudança, pois os partidos que integram estes dois agrupamentos já não serão os únicos a decidir como até agora. Terão que negociar com os liberais e democratas (ALDE&R) e também com os Verdes, que viram a sua representatividade crescer de forma clara.“

Quer isto dizer que poderemos vir a assistir a alterações sensíveis na forma de governar a União Europeia.

Veja o artigo completo no blogue de Bruno Bobone

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Na terça-feira passada, foram anunciados os vencedores da 3ª edição dos Heróis PME, durante a gala de entrega dos prémios realizada na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

Rui Fonseca (Altronix) foi o grande vencedor do Prémio Heróis PME. Adérito Ferreira (Readiness), Alexandre Lopes (Óculos para Todos), Arsénio Gil (Sysdev) e Francisco Abreu e Miguel Abreu (Casa dos Reclamos) completam a lista dos 5 vencedores desta terceira edição do Prémio Heróis PME.

Segundo Bernardo Maciel, diretor-geral da Yunit Consulting, “estas empresas foram eleitas com base em critérios definidos, dos quais destacam-se: a visão, a coragem empresarial de acordo com o contexto, a criatividade e o impacto causado nas comunidades”.

Foram mais de 50 PME candidatas, de sectores diferenciados e oriundas dos mais variados pontos do país, das quais 10 foram seleccionadas por milhares de portugueses. O júri, no passado dia 27 de Maio, votou e elegeu as 5 empresas vencedoras.

 

O júri foi composto por:

  • Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting;
  • Jayme Kopke, Director Geral da Hamlet;
  • Joana Petiz, Subdirectora do Dinheiro Vivo;
  • Bruno Caixeirinho, Director Corporate Finance do Banco BIG
  • Carlos Suárez e Francisco Campilho, Deputy CEO’s da Victoria Seguros
  • Gabriel Martins da Costa, CEO da CMM
  • João Pedro Guimarães, Secretário-Geral da CCIP

 

O principal ganho deste prémio é a visibilidade que será dada não só à empresa vencedora, que beneficia de uma campanha na TSF, mas a todos os participantes que estão no top 10.

Mas os prémios não ficam por aqui:

  • Prémio CCIP: o grande vencedor ganha filiação na CCIP durante 1 ano e o direito a participar numa missão empresarial à escolha, do calendário de atividades 2020.
  • Prémio VICTORIA Seguros: uma Avaliação de Risco, incluindo o relatório de Diagnóstico e Proposta de Otimização de Soluções Patrimoniais e Pessoais, para as 10 empresas finalistas.
  • Prémio Yunit Consulting: um plano de “Estratégia de Negócios” ou um plano de “Gestão de Processos” ou um "Diagnóstico de Contexto de Transformação Digital" para as 5 empresas vencedoras.
  • Prémio Hamlet: a agência responsável pela comunicação do prémio, oferece um Diagnóstico de Comunicação Digital a todo o top 5.

documentos-de-apoio-exportacao

Portugal sempre foi um país exportador. Passou de 26% do PIB, em 1996, para 44%, em 2018. O desígnio de crescer está na génese da maioria dos processos de internacionalização das PME portuguesas: 72% das PME inquiridas para o Insight, um estudo sobre a internacionalização das PME, anualmente publicado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), menciona esse facto como uma das principais razões para o início do processo.

Com o objectivo de apoiar as empresas neste processo, Sónia Morgadinho, do departamento de Comércio Internacional da CCIP, escreveu um artigo para a PME Magazine dedicado aos documentos de apoio à exportação.

Neste artigo, a especialista da CCIP explica como é que as empresas podem tornar os seus processos de exportação mais ágeis e céleres.

 

Leia o artigo aqui.

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São muitas as empresas portuguesas que iniciaram uma forte estratégia de comunicação digital e que usam as redes sociais como amplificador da sua marca, ambicionando uma maior proximidade com os clientes e uma presença mais global.

Apesar desta consciencialização digital, parece faltar, a uma grande parte das empresas, uma estratégia concertada para a “transformação digital”. É um facto, que esta mudança é transversal a toda a empresa e que implica uma grande restruturação interna a nível de processos, de tecnologias e, mais importante, a nível de recursos humanos.

 

Dos factores críticos de sucesso para a transformação digital, parece consensual que o factor humano, quer cultural quer de liderança, seja o mais importante para o sucesso das empresas que actuam com uma visão global, ignorando fronteiras, mas atentas às diferenças culturais e às novas necessidades do cliente Digital.

 

A transformação digital não é um processo fácil nem imediato, e o retorno do investimento só é possível se existir um compromisso de toda a equipa na implementação dessa mudança, assim como de uma consultoria especializada, com consultores capazes de auxiliar no desenvolvimento a nível de diligências e/ou investimentos. A boa notícia é que, apesar da relutância dos gestores em aceitar ajuda externa e de ceder ao aparecimento de novas práticas, existe em Portugal um crescimento acentuado de empresas eficientes focadas nesta especialização.

 

Esta resistência é mais recorrente em empresas tradicionais, com negócios familiares de duas ou três gerações, que se sentem ameaçadas com a nova geração de nativos digitais, que por já terem nascido num mundo digital, não têm estruturas pesadas e estão habituados a testar vários modelos de negócio e de monetização, sem grandes custos ou impactos. É a velha história da agilidade do rato versus do elefante. Estes “new entrants” aparecem como concorrentes surpresa, em qualquer sector, sem ter o expertise dos “elefantes” mas com estruturas muito leves e uma agilidade incrível nos seus processos internos e de facing com o cliente, nos modelos de negócio, na cultura digital e no total domínio das tecnologias.

 

Este é o factor mais importante que dita a urgência de iniciar rapidamente um processo de transformação digital sério, muito para além da típica presença online nas redes sociais e websites.

 

Todas as empresas que aspiram a ser globais e a tornarem-se mais competitivas, têm hoje que estar munidas desta característica “camaleónica” de adaptação e transformação de acordo com as circunstâncias voláteis, de um mercado imprevisível e em constante evolução, com coragem, determinação e uma grande capacidade de adaptação.

 

Se pretende iniciar um processo de transformação digital, consulte o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento da CCIP.



Este artigo foi redigido pela Yunit Consulting no âmbito da parceria estabelecida para o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento.

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No dia 26 de Maio, Portugal elege 21 eurodeputados para os próximos 5 anos.

As próximas eleições europeias têm lugar entre 23 e 26 de Maio de 2019, variando a data consoante o Estado-Membro, dando a todos os cidadãos da UE a oportunidade de escolherem os seus representantes no Parlamento Europeu. Em Portugal realizar-se-ão no dia 26 de Maio e terão como objectivo a escolha dos 21 deputados portugueses, com assento no Parlamento Europeu, que são eleitos de cinco em cinco anos.

Os representantes que elegemos tomam decisões que têm impacto no nosso dia-a-dia: no trabalho, na saúde, nos custos com a energia, na economia, e em muitas outras áreas. Por esta razão não perca a oportunidade de se envolver neste processo.

O projecto europeu alcançou progressos notáveis nos últimos 60 anos para preservar a paz, garantir a liberdade e prosseguir a prosperidade. Mas não devemos tomar esta realidade como garantida.

Assim, a proposta é simples: Planeie uma ida às urnas no próximo Domingo, dia 26 de Maio, convide os seus amigos e familiares a integrarem os seus planos para esse dia e, depois de votar, partilhe uma fotografia com a hashtag #javotei.

O seu voto é muito importante!

As Câmaras de Comércio na União Europeia, representadas na Eurochambres, querem uma Europa aberta às empresas, uma Europa que crie emprego e crescimento, saiba mais aqui.

Visite o site Chambers4EU

 

Qual é o balanço do mandato da Comissão Europeia 2014-2019? Fique a conhecer os factos interessantes no documento ,“The Good, the Bad and the Ugly”, preparado pela Eurochambres.

 

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No âmbito da 4ª edição da formação de documentos internacionais promovida pela Câmara de Comércio, realizou-se a primeira visita técnica à DHL. Durante uma manhã, os formandos tiveram a oportunidade de aplicar na prática alguns dos conhecimentos adquiridos e conhecer os diferentes tipos de documentos necessários em várias situações de importação e exportação de mercadorias.

A DHL Express tem como actividade o transporte expresso internacional de encomendas e documentos, em todo o mundo, através de uma rede expresso programada. À DHL agradecemos a forma como recebeu o grupo, bem como a disponibilidade para apoiar os formandos na sua aquisição e desenvolvimento de competências.

Conheça o calendário de formações da CCIP e saiba mais sobre a formação à medida.

Archipelago

O Programa ARCHIPELAGO é uma iniciativa da UE que visa apoiar e promover o desenvolvimento do ensino técnico e especializado, em África, com vista a colmatar a falta de recursos humanos qualificados.

Este Programa financiado pela UE e desenvolvido em colaboração com um consórcio constituído pela Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio Europeias, Sequa e CPCCAF-Conférence Permanente des Chambres Consulaires Africaines e Francophones, abrange os seguintes países: Burkina Faso; Camarões; Costa do Marfim; Gana; Mali; Mauritânia e Senegal.

São elegíveis:

  • acções de formação em sistema dual;
  • formação na área do empreendedorismo;
  • capacitação de organizações de apoio à actividade empresarial e validação de habilitações;
  • entre outras.

 

Podem-se candidatar consórcios constituídos por, no mínimo, dois parceiros, sendo que um deverá ser originário de um Estado-Membro e outro de um dos 7 países abrangidos pelo programa. Os candidatos terão de ser organizações sem fins lucrativos, que poderão apresentar a candidatura em parceria com empresas interessadas.

Informações adicionais sobre este programa podem ser obtidas através deste link.

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Com o objectivo de aproximar as duas instituições no que diz respeito às acções de internacionalização para as empresas e documentos para a exportação, a CCIP esteve na Associação Comercial do Porto - Câmara de Comércio e Indústria do Porto.

Num encontro entre Miguel Pinto Maria, Director Executivo da ACP, e Pedro Magalhães, Director de Comércio Internacional, foram discutidas as possibilidades de incremento de sinergias entre ambas as partes.


A Associação Comercial do Porto é uma instituição que conta com mais de 180 anos de existência e que pretende ser um ponto de encontro e um centro de reflexão com vista à promoção do progresso e da ilustração da cidade do Porto e de toda a Região Norte.

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A internacionalização é um processo longo que deve ser acompanhado e rodeado dos parceiros certos. Na CCIP tentamos estar perto das empresas que nos confiam esse papel e que nos escolhem para abordar mercados estrangeiros.

É com esse objectivo que o Director de Comércio Internacional, Pedro Magalhães, visita frequentemente empresas Associadas e Clientes.

Limeport, Maçarico, Lusavouga, Porminho, Irmarfer foram algumas das empresas que nos abriram as portas em Maio, para falar sobre as experiências nas missões empresariais e viagens individuais de negócios, bem como para discutir as perspectivas e objectivos neste âmbito para o segundo semestre de 2019.

Acreditamos que para ter êxito na internacionalização, as empresas portuguesas precisam de se deslocar aos países que vêm como potenciais mercados para a expansão do seu negócio. Para tal desenvolvemos dois tipos de serviços de internacionalização: as Missões Empresariais e as Viagens Individuais de Negócios.

diversificar-mercados

“A economia global está a arrefecer; deparamo-nos com uma crise comercial de dimensão ainda desconhecida, mas já preocupante; a confortável acalmia dos mercados que permitiu um crescimento sustentado nos últimos anos está periclitante”, explica Bruno Bobone no artigo do seu blogue.

O proteccionismo dos EUA e da China, as incertezas relativas ao Brexit e a crescente vaga de populismo em território europeu, são alguns dos factores que, a par com o abrandamento das exportações portuguesas em 2018, têm servido de alerta para a necessidade das empresas apostarem em mercados alternativos.

“Não quer isto dizer que devamos descurar os mercados tradicionais, que exigirão até um maior esforço promocional dos nossos produtos, pois eles continuarão a ter um peso decisivo nas vendas totais. Contudo, devemos sim investir na busca de novas geografias onde a procura seja agora mais forte e suficientemente atrativa.” refere o Presidente da CCIP, salientando que também há resultados positivos.

 

Leia o artigo completo aqui

 

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Numa entrevista recente ao jornal Público, Bruno Bobone, Presidente da CCIP, afirma que Portugal tem tudo para ser um grande país.


Durante a sua conversa com a jornalista Leonete Botelho, Bruno Bobone falou do papel que o Estado deve ter na vida das empresas, aponta o fracasso como um caminho de aprendizagem e refere a concertação estratégica em torno de objectivos nacionais e a participação dos trabalhadores na gestão das empresas como dois importantes eixos.

"O empresário é o grande motor do desenvolvimento da economia — se não correr riscos, não vai cumprir o seu papel e é isso que tem acontecido em Portugal."

Veja a notícia completa aqui.

Fotografia: Miguel Manso

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Rússia, México e Marrocos foram os destinos escolhidos por 17 empresas portuguesas para analisar a possibilidade de expansão da sua actividade internacional.
As três missões empresariais contaram com a participação de empresas de vários sectores de actividade, para as quais foram preparadas agendas individuais de três dias, com contactos relevantes de acordo com o perfil indicado.

Para garantir que as empresas teriam oportunidade de preparar a sua abordagem, os contactos foram pré-validados antes da deslocação. Mais uma vez, a Câmara de Comércio aposta em agendas de qualidade em mercados em crescimento, levando as empresas nacionais a expandir os seus negócios.

Destacam-se ainda os encontros com o Senhor Embaixador de Portugal em Moscovo, Paulo Vizeu Pinheiro, e com o Senhor Embaixador de Portugal na Cidade do México, Jorge Roza de Oliveira, os quais se revelaram excelentes momentos de networking e acolhimento aos empresários portugueses em ambos os países.

A par destes factores positivos, o sucesso das três Missões Empresariais revela ainda as várias oportunidades que estes mercados têm para oferecer às empresas portuguesas dos mais variados sectores de actividade.

Neste sentido, a Câmara de Comércio organizará, ainda este ano, mais duas missões a estes mercados: México em Outubro e Marrocos em Dezembro.

Seja para introdução inicial aos mercados, consolidação de contactos já efectuados, ou aprofundamento de relações, a CCIP ajuda as empresas portuguesas em mais de 50 mercados, quer através da Missões Empresariais, quer através da Consultoria Individual. Para mais informações consulte o nosso plano de acções para 2019 ou contacte internacional@ccip.pt.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa convocou uma Assembleia Geral com o objectivo de realizar a eleição dos seus Corpos Sociais para o Triénio 2019-2021. Esta Assembleia realizou-se ontem, dia 23 de Abril, na sede da CCIP.

Sendo este o único ponto na ordem de trabalhos, depois da abertura da sessão deu-se início à votação realizada através de voto secreto. Findo o período de votação e após a contagem dos mesmos, o Presidente da Mesa comunicou aos presentes os resultados, tendo a Lista A obtido 144 votos e a Lista B 72 votos.

Conheça os Corpos Sociais eleitos.

Bruno-Bobone-proximo

Antecipando o Growth Forum, Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa traça caminhos e desafios para a economia, numa entrevista ao Dinheiro Vivo.

Num ano de eleições europeias e legislativas, Bruno Bobone responde a algumas questões de Joana Petiz.

 

Veja aqui a entrevista

assembleia-geral

Nos termos do artigo 23º dos Estatutos da Associação conjugado com o artigo 377º do Código das Sociedades Comerciais, convocam-se os Associados da “CC – Portugal - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa”, para reunirem em Assembleia Geral, no próximo dia 23 de Abril de 2019, pelas 14:30 horas, na Sede Social, situada na Rua das Portas de Santo Antão, nº 89, em Lisboa.

Caso não se verifique o quórum legal e estatutariamente exigido, fica desde já marcada, em segunda convocatória, a Assembleia Geral para o mesmo dia, às 15.00 horas, no mesmo local e com idêntica Ordem de Trabalhos.


Ordem de Trabalhos

1. Eleição dos Corpos Sociais para o triénio 2019-2021.

Listas

Lista A - Corpos Sociais

Lista B - Corpos Sociais


Tendo em consideração a importância deste momento para a Associação, a participação de todos é de grande importância.


Caso não seja possível comparecer, pode fazer-se representar de uma carta de representação, que poderá solicitar através do e-mail: gabinete.associado@ccip.pt.

sifide

Na economia actual o conhecimento é um factor crítico de sucesso. Quando este é criado nas empresas, e devidamente materializado, através da sua incorporação em produtos próprios, torna-se no maior factor de diferenciação que uma empresa pode almejar. O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que ajuda as empresas a valorizar este processo, permitindo-lhes reforçar de forma contínua as suas actividades de investigação e desenvolvimento, uma vez que possibilita a dedução à colecta das respectivas despesas.

 

Quando foi criado, em 1997, permitia deduzir 8% das despesas de investigação e desenvolvimento do exercício, acrescidas de 30% do aumento destas em relação à média dos dois anos anteriores. Estas taxas foram sendo alteradas, sempre no sentido ascendente, fixando-se, desde 2009, em 32,5% e 50%, respectivamente, com o objectivo de incentivar e contribuir para o aumento da actividade de I&D.

 

O SIFIDE incide sobre despesas decorrentes da actividade normal das empresas, como os custos com pessoal e as aquisições de materiais. Como tal, para usufruir deste benefício fiscal, que se traduz numa redução do IRC a pagar, as empresas não precisam de efectuar investimentos não previstos na sua actividade normal e/ou definir e estruturar projectos com antecedência.

 

Aceder aos benefícios do SIFIDE é um processo simples que começa pela descrição técnica das actividades de I&D realizadas, passa pelo cálculo das despesas e culmina com a formalização da candidatura. É um mecanismo com vantagens para qualquer empresa, independentemente da sua dimensão. Algumas empresas valorizam de tal forma os seus benefícios que temem perdê-los ao candidatar-se a outros mecanismos de apoio à I&D. Mas a verdade é que não os perdem.

 

O SIFIDE pode contemplar projectos financiados, projectos internos da empresa – não sujeitos a incentivo -, ou projectos de ambos os tipos, não existindo número máximo de projectos por SIFIDE.

 

No caso de projectos financiados, o benefício fiscal apenas incide na percentagem de investimento que não foi alvo de incentivo. Nos casos em que os projectos não são alvo de incentivo, as condições mantêm-se exatamente iguais.

 

Através de uma equipa de Engenheiros com mais de uma década de experiência na elaboração de candidaturas ao SIFIDE, provenientes de diferentes áreas técnicas e com conhecimentos heterogéneos, a Yunit Consulting está disponível para esclarecer eventuais questões no âmbito da candidatura a este sistema de incentivo fiscal.

 

reuniao-rede-cc-marrocos

Realizou-se em Marraquexe, nos passados dias 20 e 21 de Março, a VIII Reunião Anual das Câmaras de Comércio Portuguesas no Estrangeiro organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), juntamente com a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos (CCISPM). Estiveram presentes na reunião 21 das 52 Câmaras actualmente parte da Rede das Câmaras de Comércio Portuguesas (RCCP).

O aspecto mais relevante do encontro prendeu-se com os esclarecimentos prestados pelos membros do Governo presentes (Ministro da Economia e Secretário de Estado da Internacionalização) relativamente ao efectivo reconhecimento oficial, pelo Estado português, das Câmaras de Comércio Portuguesas no estrangeiro. Neste âmbito, foi anunciada a conclusão do primeiro processo de reconhecimento oficial, no caso, o relativo à Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa.

Resultou ainda desta VIII Reunião Anual a renovação, por mais um ano, do mandato da Comissão Executiva da RCCP composta actualmente pelos representantes das Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos, Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa na Alemanha e Federação das Câmaras Portuguesas do Comércio no Brasil.

Um dos momentos altos destas reuniões é o da tradicional atribuição dos prémios “Câmara de Comércio Portuguesa do ano” e “Câmara de Comércio revelação”. O primeiro visa destacar a Câmara que melhor tenha trabalhado no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, na captação de investimento estrangeiro e na promoção da imagem de Portugal durante o ano anterior; o segundo tem por objectivo distinguir o trabalho de uma Câmara com menos de dois anos de existência, durante o mesmo período.

Este ano, o Júri decidiu atribuir o Prémio de Câmara de Comércio de 2018 à Câmara de Comércio Polónia Portugal e o Prémio de Câmara Revelação à Câmara de Comércio e Indústria Portugal – Senegal & Africa Oeste.

Finalmente, foi eleito pelas Câmaras de Comércio presentes o local da próxima reunião anual, a qual terá lugar em Fortaleza, no Estado brasileiro do Ceará, em 2020.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa dá os parabéns às Câmaras vencedoras, bem como, naturalmente, a todas as outras Câmaras Portuguesas no estrangeiro pelo importante apoio que têm dado às empresas e à economia portuguesa!

formacao-CCIP2019

Em 2018, formámos mais de 400 profissionais, num total de 32 cursos e mais de 3.500 horas de formação realizadas.

Para o ano de 2019, queremos superar estes números e, para isso, preparámos um Plano de Formação devidamente ajustado e centrado em cinco grandes áreas como a Internacionalização, o Marketing, a Privacidade e Protecção de Dados / Jurídico, as Línguas e a área Comercial.

A formação é uma peça fundamental nas organizações na medida em que contribui para o seu desenvolvimento e dos seus colaboradores. Além de ser obrigatória (a entidade empregadora deve garantir um número mínimo de trinta e cinco horas de formação contínua por ano), a formação tem um impacto real na produtividade e motivação das equipas. Com esta oferta, procurámos reunir conteúdos práticos, direccionados para as necessidades das empresas.


Conheça o Plano de Formação CCIP

Para reservar o seu lugar consulte aqui os próximos eventos e para mais informações contacte-nos através do e-mail formacao@ccip.pt

BB entrevista-expresso

Bruno Bobone, Presidente da CCIP, acredita que Portugal tem condições únicas para se tornar um vencedor no mundo.

“Para isso é importante, em primeiro lugar, conhecer as nossas competências diferenciadoras dos restantes países. De seguida, devemos difundir esse desígnio nacional por toda a população. E em terceiro lugar, há que criar um debate nacional sobre a forma de explorar essas nossas capacidades e sobre a forma de rentabilizá-las ao máximo.”

Foi com o objectivo de promover esse debate que Bruno Bobone fez uma reflexão para identificar as principais competências portuguesas e actividades económicas que podem ser essenciais para o desenvolvimento de Portugal, que culminou no livro Do Medo ao Sucesso.

Conheça os três eixos identificados por Bruno Bobone no artigo do seu blogue.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa esteve na Polónia no âmbito de uma Missão Empresarial, que decorreu de 25 de Fevereiro a 1 de Março, onde participaram 5 empresas portuguesas de diversos sectores de actividade. No âmbito do programa desta missão, organizada em colaboração com a Câmara de Comércio Polonia-Portugal (PPCC), foram realizadas 35 reuniões individuais de negócio, de acordo com perfil de cada empresa. A delegação teve a oportunidade de conhecer no terreno o ambiente de negócios e de participar num jantar de networking com a presença do Country Manager da Martifer Renováveis, Artur Violante, e do delegado da AICEP, Pedro Leão.

 

Consulte o calendário de proximas acções aqui.

assembleia-geral

Nos termos estatutários convoca-se a Assembleia Geral dos sócios da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, para uma sessão ordinária a realizar no próximo dia 28 de Março, pelas 14h30 horas, na respectiva sede, na Rua das Portas de Santo Antão, nº 89, em Lisboa.

Caso não se verifique o quórum legal e estatutariamente exigido, fica desde já marcada, em segunda convocatória, a Assembleia Geral para o mesmo dia, às 15h00 horas, no mesmo local e com idêntica Ordem de Trabalhos.

Ordem de Trabalhos

1. Análise, discussão e votação do Relatório Anual de Actividades da Instituição, Balanço e Contas, relativos ao exercício de 2018, bem como do Parecer do Conselho Fiscal;

2. Eleição dos Corpos Sociais para o triénio 2019-2021.

O Relatório e Contas da Direcção e o Parecer do Conselho Fiscal encontram-se à disposição dos Associados, na sede da Instituição, sendo remetidos pelo correio quando solicitado.

Caso não seja possível comparecer, pode fazer-se representar pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, uma minuta que poderá solicitar através do e-mail: gabinete.associado@ccip.pt.

almoco-corporate-2019

A Câmara de Comércio promove anualmente um almoço exclusivo com membros da Direcção e os Associados Corporate – grupo que este ano integra a Brisa, a Delta, a DHL Express, o EuroBic, a Makro, a MDS, a Sage e a Yunit Consulting.

Esta iniciativa é uma oportunidade para, em conjunto com a Direcção da Câmara de Comércio, efectuar um balanço das actividades do ano anterior, apresentar os projectos para 2019 e promover uma reflexão conjunta sobre diferentes eixos de intervenção que possam ir de encontro às expectativas e interesses dos nossos Associados.

A realização do Growth Forum ‘2019, no dia 11 de Abril, foi um dos principais temas em debate, pela importância que esta iniciativa tem de concretizar a visão da CCIP de que Portugal conta hoje com a capacidade de se consolidar como uma ponte nas decisões internacionais, como mediador entre actores, países e mercados distantes, surgindo como um interlocutor idóneo na geração de consensos estáveis e sustentáveis e como catalisador do processo de desenvolvimento internacional. “Portugal pode e deve assumir esse papel preponderante na transformação e no futuro da política e economia globais. Este Fórum é o lançamento de uma ideia, de um projecto e de uma grande ambição. Porque mobilizar os portugueses para a exploração das vantagens competitivas do nosso País é um imperativo urgente”, referiu Bruno Bobone, Presidente da CCIP.

A maior capacitação das empresas e dos seus colaboradores para a internacionalização, a promoção de “clusters” de empresas para criar escala de forma a conseguir responder à procura internacional e o impacto da problemática do fim das embalagens de plástico descartáveis na União Europeia foram outros dos temas abordados.

Irlanda-Portugal

A IPBN conta com a presença de ministro irlandês no “Fórum de Sustentabilidade” inaugural em Lisboa, por ocasião das celebrações do Dia de São Patrício

A Associação Ireland Portugal Business Network (IPBN) contará com o apoio de um ministro irlandês para o lançamento do seu Fórum de Sustentabilidade inaugural em Lisboa, no dia 18 de Março (09h00-13h00), como parte das comemorações do Dia de São Patrício.

O ministro irlandês da Agricultura, Alimentação e Marinha, Michael Creed, fará o discurso de abertura do fórum, na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

O tema do evento é “Começar um Diálogo sobre Oportunidades Conjuntas” em Cidades Inteligentes e Inovação na Energia, duas áreas centrais nas quais Portugal e a Irlanda partilham uma visão estratégica comum.

Segundo o presidente da IPBN, Tony Boyle, a visita de um ministro do governo irlandês a Lisboa é uma grande homenagem à crescente importância da relação entre Portugal e a Irlanda.

Boyle afirma ainda que existe uma forte ligação entre a identidade ecológica da Irlanda e a nomeação de Lisboa como Capital Verde Europeia de 2020, tornando a Sustentabilidade uma escolha óbvia para o fórum. O evento será realizado em associação com a Enterprise Ireland, a Dense Air Portugal, o Departamento dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Irlanda e promovido pela CCIP.

O painel de convidados inclui o Professor Brian Norton da Technological University Dublin, David Cunha da Câmara Municipal de Lisboa, Tomás Moreno, Director de Transformação da EDP Inovação, Maria Rodrigues, CTO da Lisboa E-nova, e Graham Currier da Dense Air Portugal.

Boyle afirmou ainda que «o prémio “Capital Verde” da Comissão Europeia homenageia as cidades europeias onde a gestão e as iniciativas ambientais urbanas inovadoras imperaram. A nomeação de Lisboa para este título demonstra como a cidade está a abrir caminho na definição de padrões mais elevados no desenvolvimento urbano sustentável, está atenta às vontades dos cidadãos e a ser pioneira em soluções inovadoras para os desafios ambientais. A este respeito, Lisboa é o local perfeito para o Fórum de Sustentabilidade inaugural».

Consulte o programa e reserve o seu lugar.

 

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A CCIP uniu-se à iniciativa Heróis PME, promovida pela Yunit Consulting, que tem como objectivo reconhecer a visão, a ousadia e a persistência dos empresários portugueses e dar-lhes a merecida visibilidade. Neste sentido, o vencedor da 3ª edição irá beneficiar da filiação na CCIP durante 1 ano e participar gratuitamente numa missão empresarial à escolha, do calendário de actividades 2020.

Na sequência da promoção deste programa, a CCIP participou no II encontro Yunit/ Heróis PME hosted by Victoria Seguros, em Leiria, com o tema "Internacionalização: como vencer o desafio", no qual Pedro Magalhães, Director de Comércio Internacional, teve oportunidade de partilhar o seu know how com os empresários presentes.

 

Saiba mais sobre os Heróis PME e faça a sua candidatura até 31 de Março.

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Na qualidade de especialista e parceiro privilegiado no apoio ao processo de internacionalização das empresas portuguesas, a CCIP marcou presença na terceira edição do evento da AAPI, que se realizou no dia 26 de Fevereiro, no mercado de Sant’Ana em Leiria. Esta iniciativa tem por objectivo permitir, às empresas da região centro, o acesso a aconselhamento personalizado e informação sobre o passo-a-passo da internacionalização, através do contacto com entidades habilitadas para contribuir para o desenvolvimento de uma estratégia de internacionalização bem-sucedida.


Além do foco do evento coincidir com um dos principais eixos de actuação da mais antiga associação empresarial portuguesa, o “Leiria Centro Exportador 2019” demonstrou ser, uma vez mais, uma oportunidade para promover a proximidade e o contacto com as empresas estabelecidas nesta região. Foi, por isso, um evento em que a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa fez questão de participar.

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Todos os anos, a Câmara de Comércio leva perto de uma centena de empresas portuguesas a mercados externos. Em 2018, realizámos 16 empresariais, que apresentaram níveis de satisfação próximo dos 100%, e desenvolvemos 25 projectos de consultoria individual. Em 2019 prevemos realizar 28 missões empresariais aos mais diversos mercados que incluem países dos 5 continentes. Pedro Magalhães, director de Comércio Internacional da CCIP, esteve na Edição da Manhã da SIC Notícias, onde teve oportunidade de desmistificar o conceito de Missão Empresarial.

 

 

Consulte o calendário de acções previstas para 2019.

 

 

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A pergunta é: que tipo de saída do Reino Unido da União Europeia teremos no dia 30 de Março?

"A incerteza que existe sobre o Brexit só está a agravar, afinal, todas as dúvidas que naturalmente sempre pairaram sobre o futuro relacionamento político e económico entre o Reino Unido e o espaço comunitário, fruto de uma situação muito singular e complexa, que vai exigir ainda longas e aturadas negociações, nas mais diversas variáveis, entre todas as partes envolvidas." - Bruno Bobone

 

Sendo o Reino Unido o quarto maior mercado para as exportações de bens portuguesas, independentemente das incertezas, seguramente que o Brexit terá importantes e profundas consequências nas relações económicas entre os britânicos e Portugal.

 

Para minimizar o impacto e reduzir os prejuízos tido como inevitáveis, o Presidente da CCIP, Bruno Bobone, considera que é necessária uma resposta concertada entre autoridades, associações empresariais e empresas portuguesas.

 

O estudo encomendado pela CIP sobre a onda de choque que o Brexit provocará em Portugal, é um dos exemplos de trabalho desenvolvido com enorme complexidade. Segundo uma projeção apresentada neste documento, num cenário mais optimista, teremos um efeito negativo de 15% nas exportações portuguesas para o Reino Unido, valor que poderá chegar aos 26%, num cenário mais negativo de saída sem acordo. Isto enquanto, ao nível do PIB, se prevê um impacto negativo entre 0,5% e 1%.

 

Este cenário comprova a dimensão das dificuldades esperadas com uma diminuição de importações, diminuição do Orçamento comunitário, do qual o Reino Unido era um contribuinte líquido importante, e uma expectável diminuição das remessas dos emigrantes portugueses, cerca de 450 mil a viverem nas Ilhas Britânicas.

 

"Há, pois, que apostar no desenho de respostas criativas que permitam, pelo menos, amenizar os efeitos, de forma significativa, destas preocupantes previsões."

 

Neste âmbito, ganha relevo a necessidade de aproveitar as oportunidades de negócios decorrentes da saída do Brexit que se verificarão no mercado interno da EU27, nomeadamente conquistar quota aos produtos britânicos, aumentar a atractividade para a captação de empresas de serviços e de investimento estrangeiro directo (IDE) caso se verifique uma deslocalização para fora do mercado britânico.

 

"Importará, ainda, realizar um aturado trabalho político e diplomático no sentido de contrariar a tendência do deslocamento de centro da Europa para leste, que tornaria Portugal mais periférico, avançando com determinação na defesa do reforço da dimensão atlântica da UE, onde os portugueses detêm um historial rico e uma posição geográfica e estratégica privilegiada. “Puxar” a Europa para o Atlântico, principalmente agora que o Reino Unido está mais livre para traçar a sua política externa, será fundamental para afirmar Portugal no contexto europeu."

 

Bruno Bobone reforça também a necessidade de Portugal saber jogar o seu trunfo da relação privilegiada e secular que mantém com os britânicos.

 

Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone.

japao-ue

O Acordo de Parceria Económica entre a UE e o Japão entrou em vigor no passado dia 1 de Fevereiro e os exportadores de bens para este mercado, para poderem, desde já, beneficiar da isenção/redução dos direitos aduaneiros prevista neste Acordo, devem estar registados no Sistema de Exportador Registado (REX).

O pedido de obtenção do estatuto de Exportador Registado deve ser efectuado utilizando o formulário disponibilizado para esse efeito no Portal das Finanças através deste link. Depois de preenchido e assinado, o formulário deve ser remetido por via postal para:


Autoridade Tributária e Aduaneira
DSTA - Direção de Serviços de Tributação Aduaneira
Rua da Alfândega, nº 5 – R/C
1149-006 Lisboa

A Direcção Geral das Actividades Económicas (DGAE) elaborou uma ficha informativa sobre as oportunidades deste Acordo para as empresas nacionais, a qual está disponível aqui.

 Pedro-Magalhaes

Pedro Magalhães, Director de Relações Internacionais da CCIP, foi entrevistado pelo Jornal Económico no âmbito do plano de actividades internacionais previstas para 2019.

A CCIP tem um plano de apoio e promoção da internacionalização e das exportações ambicioso. Ao longo do corrente ano estão previstas mais de 30 missões e mais 40 iniciativas, que vão desde sessões de aconselhamento one-to-one, de diagnóstico da actividade, seminários, bem como a Conferência Internacional Growth Forum ‘2019 (https://growthforum.ccip.pt), entre outras.

Ao longo da entrevista, o Director de RI abordou vários temas desde o crescimento das exportações portuguesas, o papel da CCIP e outros organismos nestes processos, os factores de sucesso, a percepção de Portugal em mercados externos e os desafios que se podem antever.

Veja a reportagem completa do Jornal Económico aqui.

Bruno-Bobone-CCIP

“Portugal continua a lutar para contrariar os níveis de crescimento económico demasiado anémicos, mesmo nos melhores exercícios, incapazes de serem um amortecedor seguro para eventuais choques negativos no crescimento ou para uma subida das taxas de juro, que terão imediato impacto na estabilidade económica e financeira do país.”

 

O Presidente da CCIP, Bruno Bobone, escreveu recentemente um artigo dedicado à necessidade de posicionarmos Portugal como catalisador do desenvolvimento internacional. Se, por um lado, 2018 foi o ano mais fértil em captação de investimento directo estrangeiro, por outro lado a Comissão Europeia alertou que “permanecem riscos elevados” para a sustentabilidade das finanças públicas portuguesas no médio prazo.

 

A questão que se coloca é se não haverá alternativa para um pequeno país europeu periférico sem petróleo, ouro ou diamantes nos seus recursos naturais?

“É sabido que sim. Os discursos políticos estão repletos de referências elogiosas à nossa histórica capacidade de diálogo e de estabelecer consensos com povos de todas as latitudes, fruto de um percurso corajoso que nos permitiu, segundo o poeta, “dar novos mundos ao Mundo”, naquela que terá sido a grande operação pioneira da globalização.”

O relacionamento privilegiado com os povos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP coloca-nos numa posição de excelência para mediarmos e aprofundarmos as relações no vasto mercado lusófono. Também a capacidade de diálogo e de criação de consensos é uma característica reconhecida visível na escolha de vários portugueses para cargos de grande destaque a nível internacional como aconteceu recentemente com António Guterres na ONU, António Vitorino na Organização Internacional das Migrações, Mário Centeno no Eurogrupo, Carlos Moedas como comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação ou, antes disso, Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia.

A par destas características, e provavelmente ainda mais importante, é o posicionamento geopolítico e a vocação atlântica de Portugal. “Somos um País periférico na Europa, mas central no Atlântico. A nossa História comprova que foram a dimensão marítima e a vocação atlântica que nos permitiram ultrapassar a limitação territorial europeia e ganhar escala enquanto potência marítima mundial.”

O Mar é um activo insubstituível para a internacionalização da economia portuguesa e para a captação de investimento estrangeiro.

 

Bruno Bobone lança então a pergunta: por que é que Portugal tarda em aproveitar as competências e factores distintivos para reforçar o seu papel no contexto das Nações e se afirmar como um verdadeiro pivot na economia internacional?

A resposta terá certamente a ver com a nossa proverbial dificuldade para planear, para passar das palavras eloquentes aos actos, quiçá assoberbados pela gestão quotidiana de uma crise persistente que nos mantém num modelo de desenvolvimento sem grande futuro, sempre à mercê de qualquer pequeno desequilíbrio internacional.

“Mobilizar os portugueses para a exploração das vantagens competitivas do nosso País é um imperativo urgente. É certo que não temos dimensão para assumir um papel de força na economia e comércio internacionais. No entanto, demitirmo-nos de procurar estar na linha da frente dos negócios do futuro só nos tornará mais periféricos, mais irrelevantes e mais dependentes das decisões tomadas por terceiros. O diagnóstico está feito há muito. Falta-nos elaborar um plano, traçar um caminho consensual para jogar os trunfos que temos.”

 

Veja o artigo completo no blog de Bruno Bobone

plano-de-contigencia-brexit

O Governo aprovou um Plano de Preparação e de Contingência para a eventualidade de uma saída do Reino Unido da União Europeia, sem Acordo entre as duas partes. Este é o cenário menos desejável e exige a aceleração da preparação e contingência , uma vez que o Reino Unido não só deixará de estar representado em todas as instituições, agências e organismos europeus a partir de dia 30 de março, como não haverá período de transição.

Uma saída do Reino Unido da Unido sem Acordo requererá assim a aplicação, por parte da UE e dos Estados membros, de soluções temporárias e de rápida implementação ao nível político, económico, administrativo e legislativo.

A nível nacional, entre as várias medidas, o Governo irá disponibilizar uma Linha Especifica de apoio para as empresas com exposição ao “Brexit”, com um montante global de 50 milhões de euros.

Conheça aqui o Plano de Preparação e de Contingência.

geoestrategia-PP-2019

A conferência anual dedicada à Geoestratégia do mundo já é uma referência no calendário anual de iniciativas da CCIP.

Num evento que conta com Paulo Portas, vice-presidente da CCIP e antigo ministro dos negócios estrangeiros, como keynote speaker, o objectivo é identificar tendências e ajudar os empresários a ter uma visão abrangente da conjuntura externa que tem, consequentemente, impacto na interna.

 

Se o sentimento dominante no início de 2018 era moderamente optimista, o sentimento dominante neste momento é o de “realismo preocupado” para isso, diz Paulo Portas, basta olhar para os outlooks quantitativos das principais instituições internacionais.

 

No último ano registou-se um crescimento global de 3,7% para o qual contribuiu o bom desempenho da economia americana e o das economias asiáticas, da Índia e dos países emergentes da Europa. No entanto as previsões do FMI, Banco Mundial e OCDE apontam para um decréscimo por enquanto de 2 décimas. Deixam, no entanto, o alerta para a possibilidade de se acentuarem certos factores de risco como a escalada de tensões comerciais.

Perante este cenário, Paulo Portas realçou que ainda assim “há boas notícias, não muitas, mas há”.

Desde logo o crescimento económico na Índia (7,7%) que, de acordo com algumas instituições, terá superado a China na atracção de investimento estrangeiro. A segunda boa notícia está relacionada com a África subsaariana e a terceira com o Brasil.

Paulo Portas chamou também a atenção dos presentes para o facto de alguns dos principais clientes comerciais de Portugal apresentarem situações menos favoráveis face ao ano anterior. “Tem impacto na nossa economia que tem feito um caminho extraordinário em tornar-se uma economia exportadora”, recordou.

 

“Para crescer é necessário exportar mais para os países que compram mais”. O vice-presidente da CCIP sugeriu “olhar para o crescimento de Israel, da Polónia, da Hungria ou da República Checa”, exemplificou. “Olhar, diversificar, não depender apenas de um mercado e arriscar. Eis a receita para as empresas portuguesas”.

 

Assista à gravação completa do evento aqui e conheça a visão de Paulo Portas relativa à crise comercial das duas superpotências, EUA-China, a desaceleração europeia, o Brexit, entre outros.

 

ready-set-export-mexico

A CCIP lançou a primeira edição do Ready, Set, Export, no passado dia 15 de Janeiro, totalmente dedicado ao México nomeadamente ao sector alimentar e de bebidas.

 

Este workshop direccionado e pragmático teve como objectivo explorar as oportunidades de negócio do sector alimentar e das bebidas no México e para tal, contámos com Carlos Fernandez, um consultor em comércio internacional com mais de 15 anos de experiência no apoio de PME. Dada a sua vasta experiência no sector específico e no mercado, partilhou a sua perspectiva, explicando os principais canais de comercialização e venda do sector alimentar e das bebidas no México, bem como as tendências de consumo e como encontrar o parceiro ideal.

Neste workshop participaram empresas das áreas do Azeite, Bebidas, Café, Transitários e Distribuição.

Com base no aumento da população mexicana e um grande número de jovens (metade da população mexicana de 120 milhões de pessoas tem menos de 26 anos), prevê-se que o consumo de alimentos e bebidas no México deverá continuar a traduzir-se num crescimento estável nos próximos anos. Prevendo-se que a taxa média anual de crescimento deste sector seja de 4,3% entre 2014 e 2020.

O México importa 48% dos alimentos comercializados, especialmente frutas, legumes, carne e peixe, o que significa uma dependência alimentar.

Tendo em conta o ambiente geral propício para o desenvolvimento de negócios no México, Carlos Fernandez considera que o sector da alimentação orgânica, bem como os preparados alimentares, os molhos, as frutas e vegetais, produtos de confeitaria sem cacau, chocolate, café e a panificação são de enorme potencial de exportação para este mercado. Saúde, bem-estar e sustentabilidade são também megatendências prioritárias para pequenas, médias e grandes empresas de alimentos processados que queiram entrar neste mercado.

Domingos-Fezas-Vital

“O embaixador que pôs 3000 americanos em fila e à chuva para conhecerem Portugal”

Este é o título da notícia do Jornal Expresso que dá nota da eleição do Embaixador de Portugal nos Estados Unidos da América como Diplomata Económico do Ano. Conheça agora o percurso de Domingos Fezas Vital. 

 

O percurso

Domingos Teixeira de Abreu Fezas Vital nasceu em 27 de Setembro de 1958, em Luanda, Angola. Licenciado em Ciências Sociais e Jurídicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado em Comércio Internacional pela Universidade Livre de Bruxelas, entrou na carreira diplomática em 1984.

Foi adjunto do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros João de Deus Pinheiro, em 1987, e destacado para a Representação Portuguesa junto das Comunidades Europeias em 1989.

Trabalhou como assessor diplomático do antigo governador de Macau Rocha Vieira, em 1996. Mais tarde, em 2000, serviu como Cônsul-Geral em São Paulo, Brasil, e em 2002 foi nomeado Representante Permanente Adjunto na Representação Permanente junto da União Europeia (UE), em Bruxelas, onde representou Portugal nas negociações do Protocolo de Quioto.

Em 2006 foi destacado como assessor para as Relações Internacionais do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. Em 2012 serviu enquanto Representante Permanente de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, cargo que exerceu até ser nomeado Embaixador de Portugal em Washington, em Setembro de 2015.

 

O prémio Francisco Melo e Torres

Este galardão, que homenageia o prestigiado diplomata português do século XVII, visa premiar anualmente o chefe de missão diplomática que se tenha destacado pelo seu empenho pessoal no apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação do investimento estrangeiro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa.


Para mais informações veja consulte a página do Prémio Francisco de Melo e Torres

Parceria-Seletiva

A Associação Selectiva Moda (ASM) é uma associação que foi criada há 25 anos com vista a valorizar a fileira têxtil portuguesa num contexto internacional.

A Câmara de Comércio recebeu nas suas instalações o Presidente da Associação Selectiva Moda, Manuel Serrão, com o objectivo de lançar as bases de uma parceria entre ambas instituições no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente dos sectores da moda e têxtil.

A ASM é constituída pela ATP (Associação Têxtil de Vestuário de Portugal) e pela ANIL (Associação Nacional da Indústria de Lanifícios), a qual tem feito um trabalho notório de promoção internacional do seu sector.

parceria-caixa-top-protocolo

A CCIP fez parte do grupo dos primeiros protocolos com a CGD, no âmbito da 1ª fase da implementação do Programa de Parcerias Caixa TOP, assinado no mês de Dezembro na sede da CGD.

A iniciativa está integrada na atribuição do Estatuto Caixa TOP que reconhece o mérito das cerca de 9.600 empresas portuguesas que beneficiam de vantagens e condições diferenciadoras na Caixa, (rapidez na contratação de crédito, melhores condições de preço, produtos exclusivos, apoio ao comércio externo e programa de parcerias).

A Caixa TOP tem o objetivo de criar uma rede dinâmica que potencie o relacionamento entre as Empresas Caixa TOP e as Empresas Parceiras, possibilitando aos parceiros a divulgação e promoção das suas vantagens através de diversos meios de comunicação preferencialmente digitais e do contacto pessoal feito pelos próprios gestores comerciais da Caixa.

 

 

BB-entrevista-Exame

O desafio da internacionalização é o caminho consensual a seguir para as PME portuguesas conseguirem ultrapassar o obstáculo de um mercado interno de dimensão reduzida.

Segundo Bruno Bobone, Presidente da CCIP, ultrapassar esta situação é um desígnio das empresas nacionais que, historicamente, são confrontadas com um défice de produtividade / competitividade, muitas vezes resultado do atraso com o processo de modernização e numa aposta excessiva em mão-de-obra intensiva, com baixas remunerações. Também a constituição do tecido empresarial português - formado em 99,9% por pequenas e médias empresas (PME), sendo que 96,2% destas são micro-empresas, ou seja, unidades com menos de 10 trabalhadores e um volume de negócios anual inferior a 2 milhões de euros – revela um enquadramento específico ao seu desenvolvimento.

Apesar destes factores, nos anos mais recentes temos verificado alguns indicadores positivos e prometedores. É notório o esforço de modernização e de competitividade pelas PME portuguesas que constituem a “espinha dorsal da economia”.

 

“A internacionalização das nossas empresas, porque é disso que estamos a falar, resulta assim num verdadeiro desígnio nacional, única forma de criar riqueza sustentável e de melhorar a qualidade de vida dos portugueses. E o desafio só será vencido se for convocado o esforço de todas as partes, desde as organizações empresariais e sindicais às políticas públicas.”


Entre os principais desafios que se colocam ao desenvolvimento da internacionalização, Bruno Bobone destaca:

  • a captação e retenção de talento;
  • o acesso a capital em condições competitivas;
  • e o desconforto por vezes sentido pelas empresas de cariz familiar em entregar os cargos de direcção a profissionais, fora do núcleo de accionistas.

O conceito de desenvolvimento sustentando é relacionado com os conceitos de “Inovação e Criatividade” que, por sua vez, estão ligados ao desafio da transformação digital.

Em suma, acreditamos que a solução passará pela criação de estratégias colaborativas lideradas pelas grandes empresas, envolvendo as PME e entidades do sistema de Investigação & Desenvolvimento, com as instituições de ensino superior a assumirem um papel fundamental na formação e valorização de recursos humanos altamente qualificados, mas também enquanto agentes de ligação entre esses recursos humanos e as empresas.

 

“Acima de tudo, importa que as PME saibam associar-se para ganharem massa crítica, unirem-se em clusters sectoriais que lhes facultem maior dimensão para melhor competirem no exterior.”


Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa distingue anualmente o Melhor Diplomata Económico do ano, atribuindo-lhe o prémio Francisco Melo e Torres. Esta distinção decorreu durante o Seminário Diplomático, no Museu do Oriente, e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa.

 

Embaixador de Portugal nos EUA vence prémio de Melhor Diplomata Económico

Domingos-Fezas-Vital-Diplomata-do-anoDomingos Fezas Vital, o embaixador de Portugal nos Estados Unidos, recebeu das mãos do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, o galardão pelo apoio à internacionalização das empresas portuguesas, atribuído pela CCIP desde 2013.

A escolha do Embaixador de Portugal nos EUA deveu-se ao desenvolvimento de uma notável acção comercial de apoio às exportações portuguesas e de preservação das boas relações económicas entre os dois países, no complexo contexto das relações comerciais dos Estados Unidos com o resto do mundo. O trabalho realizado com êxito pelo embaixador junto do Departamento de Comércio dos Estados Unidos para reversão de taxas "antidumping" para empresas portuguesas e o seu papel relevante na preparação e execução da iniciativa do mês de Portugal nos Estados Unidos, em Junho de 2018, foram outros aspectos tidos em conta pelo júri do prémio.

 

"Este é um prémio que gostamos muito de entregar, e é, acima de tudo, uma forma que as empresas - que a estrutura organizada das empresas que é a Câmara de Comércio - têm de agradecer o vosso trabalho, de reconhecer que é convosco que nós contamos para fazer muito daquilo que conseguimos fazer lá fora, que precisamos muito de todo o vosso apoio e que precisamos também de continuar a trabalhar em conjunto", referiu Bruno Bobone.

 

Conheça os vencedores das edições anteriores do Prémio Francisco Melo e Torres

Desafios-para-2019-Bruno-Bobone

“São os empresários que têm de ser o factor de mudança e os agentes do processo de desenvolvimento económico, e não apenas meros beneficiários do mesmo”
Bruno Bobone

 

2019, um ano de desafios para as empresas portuguesas

 

Embora os alertas para os desafios da economia deste novo ano sejam conhecidos, Bruno Bobone, considera surpreendente a forma como o “tecido empresarial português foi praticamente esquecido no Orçamento do Estado”, tendo sido seguida uma estratégia orçamental focada, essencialmente, na recuperação de rendimentos de algumas faixas da população, provavelmente pelo calendário eleitoral que se avizinha. No entanto salienta que os riscos desta opção são reais, podendo mesmo originar desequilíbrios nas contas públicas e no desempenho da economia.


Todas as instituições nacionais e internacionais preveem o arrefecimento da economia portuguesa, um consenso unânime em que apenas varia a quantificação da desaceleração do PIB do próximo ano, que oscila entre os 2,2% indicado pelo Governo e 1,8% previstos pelo FMI e Banco de Portugal.

Outra previsão que também indicia um contexto mais complexo é o crescimento das exportações que será também menor, fruto do contexto de muitos dos principais mercados externos que acolhem as exportações portuguesas.


Os dados mais recentes, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, sobre a evolução das exportações portuguesas em Outubro, mostram que a maior dinâmica do comércio externo está no mercado único europeu. No período em análise, as vendas para o exterior aumentaram 5,9% quando comparadas com o mesmo mês do ano passado, mas o Presidente da CCIP alerta que esse aumento global esconde duas realidades distintas: o crescimento foi superior a 10% se tivermos apenas em conta os parceiros europeus enquanto as transações comerciais para fora da Europa caíram mais de 6%.

 

Com eleições legislativas marcadas para o último trimestre do ano, não só não se esperam medidas e projectos públicos relevantes, como o Orçamento do Estado para 2020 não deverá ser apresentado antes do início desse mesmo ano.

 

“A resposta das empresas portuguesas terá de acontecer de forma independente das políticas públicas (…). Isso já aconteceu no passado, quando as empresas portuguesas venceram desafios mais difíceis, estando hoje mais bem preparadas para procurarem mercados de substituição que permitam defender e até expandir as exportações, continuar a absorver mão-de-obra e a atirar as taxas de desemprego para níveis historicamente baixos.”

 

Bruno Bobone acredita que é necessário, por um lado, aumentar o número de empresas portuguesas exportadoras e a variedade de produtos comercializados e, por outro, aprofundar a aposta na profissionalização da gestão, na formação profissional dos quadros e na digitalização de processos.

 

“Num enquadramento interno e externo complexo, as empresas portuguesas conquistaram já o direito a merecer uma palavra de apreço e um sentimento de confiança. Mesmo sem os apoios e facilidades de que muitos concorrentes usufruem, as nossas empresas têm sabido responder às exigentes circunstâncias enfrentadas nos últimos anos. Há, pois, que acreditar e apostar na sua capacidade e visão para defrontar os desafios que 2019 trará.”

 

Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone

 

Conheça o apoio à internacionalização que a CCIP disponibiliza às empresas portuguesas bem como os documentos internacionais.

 

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