EM-Viamecan

No passado dia 24 de abril, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) realizou mais uma edição da iniciativa Exportador do Mês, desta vez com uma visita às instalações da Viamecan, em Ponte de Lima.

Esta iniciativa permitiu aos participantes um contacto direto com a realidade de uma empresa que, desde 2018, tem consolidado o seu percurso como uma referência na indústria metalúrgica e manutenção industrial. A visita aos bastidores da Viamecan proporcionou uma visão privilegiada sobre a estratégia de crescimento e a capacidade técnica que permitem à empresa responder com sucesso aos exigentes desafios dos mercados nacionais e internacionais.

Este momento de partilha reafirmou o papel da iniciativa Exportador do Mês enquanto plataforma essencial para a troca de conhecimentos entre empresas portuguesas de sucesso. A passagem pela Viamecan evidenciou como a aposta na qualidade, no compromisso técnico e na inovação contínua são os pilares que sustentam a afirmação de Portugal além-fronteiras.

A CCIP continua, assim, a destacar empresas que, pela sua visão estratégica e resiliência, elevam a competitividade do tecido empresarial português no mercado global. A visita à Viamecan foi, sem dúvida, um exemplo inspirador do dinamismo e da excelência industrial que caracterizam o Norte de Portugal.

1-MEMarrocos Rescaldo

Marrocos reafirmou-se, uma vez mais, como um mercado de eleição e um destino de proximidade estratégica para as empresas portuguesas que procuram diversificar e expandir a sua atuação internacional.

Entre os dias 20 e 24 de abril, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) liderou uma comitiva de empresas nacionais numa Missão Empresarial a Marrocos. Esta iniciativa, pautada pela procura de oportunidades concretas e pela criação de parcerias de valor, contou com o acompanhamento próximo do Diretor Comercial da CCIP, garantindo um apoio estratégico permanente às empresas participantes durante toda a sua estadia.

Ao longo da missão, os empresários portugueses beneficiaram de uma agenda estruturada, desenhada para facilitar o contacto direto com o mercado local, permitindo:

  • Estabelecer ligações estratégicas com decisores, importadores e stakeholders chave do ecossistema marroquino;
  • Aprofundar o conhecimento sobre as dinâmicas de consumo e as especificidades regulatórias do mercado local;
  • Identificar oportunidades concretas de negócio, investimento e cooperação setorial;
  • Potenciar o networking num ambiente de negócios que valoriza, sobretudo, a confiança e a relação interpessoal.

Mais do que uma série de reuniões, esta missão constituiu um passo fundamental na estratégia de internacionalização das empresas presentes, permitindo-lhes enfrentar os desafios de um mercado em forte desenvolvimento com um maior nível de preparação e conhecimento direto da concorrência e das necessidades locais.

A proximidade geográfica, aliada a um contexto de crescente modernização da economia marroquina, torna este mercado um vetor estratégico para as empresas portuguesas que pretendem reforçar a sua competitividade externa. A capacidade de navegar este mercado com o apoio da CCIP traduz-se em parcerias mais sólidas e em relações empresariais sustentáveis a longo prazo.

1-australia-ue

No passado dia 24 de março a União Europeia (UE) e a Austrália anunciaram a conclusão das negociações para um Acordo de Comércio Livre.

O comércio bilateral da UE com a Austrália ascendeu, em 2025, a mais de 47 mil milhões de euros para as mercadorias. A UE exportou para a Austrália bens no valor de 36,9 mil milhões de euros e importou produtos no valor de 10,2 mil milhões de euros.

No contexto do comércio internacional português, as exportações para a Austrália têm ainda uma importância muito reduzida. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2025, a Austrália ocupou a 33ª posição no ranking de mercados clientes de Portugal, com as exportações de bens a totalizarem 191,2 milhões de euros. Na estrutura das exportações para este mercado destacam-se os veículos e outro material de transporte (48,2%), madeira e cortiça (6,5%), produtos químicos (5,9%), produtos alimentares (5,8%) e as máquinas e aparelhos (5,8%).

Ao nível das importações, ocupou o 80º lugar no ranking de fornecedores e as importações alcançaram o valor de 37,1 milhões de euros. Os principais grupos de produtos importados foram produtos agrícolas (49,6%), máquinas e aparelhos (19,4%), instrumentos de óptica e precisão (5,7%), produtos químicos (4,3%) e plásticos e borracha (3,5%).

Com a entrada em vigor do acordo, que prevê a abolição progressiva de mais 99% dos direitos aduaneiros aplicados a produtos europeus, a Comissão estima que os exportadores da UE pouparão cerca de 1.000 milhões de euros por ano e os produtos europeus passam a entrar no mercado australiano a preços mais competitivos.

O comércio entre Portugal e este país tem, assim, grandes potencialidades para se desenvolver e irá proporcionar novas oportunidades para as empresas diversificarem os mercados de destino das suas exportações.

Próximas etapas:
Os projetos de textos negociados serão publicados em breve. Estes textos serão objeto de revisão jurídica e traduzidos para todas as línguas oficiais da UE. A Comissão Europeia apresentará então a sua proposta ao Conselho para a assinatura e celebração do acordo. Uma vez adotado pelo Conselho, a UE e a Austrália podem assinar o acordo.

Após a assinatura, os textos serão transmitidos ao Parlamento Europeu para aprovação. Após a aprovação pelo Parlamento Europeu, e assim que a Austrália ratificar o acordo, este poderá entrar em vigor (fonte: Comissão Europeia).

Mais informações:
Página do ACL EU-Austrália
Perguntas e respostas
Ficha Informativa – Principais benefícios
Relações Comerciais EU-Austrália

1-carnetata-mundial

Como levar os seus produtos para eventos internacionais sem custos alfandegários nem burocracia desnecessária. 

A realização do Mundial de Futebol de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá, representa uma oportunidade única para empresas que pretendem marcar presença num dos maiores eventos globais.

No entanto, para muitas organizações, a logística associada ao transporte de equipamentos além-fronteiras continua a ser um desafio marcado por processos alfandegários complexos, custos adicionais e atrasos. Mas não tem de ser assim.

Carnet ATA: o “passaporte” para mercadorias

O #ATACarnet é um documento internacional que permite a circulação temporária de mercadorias entre mais de 80 países e territórios, sem necessidade de pagamento de direitos aduaneiros ou impostos.

Na prática, funciona como um verdadeiro “passaporte para bens”, simplificando significativamente os processos de exportação temporária.

Ao recorrer ao Carnet ATA, as empresas beneficiam de:

  • Eliminação de taxas e direitos alfandegários
  • Redução significativa da burocracia
  • Desalfandegamento mais rápido
  • Simplificação dos processos logísticos
  • Maior previsibilidade nas operações internacionais

O Carnet ATA é particularmente relevante para empresas que participam em:

  • Eventos desportivos internacionais
  • Feiras e exposições
  • Missões empresariais
  • Produções audiovisuais
  • Demonstrações comerciais

Seja para transportar equipamentos, materiais promocionais ou produtos para demonstração, esta solução permite garantir uma operação mais ágil e segura.

Prepare-se para o Mundial 2026 e muito mais

Mais do que uma solução pontual, o Carnet ATA é uma ferramenta estratégica para empresas que operam em mercados internacionais e participam regularmente em eventos globais.

Num cenário cada vez mais competitivo, reduzir barreiras logísticas pode ser um fator diferenciador.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, enquanto entidade emissora do Carnet ATA em Portugal, apoia as empresas em todo o processo.

Descubra como utilizar o Carnet ATA AQUI.

1-LasKasas

No passado dia 24 de março, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) realizou mais uma edição da iniciativa Exportador do Mês, desta vez com uma visita à empresa Laskasas, em Rebordosa.

Durante a visita, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto o percurso da Laskasas, uma marca que se tem destacado no setor do design e do mobiliário, com uma estratégia sólida de internacionalização.

Um dos momentos centrais da iniciativa foi a visita às instalações da empresa, permitindo aos participantes acompanhar o processo produtivo que decorre diariamente na fábrica.

Esta proximidade ao terreno revelou-se essencial para compreender:

  • O nível de exigência operacional
  • A qualidade e detalhe do processo produtivo
  • A ligação entre design, produção e posicionamento internacional
  • Partilha, inspiração e ligação entre empresas

A sessão ficou marcada por um ambiente de proximidade e partilha entre os participantes, reforçando o papel da iniciativa Exportador do Mês enquanto plataforma de ligação entre empresas portuguesas.

Com esta iniciativa, a CCIP continua a destacar empresas que contribuem para a afirmação de Portugal nos mercados internacionais, valorizando o seu percurso, visão estratégica e capacidade de inovação.

A visita à Laskasas evidenciou não só o crescimento da marca, mas também o potencial do setor do mobiliário português no contexto global.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) aderiu ao Compromisso Pagamento Pontual, uma iniciativa promovida pela ACEGE, CIP, IAPMEI, APIFARMA, OCC e Santander, que visa transformar a cultura de pagamentos em Portugal e reforçar a confiança no tecido empresarial.

Com esta adesão, a CCIP passa a integrar uma comunidade de organizações que assumem, de forma ativa, o compromisso de cumprir prazos de pagamento a fornecedores, contribuindo para um ecossistema económico mais equilibrado, sustentável e competitivo.

O atraso nos pagamentos continua a ser um dos principais desafios enfrentados pelas empresas portuguesas, em particular pelas micro, pequenas e médias empresas, com impacto direto na sua tesouraria, capacidade de investimento e estabilidade operacional. Ao promover uma cultura de pagamento pontual, esta iniciativa procura mitigar estes constrangimentos e reforçar relações comerciais mais transparentes e responsáveis.

No âmbito desta adesão, a CCIP passa a utilizar o selo “Compromisso Pagamento Pontual”, reconhecendo publicamente a importância de práticas de gestão responsáveis e alinhadas com os princípios de confiança e rigor nas relações empresariais.

Mais do que um compromisso formal, trata-se de um posicionamento claro: contribuir para um ambiente de negócios mais saudável, onde o cumprimento de prazos é parte integrante de uma cultura empresarial sólida e sustentável.

A CCIP incentiva todas as empresas a juntarem-se a esta iniciativa e a promoverem, junto dos seus parceiros, fornecedores e clientes, uma cultura de pagamentos atempados — um fator determinante para o crescimento económico e para a estabilidade do tecido empresarial nacional.

1-ME-California Rescaldo

A Califórnia voltou a afirmar-se como um dos ecossistemas mais dinâmicos do mundo para inovação, tecnologia e desenvolvimento de negócios internacionais.

Entre os dias 9 e 13 de março, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa acompanhou um grupo de empresas nacionais numa Missão Empresarial à Califórnia, com o objetivo de reforçar relações institucionais e empresariais, bem como identificar novas oportunidades de crescimento num dos mercados mais exigentes e competitivos à escala global.

Ao longo da missão, as empresas participantes tiveram acesso a uma agenda estruturada de contactos e reuniões, que permitiu:

• Estabelecer ligações com empresas, entidades e stakeholders locais;
• Aprofundar o conhecimento sobre o ecossistema empresarial e tecnológico californiano;
• Identificar oportunidades concretas de colaboração, investimento e expansão;
• Compreender dinâmicas de mercado e tendências emergentes com impacto global.

Mais do que uma agenda de reuniões, esta missão proporcionou uma imersão direta num dos principais centros de decisão e inovação mundiais, permitindo às empresas portuguesas posicionarem-se de forma mais competitiva e informada.

A participação neste tipo de iniciativas reforça a importância da presença internacional como vetor estratégico de crescimento, inovação e diferenciação. Num contexto global cada vez mais interligado, a capacidade de estabelecer parcerias e acompanhar tendências internacionais torna-se determinante para o sucesso empresarial.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa continua, assim, a afirmar o seu papel como facilitador da internacionalização das empresas portuguesas, promovendo o acesso a mercados estratégicos e criando condições para o desenvolvimento de relações empresariais sustentáveis e de longo prazo.

1-BootcampMKT

O Salão Nobre da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa voltou a encher-se para mais uma edição do Bootcamp de Marketing, confirmando o posicionamento desta iniciativa como um dos principais pontos de encontro para profissionais da área.

A 14.ª edição que se realizou no passado dia 12 de março reuniu dezenas de profissionais, líderes e especialistas para um dia inteiramente dedicado à estratégia, aos dados e ao crescimento. Num contexto cada vez mais orientado por tecnologia e Inteligência Artificial, uma das mensagens mais marcantes do dia foi clara: o marketing continua a ser, acima de tudo, uma disciplina de pessoas.

Apesar da crescente automação e sofisticação das ferramentas, ficou evidente que o verdadeiro diferencial reside na capacidade humana de interpretar, decidir e criar. O instinto, a intuição, a criatividade e a curadoria estratégica mantêm-se como pilares essenciais para gerar impacto e relevância.

Ao longo do dia, houve espaço para a partilha de experiências concretas, visões estratégicas e boas práticas, permitindo uma reflexão aprofundada sobre os desafios atuais das organizações — desde a pressão por resultados até à necessidade de adaptação constante a um mercado em rápida transformação.

Mais do que um evento, o Bootcamp de Marketing continua a afirmar-se como uma plataforma de reflexão estratégica e de ligação entre profissionais que estão, ativamente, a moldar o futuro do marketing em Portugal.

O sucesso desta edição deve-se, em grande medida, ao contributo de todos os que participaram. Aos oradores, pela partilha de conhecimento e experiência; aos parceiros Delta Cafés, The Bolder Hub, Mais Meios e APPACDM Lisboa, cujo apoio foi fundamental para a concretização da iniciativa; e a todos os participantes, que transformaram este encontro num espaço dinâmico de aprendizagem, networking e inspiração.

A todos, o nosso sincero agradecimento.

1-Catolica

No passado dia 26 de fevereiro, a CCIP assinalou a cerimónia de entrega de diplomas da 3.ª edição do programa de entrada na Academia CEO Future Ready | CATÓLICA-LISBON, um momento que marcou a conclusão de mais um ciclo de formação dedicado ao desenvolvimento da liderança empresarial em Portugal.

 

A sessão reuniu participantes, docentes e convidados num ambiente de celebração e reflexão sobre o percurso realizado ao longo do programa, que tem como objetivo preparar líderes empresariais para enfrentar os desafios de um contexto económico cada vez mais exigente e global.

Durante o programa, os participantes foram desafiados a aprofundar competências estratégicas, refletir sobre os desafios da gestão contemporânea e analisar novas abordagens à internacionalização das empresas, promovendo uma visão integrada da liderança em contextos de elevada complexidade.

O evento contou ainda com um Keynote final de Ricardo Morais, que trouxe uma perspetiva diferenciadora sobre o papel da antropologia cultural na compreensão dos mercados e no desenvolvimento de estratégias de internacionalização. A sua intervenção destacou a importância de compreender os contextos culturais e sociais na construção de relações de negócio sustentáveis em mercados internacionais.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa orgulha-se de participar, mais uma vez, nesta parceria com a CATÓLICA-LISBON School of Business and Economics, contribuindo para a promoção de iniciativas que reforçam as competências de liderança e a preparação das empresas portuguesas para competir num ambiente global.

A CCIP agradece ainda a todos os participantes, convidados e docentes que fizeram parte desta edição, bem como às organizações representadas, cujo envolvimento foi essencial para o sucesso do programa.

São momentos como este que reforçam a importância de investir de forma contínua em liderança, conhecimento e visão internacional, fatores determinantes para o crescimento e competitividade das empresas portuguesas.

Empresas participantes:
CarmoWood
Caixa Geral de Depósitos
Colquímica Adhesives
Delta Cafés
DESFO Holding
Doutor Finanças
Grupo Azevedos
Grupo Lusiaves
Grupo Visabeira
IMP Diagnostics
OLI – Sistemas Sanitários
Sugal Group
Sumol Compal
TMG Group

Em parceria com:
Academia CEO Future Ready | CATÓLICA-LISBON
Católica International Business Platform
CATÓLICA-LISBON | Executive Education

1-Sanjo

No passado dia 24 de fevereiro, a CCIP deslocou-se a Braga para visitar as instalações da Sanjo, distinguida como o mais recente Exportador do Mês.

Esta iniciativa integra o conjunto de ações promovidas pela CCIP com o objetivo de aproximar empresas portuguesas, promover a partilha de experiências e dar a conhecer casos de sucesso na internacionalização.

Ao longo da visita, os participantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com a liderança da marca, conhecer de perto a sua estratégia de crescimento internacional e percorrer as instalações da empresa. O encontro decorreu num ambiente de proximidade e transparência, permitindo uma troca aberta de perspetivas sobre os desafios e oportunidades associados ao desenvolvimento de marcas portuguesas nos mercados internacionais.

Fundada em 1933, a Sanjo representa hoje um exemplo consistente de revitalização de uma marca portuguesa histórica, que soube reinventar-se e afirmar-se junto de novas gerações de consumidores. Mantendo o seu ADN original, a empresa combina tradição, design contemporâneo, sustentabilidade e produção nacional, posicionando-se como um símbolo do “made in Portugal” com ambição global.

Com presença crescente em diversos mercados internacionais, a Sanjo tem vindo a consolidar uma estratégia que valoriza a autenticidade da marca, a qualidade do produto e a ligação ao património industrial português, fatores que contribuem para o reconhecimento da marca além-fronteiras.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece à Sanjo a disponibilidade, abertura e hospitalidade demonstradas durante esta visita, que tornaram esta edição do Exportador do Mês particularmente enriquecedora para todos os participantes.

Através destas iniciativas, a CCIP continua a promover momentos de aproximação entre empresas portuguesas, estimulando a partilha de conhecimento, experiências e estratégias que contribuem para reforçar a competitividade e a presença internacional das empresas nacionais.

1-e-book-marketing-tendencias-2026

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) anuncia o lançamento do e-book das Tendências de Marketing para 2026, já disponível para download gratuito.

Num contexto em que a tecnologia e a criatividade evoluem a um ritmo sem precedentes, antecipar tendências deixou de ser uma vantagem competitiva — passou a ser uma necessidade estratégica.

Já se encontra disponível para download gratuito o E-book “Tendências de Marketing para 2026”, uma publicação que reúne a visão e a experiência de mais de 40 profissionais e decisores da área.

Nesta edição poderá encontrar:

– Mini-estudo CCIP sobre prioridades, investimento e adoção de Inteligência Artificial;
– Evolução das principais tendências ao longo das últimas edições;
– Artigos originais com análises práticas e aplicáveis ao contexto empresarial;
– Recomendações de ferramentas, autores e metodologias;
– Q&A com respostas diretas a desafios atuais do marketing.

Mais do que um documento de tendências, este e-book é uma ferramenta de reflexão estratégica para empresas que procuram ajustar posicionamento, otimizar recursos e reforçar competitividade em 2026.

Faça aqui o Download Gratuito do e-book das Tendências de Marketing para 2026!

1-coreiadosul

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou, entre os dias 26 e 30 de janeiro, uma missão empresarial à Coreia do Sul, um mercado de referência a nível global nos domínios da inovação, tecnologia e indústria avançada.

Esta iniciativa integrou-se na estratégia de internacionalização da CCIP, com o objetivo de apoiar as empresas portuguesas na identificação de oportunidades de negócio e no desenvolvimento de abordagens estruturadas a mercados asiáticos altamente competitivos.

A missão teve início com uma receção oficial na Embaixada de Portugal na Coreia do Sul, proporcionando um enquadramento institucional relevante e reforçando a importância das relações económicas e comerciais entre Portugal e a Coreia do Sul.

Este momento permitiu às empresas participantes obter uma leitura estratégica sobre o contexto bilateral, bem como sobre as prioridades económicas e setoriais do mercado sul-coreano.

Ao longo de cinco dias, as empresas portuguesas tiveram acesso a uma agenda desenhada para promover reuniões de negócios, contactos qualificados e conhecimento aprofundado sobre o ambiente empresarial sul-coreano.

A missão permitiu às empresas aprofundar o seu conhecimento sobre as especificidades do mercado, identificar oportunidades concretas e reforçar a sua preparação para uma entrada sustentada, informada e alinhada com as exigências locais.

A CCIP assegurou um acompanhamento próximo e técnico ao longo de toda a missão, reforçando o seu papel enquanto parceiro estratégico das empresas portuguesas nos seus processos de internacionalização.

Esta missão à Coreia do Sul reafirma o compromisso da CCIP em aproximar as empresas nacionais de mercados estratégicos, promovendo iniciativas que combinam conhecimento, proximidade institucional e criação de parcerias de valor, essenciais para o crescimento sustentável das empresas portuguesas no contexto internacional.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) promoveu, entre os dias 19 e 23 de janeiro, uma missão empresarial à Índia, com o objetivo de apoiar a internacionalização das empresas portuguesas num dos mercados com maior crescimento económico a nível global.

Ao longo de cinco dias, a delegação portuguesa teve oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre o ecossistema económico indiano, identificar oportunidades de negócio e estabelecer contactos estratégicos com entidades locais, parceiros institucionais e potenciais clientes. A agenda integrou reuniões B2B, visitas institucionais e momentos de networking, desenhados de forma personalizada de acordo com o perfil e os objetivos das empresas participantes.

Com uma economia em rápida expansão, uma classe média em crescimento e uma forte aposta na industrialização, inovação tecnológica e digitalização, a Índia apresenta-se como um mercado-chave para as empresas portuguesas que procuram diversificar mercados e reforçar a sua presença internacional.

Durante a missão, foram abordados temas críticos como o enquadramento legal e regulatório, os modelos de entrada no mercado, as especificidades culturais nos processos de negociação e as oportunidades existentes em setores estratégicos, permitindo às empresas participantes obter uma visão clara e realista do potencial do mercado indiano.

Um dos principais eixos da missão foi a realização de reuniões de negócio com empresas e entidades indianas, previamente selecionadas, promovendo contactos qualificados e alinhados com os interesses das empresas portuguesas.

Estas reuniões permitiram explorar possibilidades de cooperação comercial, parcerias estratégicas, representação local e desenvolvimento de projetos conjuntos, reforçando o posicionamento das empresas nacionais junto de um mercado altamente competitivo e exigente.

A missão contou com o acompanhamento técnico da CCIP, assegurando apoio contínuo às empresas ao longo de toda a deslocação, desde a preparação prévia da missão até à concretização da agenda no terreno. Este acompanhamento foi determinante para maximizar o valor das reuniões realizadas e garantir um enquadramento estratégico adequado a cada empresa.

A missão à Índia integra o plano de ação internacional da CCIP, que continuará a apostar em mercados estratégicos e em iniciativas que aproximem as empresas portuguesas de novas oportunidades de negócio à escala global.

1-PP-Geo2026

Pelo 10º ano consecutivo, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) realizou o evento “Geoestratégia do Mundo em 2026”, onde Paulo Portas, vice-presidente da CCIP, lança o ano que agora começa identificando as principais tendências geopolíticas e geoeconómicas.

Começando com uma nota de esperança, pois “se não houver mais instabilidade do que aquela que já conhecemos, já aprendemos a navegar nesta instabilidade e volatilidade”, Paulo Portas começa por elencar as principais lições de 2025.

O ano passado provou que os “EUA já não vencem uma guerra comercial com a China como venciam há 25 anos”, o que significa que existe, atualmente, uma “mútua dependência sem posição de superioridade de nenhuma das partes”.

Outra das lições, foi o facto de ter desaparecido o consenso de que a China ultrapassaria, em volume, os EUA. “O voo da economia chinesa foi intercetado em 2020 com o Covid e não recuperou”, afirma, acrescentando que este país “registou os mais baixos números de nascimentos e as mais altas taxas de mortalidade em muitos anos”. Ou seja, “se os demógrafos estiverem certos, a China terá, no final deste século, metade da população que tem hoje”.

Em 2025, também houve uma “tentativa ingénua e ingrata de fazer o divórcio entre a China e a Rússia”, que falhou. “Há mais estabilidade na aliança entre Rússia e a China do que a aliança entre os EUA e a Europa”.

Por último, no ano passado, o pêndulo tradicional da América Latina orientou-se “decisivamente para a direita, como se tinha orientado há uns anos para a esquerda”.

Lançando o ano que agora começa, parte das previsões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), para dizer que as expectativas para 2026 são “ligeiramente melhores” do que em 2025, principalmente porque se prevê um crescimento global moderadamente superior ao ano passado, e um crescimento de 2.2% ou 2.4% dos EUA. Na União Europeia também há melhorias, porque, “finalmente, a Alemanha começa a levantar a cabeça”.

Em relação aos EUA, a questão central para este ano é saber se o atual Presidente vence ou não as eleições intercalares de novembro. No que diz respeito à Europa, a grande dúvida é se “a Alemanha recupera, o que faz toda a diferença”, e se, no Parlamento Europeu, “onde os extremos abundam”, será bloqueado o acordo do Mercosul.

Em relação a Portugal, avisa que este é o último ano do PRR, que “é uma oportunidade, mas também um desafio”, antecipando que Portugal possa ter mais um excedente orçamental – “precisamos de construir uma reputação de orçamentos equilibrados”. Por fim, deixa dois temas que se devem tornar prioridades para Portugal: a produtividade e a inovação.

Sobre a CCIP:
Com mais de 190 anos, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa é a Associação Empresarial mais antiga do país tendo como missão apoiar as empresas no seu crescimento e expansão para os mercados estrangeiros, afirmando-se, assim, como parceira privilegiada para a internacionalização da economia nacional e promovendo igualmente a ligação entre as PME e as grandes empresas. Preside, há 80 anos, à delegação portuguesa da ICC - Câmara de Comércio Internacional, a maior organização associativa empresarial do mundo, presente em 130 países.

Mais Informações:
Local: Rua das Portas de Santo Antão, nº89, 1169-022 Lisboa
Manuel Louro – 918881124|manuel.louro@jlma.pt

1-recheio

No passado dia 9 de janeiro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou uma visita institucional ao Recheio, a maior cadeia de cash & carry em Portugal, integrada no Grupo Jerónimo Martins, reforçando a proximidade com empresas que desempenham um papel determinante na economia nacional e na internacionalização do setor do retalho alimentar.

Fundado em 1972, o Recheio conta atualmente com 40 lojas e três plataformas logísticas distribuídas por todo o território nacional, afirmando-se como um parceiro estratégico de referência para os setores da restauração, hotelaria e retalho tradicional. Com mais de 50 anos de atividade, a empresa distingue-se pela conjugação de qualidade, variedade e preços competitivos, suportada por um portefólio sólido de marcas próprias como Masterchef, Gourmês e Amanhecer.

Durante a visita às instalações de Alcabideche, foi possível conhecer de perto o modelo de negócio do Recheio, a sua capacidade logística e operacional, bem como a forma como a empresa tem vindo a adaptar-se às novas exigências do mercado, mantendo uma forte ligação aos seus clientes profissionais.

Para além da sua presença consolidada no mercado nacional, o Recheio assume hoje um posicionamento crescente enquanto player de exportação, com presença em dezenas de países e um crescimento consistente do seu canal internacional, evidenciando o potencial das empresas portuguesas para competir e crescer em mercados externos.

Esta visita enquadra-se na missão da CCIP de acompanhar, valorizar e promover empresas nacionais com impacto económico relevante, incentivando a partilha de boas práticas, a inovação e a internacionalização do tecido empresarial português.

1-indicacoesgeo

Desde 1 de dezembro de 2025, vidreiros, oleiros, joalheiros e outros produtores europeus poderão registar os nomes dos seus produtos ao abrigo do regulamento da União Europeia relativo à proteção das indicações geográficas (IG) para produtos artesanais e industriais.

As indicações geográficas (IG) são direitos de propriedade intelectual que servem para identificar um produto originário de uma região geográfica especifica e cuja qualidade, reputação ou outras características são essencialmente atribuídas a essa região.

Pela primeira vez, a proteção das indicações geográficas — tradicionalmente aplicada aos produtos agroalimentares — passa a abranger produtos não agrícolas, completando assim o mercado único das indicações geográficas. O novo sistema protegerá produtos emblemáticos como o vidro da Boémia, a porcelana de Limoges, as facas de Solingen ou os tecidos tweed de Donegal, entre outros, cuja reputação e qualidade estão diretamente ligadas à sua origem geográfica.

Esta proteção contribui para salvaguardar competências tradicionais, apoia o emprego local e ajuda os consumidores a identificar produtos europeus autênticos e de elevada qualidade. A aplicação do novo regulamento, ao transformar o património em oportunidade económica, reforça as economias regionais, preserva a identidade cultural, cria melhores condições para a exportação de produtos artesanais e industriais e combate as falsificações.

O processo de registo das indicações geográficas compreende duas fases:
1. A nível nacional – o pedido de registo é feito junto do INPI, autoridade nacional com competência para analisar o pedido e o cumprimento dos requisitos;
2. A nível da UE – depois de analisado, o INPI envia o pedido para o Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO), entidade responsável pelo procedimento de oposição à escala da União e pela decisão final sobre a proteção e o registo.

Mais informações:
INPI - Instituto Nacional de Propriedade Intelectual
EUIPPO – European Union Intelectual Property Office
DG GROW

1-UE-direitos-aduaneiros

A União Europeia vai introduzir, a partir de julho de 2026, um direito aduaneiro de 3 euros por artigo, aplicável a encomendas de comércio eletrónico com valor inferior a 150 euros enviadas diretamente de países terceiros.

A medida visa reforçar a competitividade das empresas europeias, assegurando condições de concorrência mais equilibradas entre o comércio eletrónico e o retalho tradicional.

A decisão surge em resposta ao forte aumento das importações associadas ao comércio eletrónico e funcionará como solução transitória até à criação do Centro Europeu de Dados Aduaneiros, prevista para 2028, no âmbito da reforma da união aduaneira da UE.

O novo direito aduaneiro temporário aplicar-se-á apenas às encomendas enviadas diretamente aos consumidores e é distinto da taxa de manuseamento atualmente em negociação a nível da UE.

Enquanto o direito aduaneiro elimina uma vantagem concorrencial dos operadores de comércio eletrónico, a futura taxa de manuseamento visa compensar os custos acrescidos suportados pelas autoridades aduaneiras no controlo do elevado volume de encomendas.

As novas regras fazem parte da reforma aduaneira da UE e visam reforçar a união aduaneira, proteger o comércio retalhista europeu e garantir uma concorrência justa face às plataformas de comércio eletrónico estabelecidas fora da UE.

O Conselho e a Comissão estão a trabalhar no sentido de permitir a aplicação desta medida temporária, através de alterações legislativas adequadas e assegurando um quadro informático que funcione adequadamente.

 

1-IDUE

As empresas da União Europeia (UE) registaram, em 2024, um crescimento significativo do investimento em investigação e desenvolvimento (I&D) nos sectores da energia, saúde, aeroespacial e defesa, segundo o Painel de Avaliação do Investimento em I&D Industrial da UE 2025, publicado no final de dezembro de 2025.

O sector da energia destacou-se com um aumento de 19,8%, superando largamente os resultados dos Estados Unidos, Japão e China. Na saúde, o crescimento atingiu 13%, também acima do observado noutras economias avançadas. O sector aeroespacial e da defesa registou um aumento de 4,8%, reforçando a capacidade europeia neste domínio.

O relatório confirma a liderança da UE em sectores estratégicos, mas alerta para a forte concorrência global, especialmente nas tecnologias da informação e comunicação (TIC). A maioria do investimento europeu em I&D concentra-se em países classificados como fortes inovadores: Alemanha, França, Bélgica, Áustria, Irlanda, Luxemburgo e Estónia.

A nível global, o investimento das 2 000 maiores empresas mundiais em I&D cresceu 6,3% em 2024, com aumentos mais expressivos nos Estados Unidos e no Japão. Apesar de um crescimento mais moderado, a UE mantém a liderança mundial no setor automóvel, enquanto os EUA lideram nas TIC e na saúde.

Para reforçar o ecossistema da inovação da Europa, a Comissão Europeia está a promover várias iniciativas nomeadamente:

A Estratégia para Empresas em Fase de Arranque e Expansão, a fim de tornar a Europa um dos principais destinos para o lançamento e o crescimento de empresas tecnológicas mundiais;
• A Lei Europeia da Inovação e o 28º Regime, previstos para 2026;
• A Estratégia Europeia para Infraestruturas de Investigação e Tecnologia, melhoria do acesso das empresas a infraestruturas de craveira mundial e a apoio à I&D;
Estratégia Europeia para a IA na Ciência com o Recurso para a Ciência na IA na Europa (RAISE), com vista a dotar os cientistas dos recursos necessários para adotar a IA para a sua investigação.

A aceleração destas iniciativas é essencial para apoiar a expansão de empresas inovadoras, sobretudo nos domínios em que a Europa precisa de reforçar a sua soberania e liderança tecnológica.

Mais informações:
Painel de Avaliação do Investimento em I&D Industrial na UE
Economia da Investigação e Inovação Industrial

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Segundo as Previsões Económicas de Outono 2025 da Comissão Europeia (Autumn 2025 Economic Forecast), o Produto Interno Bruto (PIB) da União Europeia (UE27) deverá crescer 1,4% em 2025 e 2026, acelerando para 1,5% em 2027. Na zona euro, o crescimento será mais moderado: 1,3% em 2025, 1,2% em 2026 e 1,4% em 2027.

Portugal apresenta perspetivas mais favoráveis, com um crescimento económico projetado de 1,9% em 2025, 2,2% em 2026 e 2,1% em 2027. A procura interna deverá continuar a sustentar a expansão da economia nacional, apesar das incertezas no comércio mundial.

Quanto à inflação, a Comissão estima uma descida na zona euro para 2,1% em 2025 e 2026, recuando ligeiramente para 2,0% em 2027. Na UE27, a inflação deverá situar-se em 2,5% (2025), 1,9% (2026) e 2,2% (2027).

Em Portugal, prevê-se uma desaceleração para 2,2% em 2025, estabilizando em 2,0% nos dois anos seguintes.

A taxa de desemprego em Portugal deverá manter a trajetória descendente, fixando-se em 6,3% (2025), 6,2% (2026) e 6,1% (2027).
Estas previsões económicas de Outono 2025 fornecem uma actualização dos dados de Primavera 2025, que foram apresentados pela Comissão em maio 2025.

Saiba mais sobre as previsões para a economia portuguesa aqui

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A Comissão Europeia apresentou o seu programa de trabalho para 2026, intitulado «O momento da independência europeia», que define as principais medidas para reforçar a soberania, a competitividade e a segurança da União Europeia.

O programa responde aos desafios colocados pelas tensões geopolíticas, pelas ameaças à segurança e à democracia, pelos riscos económicos e industriais e pela aceleração das alterações climáticas. Baseia-se nas orientações políticas da Comissão e nas prioridades definidas pela presidente Ursula von der Leyen no discurso sobre o Estado da União de 2025.

Entre os objetivos centrais estão o reforço da competitividade, a liderança na inovação limpa e digital, a proteção do modelo social europeu e a garantia da segurança coletiva. A Comissão sublinha ainda a importância da simplificação da legislação e da redução da carga administrativa para cidadãos e empresas. As medidas já adotadas poderão gerar poupanças anuais superiores a 8,6 mil milhões de euros.

O programa estrutura-se em várias áreas prioritárias: prosperidade e competitividade sustentáveis, defesa e segurança, modelo social, qualidade de vida, democracia e Estado de direito, e reforço das parcerias globais. Destacam-se iniciativas para fortalecer a base industrial europeia, melhorar as capacidades de defesa, mitigar o custo de vida, apoiar os agricultores, proteger as instituições democráticas e manter o apoio à Ucrânia.

A Comissão sublinha que a concretização destas prioridades exige recursos adequados e apela ao Parlamento Europeu e ao Conselho para um rápido acordo sobre o próximo quadro financeiro plurianual.

Mais informações:
Programa de trabalho da Comissão para 2026
Relatório de síntese sobre a simplificação de 2025
Ficha informativa sobre o programa de trabalho da Comissão para 2026
Perguntas e respostas sobre o programa de trabalho da Comissão para 2026

 

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Os acordos comerciais da União Europeia (UE) continuam a desempenhar um papel central no crescimento das exportações e na diversificação dos mercados. Segundo o quinto relatório anual sobre a aplicação e o cumprimento da política comercial da UE, recentemente publicado, a extensa rede de acordos comerciais permite às empresas europeias aceder a mercados alternativos para as suas exportações, ao mesmo tempo que reduz dependências, num contexto geopolítico particularmente desafiante.

O relatório, que analisa o ano de 2024 e o primeiro semestre de 2025, conclui que estes acordos reforçam a resiliência e a competitividade dos operadores económicos europeus:
• Em 2024, as exportações de mercadorias da UE para os 76 parceiros comerciais preferenciais cresceram a um ritmo duas vezes superior ao das exportações para países sem acordos de comércio livre (ACL).
• As exportações agroalimentares da UE atingiram um valor recorde de 235 mil milhões de euros em 2024, refletindo um aumento de 2,8% face ao ano anterior. As vendas para parceiros com acordos comerciais, no valor de 138 mil milhões de euros, cresceram 3,6%, enquanto as exportações para países sem acordos aumentaram apenas 1,6%.

Os acordos comerciais contribuem também para a diversificação e estabilidade das cadeias de abastecimento. O aumento das exportações para parceiros estratégicos, como o México, a Noruega, a Suíça e o Reino Unido, ajudou a compensar a quebra nas vendas de veículos, componentes automóveis e máquinas elétricas resultante das sanções impostas à Rússia. Em paralelo, o crescimento das importações de gás e gás natural liquefeito da Argélia, do Cazaquistão e da Noruega, bem como das importações de cobre do Chile, mitigou o impacto da redução das importações provenientes da Rússia.

A UE continua a expandir ativamente a sua rede de acordos comerciais. Em 2024, entraram em vigor dois novos acordos: o Acordo de Comércio Livre com a Nova Zelândia e o Acordo de Parceria Económica com o Quénia, elevando para 44 o total de acordos comerciais em vigor, que abrangem 76 parceiros.

Em 2025, a Comissão Europeia concluiu as negociações com a Indonésia e apresentou propostas de acordos com o Mercosul e o México para aprovação pelo Conselho e pelo Parlamento Europeu.

A UE encontra-se igualmente em negociações com a Índia, a Malásia, as Filipinas, a Tailândia e os Emirados Árabes Unidos. (Fonte: Comissão Europeia)

Mais informações:
Relatório sobre a aplicação e o cumprimento da política comercial da UE
Brochura do relatório
Acordos comerciais da UE

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A manhã de 4 de dezembro ficou marcada pela realização da 3.ª edição do Bootcamp de Empresas Familiares, uma iniciativa que voltou a reunir líderes, gestores e herdeiros de diferentes gerações para discutir os desafios atuais e os caminhos futuros das empresas familiares portuguesas.

Num momento em que estas organizações representam uma parte significativa do tecido económico nacional, o encontro permitiu uma reflexão aprofundada sobre temas estruturantes para a sua competitividade, sustentabilidade e continuidade.

A sessão teve início com a intervenção de Lídia Tarré, Diretora da Associação das Empresas Familiares + CCIP + Associação Rede Mulher Líder e Administradora da Gelpeixe, que sublinhou a relevância das empresas familiares na economia e a necessidade de preparar as próximas gerações para liderar com visão e responsabilidade.

Seguiu-se a apresentação de Luís Todo Bom, Professor Associado do ISCTE, que trouxe uma perspetiva integrada sobre a gestão estratégica e o impacto que uma abordagem de longo prazo pode ter no sucesso destas organizações.

O programa prosseguiu com a mesa-redonda “Conversas em família”, que contou com Pedro José, Partner do Grupo Conceito, e Catarina José, Gerente da PERITOS, moderados por Daniela Simões, Executive Board Member da Luís Simões Logística Integrada, S.A. A conversa destacou a visão e as prioridades da nova geração na continuidade dos negócios familiares.

Um dos momentos centrais da manhã foi a intervenção de Carlos Lucena, Founding Partner da TELLES, que abordou os desafios da sucessão, um dos temas mais críticos e determinantes para a continuidade das empresas familiares.

A mesa-redonda “As voltas que a vida dá…”, com Joana Duarte, CEO da Geoclima, e Rita Conceição Andrade, Executive Partner do RCA Group, moderada por Lídia Tarré, trouxe testemunhos reais sobre transformação empresarial, liderança em contextos de mudança e capacidade de adaptação.

Seguiu-se uma conversa inspiradora entre Lídia Tarré e Bruno Bobone, Administrador do Grupo Pinto Basto, centrada no propósito, no legado e no papel das empresas familiares na construção de um futuro mais sólido e sustentável.

O encerramento esteve a cargo de Marina Malhão-Pereira, Secretária-Geral da Associação das Empresas Familiares, que reforçou a importância da boa governança, da união entre as empresas familiares e do papel fundamental que a Associação desempenha na capacitação e valorização deste ecossistema.

A CCIP expressa o seu agradecimento a todos os oradores pela qualidade das reflexões partilhadas, aos participantes pela presença ativa e aos parceiros e associados corporate pelo apoio contínuo. Um agradecimento especial à Associação das Empresas Familiares e Associação Rede Mulher Líder, cuja colaboração tem sido essencial para o fortalecimento deste movimento e para a promoção de um ambiente favorável ao crescimento das empresas familiares portuguesas.

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Entre os dias 2 e 5 de dezembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou uma Missão Empresarial a Marrocos, reunindo empresas portuguesas dos setores alimentar e de componentes para a indústria automóvel interessadas em reforçar a sua presença num dos mercados mais relevantes do Norte de África.

Durante quatro dias, os participantes beneficiaram de uma agenda personalizada de reuniões bilaterais com potenciais parceiros locais, distribuidores, importadores e operadores industriais, permitindo identificar oportunidades reais de entrada e expansão no mercado marroquino. As reuniões decorreram maioritariamente em Casablanca e Tânger, dois polos estratégicos para o setor industrial e para o abastecimento regional.

O mercado marroquino continua a destacar-se pela sua estabilidade económica, pela forte aposta no desenvolvimento industrial e pela crescente integração nas cadeias de valor globais, sobretudo nas áreas de automóvel, agroalimentar, logística e transformação. Este enquadramento revelou-se particularmente favorável para as empresas portuguesas participantes, que puderam explorar potenciais sinergias tanto ao nível da exportação como de futuras parcerias industriais.

A missão permitiu ainda aprofundar conhecimento sobre as tendências de consumo e necessidades do mercado marroquino, reforçar contactos institucionais e criar bases para futuras cooperações em segmentos onde Portugal apresenta forte competitividade: alimentação de valor acrescentado, produtos diferenciados e soluções industriais especializadas para o setor automóvel.

Com esta iniciativa, a CCIP volta a reafirmar o seu compromisso em apoiar a internacionalização das empresas portuguesas, facilitando o acesso a mercados estratégicos, promovendo encontros de alto valor e reforçando a ligação económica entre Portugal e Marrocos, um parceiro cada vez mais relevante no contexto do comércio euro-mediterrânico.

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Entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou uma Missão Empresarial à Arábia Saudita, reunindo três empresas portuguesas que procuraram explorar oportunidades num dos mercados mais dinâmicos, ambiciosos e em rápida evolução do Médio Oriente.

Durante cinco dias, os participantes tiveram acesso a uma agenda personalizada de reuniões bilaterais, focada na aproximação a entidades locais, potenciais clientes, distribuidores e parceiros estratégicos, num país que se encontra a acelerar a sua diversificação económica no âmbito do plano Saudi Vision 2030.

A missão integrou três empresas portuguesas com propostas de valor distintas e complementares: a Anturio, especializada em Tecnologias de Informação e consultoria, representada pelo CEO Duarte Freitas; a República 45, consultora estratégica e agência digital integrada, representada pelo Founding Partner Bernardo Marques; e a Conservas Pinhais, marca histórica de conservas artesanais premium, representada pelo Diretor Comercial Nuno Rocha.

Ao longo da agenda, as empresas participaram em encontros com entidades públicas e privadas, organizações tecnológicas, potenciais investidores e operadores relevantes dos setores digital, industrial, alimentar e de distribuição. As reuniões permitiram identificar oportunidades concretas de cooperação, tanto na área da inovação e transformação digital, como na promoção de produtos diferenciados e com forte identidade portuguesa.

A Arábia Saudita tem vindo a afirmar-se como um dos mercados mais promissores da região, impulsionada por elevados níveis de investimento, modernização económica e forte procura por soluções internacionais. Este enquadramento favoreceu o desenvolvimento de novas conexões, bem como a avaliação de possibilidades futuras de parceria e expansão comercial.

Com esta iniciativa, a CCIP reforça o seu compromisso em apoiar as empresas portuguesas no seu processo de internacionalização, promovendo o acesso a mercados estratégicos, facilitando contactos de alto valor e contribuindo para a construção de relações económicas sólidas entre Portugal e a Arábia Saudita.

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Conheça a proposta de internacionalização da Câmara de Comércio para 2026!

Consulte o Plano de Ações Internacionais 2026 - AQUI

O plano contempla a abordagem a realização de 40 Missões empresariais em 38 mercados, exclusivamente em formato presencial, com um foco principal fora dos mercados tradicionais de exportação portuguesa. Optámos por mercados com forte potencial de crescimento, destacando economias emergentes da Ásia, América Latina e África, sem descurar geografias consolidadas como os Estados Unidos e o Japão. Países como Índia, Brasil, Turquia, Indonésia e Vietname refletem a visão de Paulo Portas, segundo a qual estes serão “os motores do crescimento económico global nos próximos anos”, impulsionados por populações jovens, inovação tecnológica e crescente atratividade para o investimento estrangeiro. Paralelamente, o reforço de apostas em mercados como México, Coreia do Sul, China e Marrocos traduz uma estratégia de diversificação geográfica e setorial, essencial num contexto global polarizado. Esta abordagem visa posicionar as empresas portuguesas em ecossistemas dinâmicos e sustentáveis, promovendo a competitividade, resiliência e presença global da economia nacional. Por outro lado, teremos como novas iniciativas para 2026, a realização de 4 missões empresariais em conjunto com a participação em feiras setoriais.

Vamos manter a cadência dos seminários “Meet the Market” continuando 100% gratuito - que aprofundam a realidade económica e comercial de um determinado país e permitem às empresas conhecer em maior detalhe as oportunidades existentes nos mercados internacionais;

Continuaremos também a possibilitar às empresas um conjunto de sessões individuais e personalizadas com os nossos consultores locais em diversos mercados – One to One (121) - em formato 100% online e que permitem o esclarecimento de dúvidas concretas e uma análise do potencial exportador de cada empresa para esse mercado;

Numa perspetiva de constante inovação e adequação às necessidades das empresas, continuará a ser disponibilizado o serviço de consultoria individual para empresas que pretendam fazer negócios a nível internacional – trabalhamos em mais de 90 países e ajudamos empresas de todos os setores, dimensões e perfis, através da preparação de uma agenda de reuniões customizada com importadores, distribuidores, agentes, fornecedores e/ou clientes finais;

Após a realização da 1ª edição da Regata da Exportação, em 2024, um evento que permite o networking e o teambuilding entre CEO’s e Diretores de Exportação de empresas exportadoras portuguesas, pretendemos repetir a iniciativa em 2026;

Depois do sucesso em 2023, 2024 e 2025, a iniciativa Exportador do Mês continuará a ser uma aposta da CCIP em 2026, tratando-se de um evento exclusivo para um número limite de participantes e que permitirá a visita a uma empresa líder exportadora nacional, onde a CCIP atribuirá uma menção/prémio e onde se visitam as instalações, com muito networking e a presença dos responsáveis pela exportação e pela administração das empresas anfitriãs;

A Câmara de Comércio conta com uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos para suas iniciativas de apoio à internacionalização, o único banco do mundo presente em sete países de língua portuguesa, que nos tem apoiado no trabalho de sensibilização das empresas portuguesas para as principais "ferramentas" e operações bancárias a utilizar no comércio internacional;

 

Alguns números importantes dos últimos 10 anos  

 150
270
88
Mais 250
Missões Empresariais com mais de 900 empresas, com uma média de 7 reuniões de qualidade por agenda individual organizada. Agendas individuais para abordagens comerciais a 77 diferentes mercados. Empresas estrangeiras que fizeram negócios com empresas portuguesas. Eventos específicos sobre mercados internacionais, possibilitando às empresas um acesso a informação e oportunidades relevantes.

  

 

92%

das empresas considera que após a participação numa das Missões da CCIP, poderá concretizar negócios a curto prazo.

 

96%

das empresas atribui uma relevância muito adequada às reuniões que foram proporcionadas no âmbito das Missões.

 

 

" O plano de internacionalização que todos os anos a CCIP aprova para servir os seus associados é, como costumo dizer, um passaporte prático para que as empresas nacionais possam melhorar as suas exportações, estabelecer parcerias e continuar o caminho - o melhor caminho em economia global - para a sua internacionalização.

Em 2026, o regresso ao comércio internacional vai ser mais necessário do que nunca, depois de um ano de ajustamento face a políticas protecionistas. Para recuperar as suas economias e negócios, muitas empresas vão precisar de reforçar e diversificar os seus contatos internacionais e os êxitos em novos mercados.

Para isso, este plano é uma excelente oportunidade: frequentar as Missões que organizamos, nas quais temos a preocupação de garantir as adequadas reuniões B2B – seja de forma presencial ou virtual. Na verdade, o plano para 2026 leva em conta esta excepcional circunstância, e prevê 40 Missões Empresariais em 38 mercados, exclusivamente em formato presencial e com foco principal em mercados menos tradicionais. Temos em atenção as economias emergentes com maior contributo para crescimento económico global nos próximos anos. Algumas das Missões vão coincidir com participação em feiras sectoriais. Vamos manter a cadencia dos seminários “meet the market” e também as consultorias personalizadas em diversos mercados (one-to-one). Voltaremos à iniciativa “exportadora do mês” que incentiva uma competição virtuosa pelos melhores progressos e resultados. E ainda, muito mais iniciativas. As exportações são um grande farol da nossa economia e a CCIP está na vanguarda da sua concretização. Aproveitem!"

Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa

" Vivemos um quadro de grande incerteza no comércio internacional, marcado por tensões geopolíticas, instabilidade económica e constrangimentos nas cadeias de fornecimento. Neste cenário, torna-se ainda mais premente o apoio da CCIP às empresas portuguesas, facilitando a sua entrada em novos mercados e promovendo a diversificação das estratégias de internacionalização. Este acompanhamento é decisivo para tornar as empresas mais resilientes face às adversidades, mais competitivas e capazes de minimizar riscos. Em 2025, continuámos a assistir a bons números de exportações, embora com um abrandamento face a 2023 e 2024, anos excecionais em vários setores. É por isso que para 2026 preparámos um plano de ações diversificado, que responde às necessidades concretas que as empresas nos têm transmitido e cujo foco é claro: gerar mais negócios a nível internacional. Estaremos presentes em 38 mercados distintos, sempre com uma abordagem personalizada, porque cada empresa tem realidades e objetivos diferentes. Acreditamos que 2026 será um ano de forte atividade exportadora, e estaremos ao lado das empresas em todas as etapas, com contactos de qualidade e soluções práticas que lhes permitam enfrentar os desafios globais com confiança."

Pedro Bismarck, Diretor de Comércio Internacional da Câmara de Comércio

 

 

O QUE DIZEM AS EMPRESAS QUE RECORRERAM AOS SERVIÇOS DE APOIO INTERNACIONAL DA CCIP EM 2025

" A Missão foi bem organizada, conseguindo debelar, na sua maioria, as dificuldades esperadas no terreno. A identificação de potenciais parceiros foi bem-sucedida e proporcionou um entendimento integrado do funcionamento do mercado que, com certeza, dará frutos. Uma solução bastante eficaz como abordagem a novos mercados."

Francisco Cabrita | Business Development | Tecnimede Group

" A missão empresarial ao México foi bem organizada, as reuniões foram interessantes, com potencial de negócio, objetivas e com a diversidades de parceiros necessários para avaliar uma entrada no mercado. O suporte no terreno antes e durante a missão prestado pela CCIP foi muito eficaz. Não teremos dúvidas em participar nestas iniciativas sempre e quando o mercado alvo nos interessar."

Nuno Azevedo | International Markets Director | Lion of Porches

" Muito bom trabalho de consultoria. Empenhado. Sério. Cumpridor. Pontual. Boas reuniões marcadas. Muito diligente. Não poderia esperar melhor!"

José Crespo de Carvalho | Management professor | ISCTE Executive Education

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No dia 26 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou mais uma edição da iniciativa Exportador do Mês, desta vez dedicada à Horse Technologies, uma das mais relevantes unidades industriais do setor automóvel em Portugal e referência internacional na produção de soluções avançadas para motores.

A comitiva foi recebida por Isabel Pereira, Diretora de Comunicação da Horse Technologies, que deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância da proximidade entre a empresa e o tecido empresarial nacional.

A visita teve início no Business Center da unidade, onde Carlos Goulão, Project Chief, apresentou uma visão global da empresa, dos seus processos produtivos e das linhas de fabrico instaladas em Aveiro.

Durante esta sessão, os participantes tiveram oportunidade de conhecer a estrutura industrial da Horse Technologies em Portugal, o seu posicionamento dentro do grupo Renault–Geely–Aramco, o foco estratégico no desenvolvimento de motores elétricos e híbridos e a relevância da unidade portuguesa dentro da cadeia global de produção.

Seguiu-se uma visita às instalações de produção, onde foi possível observar de perto o fabrico de caixas motoras e motores elétricos destinados à indústria automóvel internacional.

A unidade de Aveiro exporta 100% da sua produção para três continentes e distingue-se pelos investimentos em automação, inovação digital e sustentabilidade industrial.

A Horse Technologies representa hoje um exemplo de resiliência industrial, inovação tecnológica e capacidade exportadora, desempenhando um papel relevante na cadeia de valor automóvel global.

Esta edição do Exportador do Mês permitiu aos participantes conhecer boas práticas industriais, contactar diretamente com líderes da empresa e aprofundar o entendimento de um setor em transformação, marcado pela transição energética e pela mobilidade sustentável.

Com esta e outras iniciativa, a CCIP continuará a destacar empresas que contribuem para a competitividade internacional de Portugal, reconhecendo o papel decisivo da exportação no crescimento económico.

2-MEBrasil

No dia 17 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa partiu para uma missão empresarial ao Brasil, reunindo empresas portuguesas interessadas em explorar novas oportunidades num dos mercados mais dinâmicos e relevantes da América Latina.

Durante cinco dias, as empresas participantes, atuantes nos setores de produção de máquinas automáticas para produtos em betão e têxteis, tiveram acesso a uma agenda personalizada de reuniões bilaterais com potenciais parceiros locais, distribuidores e entidades estratégicas para o desenvolvimento de novos negócios.

Esta iniciativa permitiu identificar oportunidades concretas de cooperação industrial, fornecimento de tecnologia e expansão comercial, especialmente em segmentos com elevada procura no mercado brasileiro.

A missão contou com o apoio institucional local, que contribuiu para facilitar contactos e promover um enquadramento favorável ao investimento e à cooperação entre empresas portuguesas e brasileiras.

Com esta ação, a CCIP reafirma o seu compromisso em apoiar as empresas portuguesas no seu processo de internacionalização, promovendo o acesso a mercados estratégicos e fortalecendo as relações entre Portugal e o Brasil.

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No passado dia 28 de outubro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) teve a honra de ser recebida pela Grestel – Produtos Cerâmicos, S.A., no âmbito da iniciativa Exportador do Mês.

No âmbito da sua missão de promover e valorizar as empresas portuguesas com presença internacional, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa distinguiu, em outubro, a Grestel – Produtos Cerâmicos, S.A. como Exportador do Mês.

Com sede em Vagos, Aveiro, a Grestel é hoje uma referência nacional e internacional na produção de artigos de mesa, forno e acessórios em grés fino, combinando qualidade, design e sustentabilidade — fatores que têm consolidado a sua posição em mais de 60 mercados.

Fundada em 1998, a Grestel é a base industrial do Grupo Costa Nova Indústria e detentora das marcas Costa Nova e CASAFINA by Costa Nova, ambas reconhecidas pelo seu design distintivo e elevada qualidade, presentes em lojas e canais premium em todo o mundo. O seu percurso exportador tem contribuído significativamente para a afirmação da cerâmica portuguesa como um setor competitivo e inovador.

Inovação e sustentabilidade ao serviço da indústria

Durante a visita da CCIP às instalações da empresa foi destacado o projeto EcoGrés+NG, uma iniciativa pioneira de investigação e desenvolvimento que transforma resíduos industriais em novas coleções sustentáveis, com o apoio da Universidade de Aveiro e de parceiros como a Navigator, Extrusal e Grohe.

Este projeto permite incorporar mais de 80% de resíduos e subprodutos na produção de uma nova pasta cerâmica, reduzindo de forma significativa o consumo de matérias-primas virgens e a pegada ecológica da empresa. A Grestel demonstra, assim, que é possível aliar competitividade internacional, inovação e responsabilidade ambiental.

A visita permitiu ainda conhecer de perto o espírito de colaboração e a aposta contínua em conhecimento e desenvolvimento tecnológico, fatores que reforçam a capacidade exportadora da empresa.

A CCIP agradece à equipa da Grestel pela excelente receção e partilha de conhecimento, em particular a Liliana Padinha Cachim, Maria João Silva e Helena Ferreira, cujo contributo foi essencial para compreender a visão estratégica e sustentável do grupo.

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Nos dias 19 e 20 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa acolheu, no seu Salão Nobre, a 6.ª edição do Bootcamp de Recursos Humanos e Sustentabilidade, um encontro que reuniu líderes empresariais, especialistas e profissionais de diferentes setores para duas manhãs intensas de reflexão e partilha de conhecimento.

Durante este Bootcamp, ficou evidente que os desafios atuais das organizações exigem uma abordagem integrada, em que a gestão de pessoas e a sustentabilidade assumem um papel estratégico na competitividade e crescimento das empresas portuguesas.

Um primeiro dia dedicado à gestão de pessoas e liderança

O primeiro dia destacou a transformação profunda que as organizações atravessam ao nível do talento, cultura e liderança. Oradores e moderadores partilharam perspetivas valiosas sobre:

  • Liderança com propósito
  • Cultura organizacional e performance
  • Retenção e desenvolvimento de talento
  • Resiliência das equipas

As reflexões apresentadas mostraram que modelos de gestão centrados nas pessoas são hoje um fator decisivo para reforçar a agilidade, a inovação e a capacidade das empresas enfrentarem novos contextos de mercado.

Sustentabilidade como eixo central de decisão

O segundo dia foi dedicado ao impacto organizacional e ao papel crescente da sustentabilidade na estratégia empresarial.

Foram discutidos temas como energia verde e inovação, economia circular, modelos de gestão responsáveis e certificação enquanto pilar de confiança e competitividade. A mensagem foi clara: a sustentabilidade deixou de ser um compromisso isolado e tornou-se um eixo central de diferenciação e crescimento para empresas de todas as dimensões.

As intervenções demonstraram que integrar práticas sustentáveis em toda a cadeia de valor é hoje uma exigência do mercado, dos consumidores e dos investidores, sendo também uma oportunidade real para criar valor económico e social.

Um espaço de partilha e colaboração

Esta edição contou com a participação ativa de oradores, moderadores, parceiros e Associados Corporate, cujo contributo foi essencial para o elevado nível das sessões e para a diversidade de perspetivas apresentadas.

Agradecemos a todos os que fizeram parte deste Bootcamp:

Oradores e moderadores
Ana Jerónimo | Ana Queiroga | Ana Petruci | Carla Oliveira | Daniel Ribas Amaral | Daniela Lima | Inês Martins | Inês Vasconcelos Proença | Isabel Moço | Joana Garoupa | João Guerreiro | Julieta Ferreira da Silva | Luís Wissmann | Maria do Carmo Neves | Maria Tavares Leal | Leonor Pipa | Marta Silva | Nuno Pinto de Magalhães | Ricardo Lopes Ferro | Rita Duarte | Sergio Costa | Sofia Bué Alves | Tiago Carrilho  

Empresas e entidades representadas
Santander Portugal | GALUCHO - S.A. | MDS Group | Grupo José de Mello | Header | Universidade Europeia | SWAIFOR | Intelcia | Adecco | OutSystems | Tecnimede Group | Forvis Mazars | Link to Leaders | Voltalia | SparkWave Energy | BCSD Portugal | Yunit Consulting | Delta Cafés | MPG Office Furniture | APEE | Garoupa Inc.

A CCIP mantém a sua missão de apoiar as empresas portuguesas no desenvolvimento de equipas mais preparadas, culturas organizacionais mais fortes e estratégias sustentáveis orientadas para o longo prazo.

Continuaremos a promover iniciativas que aproximem líderes, promovam a partilha de conhecimento e contribuam para a competitividade das PME e grandes empresas nacionais.

Obrigado por fazerem parte desta edição.

1-EEE

A Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias desenvolve, anualmente, em colaboração com as Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, um Estudo Económico Europeu, o qual é resultado de um inquérito anual à atividade das empresas e tem por objetivo, a recolha de informação e de opinião junto dos empresários na Europa, sobre alguns aspetos da atividade empresarial, nomeadamente, evolução da procura e das vendas; investimento; emprego e clima de negócios.

Colaboraram, nesta 33ª edição do estudo mais de 41.000 empresas de 28 países europeus. A nível nacional o estudo foi desenvolvido pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa. Conheça os resultados AQUI.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) marcou presença no European Parliament of Enterprises 2025, em Bruxelas, com uma delegação de empresas nacionais liderada por Nuno Pinto de Magalhães, Vice-Presidente da CCIP, e que contou igualmente com a participação de João Transmontano, enquanto membro da comitiva portuguesa.

Organizado pela Eurochambres, o encontro reuniu mais de 700 empresários de toda a Europa no hemiciclo do Parlamento Europeu, recriando uma sessão parlamentar dedicada aos principais desafios e prioridades do tecido empresarial europeu.

Ao longo dos debates foram abordados três temas centrais para o futuro económico do continente:

  • Descarbonização e competitividade
  • Mercado interno europeu
  • Estratégia de comércio internacional

Esta iniciativa promoveu um diálogo direto entre empresas e decisores europeus, reforçando a importância de aproximar o setor empresarial das instituições da União Europeia e de criar espaço para a partilha de perspetivas, preocupações e propostas concretas.

Para a CCIP, esta participação representa mais um passo no compromisso de defender os interesses das empresas portuguesas, promover a sua competitividade e assegurar que a voz do tecido empresarial nacional é ouvida nas grandes decisões europeias.

Veja aqui o vídeo da participação da CCIP no European Parliament of Enterprises 2025: https://www.youtube.com/watch?v=fb0_cNrzXf8

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Estreou no dia 1 de novembro, na CNN Portugal, o novo programa “CNN Empresas”, uma parceria da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) com a CNN, que dá palco ao melhor do tecido empresarial português.

O programa visa mostrar o dinamismo, a inovação e a força das empresas que constroem o futuro da economia nacional, promovendo uma visão inspiradora sobre o que de melhor se faz em Portugal, dentro e fora de portas.

A emissão arrancou às 10h30, com uma entrevista em direto ao Presidente da CCIP, Rui Miguel Nabeiro, que apresentou o programa e o seu propósito: dar voz às empresas portuguesas, reconhecer o seu contributo para o crescimento económico e aproximar o público das histórias de sucesso que marcam o panorama empresarial nacional.

O primeiro episódio, transmitido no dia 1 de novembro, às 13h00, foi dedicado à própria Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, destacando a sua missão de apoiar, capacitar e promover o crescimento das empresas portuguesas, em Portugal e nos mercados internacionais.

O “CNN Empresas” será emitido quinzenalmente aos sábados, às 13h00, num total de oito episódios que contam com a participação de algumas das mais relevantes empresas e grupos empresariais do país.

Entre os protagonistas dos próximos episódios, destacam-se o Pestana Hotel Group, MDS Group, red.it – a CONKORD company, Renova, ebankIT, Grupo Visabeira, Bial, Stafford Tower Cranes, Sumol+Compal, Grupo RNM, Powergol, Sovena Group, Corticeira Amorim e The Navigator Company.

Ao longo da série, cada episódio revelará histórias de liderança, inovação, sustentabilidade e visão estratégica, que refletem a capacidade das empresas portuguesas para se afirmarem globalmente e se reinventarem face aos desafios do mercado.

Com esta parceria, a CCIP e a CNN Portugal reforçam o seu compromisso em valorizar o talento empresarial português, promovendo uma narrativa positiva sobre o papel das empresas na criação de valor, emprego e desenvolvimento sustentável.

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) organizou, entre os dias 27 e 31 de outubro, uma missão empresarial à Argentina, com o objetivo de aproximar empresas portuguesas de potenciais parceiros locais e identificar novas oportunidades de negócio no mercado sul-americano.

A ação decorreu em Buenos Aires e contou com a participação de empresas portuguesas dos setores da metalomecânica e da gestão imobiliária, que ao longo de cinco dias realizaram um total de 16 reuniões bilaterais (B2B) com empresas argentinas e entidades institucionais.

Com uma economia em transformação e um tecido industrial diversificado, a Argentina apresenta um conjunto de oportunidades relevantes para empresas portuguesas com soluções competitivas e orientadas à exportação. A missão permitiu aos participantes conhecer de perto as dinâmicas do mercado, estabelecer contactos estratégicos e avaliar parcerias comerciais de médio e longo prazo.

Esta iniciativa insere-se na estratégia da CCIP de apoio à internacionalização das empresas portuguesas, promovendo o acesso a novos mercados e reforçando a presença nacional no continente americano.

6-RH

Tendências de RH para 2026: o futuro das empresas começa nas pessoas

Este e-book reúne insights valiosos de diversos profissionais de Recursos Humanos, que prontamente aceitaram o desafio de explorar temas em constante evolução.

Num contexto empresarial em constante transformação, os Recursos Humanos assumem um papel cada vez mais estratégico na construção de organizações sustentáveis, ágeis e preparadas para o futuro.

Com o objetivo de inspirar e promover a reflexão sobre os desafios emergentes nesta área, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa lança o e-book “Recursos Humanos - Tendências e Oportunidades para 2026” — uma publicação que reúne as perspetivas de vários profissionais e especialistas em Recursos Humanos sobre o que irá marcar o próximo ano.

Ao longo das suas páginas, encontram-se contributos que abordam a requalificação contínua, a liderança empática, o impacto da Inteligência Artificial, a cultura organizacional com propósito e a sustentabilidade empresarial. Estes temas refletem uma visão partilhada: o futuro do trabalho será cada vez mais humano, colaborativo e orientado para o bem-estar das pessoas.

Mais do que identificar tendências, este e-book procura dar voz a quem vive diariamente os desafios da gestão de pessoas, destacando casos práticos, boas práticas e ideias inovadoras que podem inspirar empresas de todas as dimensões e setores.

 

Por trás de cada empresa de sucesso, há pessoas que desafiam o status quo.

O e-book Tendências de RH para 2026 está disponível para download gratuito, e pretende contribuir para um debate mais profundo sobre o papel dos Recursos Humanos como motor de transformação nas organizações.

Faça o download gratuito AQUI.

3-COs

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) apresenta uma nova funcionalidade que torna o processo de exportação ainda mais rápido e eficiente.

Agora, através dos Certificados de Origem da CCIP, as empresas podem imprimir localmente os seus documentos, ganhando tempo e reduzindo custos.

Além disso, os operadores económicos podem verificar, em qualquer parte do mundo, a autenticidade dos Certificados de Origem emitidos pela CCIP, através da plataforma da ICC, bastando digitalizar o QR Code presente em cada certificado.

 

A CCIP ao serviço da internacionalização
Com esta iniciativa, a CCIP reforça o seu compromisso com a modernização dos serviços e com o apoio à internacionalização das empresas portuguesas. A integração desta medida e do QR Code nos Certificados de Origem é mais um passo no sentido de tornar os processos de exportação mais ágeis, seguros e alinhados com as melhores práticas internacionais.

Saiba mais informações sobre os Certificados de Origem e os serviços da CCIP AQUI.

1-OpenDay

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou, no passado dia 7 de outubro, a 8.ª edição do Open Day, um encontro que voltou a encher o Salão Nobre da CCIP e que se destacou como um espaço de inspiração, ligação e partilha de conhecimento entre empresários, gestores e profissionais de diversos setores.

A sessão de abertura contou com as boas-vindas de Nuno Pinto Magalhães, Vice-Presidente da CCIP, dando início a uma manhã marcada por diferentes perspetivas sobre os desafios e oportunidades que moldam o futuro da economia nacional.

Entre os temas em destaque estiveram:

Liderança, num momento de reflexão sobre o papel da visão e da estratégia na gestão atual, conduzido por Pedro Ferraz da Costa, Presidente do Grupo IBERFAR, Indústria Farmacêutica S.A.

Inovação com propósito, com Rui Lobo, Diretor Southern Europe da TEKEVER, que partilhou a importância da tecnologia nacional e do impacto internacional.

Exportação e crescimento internacional, painel moderado por Joana Petiz, Diretora Editorial do SAPO, e que contou com as intervenções de Pedro Castro, Diretor Geral de Mercados Europeus da Delta Cafés, Domingos Pinto, CEO da Simoldes Plastics e Rui Baptista, Diretor de Logística da Volkswagen Autoeuropa.

Sustentabilidade nas empresas, apresentada por Paula Guimarães, Diretora de Sustentabilidade da The Navigator Company.

Gestão de talento, tema abordado por Mariana Branquinho da Fonseca, Senior Client Partner da Korn Ferry Portugal, centrado nos novos desafios de captação e retenção nas organizações.

O evento encerrou com a atividade “5 P’s”, conduzida por Pedro Abecasis, Diretor Comercial, que proporcionou uma abordagem prática e inspiradora sobre liderança e propósito.

Um dos momentos mais aguardados foi o Pitch dos Associados, onde 12 empresas associadas subiram ao palco para apresentar os seus projetos, partilhar experiências e promover novas sinergias:
Move Sports · Esticóponto · VAM – Vieira Alves Metalomecânica · CMAS Systems Consultants · PULSA · GreenYellow Portugal · ET · Mundial S.A. · Nortech AI · 6 Graus – Parceiro de Investimentos · IT Tech BuZ · Finao Biotech.

Durante toda a manhã, estiveram também presentes os gabinetes de apoio da MDS Group (Consultoria na Gestão de Risco) e da DAIMANA – Linhas que nos unem (Contabilidade), que disponibilizaram aconselhamento gratuito aos Associados CCIP.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os oradores, empresas participantes e associados que contribuíram para o sucesso desta 8.ª edição, tornando o Open Day mais uma manhã de inspiração, networking e partilha de ideias para o futuro das empresas portuguesas.

1-CETA

No passado dia 21 de setembro, a UE e o Canadá celebraram o oitavo aniversário da entrada em vigor do Acordo Económico e Comercial Global (CETA). Entrou provisoriamente em vigor, em 2017, e passará a definitivo quando todos os Estados-Membros ratificarem o acordo com os respetivos procedimentos nacionais. Até à data 17 dos 27 Estados-Membros, incluindo Portugal, já ratificaram o CETA.

A UE é o segundo parceiro comercial do Canadá, representando cerca de 8% do seu comércio externo. O Canadá foi, em 2024, o 12º maior parceiro comercial da UE. O saldo destes oito anos é muito positivo, o comércio bilateral de mercadorias entre a UE e Canadá, em 2024, atingiu 75,6 mil milhões de euros e o comércio bilateral de serviços alcançou 48,9 mil milhões de euros, o que representou um crescimento de 73%.

Para além da eliminação de cerca de 99% das tarifas aduaneiras, este acordo confere igualmente às empresas da UE o melhor acesso aos contratos públicos canadianos jamais oferecido a empresas estrangeiras, não só a nível federal, mas também a nível provincial e municipal.

No contexto do comércio internacional português, não sendo um dos principais parceiros comerciais, o Canadá é, ainda assim, um importante mercado para o comércio internacional português e com potencial de crescimento. Ocupou, em 2024, a 27º posição no ranking de clientes e a 36ª no de fornecedores, com quotas de 0,5% e 0,3% respetivamente.

No que respeita à estrutura das exportações nacionais, em 2024, por grupos de produtos, destacam-se os produtos alimentares (17,2% do total), seguidos de matérias têxteis (12,7%), do vestuário (12,2%), dos plásticos e borracha (10,1%), e de metais comuns (7,7%) que, no seu conjunto, representaram 59,9% das nossas vendas para este mercado.

Em 2024 exportaram para o Canadá 2.021 empresas portuguesas e as vendas de mercadorias atingiram 395,3 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 1,9% em relação a 2023.

Dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, revelam que entre janeiro e julho de 2025, as exportações portuguesas alcançaram 275,3 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 15,7%, comparativamente com o período homólogo anterior.

O CETA veio facilitar as exportações para o mercado canadiano e proporcionar importantes oportunidades de negócio. A Comissão Europeia divulgou recentemente um estudo de avaliação do CETA com uma análise do seu impacto económico, social e ambiental.

Mais informações poderão ser obtidas através dos seguintes links:
Guia para o Acordo Económico e Comercial Global (CETA)
Relatório de Avaliação do CETA
Procedimentos para exportar para o Canadá

2 MEMex

Entre os dias 8 e 12 de setembro de 2025, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou uma missão empresarial à Cidade do México, reunindo um conjunto de empresas portuguesas interessadas em explorar novas oportunidades neste mercado estratégico da América Latina.

Participaram nesta iniciativa as empresas EuroAtla, Grupo Alma, Laskasas e Embalcer, que, ao longo de vários dias, tiveram acesso a uma agenda personalizada de reuniões bilaterais com potenciais parceiros locais, importadores e entidades relevantes para o desenvolvimento de novos negócios.

No dia 11 de setembro, na residência oficial do Embaixador de Portugal no México, Manuel Maria Camacho Cansado Carvalho recebeu a comitiva portuguesa, reforçando o apoio institucional e a relevância das relações bilaterais entre os dois países.

Através desta missão, a CCIP proporcionou às empresas participantes uma visão privilegiada do ambiente económico e das oportunidades existentes no México.

Com esta ação, a CCIP reafirma o seu compromisso em apoiar as empresas portuguesas na sua internacionalização, promovendo a aproximação a mercados emergentes e fortalecendo os laços entre Portugal e a América Latina.

2-CEF

No passado dia 4 de setembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) teve a honra de ser recebida pela Casa Ermelinda Freitas, no âmbito da iniciativa Exportador do Mês.

A visita contou com a presença de representantes de diversas empresas e proporcionou uma experiência única de contacto direto com uma das maiores referências do setor vitivinícola nacional.

O programa iniciou-se com as boas-vindas e apresentação institucional pela equipa da Casa Ermelinda Freitas, seguindo-se uma visita guiada às instalações, onde os participantes puderam conhecer in loco os processos de produção e qualidade que fazem dos seus vinhos uma marca de prestígio internacional. O encontro terminou com um almoço oferecido pela empresa, que reforçou o espírito de partilha e networking entre todos os presentes.

Fundada em 1920 na Península de Setúbal, a Casa Ermelinda Freitas é um exemplo notável de tradição aliada à inovação. A empresa conjuga uma forte ligação à terra com práticas modernas de viticultura e enologia, resultando em vinhos premiados e reconhecidos a nível nacional e internacional. Atualmente, exporta para mais de 40 mercados, afirmando-se como um dos principais embaixadores do vinho português no mundo.

O Exportador do Mês é uma iniciativa da CCIP que procura dar visibilidade a histórias de sucesso do tecido empresarial português, promovendo o contacto direto entre empresas e a partilha de boas práticas.

A CCIP agradece à Casa Ermelinda Freitas pela forma calorosa como acolheu esta visita e a todos os participantes.

2-MEJapan

Entre os dias 28 de julho e 1 de agosto, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organizou uma missão empresarial ao Japão com a Docapesca – Portos e Lotas, S.A., representada pela Vogal do Conselho de Administração, Rita Lourenço, e pela Diretora de Comunicação, Marketing e Comercial, Helena Cardoso.

O Japão é um mercado estratégico, altamente exigente e sofisticado, onde a valorização da qualidade e da rastreabilidade dos produtos é determinante. Esta missão permitiu dar a conhecer diferentes empresas portuguesas do setor das pescas junto de entidades e empresas japonesas, num momento em que o interesse por produtos de origem portuguesa continua a crescer.

A agenda de reuniões B2B foi cuidadosamente preparada com o apoio de consultores locais, garantindo interlocutores relevantes e encontros alinhados com os objetivos estratégicos da empresa.

Esta missão representa mais um passo no reforço da presença internacional das empresas portuguesas e no estreitamento das relações económicas entre Portugal e o Japão.

me-noticia

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organizou, entre os dias 21 e 25 de julho, uma missão empresarial à Coreia do Sul, mais concretamente à cidade de Seul, com o objetivo de apoiar empresas nacionais na exploração de oportunidades de negócio neste mercado estratégico da Ásia.

A missão contou com a participação do Diretor Geral de Vendas dos Hotéis SANA, Paulo Monge, que integrou a comitiva institucional. A acompanhar a delegação esteve também Minah Oh, consultora local da CCIP na Coreia do Sul, que prestou apoio direto, assegurando reuniões personalizadas com potenciais parceiros, distribuidores e entidades relevantes no país.

Ao longo da semana, foram realizadas diversas reuniões B2B e contactos de alto nível, permitindo às empresas aprofundar o conhecimento do mercado sul-coreano, identificar novas oportunidades e estabelecer pontes comerciais com um dos países mais dinâmicos e tecnologicamente avançados da região.

A missão à Coreia do Sul insere-se no plano de internacionalização da CCIP, que visa apoiar as empresas portuguesas na sua expansão para mercados externos, através de ações estratégicas e de proximidade, adaptadas a cada destino.

1-CAC

O XVIII Congresso do Centro de Arbitragem Comercial teve lugar na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, entre os dias 2 e 4 de julho de 2025. Durante três dias intensos, o Congresso promoveu um espaço privilegiado de partilha, reflexão e networking, reunindo prestigiados especialistas nacionais e internacionais em torno da questão central: “Como pode a arbitragem responder, eficazmente, aos desafios presentes e futuros do mundo atual?”

O programa incluiu painéis dinâmicos e multidisciplinares sobre temas de grande atualidade e relevância jurídica, tais como cross-examination, o sistema de resolução de litígios multiportas, as providências cautelares e o árbitro de emergência, o escrutínio da sentença arbitral e os mecanismos de arbitragem rápida.

Entre os momentos de destaque, sublinhe-se o segmento Sub-40, especialmente dedicado à arbitragem em contexto de startups, que promoveu uma abordagem inovadora e geracional ao tema.

A elevada participação, a diversidade dos temas abordados e a excelência das intervenções reforçaram a relevância deste Congresso no panorama da arbitragem nacional e internacional.

Veja os melhores momentos AQUI.

1-ECE 2026

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem vindo a desenvolver anualmente o Estudo Económico Europeu em colaboração com a Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias.

Este Estudo, que tem por objetivo aferir as perspetivas económicas das empresas para o ano seguinte, é baseado num inquérito desenvolvido em 27 países, numa ação coordenada pelas respetivas Câmaras de Comércio e Indústria. Na qualidade de representante em Portugal da Eurochambres, cumpre à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conduzir este inquérito a nível nacional.

As empresas interessadas em colaborar neste estudo podem aceder a um questionário, que demora cerca de 1 minuto a responder e, que está disponível AQUI até ao dia 19 de setembro.

O relatório, elaborado pela Eurochambres, com as conclusões deste estudo e com as comparações entre os vários países participantes estará disponível no final do próximo mês de novembro. Este relatório poderá ser solicitado diretamente para jpc@ccip.pt

1-MediaNove

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) dá as boas-vindas ao Grupo Media N9ve, que se junta à rede de Associados Corporate da CCIP.

Fundado pela Emerald Group, o Media N9ve é um grupo de media em português que nasceu em 2022 com um propósito claro: informar e estreitar as relações entre empresas e comunidades lusófonas. O grupo integra três meios de comunicação de referência – O Jornal Económico, Forbes Portugal e Forbes África Lusófona – assumindo um papel estratégico no panorama mediático nacional e internacional.

A sua integração como Associado Corporate da CCIP representa um reforço significativo da nossa rede empresarial, ao reunir um dos principais players do setor da comunicação com empresas e instituições dos mais diversos setores de atividade.

Com esta parceria, a CCIP reafirma o seu compromisso de ser uma ponte estratégica entre empresas e mercados - em Portugal e além-fronteiras - promovendo o diálogo, fomentando o networking e facilitando o acesso a novas oportunidades de negócio.

 

2-Herois PME

A 7.ª edição dos Prémios Heróis PME distinguiu oito empresas nacionais pela sua coragem, ambição e ousadia. A CCIP foi parceira desta iniciativa e o Secretário-Geral, João Pedro Guimarães, integrou o júri e entregou o prémio na categoria Microempresa.

No passado mês de junho, oito empresas portuguesas foram distinguidas na 7.ª edição dos Prémios Heróis PME. A cerimónia decorreu em Lisboa, perante uma audiência representativa do tecido empresarial, instituições públicas e entidades parceiras, entre as quais a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), que se associou mais uma vez a esta importante iniciativa.

Com um crescimento de 52% face a 2024, a edição deste ano contou com um número recorde de candidaturas de diferentes setores e regiões do país. Este aumento significativo demonstra a crescente valorização dos Prémios Heróis PME enquanto plataforma de visibilidade e reconhecimento das Micro, Pequenas e Médias Empresas que se têm afirmado no panorama nacional.

O Secretário-Geral, João Pedro Guimarães, integrou o júri desta edição e subiu ao palco para entregar o prémio na categoria Microempresa, atribuído à Destilaria António Cuco, reconhecida pela sua notável trajetória com o icónico Sharish Gin, já presente em mais de 30 mercados.

Além da forte adesão nas categorias tradicionais, destaque ainda para o crescimento de 250% nas candidaturas da categoria Startup, e para a liderança da categoria Pequena Empresa no que se refere ao número de concorrentes.

A CCIP felicita todos os finalistas e vencedores e reafirma o seu compromisso em apoiar e promover as PME portuguesas, pilares essenciais da competitividade e inovação da economia nacional.

1-Nelo

No passado dia 30 de junho, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) teve a honra de ser recebida pela NELO Kayaks, na sua unidade fabril, para uma visita a uma das empresas mais emblemáticas da indústria de Kayaks.

O nosso profundo agradecimento ao Nuno Ramos e a toda a equipa NELO pela forma calorosa com que acolheram todos os participantes, proporcionando um momento singular de partilha, aprendizagem e inspiração.

Com mais de 50 anos de história, a NELO Kayaks destaca-se pela sua capacidade de inovação, excelência na produção e forte presença nos mercados internacionais. Esta visita permitiu conhecer de perto os bastidores de fabrico dos seus famosos kayaks, os processos de qualidade e os marcos da sua expansão global, que fazem da NELO uma referência no setor, com clientes e parceiros em dezenas de países.

O Exportador do Mês é uma iniciativa da CCIP que pretende dar visibilidade a histórias de sucesso do tecido empresarial português, promovendo o contacto direto entre empresas e a partilha de boas práticas.

Agradecemos a todas as empresas presentes pela participação ativa e entusiasta. Continuaremos a trabalhar para aproximar o tecido empresarial português, promover o Made in Portugal e reforçar a competitividade das nossas empresas nos mercados internacionais.

2-CO

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) apresenta um novo método com QR Code nos Certificados de Origem, permitindo o acesso direto à sua validação na plataforma da International Chamber of Commerce.

A CCIP continua a inovar para apoiar as empresas exportadoras, promovendo a confiança e a transparência no comércio internacional. Uma das mais recentes melhorias implementadas é a inclusão de um QR Code nos Certificados de Origem emitidos pela CCIP, facilitando o acesso ao seu Certificado de Origem na plataforma de verificação da International Chamber of Commerce (ICC).

O que é o site de verificação da ICC?
A plataforma de verificação da ICC é uma ferramenta digital global que permite confirmar, em tempo real, a autenticidade dos Certificados de Origem. Este serviço é especialmente útil para autoridades aduaneiras, importadores e outros intervenientes na cadeia logística, que podem agora validar os documentos de forma rápida, segura e sem necessidade de contacto direto com a entidade emissora.

Aceda à plataforma aqui: ICC Certificate of Origin Verification

Como funciona o QR Code nos Certificados da CCIP?
A pensar na comodidade dos seus clientes e associados, a CCIP passou a incluir um QR Code único em cada Certificado de Origem emitido. Ao digitalizar este código na plataforma de verificação da ICC com um smartphone ou outro dispositivo, o utilizador acede automaticamente ao seu Certificado de Origem, evitando a introdução manual dos dados de acesso.

Vantagens para os exportadores e parceiros internacionais
Verificação facilitada da autenticidade do certificado
Redução de erros na introdução de dados
Maior agilidade nos processos aduaneiros
Confiança reforçada junto dos parceiros comerciais internacionais

A CCIP ao serviço da internacionalização
Com esta iniciativa, a CCIP reforça o seu compromisso com a modernização dos serviços e com o apoio à internacionalização das empresas portuguesas. A integração do QR Code nos Certificados de Origem é mais um passo no sentido de tornar os processos de exportação mais ágeis, seguros e alinhados com as melhores práticas internacionais.

Para mais informações sobre os Certificados de Origem e os serviços da CCIP, visite www.ccip.pt.

191 anos 2

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa comemorou, no passado dia 12 de junho, mais um marco na sua longa trajetória ao serviço do tecido empresarial nacional – 191 anos de história.

São já 191 anos a apoiar, estabelecer sinergias e impulsionar empresas, promovendo o crescimento económico, a internacionalização e o fortalecimento da iniciativa privada em Portugal.

Esta data especial foi celebrada com a nossa equipa, com orgulho pelo passado, responsabilidade no presente e ambição para o futuro.

A todos os que caminham connosco - associados, parceiros, empresas e colaboradores - o nosso sincero obrigado e que venham muitos mais anos de história pela frente.

2-RODI

No passado dia 27 de maio, no âmbito da iniciativa Exportador do Mês, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) teve a honra de ser recebida pela RODI, na sua unidade fabril em Eixo, para uma visita verdadeiramente inspiradora a uma das empresas mais icónicas da indústria metalomecânica nacional.

O nosso profundo agradecimento à família Levi e a toda a equipa RODI pela forma calorosa, disponível e profissional com que acolheram todos os participantes, proporcionando um momento singular de partilha, aprendizagem e inspiração.

Com mais de 70 anos de história, a RODI destaca-se pela sua capacidade de inovação, resiliência e constante adaptação aos desafios do mercado global. Esta visita permitiu conhecer de perto os bastidores da produção, os processos de excelência industrial e os marcos de internacionalização que fazem da RODI uma referência no setor, com presença em mais de 60 países e uma forte aposta na qualidade, sustentabilidade e design.

O Exportador do Mês é uma iniciativa da CCIP que pretende dar visibilidade a histórias de sucesso do tecido empresarial português, promovendo o contacto direto entre empresas, a partilha de boas práticas.

Agradecemos a todas as empresas presentes pela participação ativa e entusiasta. Continuaremos a trabalhar para aproximar o tecido empresarial português e reforçar a competitividade das nossas empresas nos mercados internacionais.

 Notícias site

No passado dia 22 de maio, na Nova SBE, em Carcavelos, a CCIP realizou o Growth Forum 2025, uma iniciativa que reuniu centenas de participantes, 18 oradores e várias entidades parceiras para discutir o potencial do continente africano enquanto destino estratégico para o investimento e crescimento empresarial.

Ao longo de três painéis temáticos, foram abordadas oportunidades em diferentes setores, estratégias de internacionalização, financiamento, mobilidade e inovação – sempre com África no centro da reflexão.

• Ouvimos testemunhos inspiradores, partilhas práticas de quem está no terreno e visões estratégicas de empresas, instituições financeiras e entidades públicas.
• Contámos com a presença de 18 oradores de referência, nacionais e internacionais, que contribuíram para uma discussão rica, atual e multidisciplinar.

O dia ficou ainda marcado pela entrega dos Prémios CCIP, que distinguiram empresas portuguesas com um percurso notável nas áreas da internacionalização, exportação e startups.

As empresas premiadas foram: Alualpha SA, The Navigator Company, Mota-Engil, Recheio e Growappy – uma celebração do talento, da resiliência e da capacidade empreendedora nacional além-fronteiras.

Seguiu-se uma análise aprofundada ao contexto internacional com a intervenção de Paulo Portas, Vice-Presidente da CCIP, que apresentou as principais tendências geopolíticas e geoeconómicas para 2025, refletindo sobre os seus impactos no continente africano – um território em transformação, repleto de desafios, mas também de oportunidades para as empresas portuguesas.

Agradecemos a todos os participantes, oradores, patrocinadores, parceiros e media partners que tornaram este evento possível.

Patrocinadores:
Caixa Geral de Depósitos
MDS Group
Delta
Fidelidade

Partners:
Mais Meios
The Empowerd Brands House
JLM

Media partners:
Forbes Portugal
O Jornal Económico
Forbes África lusófona
RH Magazine

A CCIP continuará a promover momentos de debate estratégico sobre os mercados com maior potencial para as empresas portuguesas. O nosso compromisso mantém-se: apoiar o crescimento internacional das PME e grandes empresas nacionais.

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