Noticia CAC

O XV Congresso do Centro de Arbitragem Comercial (CAC) regressou finalmente ao formato presencial durante dois dias no Epic Sana Marquês, em Lisboa. Acompanhando a instabilidade que o mundo tem enfrentado nos últimos tempos, o evento teve como mote o tema central “Momentos disruptivos e a arbitragem: pandemia e conflito”.

Perante uma sala permanentemente lotada, o primeiro dia foi dedicado, tal como já é tradicional, a uma sessão sub-40, que contou com a intervenção de Jacomijn van Haersolte-van Hof e uma mesa-redonda que refletiu sobre os “principais impactos da pandemia e do conflito nas arbitragens de energia e construção”.

“Nestes dois dias foi possível discutir e refletir de forma mais vasta sobre o papel do Direito num período especialmente complexo, mas, principalmente, sobre a área da arbitragem comercial. O mundo está a mudar muito rapidamente e obrigatoriamente vamos ter de nos adaptar a novas formas de atuar. São em eventos como o Congresso Centro de Arbitragem Comercial que todos podemos aprender e desenhar, em conjunto, novas maneiras de olhar para a nossa própria atividade e setor”, afirma António Pinto Leite, atual presidente do Conselho do CAC, e sócio da Morais Leitão.

No segundo dia, discutiram-se temas tão prementes quanto a “arbitragem de investimento e conflitos armados”; “os efeitos de conflitos armados em arbitragem internacional – a dimensão processual”; e as “perturbações do cumprimento e a arbitragem internacional”, através de uma extensa mesa-redonda que atravessou diversos temas atuais e que influenciam a atividade do setor.

“Tivemos aqui reunidas, durante dois dias, algumas das principais e mais importantes personalidades desta área para pensar e discutir o setor. Isso é um privilégio e confere a todos um sentimento de segurança e orientação num momento particularmente delicado a nível global”, Mariana França Gouveia, professora catedrática da NOVA School of Law, sócia da PLMJ, e próxima presidente do Conselho do CAC.

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Accesss2Markets - Portal de Informações Comerciais

A Comissão Europeia introduziu, em maio, novas funcionalidades no Portal “Access2Markets”, que disponibiliza informação sobre direitos e impostos, procedimentos aduaneiros, requisitos aplicáveis aos produtos e estatísticas de comércio internacional para mais de 120 destinos de exportação.

Esta ferramenta ”online” visa ajudar as PME a negociar para países fora da União Europeia, a obter informação sobre acesso a mercados de exportação, produtos e matérias-primas de que necessitam para crescer e manterem-se competitivas e, também, a tirar o máximo partido dos acordos de livre comércio da UE.

No novo Portal está agora disponível a funcionalidade “o meu assistente comercial” para serviços e investimentos. Fornece informações sobre os requisitos que as empresas da UE devem cumprir para poderem exportar os seus serviços para fora da UE. Estão atualmente disponíveis informações sobre a prestação de serviços nos setores jurídico e marítimo do Canadá e do Reino Unido. Serão gradualmente acrescentados mais setores e países.

Esta plataforma online integra também uma funcionalidade que permite às empresas exportadoras fazerem uma autoavaliação dos cumprimentos das regras de origem pelos seus produtos, no âmbito dos acordos comerciais com mais de 70 países e regiões do mundo.

As empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados ou incumprimento das regras de sustentabilidade relacionadas com o comércio e o desenvolvimento sustentável, para que a Comissão Europeia possa analisar a denúncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes.

Saiba mais sobre esta ferramenta de apoio às PME aqui

CISBRA 

Secretário-Geral da CCIP recebe Diretor Executivo e Gerente Administrativa e Financeira da CISBRA

Mario Scangarelli, Diretor Executivo da CISBRA – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil e Nathalia Xavier, Gerente Administrativa e Financeira foram recebidos na Câmara de Comércio pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães.

O encontro teve como objetivo estreitar as relações institucionais e explorar a possibilidade de organizar iniciativas conjuntas tendo em vista fomentar as relações económicas e comerciais entre Portugal e Brasil.

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Inquérito sobre Negócios com a Turquia

A Eurochambres e a TOBB - The Union of Chambers and Commodity Exchanges of Türkiye no âmbito do projeto Turkey-EU Business Dialogue (TEDB) estão a conduzir um inquérito junto de empresas que já têm negócios com a Turquia ou que pretendem iniciar negócios com este mercado.

Este inquérito visa recolher informação, junto das empresas, sobre experiência de negócios com a Turquia ou aferir o interesse das empresas em iniciarem negócios com este mercado.

O questionário, em português, para o qual solicitamos a vossa colaboração está disponível através deste link.

Muito Obrigado.

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A Comissão Europeia reviu em alta a projeção para o crescimento de Portugal em 2022.

Segundo as Previsões Económicas da Primavera (Spring Economic Forecast 2022) a Comissão Europeia prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7 % em 2022 e de 2,3% em 2023 tanto na UE27 como na zona Euro.

Já para Portugal, a Comissão Europeia reviu em alta a previsão para um crescimento económico para 5,8%, ligeiramente acima dos 5,5% apontados em fevereiro. Para 2023 a Comissão Europeia prevê uma desaceleração da economia portuguesa, prevendo um crescimento que se deverá situar nos 2,7%.

A concretizarem-se estas previsões Portugal será o país da UE que mais irá crescer, em 2022, seguido pela Irlanda (5,4%), Malta (4,2%), Espanha (4%) e Polónia (3,7%).

A procura interna, os investimentos associados à execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e a recuperação do turismo em Portugal deverão dar um contributo expressivo para este crescimento da economia portuguesa.

As previsões para a inflação foram também revistas em alta. A inflação na zona euro, em 2022, deverá subir para 6,1% (6,8% UE27) e em 2023 deverá descer para 2,7% (3,2% EU27).

Para Portugal, a Comissão prevê uma taxa de inflação que deverá ficar em 4,4% neste ano e em 1,9% no próximo ano.

A taxa de desemprego, de Portugal, deverá continuar a descer e as estimativas apontam para 5,7% em 2022 e 5,5% em 2023.

Estas Previsões Económicas da Primavera 2022 fornecem uma atualização dos dados do “Winter 2022 Economic Forecast” que foram apresentados, no passado mês de fevereiro, antes da invasão da Ucrânia que veio criar novas dificuldades, no momento em que a UE recuperava das repercussões económicas da pandemia.

Saiba mais sobre as previsões para a economia portuguesa aqui.

Partilhamos abaixo um pedido endereçado à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa por parte da Embaixadora da Ucrânia em Portugal.

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Azerbeijão Missão
Decorreu a 2ª Missão Empresarial ao Azerbaijão, organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

De 5 a 10 de Junho, os empresários participantes tiveram reuniões individuais de negócios com importadores, distribuidores e clientes finais Azeris, previamente valoradas e aprovadas pelas empresas portuguesas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante apenas reúne com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios.

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O Azerbaijão é uma das economias mais competitivas da região e caracteriza-se por ser um destino estratégico para investimento europeu e asiático. A sua enorme apetência para receber Investimento Direto Estrangeiro, foca-se principalmente nos setores não energéticos, de especial interesse para Portugal.

O país apresenta um setor industrial muito bem desenvolvido, sendo que a produção industrial é responsável por quase 60% do PIB do país. A tudo isto acresce o bom posicionamento do Azerbaijão nos indicadores de ‘Liberdade de Negócios’ e de ‘Integridade das Instituições’ do Estado.

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Foi maioritariamente por estas razões que várias empresas portuguesas aceitaram o desafio e integraram a 2ª Missão Empresarial da CCIP a este mercado, na expectativa de alavancar os seus negócios, contribuindo com a qualidade dos seus produtos e serviços, impulsionando, simultaneamente, o crescimento da economia portuguesa.

Fruto do feedback já obtido das reuniões realizadas, estamos confiantes nos resultados muito positivos desta missão para as empresas portuguesas participantes, dos setores vinícola, distribuição, suplementos alimentares, educação e IT.

Conheça o nosso Plano de Ações Internacionais 2022 e comece a fazer negócios a nível internacional com a CCIP!

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A CCIP, em parceria com a sua Associada Technogym, organizou no passado dia 31 de maio um Executive Breakfast, para falar do tema do Corporate Wellness.

Sendo um tema cada vez mais na ordem do dia, estiveram presentes no pequeno-almoço responsáveis de recursos humanos de várias empresas Associadas.

João Gancho, responsável comercial Technogym do segmento Corporate., começou por apresentar a empresa e alguns estudos que comprovam a importância do bem-estar das pessoas, também numa ótica da sua produtividade.

De forma a explicar melhor o conceito e a sua aplicabilidade, a Technogym convidou um dos seus parceiros de excelência para dar um testemunho – a Jerónimo Martins. Marco Moutinho, Diretor de Wellness da Jerónimo Martins, partilhou aquele que já é um case study de referência a nível mundial.
A iniciativa partiu do top management, e tem como objetivo envolver todos os colaboradores do Grupo, em toda a cadeia de valor, e nas três geografias onde estão presentes.

A ponte com os recursos humanos é sempre o ponto de partida, não só pela necessidade de um levantamento inicial de informações sobre os colaboradores, mas também para ser medida toda a evolução e o impacto, nomeadamente em temas como o absentismo ou a retenção.

A Technogym tem soluções adaptáveis a qualquer realidade das empresas, seja em termos de número de colaboradores como de espaço disponível, mas também das diferentes realidades e desafios que as empresas enfrentam.

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Ahmad Warraich, Embaixador do Paquistão, foi recebido na Câmara de Comércio pelo Secretário-Geral, João Pedro Guimarães.
O encontro teve como objetivo estreitar as relações institucionais e falar sobre as oportunidades de negócio no Paquistão, tendo em vista fomentar as relações económicas e comerciais bilaterais.

Houve, ainda, oportunidade para conversar sobre a missão empresarial ao Paquistão que a Câmara de Comércio vai organizar de 16 a 21 de Julho.

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ForTeams Lab, na categoria de Heróis PME, Mendes Gonçalves, S.A. em Sustentabilidade, e Altronix em Transformação Digital, são os grandes vencedores.

A 4.ª edição dos Heróis PME, uma iniciativa da Yunit Consulting, consultora nacional especializada em pequenas e médias empresas e corporate member da CCIP, realizou-se no dia 27 de Maio, na sede da Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa.

Lançada em 2016, esta iniciativa tem contribuído para divulgar e premiar as melhores histórias de inovação e resiliência, servindo como impulsionador de empresas à procura do apoio certo para potenciar os seus projetos.

Na edição deste ano, que bateu recordes, com cerca de 100 candidaturas e duas novas categorias, Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting, enaltece “a inovação, a capacidade de adaptação e de superação presentes em todas as candidaturas. Foi uma enorme satisfação ficar a conhecer tantas histórias inspiradoras e vencedoras de empresas que se reinventaram para ultrapassar asdificuldades e seguir na rota do crescimento.”

A 4.ª edição dos Prémios Heróis PME contou com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, da VICTORIA Seguros, SoftFinança, Caixa Geral de Depósitos, SAGE, Grosvenor House of Investments, PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, OKsofás.

VENCEDORES:

Prémio Heróis PME - Geral
• ForTeams Lab (Grande vencedor)
• Sair da Casca
• Yelco
• Fitness UP
• Motorline Electrocelos, S.A.

Prémio Factor S (Sustentabilidade)
• Mendes Gonçalves, S.A.

Prémio Transformação Digital
• Altronix

Noticia site 2022

Após dois anos de pandemia, realizou-se presencialmente e com transmissão em formato virtual, a IX Reunião Anual das Câmaras de Comércio Portuguesas, no Brasil, em Fortaleza.

Nos passados 23 e 24 de maio, o Hotel Vila Galé contou com a participação dos representantes das 18 Câmaras de Comércio do Brasil e de Câmaras Portuguesas de 22 países numa série de reuniões e assembleias ordinárias de diretoria, palestras e encontros internos num modelo híbrido de participação.

O encontro foi organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), juntamente com a Câmara de Comércio Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), uma entidade com mais de 20 anos de atuação para o fortalecimento de negócios entre os dois países. Além disso, a sede da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB) tem atualmente localização no Ceará. Os presidentes da CBP-CE, Eugênio Vieira Filho, e da FCPCB, Armando Abreu, e a Vice-Cônsul de Portugal em Fortaleza, Ana Cristina Pedroso, foram os anfitriões das comitivas presentes à Reunião.

Para além da participação das várias Câmaras e de interlocutores portugueses e brasileiros que contribuíram para o sucesso da reunião, salientam-se os esclarecimentos prestados pelo atual Secretário de Estado da Internacionalização, Bernardo Ivo Cruz, pelo Embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, bem como pelo Secretário de Estado de Economia, Dr. João Neves.

Para além da troca de experiências e palestras em língua portuguesa, o papel que o evento desempenha nas relações comerciais é fundamental. Com o objetivo de fomentar negócios, comércio e turismo, é também uma excelente oportunidade para serem discutidos diversos temas relacionados com a interação da rede de Câmaras Portuguesas no estrangeiro. Vale a pena realçar o papel relevante que estas Câmaras representam na internacionalização e o importante apoio que têm dado às empresas e à economia portuguesa!

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A NOVA BHRE, com o apoio da Câmara de Comércio, desenvolveu o estudo “Empresas a operar em áreas de conflito: Quadro legal, riscos e obrigações”, da autoria de Laura Íñigo Álvarez, Coordenadora Científica do NOVA Centre on Business, Human Rights and the Environment.

Principais tópicos abordados:

  • Principais instrumentos e normas internacionais
  • Diligência Devida em relação aos direitos humanos em zonas de conflito
  • Riscos e responsabilidades
  • Incorporação de uma perspetiva de género
  • Uma "saída responsável"

“Há fatores importantes que devem ser tidos em consideração quando são levados a cabo negócios em regiões afetadas por conflitos armados. Ademais, as empresas poderão também ponderar a decisão de suspender ou cessar as suas atividades e operações em tais regiões e, nesse caso, terão de avaliar como fazê-lo de uma forma responsável.”

Faça aqui o download.

 

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa está a colaborar com a Greater Manchester Chamber of Commerce na divulgação do Programa de Internacionalização BLUE SME como parte do Projeto FANBEST, uma iniciativa financiada pelo Interreg Atlantic Area Programme.

Convidamos as PME Portuguesas que operam no setor da Economia Azul em todo o Espaço Atlântico Europeu a candidatarem-se a uma oportunidade de acesso a apoios à exportação, financiados no valor de até 10.000 euros. As empresas bem-sucedidas receberão suporte personalizado, incluindo uma avaliação de preparação para exportação, revisão e desenvolvimento de uma estratégia de exportação robusta, pesquisa/identificação de mercado, formação e visitas ao mercado à medida. Tudo planeado para ajudar as empresas portuguesas a crescer a nível internacional!

O programa irá selecionar 5 PME – as empresas devem apresentar a sua manifestação de interesse até ao próximo dia 27 de maio à meia-noite.

Clique aqui para se inscrever e verificar os requisitos de elegibilidade.

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A partir de 1 de maio de 2022, o Vietnam junta-se a uma lista de mais 110 países/regiões, aderentes ao sistema ATA.

Se precisar de fazer uma exportação temporária para o Vietnam ou outros destinos fora da União Europeia, a CCIP disponibiliza um passaporte de mercadorias (Carnet ATA), simples de pedir e de utilizar, que agiliza todo o processo.

O Carnet ATA é um documento alfandegário internacional que permite a entrada temporária de mercadorias, com o limite de um ano, sem pagamentos aduaneiros. Basta ser apresentado com as mercadorias na respetiva alfândega, na entrada e saída dos bens. Permite, aos seus titulares, viajar pelo mundo na posse das suas mercadorias, evitando desde logo, o pagamento de taxas alfandegárias, agilizando o processo nas alfândegas, tornando-o muito mais célere.

Este documento cobre diversos tipos de bens, tais como: equipamento eletrónico, ferramentas, instrumentos, joias, arte diversa, máquinas, equipamento desportivo e para competições, cavalos, entre outros.

O CARNET ATA, permite:

  • Desalfandegar os seus bens previamente, a um custo fixo predeterminado
  • Transitar com as mercadorias por mais de um país
  • Usar o mesmo documento para várias viagens durante o seu período de validade
  • Regressar ao país de origem sem problemas e atrasos
  • Promover o trânsito das mercadorias dentro do território aduaneiro, sem a necessidade de controlos específicos
  • Certificado pela autoridade aduaneira

Saiba mais sobre este documento de apoio à exportação aqui.

Se precisar de fazer uma exportação temporária para o Vietnam ou outros destinos fora da União Europeia, contacte a nossa equipa do Comércio Internacional, através do email ata@ccip.pt ou 21 322 4064.

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A IX Reunião Anual de Câmaras de Comércio Portuguesas vai ter lugar nos dias 23 e 24 de maio, através de um modelo híbrido de participação.

Este ano a reunião irá realizar-se em Fortaleza, Brasil e contará com a participação de várias Câmaras de Comércio Portuguesas e interlocutores portugueses e brasileiros que irão contribuir para o sucesso e relevância da reunião.

Se é uma Câmara de Comércio Portuguesa no estrangeiro e tiver interesse em participar, por favor contacte-nos pelo internacional@ccip.pt

 

PROGRAMA:

Dia 22 

14h00 | RECEPÇÃO DOS REPRESENTANTES

Vila Galé Fortaleza 

18h00 | COCKTAIL DE RECEPÇÃO

Vila Galé Fortaleza 

 

Dia 23

09h00 | REUNIÃO R C C P*

Abertura
Presidente da CC Ceará
Presidente da CE da RCCP
Presidente da CCIP**

10h00 | ABERTURA ASSEMBLEIA GERAL*

Apresentação da CE
Apresentação de Novas Câmaras na Rede
Apresentação “Estatuto de Utilidade Pública”
-CC´s que já obtiveram
-Como fazer para obter o EUP
Debate
Intervalo – continuação dia 24 às 9H00

12h00 | PALESTRA*

S.E. Internacionalização, Dr. Bernardo Ivo Cruz

12h30 | ALMOÇO

FIEC - Federação das Indústrias do Estado do Ceará

14h30 | VISITA CULTURAL 

Centro Dragão do Mar

20h00 | JANTAR DE GALA

Jantar de Gala oferecido por S. Exa. Governo do Estado do Ceará 

Palácio da Abolição

 

Dia 24 

09h00 | REUNIÃO R C C P* 

Continuação
Apresentação do novo Regulamento
Debate
Votação novo Regulamento
Apresentação de Candidaturas para a nova CE
Eleição da nova CE
Candidaturas para realização da Assembleia da RCCP 2023
Apresentação de Resultados da eleição para a nova CE
Fecho da Assembleia Anual 2022

12h30 | ALMOÇO PALESTRA*

A influência da língua portuguesa no comércio e investimentos internacionais – histórico e projeção futura
Paulo Portas | Vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa**

Vila Galé Fortaleza

14h00 | VISITA AO COMPLETO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DO PECÉM 

CIPP 

21H00 | JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO CÂMARAS PORTUGUESAS 

Cervejaria Portuguesa 

 

Dia 25

09h00 | COMO FAZER NEGÓCIOS* 

Como fazer negócios com o Ceará

Vila Galé Fortaleza 

12h30 | ALMOÇO PALESTRA 

Laços que geram valor

Vila Galé Fortaleza 

14h30 | LIVRE

 

 *Sessão híbrida

**A confirmar

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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em parceria com a MDS, associado Corporate da CCIP desenvolveu um Gabinete de Consultoria na Prevenção e Gestão de Risco.

Esta parceria possibilita aos Associados da CCIP reduzir os riscos inerentes à atividade das suas empresas, estando os seguintes serviços gratuitos ao seu dispor:

  • Introdução de novos projetos de gestão e prevenção de risco internos
  • Segurança no trabalho
  • Plano de continuidade de negócio
  • Gestão de crise
  • Análise transversal ao programa de seguros da empresa – Due Diligence
  • Avaliação patrimonial
  • Inspeção de riscos
  • Suporte para empresas com operações internacionais

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem como uma das suas principais missões, criar soluções que deem resposta às necessidades dos nossos associados. Esta parceria é mais uma prova desse compromisso realizado entre a CCIP e a MDS Group, e surge no seguimento de dois Gabinetes já existentes – o Gabinete de Apoio à estratégia, em parceria com a Yunit Consulting, e o Gabinete de Apoio Jurídico, em parceria com o escritório Azeredo Perdigão e Associados.

Para mais informações, contactar o Gabinete do Associado - gabinete.associado@ccip.pt

 

Noticia Africa

PEDRO MAGALHÃES, DIRETOR DE COMÉRCIO INTERNACIONAL DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGUESA (CCIP), ESTEVE A PERCORRER TRÊS IMPORTANTES PAÍSES DA ÁFRICA ORIENTAL, COM UM GRUPO DE EMPRESÁRIOS PORTUGUESES E ESPANHÓIS QUE PROCURAM NOVOS NEGÓCIOS NESTA GEOGRAFIA.

Depois de uma longa viagem até Nairobi, com escala em Paris, entro naquela que é a capital mais dinâmica da África Oriental. Aeroporto com boas condições, excelente serviço à chegada e em menos de 30 minutos estou dentro do jipe que me levou ao hotel Radisson Blu, situado na agradável zona de Arboretum.

A capital do Quénia é uma cidade cosmopolita de cerca de 6 milhões de pessoas e com grandes contrastes. Bairros modernos, verdes e bem organizados e bairros de lata de uma vastidão impressionante. A influência inglesa está bem presente e salta logo à vista na arquitetura de alguns edifícios, na condução à direita, nos costumes e naturalmente na língua.

Sou recebido pela Chefe de Missão Diplomática de Portugal e a sua equipa, que nos relatam a importância do mercado e o crescimento impressionante pelo qual o país tem passado nos últimos 10 anos. A criação do Portuguese Business Council no Quénia levou-me a outra reunião com dois empresários goeses nascidos no Quénia e que fazem parte da estrutura desta instituição, que permitirá em breve aumentar a visibilidade das empresas portuguesas no país, bem como atrair mais investimento para Portugal.

Mais tarde reúno com consultores especialistas em ajudar empresas a entrarem no mercado e no dia seguinte com um grupo de empresários espanhóis, suíços e ingleses que já operam no Quénia faz alguns anos. É muito importante ouvir e ver o que outras empresas de diferentes países fazem neste mercado e região. A opinião é consensual – Nairobi é o sítio para estar se queremos expandir as operações para esta zona do globo.

País conotado com o turismo de safaris, o Quénia tem muito mais do que a vida animal. São cerca de 55 milhões de pessoas que, na última década, assistiram a um crescimento significativo da classe média e onde setores como a construção e materiais para a construção (sanitários, cozinhas, portas, pavimentos, etc.), energia, renováveis, têxtil, tecnologias de informação, fileira casa e farmacêutico posicionam-se como estratégicos e com elevada procura no mercado.

Convém contextualizar que nos encontramos num continente onde a burocracia, relações pessoais, influência governamental, instabilidade política e tantas outras barreiras imperam. Contudo, as oportunidades abundam e quem for mais resiliente e investir mais, acaba por vingar. Por alguma razão se veem inúmeros expatriados nas ruas de Nairobi.

Depois de 3 dias bem preenchidos parto em direção ao Ruanda, onde me encontro com 3 empresas portuguesas e 6 espanholas, que formam parte da primeira missão conjunta da CCIP e da sua contraparte catalã. Estão aqui representados os setores da construção, engenharia, metalomecânica, tintas, mobiliário, têxtil, alimentar, bebidas e farmacêutico.

Kigali, a capital do Ruanda, é provavelmente a cidade mais limpa do continente africano. E das mais limpas do mundo seguramente. É absolutamente incrível o nível de limpeza, organização e segurança desta cidade das mil colinas.

País com uma população de cerca de 12 milhões de habitantes, muito marcado pelo genocídio de 1994 onde morreram mais de 1 milhão de pessoas, tem conseguido feitos inéditos no que concerne ao desenvolvimento como um todo, tendo alcançado estabilidade política (é um dos países do mundo com mais mulheres no governo), segurança e crescimento da economia (o salário médio triplicou nos últimos 9 anos).

São 2 dias de intensas reuniões com ministérios, distribuidores, importadores, clientes e outros players de relevo que culminam com um enorme cansaço, mas sempre com uma energia extra para podermos experienciar, ao jantar e entre todos, as dificuldades e oportunidades deste interessantíssimo mercado.

O networking entre as empresas é sem dúvida uma mais-valia única nas missões da CCIP. Os pontos em comum e as experiências trocadas são fatores insubstituíveis nestas deslocações, sendo que nesta tivemos o privilégio acrescido de poder partilhar e observar como se movimentam profissionalmente as empresas do nosso principal mercado de exportação e importação.

Junto com as empresas, parti para a última etapa desta jornada, rumo a Kampala, a capital do Uganda. As diferenças à chegada são evidentes: aeroporto com condições mais parcas e o percurso até ao hotel reflete uma cidade mais caótica e menos organizada, mas com uma dimensão e volume bastante superiores a Kigali.

Situada nas margens do gigante lago Vitória, Kampala é definitivamente uma das cidades mais atrativas da África Oriental. Apesar dos enormes desafios associados a um crescimento exponencial da população da cidade na última década, a abertura internacional, bom ambiente de negócios, espirito empreendedor e cultura musical e artística com expressão considerável, fazem da capital do Uganda um local incontornável na região.

O Uganda está a passar uma fase de desenvolvimento promissora, fruto da florescente indústria do Petróleo e Gás. Por este motivo tem atraído muitas empresas internacionais, que afluem a este mercado na esperança de conseguirem agarrar as oportunidades inerentes a este setor, direta ou indiretamente.

Num total de 2 dias e meio de reuniões b2b temos um saldo muito positivo, com a maioria das empresas com pedidos de orçamentos, acordos assinados e muita vontade de voltar brevemente ao mercado para conseguir aumentar a probabilidade de concretizar os primeiros negócios.

O sucesso desta missão assentou na organização detalhada de reuniões individuais para cada uma das empresas portuguesas e espanholas participantes, com necessidades e objetivos diferentes em cada mercado. O apoio dos nossos consultores locais em cada mercado foi fundamental para assegurar a concretização de todas as reuniões previstas, com um suporte logístico irrepreensível e um conhecimento detalhado dos países que se revelou imprescindível para estas primeiras deslocações.

A CCIP irá continuar a apoiar as empresas portuguesas com contatos de qualidade a nível internacional, nomeadamente em mercados que permitam uma diversificação geográfica das exportações, crucial para a sustentabilidade dessas mesmas empresas e também da nossa economia.

Contem connosco!

Consulte o nosso plano de ações internacionais e contacte-nos através do internacional@ccip.pt    

Imobiliario Portugues Noticia

As recentes tensões geopolíticas da Europa, acompanhadas pelo risco da crescente pressão inflacionista e os receios sobre o comportamento das taxas de juro levantam preocupações aos detentores de imobiliário, apesar do interesse dos investidores imobiliários internacionais pelo imobiliário português não ter dado sinal de ter refreado nomeadamente no sector residencial e nos ativos de rendimento.

Outros fatores pesam ainda positivamente pois a Segurança de Portugal poderá sobressair com o conflito na Ucrânia ficando mais favorecido como uma opção ainda mais válida por fatores chave como a sua geografia e uma maior perceção de segurança.

Poderemos vir inclusive, infelizmente por más razões, a beneficiar no sector no turismo com uma procura crescente de mercados emissores que não eram tradicionalmente nossos, movimento esse ao qual já se soma também um crescente interesse de compradores e de empresas com poder económico em vir para este canto mais tranquilo e afastado dentro do contexto Europeu.

A subida generalizada de custos de matérias primas e por consequente de valores de obra por pressão inflacionista, esta a ser refletida no aumento dos preços de comercialização e parece ser algo de inevitável no setor.
Ao fator inflação soma-se ainda o balanço de uma oferta insuficiente face á procura e ainda ao aumento dos custos de construção desta feita provocados pelas interrupções nas cadeias de fornecimento e pela subida generalizada de preços de matérias primas por via da escassez o que vem agravar ao já existente problema da mão de obra.

Muitas empresas com uma postura mais ativa estão a atualizar a valorização contabilística dos seus ativos e a renegociar seguros e financiamentos para tentar mitigar impactos potenciais até fim do ano pois uma melhor aferição do capital a segurar é importante numa configuração de soluções de transferência de risco de potenciais danos materiais especialmente no contexto de aumento da inflação expectável.

A atualização dos valores segurados assume nestes contextos um maior relevo e importância sob pena de estarem em posição de falta de cobertura do risco de dano. A simples atualização anual utilizando os índices oficiais é insuficiente perante alterações conjunturais rápidas pois não espelhará a nova realidade em tempo útil.

 

José Manuel Morgado, Partner da PVW TINSA

Artigo Patrocinado - José Manuel Morgado 1    

Assembleia Geral 

Lisboa, 24 de março 2022 – Rui Miguel Nabeiro venceu as eleições à presidência da direção da Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), que decorreram esta tarde na sede da instituição. O presidente executivo do Grupo Nabeiro sucede assim a Bruno Bobone, que liderou a CCIP desde 2005.

A direção liderada por Rui Miguel Nabeiro e os restantes órgãos sociais foram eleitos por unanimidade pelos associados da CCIP.

«É com enorme honra que chegamos à presidência da CCIP, agradecendo a confiança que nos foi depositada», afirma Rui Miguel Nabeiro. «Chegamos com os olhos postos no futuro para, com ambição e inovação, lutarmos pelo desenvolvimento das empresas portuguesas, apoiando-as na resposta aos desafios globais colocados pelas alterações climáticas, a digitalização, a transformação do mercado de trabalho e, agora, a toda a instabilidade provocada pela guerra», acrescenta o novo presidente da CCIP.

«Queria também deixar uma palavra de homenagem à direção que agora cessa funções, tendo a nova direção a intenção de honrar e dar continuidade ao trabalho realizado até aqui», diz ainda Rui Miguel Nabeiro.

Da nova direção, cujo mandato de três anos agora se inicia, fazem parte, enquanto vice-presidentes, Paulo Portas e Nuno Pinto Magalhães, em representação da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas.

Lidia Tarré, da Gelpeixe – Alimentos Gongelados, Mariana França Gouveia, da PLMJ Advogados, Pierre Debourdeau, do Eurogroup Consulting Portugal, Nuno Fernandes Thomaz, da Move Sports Organizações Desportivas, Miguel Pina Martins, da Science4You, e Ricardo Alves, da Riberalves – Comércio e Indústria de Produtos Alimentares, fazem parte da lista de Rui Miguel Nabeiro como vogais.

Já a mesa da Assembleia é composta por Bruno Bobone, do grupo Pinto Basto, que concorre para presidente, Nuno Jonet, da Tabaqueira, que se candidata como vice-presidente e António Belmar da Costa, da Agepor, para a função de secretário.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias. 

Não conheço o Nuno Melo. Nem sequer posso dizer que conheça muito daquilo que fez ao longo do tempo.

Mas foi com admiração que o vi assumir, no pior momento que uma instituição pode ter, a coragem de dar o corpo por aquilo que foi a sua opção de vida.

Conheci vários casos de instituições que estavam em más condições e em que me envolvi para as recuperar.

Eram organizações com as quais partilhava valores, ideais, responsabilidades e ambições. Por isso aceitei esses desafios.

São sempre momentos de muita preocupação, de muita aflição e de uma enorme solidão.

São momentos em que poucos nos acompanham, em que muitos duvidam, mas em que os que ficam são sempre os melhores.

Tornam-se amigos de uma enorme profundidade, companheiros de uma luta e confidentes das nossas vidas.

É um tempo em que trabalhamos sem saber se chegamos, sem ter qualquer perspetiva de retorno e mesmo colocando em risco a nossa credibilidade.

Depois, se conseguimos devolver a glória a essa instituição, aí ela enche-se de pessoas, torna-se apetitosa e todos nos dizem que era claro que tinha de ser feito.

Provavelmente até acham que nessa altura a liderança já precisa de ser mudada. Que temos de dar lugar a outros e que uma instituição não deve depender de ninguém.

E têm razão.

Mas no momento em que está aflita e destruída, essa mesma instituição depende tão-só daquele que acreditando se dispõe a que tudo corra mal.

Estou, por decisão minha, a deixar a presidência de uma instituição que passou por esse processo.

Chegou a hora de a entregar a todos os que a possam levar por um caminho de sucesso e que a possam fazer melhor do que eu a deixei.

Mas principalmente que a possam deixar ser independente, para que possa continuar a fazer o seu serviço.

Uma instituição com quase duzentos anos que voltou a viver.

É por essas razões que quero deixar aqui expressos a minha admiração e o meu apoio a quem, no pior momento desde a sua criação, decidiu apresentar-se para recriar o CDS.

Num tempo sem dinheiro, sem voz, sem parlamento e sem crédito, Nuno Melo decidiu assumir a responsabilidade de aparecer, dizendo acreditar naquilo em que ninguém mais acredita.

Apostar num partido que caiu de tal modo que os que o podiam ajudar deixaram claro que preferiam sair.

Um partido que tem tudo por refazer.

Tem de voltar a conseguir criar a simpatia dos seus votantes, tem de voltar a ser alternativa credível no pensamento dos portugueses.

Um partido que vale pelos seus valores tanto sociais como económicos. Que defende a pessoa como nenhum outro, promovendo a criação de riqueza sempre com o sentido da sua distribuição.

Um partido que faz falta a Portugal. Que Portugal não pode abdicar de o ter e que os portugueses precisam para refazer esta sociedade, hoje tão fragilizada pela guerra e pela pandemia.

É neste momento de dificuldade e de escassez de apoio que me revejo profundamente nesta atitude do Nuno Melo de se disponibilizar para servir Portugal, os portugueses e o CDS.

Por tudo isto parabéns e boa sorte. Que o trabalho tenha sucesso e que o partido da democracia cristã volte a ser fundamento da nossa sociedade.

Disse-me o Papa que de uma crise nunca se sai só, ou saímos todos ou não sai ninguém.

Por mim, saímos todos.

 

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Nos dias 10 e 11 de março, tivemos casa cheia, na sede da CCIP, para mais um Bootcamp de Marketing Digital, encontro anual sobre as principais tendências de marketing.

Durante duas manhãs, reunimos 27 profissionais reconhecidos da área do marketing com o objetivo de partilhar experiência e conhecimento. Foram momentos de debate, apresentações com relevância e conversas enriquecedoras sobre os principais temas que marcam a atualidade.

Isabel Corte Real, Diretora de Marketing da CCIP e Host do evento deu as boas-vindas aos participantes desta 10ª Edição.

Nas suas palavras de abertura, João Pedro Guimarães referiu que os temas escolhidos para este Bootcamp foram pensados para ir ao encontro das tendências atuais e ser de grande relevância e interesse para os participantes.

Catarina Barradas, Brand Global Unit Director da EDP, foi a Keynote Speaker do tema de abertura Marcas e Sustentabilidade, ficando claro que a Sustentabilidade tem um papel cada vez mais relevante na estratégia das marcas: “A Sustentabilidade já não é uma opção”, acrescentando que “As marcas que têm a sustentabilidade no seu ADN têm melhor performance”.

“Propósito, valores, missão, onde estão as fronteiras entre estes contextos?”, lançou o mote para o primeiro painel do dia: O Marketing com Propósito. Moderado por Inês Simas - CEO & Founder do Departamento de Marketing, contou com a participação de Cristina Maia - Marketing Director da METRO/MAKRO Cash & Carry, de Teresa Burnay, Marketing e Media Director da Unilever e de Tiago Soeiro, Brand Activation, Sponsorships and Content Manager Continente - Sonae MC. Foi transmitido de forma consensual pelos presentes, que todas a marcas têm que ter um propósito e este propósito tem que vir do topo e começar de dentro para fora.

No 2º Painel Criar conteúdos - what else is new?, a capacidade de contar boas histórias, de uma maneira relevante, pode fazer a diferença para passar a mensagem de uma marca e chegar aos consumidores. Construir conteudos genuínos, credíveis, sucintos e autênticos. O painel foi moderado por Luís Freitas - Owner da Joker Strategic Advisory, com os importantes contributos de Ana Oliveira - Head of Marketing Samsung, de Andreia Jotta - Diretora de Marketing Yunit, de Bruno Jorge - Head of branded content TVI e de Carolina Patrocínio - Apresentadora de televisão, influencer, criadora de conteúdos e empresária.

Encerrámos o 1º dia com a intervenção de Alexandra Machás e Susana Coerver, da SCOPEN Agency, com o tema Innovation Scope - Inovação, Sustentabilidade, Sociedade.

O segundo dia do Bootcamp começou com paixão. Mafalda Monteiro, Senior Digital Brand Manager e Vânia Vaz, Senior Brand Manager do Sporting Clube de Portugal foram as keynote speakers do tema As Marcas e as grandes Paixões. "Content is fire. Digital is Gasoline" foi uma frase que marcou a apresentação.

A estratégia Omincanal, o complemento entre o digital e o físico e as experiencias em todos os canais e espaços marcou o debate do 1º Painel do 2º dia: E-commerce: tendências e desafios.  Com a moderação de Sandra Alvarez - General Manager da PHD Media, participaram Miguel Vicente - CEO da Made2Web, Inês Condeço - Diretora de Marketing da Fnac,  Alberto Pimenta - Diretor de e-commerce dos CTT e Alberto Lançós - E-commerce Sales Cordinator na DHL. 

Marco Gouveia, consultor e formador de referência nacional em Marketing Digital, moderou o painel seguinte: Digital - para as pessoas, pelas pessoas. A mudança nos padrões de consumo provocado pela pandemia trouxe grandes desafios às empresas organizadoras de eventos. O digital teve um papel fundamental e permitiu consumir cultura mas o regresso ao presencial é o mais desejado por todos. Contribuiram para este importante debate, Ana Paulo - Business Development Manager da Fado in a Box, Filipa Nascimento - Head of Marketing Altice Arena e Nuno Santana - Owner da Niu Brand Activation.

No último panel do dia, Data Driven Marketing, com a participação de Teresa Virgínia - CMO & PR Lead Microsoft Portugal e Fabricio Nobre - Partner da Widepartner e moderação de Diogo Ferreira da Costa - Partner da Lift Consulting, falou-se das possibilidades infinitas que a tecnologia e o mundo dos dados proporciona aos marketers.

O evento terminou com a apresentação do estudo “IDC FutureScape: Worldwide Chief Marketing Officer 2022 Predictions”, por Gabriel Coimbra. da IDC.

O nosso agradecimento aos parceiros desta 10ª Edição. A Mais Meios que ofereceu brindes personalizados, a Suporte Rápido e a CBCatering!

Conheça as perspetivas sobre as tendências de marketing para 2022 de alguns dos oradores que estiveram presentes e faça o download do E-Book Tendências de Marketing 2022 - A Visão dos Responsáveis de Marketing, publicado pela CCIP.

"Foi a 1ª vez que participei e considero estas iniciativas essenciais pois são um espaço privilegiado para ouvir pessoas que sabem do que falam e partilhar experiências (A qualidade dos oradores é essencial). Este tipo de evento atribui à CCIP uma imagem de organização dinâmica e adaptada ao que hoje se espera de uma Instituição desta natureza. Parabéns!"

           Participante 10ª Edição

Noticia Internacional

De maneira a percecionar os desafios e oportunidades na internacionalização das empresas portuguesas para 2022, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), elaborou um questionário que esteve disponível online durante os dois primeiros meses de 2022 e que passamos a analisar:

Contámos com a participação de mais de 350 empresas portuguesas exportadoras. Este inquérito teve uma abrangência territorial de norte a sul do país com empresas das mais diversas dimensões e volumes de faturação.

Constatámos que 77% das empresas preveem para 2022 um crescimento no orçamento destinado às ações comerciais focadas em mercados externos. Neste âmbito, a CCIP é a entidade externa a quem mais recorrem para entrada em novos mercados, sendo que, 82% das empresas consideram que as Missões Presenciais e Agendamento de Reuniões Customizadas são as metodologias mais eficientes na prospeção de novos mercados e de alcance dos seus objetivos. Cerca de 70% pondera recorrer a fundos individuais para a internacionalização, sendo que os serviços da CCIP são enquadráveis nestes projetos.

Mais de metade das empresas está alerta para as dificuldades/barreiras que enfrentarão durante este ano, derivadas, entre outras, pelo aumento do custo das matérias-primas e problemas logísticos. No entanto, acreditam que perante estas dificuldades poderão advir oportunidades de negócio, como o crescimento na procura de fornecedores alternativos que estejam mais próximos geograficamente, de maneira a reduzir custos de transporte e tempos de entrega.

No que respeita à Documentação Internacional, as empresas portuguesas demonstram ter conhecimento dos serviços oferecidos pela CCIP, líder nacional na emissão dos Certificados de Origem e Carnet ATA. Mais de 99% das empresas que reuniram com a nossa equipa, diz ter ficado esclarecido sobre as funções e de como/quando pedir essas autenticações.

Estamos disponíveis para lhe explicar em detalhe como podemos ajudar a sua empresa com contactos de qualidade a nível internacional, que permitam alavancar os seus negócios. Consulte o nosso Plano de Ações Internacionais, bem como os links com testemunhos dos nossos clientes.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Ao fim de quase 15 dias de uma guerra inexplicável, assistimos uma vez mais na história do mundo a um louco tomar o poder e criar um clima de terror que coloca toda a população a temer pela sua vida e por tudo aquilo que ao longo de décadas foi criando com o seu trabalho, para garantir uma sociedade em que se possa viver com qualidade, tranquilidade e segurança.

Uma história que se repete essencialmente porque fomos comprometendo as nossas convicções com decisões fracas, que apenas tinham como objetivo não provocar aquilo que hoje já começou. Uma nova guerra.

Se tivéssemos sido corajosos e firmes nas nossas posições, teríamos provavelmente tido de enfrentar este louco numa fase menos desenvolvida da sua loucura e, certamente, num momento em que a sua força era ainda muito menor do que é hoje.

Com a nossa posição condicionada pelos nossos medos, permitimos que se fosse preparando para uma guerra que queríamos evitar e que apenas conseguimos promover.

É sempre o medo de assumir o confronto que nos leva às piores consequências.

Desta vez, a guerra foi feita a um povo que, ao contrário da maioria dos nossos dirigentes e das nossas sociedades, não tem medo.

Um povo que se juntou para combater um adversário muito maior do que ele, com uma capacidade de equipamento incomensuravelmente superior e que é, já hoje, o maior herói desta crise mundial.

É, não só o seu presidente que o representa, mas é também todo aquele povo que resolveu ficar para defender a sua terra. E ainda todos aqueles que deixaram as suas vidas noutras partes do mundo para irem lutar pelo que é por direito seu e pelos valores em que acreditam.

Glória à Ucrânia é um grito de uma grandiosidade e de uma beleza tal que se torna fundamental defendê-lo e promovê-lo dentro de todas as nossas sociedades.

Temos de aprender deste povo para saber tornar grande o nosso país, o nosso continente e o nosso mundo.
Não podemos continuar a deixar-nos liderar por quem não tem a coragem de se afirmar a quem promove o que está errado, que não tem o orgulho de dizer Glória a Portugal e Glória à Europa, quem nunca teria a coragem de ir para a guerra defender aquilo que é a nossa sociedade e os nossos valores.

Vivemos numa Europa que tem vergonha da sua história e da sua origem, que tem medo de impor a quem chega aquilo que são os valores que a fizeram, o continente onde todos quereriam viver e que por medo vai perdendo tudo aquilo que somos e pelo que os nossos antepassados, quais ucranianos, deram as suas vidas.

Não vejo nesta Europa um povo que estivesse disponível para enfrentar uma desgraça para defender a sua forma de viver, para, com orgulho, poder dizer eu morro por glória do meu país.

Hoje é tempo de tudo fazer com coragem, para ajudar a Ucrânia e os gloriosos ucranianos a ganhar esta guerra e a recuperarem a sua terra.

Mas de seguida temos de reconverter a nossa forma de estar e compreender que esta postura de comodismo, de indiferença, de medo e de permissividade só tem um fim.

Uma guerra provocada por outro louco fanático, que se aproveitará de todos aqueles nossos defeitos, para fazer valer a sua vaidade e loucura, num movimento de destruição de tudo aquilo que nos é querido e por que durante gerações trabalhámos.

Ao último louco tivemos a sorte de ter Churchill e os gloriosos ingleses a fazer frente. A este louco temos os ucranianos e o seu presidente a confrontar.

Não deixemos que, por nossa culpa e pelo nosso medo, venha a ser criado um novo louco que nos destrua.
Glória à Ucrânia, Glória a Portugal e Glória à Europa!

Noticia-Marrocos Comércio Internacional
A CCIP está em Marrocos naquela que é a 12ª Missão Empresarial a este país.

Marrocos tem uma das maiores economias no continente africano e considerado uma verdadeira porta de entrada no mercado da áfrica do norte.

Portugal surge, na 8ª posição enquanto fornecedor de Marrocos.

A evolução da economia marroquina, fruto de políticas e estratégias com resultados bastante positivos, estiveram, até agora, ligadas ao ambiente favorável da globalização dos negócios e assentes sobretudo na industrialização do país, na atração de IDE e na dinamização das designadas ZAI - Zonas de Aceleração Industrial.

No âmbito desta deslocação, a CCIP preparou um total de 40 reuniões individuais para as empresas participantes, que representam os setores de Atividades de Programação Informática, Fabricação de Artigos de Desporto, Suplementos Alimentares, Outras atividades de serviços de apoio prestados às empresas, Formação e Acessórios para Veículos Automóveis.

De 7 a 11 de março, os empresários participantes realizarão as suas reuniões negócio, previamente validadas e aprovadas, com empresas marroquinas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante reúne apenas com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios.

Devido à grande procura deste mercado e aos resultados francamente positivos que temos vindo a verificar, a CCIP já está a preparar um evento direcionado exclusivamente ao setor Alimentar e de Bebidas, que decorrerá entre 6 e 10 de Junho.

Conheça o nosso Plano de Ações Internacionais 2022e faça mais negócios a nível internacional!

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Foi lançado recentemente um livro extraordinário sobre a vida de uma das maiores empresas açucareiras mundiais que existiram em Moçambique e que era uma das suas maiores fontes de rendimento. A Senna Sugar.
O livro, Doce Amargura, foi escrito por Paul Laperre, holandês, que aí trabalhou durante as décadas de 1960 e 70, com uma enorme quantidade de informação e uma capacidade rara de ser neutral, apresentando sempre diferentes visões do mesmo acontecimento e retratando-o com enorme detalhe.

O livro trata de um período de cem anos da presença de Portugal em África, da independência de Moçambique e da guerra civil entre a Frelimo e a Renamo.

É um livro que consegue ser um romance da vida do criador da empresa, uma história da sua família, uma história de uma indústria, um retrato sociológico da época e um livro de história de dois países.

A obra é verdadeiramente excecional, muitíssimo interessante e é ainda um serviço público aos nossos países, pois é um documento fundamental para entender os últimos cem anos de presença de Portugal em África.
Por tudo isto estão de parabéns o seu autor, Paul Laperre, e Diane Villax, que o promoveu e o estimulou a editar esta obra.

Apenas tenho pena de não encontrar mais testemunhos como este, que os haverá em grande quantidade, e que infelizmente estarão a desaparecer com aqueles que viveram essas experiências e que não tiveram a oportunidade ou o saber de as escrever.

Essa é a fraca força da nossa cultura.

Pessoas de uma capacidade excecional que foram capazes de se lançar pelo mundo fora em condições de enorme dificuldade, vivendo verdadeiras aventuras a merecerem ser contadas, mas que, ao voltarem aos seus lares, deixam que o tempo leve esses momentos e essas histórias, sem que delas fique registo marcante e cultura para os que vierem depois.

Uma cultura de viver e de enfrentar as dificuldades, mas sem cultura de registar os seus êxitos e as suas desgraças.
E, ainda que possamos ter a sorte de que algum outro estrangeiro decida relatar a sua experiência no nosso país, será sempre com os olhos da sua própria cultura e da sua própria verdade, sempre condicionado por preconceitos e ideias preconcebidas que darão uma imagem mais crítica e muitas vezes incompreendida daquilo que este povo tão bem fez pelo mundo.

Com defeitos, naturalmente, como todos os outros, mas com enormes qualidades que aos outros não interessam louvar.
Grandes homens e grandes feitos que conhecemos e reconhecemos foram sempre relatados por quem estava próximo de quem os fez e, em casos muito especiais, pelos próprios que nunca quiseram deixar em mãos alheias a descrição das suas ações.

Tanto César como Churchill não deixaram de dignificar a sua intervenção nos destinos da humanidade.
É apenas justo que Portugal também possa beneficiar de quem o faça.

De quem conte a história da vida de quantos sonharam, trabalharam, arriscaram e criaram para fazer tudo aquilo que Portugal deixou por esse mundo fora e que ainda hoje é uma parte muito significativa daquilo que se conhece da história do nosso planeta.

Apostemos em contar as nossas histórias para fazermos grande a história de Portugal.

Viagem Mexico
Na semana de 21 a 25 de fevereiro, a Câmara de Comércio (CCIP) levou um conjunto de empresas ao México para aquela que marcou o início das Missões Presenciais em 2022.

Trata-se do 2º país mais populoso da América Latina, com uma população de quase 130 milhões, uma classe média em crescimento e jovem. É também a segunda maior economia da região, posicionando-se como a 15ª a nível mundial. Foi maioritariamente por estas razões que várias empresas portuguesas aceitaram o desafio e integraram a Missão Empresarial a este mercado, na expectativa de alavancar os seus negócios para este mercado.

No âmbito desta deslocação, a CCIP preparou reuniões individuais para cada uma das empresas participantes, que têm atividade no sector da transformação e comercialização de mármores, granitos e cerâmicas, rochas ornamentais e importação, exportação, indústria e comércio por grosso de produtos alimentares e bebidas alcoólicas.

Os empresários participantes realizaram reuniões individuais de negócios com empresas mexicanas, previamente valoradas e aprovadas. Desta forma a CCIP garante que cada empresa participante apenas reúne com os players mais indicados para o desenvolvimento dos seus negócios. O México é um país em profunda transformação e com muitas oportunidades de negócio!

Convidamos a sua empresa a conhecer o nosso Plano de Ações Internacionais 2022, onde poderemos ajudar a sua empresa na entrada de novos mercados com contactos de qualidade e que aumentem as suas exportações.

Logo Câmara Comércio
Assembleia Geral da CCIP
A AG anual da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, que este ano é electiva, vai-se realizar no próximo dia 24 de março.

A convocatória será oportunamente remetida aos Associados.

Participe!

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Depois de um longo jogo de mentiras, meias-verdades e ameaças chegou a previsível notícia de que a Rússia está a invadir a Ucrânia.

É, de facto, uma muito má notícia em todos os aspetos.

É uma afirmação de desrespeito pela ordem internacional, é um desafio ao equilíbrio das relações internacionais, é um teste à firmeza da posição das democracias ocidentais e é uma mensagem de insegurança e instabilidade para a vida no mundo.

O maior risco está em saber quais são as intenções verdadeiras de quem decidiu enfrentar esta ordem internacional mostrando um total desprezo pela posição dos restantes países - e desconsiderando os prejuízos que terão junto da sua população as sanções económicas que foram prometidas para fazer face a esta tomada de decisão de começar uma guerra.

Em qualquer caso esta decisão de invadir a Ucrânia por parte da Rússia é uma decisão totalmente condenável e inaceitável à vista de todas as convenções internacionais.

Ao contrário da política, as decisões económicas, com exceção das que são controladas politicamente - o caso das sanções -, não tendem a ter em consideração quem é o detentor do direito aos recursos de determinado país.

Aquilo que conta para a economia e para os mercados é quem tem de facto a propriedade dos bens e dos serviços que são trocados a nível internacional.

Nesta perspetiva, o efeito que a guerra pode ter na economia tem mais que ver com o tempo que ela vai demorar do que com quem sairá com o poder nesse país.

Se uma guerra se prolonga, inibe o desenvolvimento da produção, diminui a possibilidade de estabelecer relações comerciais e acaba por eliminar os agentes económicos dessa região dos mercados internacionais.

Por outro lado, se a guerra se faz durante um curto período, a continuidade dos produtos no mercado não é afetada, independentemente de quem é o verdadeiro último beneficiário da venda desses produtos.

É, pois, aqui que se vai definir qual o impacto que esta guerra poderá ter na economia internacional, que por sua vez impactará na economia portuguesa, uma vez que a nossa relação comercial direta com a Ucrânia tem uma expressão muito reduzida.

Ao nível da economia mundial, se a guerra for curta e se for só esta, o efeito será como um pequeno soluço que trará durante um curto período um aumento dos custos de energia e das taxas de juro, paralelamente com um agravamento da inflação, mais motivado pelo medo psicológico dos decisores que evitarão tomar medidas, sem ter em consideração o efeito de uma guerra mais prolongada.

Se a guerra se prolongar, ou se depois desta for tentada uma outra qualquer invasão de outro país, aí sim, estaremos confrontados com uma subida da inflação que passará de conjuntural a estrutural e que afetará de forma muito mais grave a subida dos juros, o aumento dos custos de produção e tudo isto associado a uma diminuição da procura, que resulta também do medo que se cria numa situação como esta.

Daqui resulta que se a situação que estamos hoje a viver terminar num curto espaço de tempo e não trouxer nenhuma ação posterior de guerra, então a preocupação poderá ser apenas de curto prazo e sem um impacto que possa ser letal.

Na hipótese contrária, é bom que as empresas e os seus líderes se preparem para uma nova realidade em que a liquidez se vai tornar muito mais importante e em que o endividamento vai ter um impacto muito mais negativo sobre os resultados das nossas empresas.

Nestas circunstâncias é, na minha perspetiva, fundamental que os países aliados na NATO se preparem para uma reação muito mais forte e efetiva que assegure que as ambições russas sejam contrariadas, que politicamente seja defendida a autonomia e a independência da Ucrânia, para garantir que a economia mundial (e a portuguesa) possa continuar a crescer sem ser confrontada com as dificuldades adicionais que advêm desta crise.

É fundamental que a NATO se imponha assumindo que não dará uma oportunidade à Rússia de avançar nem mais um passo e preferencialmente recuperar a independência da Ucrânia.

A paz conquista-se com coragem, sensatez e visão. Ainda vamos a tempo.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

É difícil ser empresário nos tempos em que vivemos. Ser empresário é estar só. É ter de decidir sozinho sobre tudo o que afeta a vida dos outros. É ter de saber correr riscos sem que ninguém esteja ao nosso lado para nos amparar. E é saber sair das crises e dos maus resultados assumindo a responsabilidade e com a capacidade de recomeçar.

Ser empresário é ser criativo, é ser sonhador, é ser generoso e é ser otimista.

Mas ser empresário é também ser responsável, é ser rigoroso, é ser prudente e é ser corajoso.

Por tudo isto, ser empresário é ter uma nobre vocação.

Mas o tempo que vivemos empurra-nos para sermos rápidos e imediatos, para nos preocuparmos com o que parece e não com aquilo que realmente é.

Não nos dá tempo para analisar as circunstâncias e obriga-nos a reagir na pressão do minuto. Quando há uma crise a resposta tem de ser já e não importa que seja boa.

Mas depressa e bem não há quem...

É neste mundo em que vivemos que é difícil ser empresário.

As crises económicas e financeiras, locais e internacionais, têm vindo a suceder-se com uma rapidez enorme e a estabilidade que todos ambicionamos é hoje uma raridade, o que eleva o risco a uma outra dimensão e torna a realidade muito mais volátil.

Por outro lado, a sociedade, provavelmente motivada por essa vontade de reencontrar a estabilidade perdida, tornou-se muito mais exigente para com o empresário quando as coisas não correm bem, esquecendo que a existência do risco é exatamente a promotora do sucesso e do insucesso de cada projeto.

Nestas circunstâncias, foi natural ao empresário procurar ele também a sua estabilidade na obtenção de maiores resultados e mais imediatos, de maneira a dar-lhe a possibilidade de sobreviver às suas perdas e de forma a permitir voltar a tentar o êxito.

A pressão da aceleração da vida, aliada à pressão social sobre o insucesso, levaram à perda de uma das principais preocupações: a pessoa.

Levaram a assumir que a criação de riqueza resultante da capacidade extraordinária do empresário de juntar os fatores de produção e criar o seu produto se tornasse no fim em si mesmo e que esquecesse a verdadeira essência da sua vocação que é criar riqueza para promover o desenvolvimento da sociedade e o crescimento de cada cidadão.

Só uma sociedade que se desenvolve é uma sociedade que pode trazer felicidade a quem nela vive e a felicidade é o objetivo de vida de cada um de nós.

Só uma sociedade que cresce pode continuar a servir de campo de desenvolvimento a qualquer projeto empresarial.

É por tudo isto que é difícil ser empresário hoje.

Não só pela solidão do lugar nem só pela responsabilidade da decisão e do êxito da empresa, mas acima de tudo pelo valor que a sociedade não consegue reconhecer ao empresário. Facilmente se transforma aquela pessoa que sonha, cria promove e distribui, que é responsável e corajoso, num mero resultado financeiro que define a pessoa como de sucesso ou de derrota.

E ainda assim, é ao empresário, uma vez mais, que vai competir ser capaz de voltar a olhar a sua nobre vocação e recentrar a sua forma de trabalhar na pessoa do seu colaborador, do seu fornecedor e do seu cliente, para que possa voltar a cumprir com a sua função de ser um pilar da sociedade e de ser a esperança de todos os que vivem ao seu redor.

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Segundo as Previsões Económicas de Inverno (Winter 2022 Economic Forecast), a Comissão Europeia prevê, um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,0 % em 2022 e de 2,8% em 2023 na UE27. Para a zona Euro as previsões apontam também para um crescimento do PIB de 4,0 % em 2022 e de 2,7% em 2023.

Já para Portugal, as expectativas apontam para um crescimento de 5,5% em 2022 e de 2,6% em 2023.

A procura interna e os investimentos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) deverão dar um contributo expressivo para este crescimento da economia portuguesa.

O crescimento continua a estar condicionado pelo impacto da pandemia na actividade económica e esta previsão pressupõe que a pressão sobre a economia causada pela Covid 19 será de curta duração.

As expectativas para a inflacção foram também revistas em alta. A inflacção na zona euro, em 2022, deverá subir para 3,5% (3,9% UE27) e em 2023 cair para 1,7% (1,9% EU27).

Para Portugal, a Comissão prevê uma taxa de inflacção de 2,3% para este ano e de 1,3% para 2023.

Estas previsões económicas de Inverno 2022 fornecem uma actualização dos dados de Outono 2021, que foram apresentados em novembro 2021.

Saiba mais sobre as previsões para a economia portuguesa aqui.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Entrámos num novo ciclo de quatro anos. Vamos ter um novo governo e muito dinheiro para relançar a nossa economia.

É o momento de aproveitar para fazer uma verdadeira reforma do aproveitamento dos nossos recursos e, protegendo o ambiente deste nosso mundo, investir naquilo que melhor nos pode fazer crescer e evoluir.

Há mais de uma década a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa ofereceu a Portugal um trabalho realizado pelo professor Ernâni Lopes sobre o hypercluster da economia do mar, que definiu como o único recurso verdadeiramente identitário do nosso país.

Chamou-lhe hypercluster porque envolvia todas as áreas da atividade económica e, por isso mesmo, propôs que não fosse criado um ministério para o promover, pois seria redutor da sua capacidade de realização, mas que ficasse na dependência direta do primeiro-ministro, para que existisse uma coordenação da estratégia do mar com todos e cada um dos restantes ministérios e com a supervisão do topo do governo.

Portugal está hoje a começar a dar os primeiros passos no plano de recuperação e resiliência. Já está claro que não será à custa das soluções antigas que o país poderá sair desta crise com a capacidade de competir internacionalmente.

Temos de deixar de pensar na economia de salários baixos e indústria de pequena mais-valia e seguir todos os que já se lançaram nos projetos do amanhã, em que, como sabemos, têm tido sucesso alguns nossos compatriotas.

E dentro destes projetos do amanhã está o mar.

O mar que nos deve levar a ser uma plataforma de comércio internacional através do aproveitamento das condições logísticas e geográficas extraordinárias que detemos e que, associadas às nossas qualidades de mediadores, poderá levar-nos a uma posição de destaque nas trocas comerciais a nível mundial.

Um mar com condições naturais para a criação de bom pescado, de qualidade reconhecida mundialmente e que pode tornar-se uma riqueza enorme para o nosso país.

Um mar com recursos energéticos que devem ser estudados e aproveitados em prol do desenvolvimento de novas tecnologias de utilização de recursos mais amigos do ambiente.

Um mar onde o estudo e a produção de projetos no campo das biotecnologias trarão novas oportunidades para encontrar produtos destinados ao tratamento de doenças e à prevenção de muitas outras.

Um mar que nos trará a descoberta de muitas outras oportunidades que nem sonhámos vir a conhecer e que permitirão dar ao mundo novas formas de viver e de sobreviver.

E tudo isto está aqui à nossa porta.

O grande óbice foi sempre a capacidade financeira para se lançar este desenvolvimento. Mas agora teremos dinheiro.

E temos pessoas capazes, por isso devemos aproveitá-las e criar condições para manter em Portugal todos os jovens que daqui saem à procura de novos desafios e de condições mínimas de vida.

Temos de criar um caminho de investimento para podermos ter sucesso.

Temos uma visão e temos uma estratégia. Temos gente e temos meios.

É urgente apostar numa cultura do mar. Trazer à nossa população o conhecimento e a proximidade com os temas do mar. Habituar os portugueses a olhar o mar como o amigo que lhes traz a vida.

Precisamos de investir no conhecimento e criar uma universidade do mar que albergue todos os campos do saber e que nos dê as competências para cuidarmos bem deste recurso.

Temos o tempo, a estabilidade e a necessidade.

Não percamos mais uma vez a oportunidade.

 

CCIP recebe Embaixador do Egito em Portugal
O Presidente da CCIP, Bruno Bobone e o Secretário-Geral, João Pedro Guimarães receberam o Embaixador do Egito em Portugal.

No dia 10 de fevereiro, o Senhor Embaixador Adel El Alfy esteve presente na sede da Câmara de Comércio, num encontro que teve como objetivo estreitar as relações económicas entre os dois países com vista a dinamizar o comércio bilateral.

Dadas as oportunidades que o mercado oferece às empresas portuguesas, a CCIP organiza a 2ª Missão Empresarial ao Egito, em Março de 2022. Saiba mais aqui.

Compromisso-Pagamento-Pontual

CCIP recebe Diploma de membro do Compromisso de Pagamento Pontual referente ao ano de 2022

Todos os anos milhares de pequenas e médias empresas entram em falência em toda a Europa à espera do pagamento das suas faturas.

De acordo com os dados mais recentes do relatório da Informa D&B, apenas cerca de 16% das empresas portuguesas pagam a horas, o que coloca em risco milhares de postos de trabalho e a sobrevivência das empresas mais pequenas.

O Compromisso Pagamento Pontual reúne a ACEGE - Associação Cristã de Empresários e Gestores, a CIP – Confederação Empresarial de Portugal , a APIFARMA - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, a Caixa Geral de Depósitos, o IAPMEI, a Ordem dos Contabilistas Certificados e mais 1.765 empresas e organizações que se afirmam empenhadas na promoção dos pagamentos a horas em Portugal.

Ajude a manter a nossa economia ativa, adira ao Compromisso Pagamento Pontual. Saiba mais aqui.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Chegar a uma maioria absoluta depois de seis anos de governo... é obra! Ao contrário do que muitos pensavam, o povo português está confortável com a forma como passou a crise pandémica e o medo que se instalou não promoveu grandes mudanças.

Por outro lado, a oposição pouco fez para apresentar uma solução que representasse uma verdadeira alternativa por que valesse a pena arriscar.

E cá vamos para quatro anos de governo, só que desta vez com toda a responsabilidade da sua condução e sem qualquer limitação ao seu caminho.

Como foi claro no discurso de vitória, a estabilidade é uma mais-valia para a democracia. E eu estou completamente convencido de que uma democracia funciona melhor com maiorias do que com minorias a governar.

Gostei dessa ideia de conseguir fazer as pazes entre o povo português e as maiorias.

Mas hoje já é dia para começar a fazer o trabalho de casa. De começar a pensar como vamos fazer deste país um sítio em que vale a pena viver, onde estamos todos alinhados para a criação de riqueza que permita a todos viver melhor e com mais dignidade.

Pensar em ajudar os que mais precisam, mas sem os alhear das responsabilidades sobre a sociedade em que vivem, o que significa envolvê-los e não apenas pagar-lhes.

Todos têm de se sentir necessários para se sentirem parte do projeto.

Temos também de olhar como podemos ajudar as nossas empresas a serem maiores e mais fortes para poderem competir no mundo, que será sempre o único mercado que nos poderá ajudar a crescer.

Para isso temos de envolver os empresários nas decisões que promovem o seu desenvolvimento.

A maioria absoluta permite evitar o populismo e permite o pragmatismo que beneficia o desenvolvimento.

Mas a maioria também permite a realização de reformas e a reforma da justiça é, sem qualquer dúvida, uma das maiores urgências da nossa democracia e da nossa economia.

No seu discurso diz também que uma maioria não é a vontade de um só.

Por isso será importante que a complementaridade entre público e privado seja verdadeiramente uma fórmula que beneficie o bom serviço aos portugueses.

Que a qualidade do serviço privado seja complemento à garantia de que o serviço chega a todos, dada pelo setor público.

Seja na educação, seja na saúde, o que podemos ganhar está mais nesse pragmatismo da união do que na divisão promovida pela ideologia.

Como disse no princípio, uma maioria depois de seis anos de governo é obra.

Aquilo que gostaria de poder dizer daqui a quatro anos é que a maioria fez obra.

E é para isso que escrevo hoje estas linhas, para dizer que hoje tudo é possível, mas tudo depende da forma como forem dados os primeiros passos.

Como forem feitas as primeiras conversas e da forma como forem todos envolvidos.

Todos manifestaram a sua preferência através voto no último domingo.

A maioria deu o seu apoio a um governo do Partido Socialista e este governo tem legitimidade para governar durante quatro anos - e é bom que assim aconteça, pois só assim funciona bem a democracia.

Estamos todos interessados e disponíveis para transformar Portugal, mas só se formos juntos o poderemos fazer.

De uma crise nunca se sai só, ou saímos todos ou não sai ninguém.

Passado que está o ato eleitoral vamos unir-nos por Portugal.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Estamos a dois dias de saber qual será a próxima solução governativa para Portugal. Provavelmente a grande maioria dos eleitores já sabe em quem vai votar e quais são as suas expectativas sobre o resultado final.

É exatamente neste momento, em que ainda está tudo por decidir e em que tudo pode acontecer, que é indispensável pensar sobre aquilo que queremos fazer a partir de segunda-feira.

Seja qual for a solução encontrada, vamos todos ter de voltar a trabalhar, a estudar, a produzir. Seja qual for a solução que nos aconteça, há coisas que são fundamentais e essas não podem deixar de ser realizadas.

Temos de voltar a lutar por continuar a crescer, a encontrar caminhos para melhorar a vida de todos os portugueses, de encontrar soluções que sejam criadoras de oportunidades, que criem trabalho e que construam riqueza pois, seja qual for o governo, nós não poderemos contar apenas com as suas políticas para chegarmos aonde temos de ir.

Há demasiado tempo que dependemos do Estado para fazer o nosso caminho. É tempo de nos tornarmos independentes e de fazer o Estado depender de nós.

Compete a todos e a cada um escolher aquilo que quer para a sua vida e não podemos nem devemos abdicar desse nosso enorme direito e poder.

Mandar na minha vida, ser dono das minhas decisões. É isso que me faz ser uma pessoa, um ser humano que quer fazer um caminho e encontrar uma razão para viver.

Pois é nesta convicção que eu apelo hoje a todos, nas vésperas de sabermos quem ficará com a responsabilidade de liderar o governo de Portugal, que decidamos para nós próprios qual é a nossa escolha sobre o que vamos fazer nos próximos quatro anos, independentemente das opções partidárias que venham a acontecer.

E é aos empresários que mais apelo, pois são aqueles que mais capacidade têm para assumir as suas decisões, e que mais coragem devem ter para seguir os seus caminhos sem se colocarem na dependência de ninguém.

Diz o Papa Francisco, também tido e achado pelos candidatos desta campanha eleitoral, que ser empresário é ter uma nobre vocação.

E é assim porque ao empresário foi dado o dom de saber juntar os recursos de uma forma eficiente para criar os produtos que fazem falta às populações e assim criar riqueza que deve permitir a essas populações viver melhor.

Mas é também uma vocação nobre porque lhe dá a vontade de estar sempre a encontrar soluções para vencer as dificuldades que se apresentam no seu caminho.

Ora, nestes tempos que se avizinham e independentemente de quem for eleito para governar, temos várias dificuldades para enfrentar.

Temos uma economia que temos de relançar, temos um desenvolvimento que temos de atingir, temos um capital que temos de empregar de uma forma eficiente e temos um povo castigado pelo medo que tem de voltar a viver.

Tudo isto poderá beneficiar mais ou menos da política de quem nos governar, mas hoje é o dia de decidir o que vamos fazer sem depender dessa condição.

O dia de decidir que vamos mandar na nossa vida, de que vamos ter a coragem de lutar pelo que acreditamos, seja qual for a solução com que tivermos de viver.

É hoje o dia em que podemos todos crescer como pessoas e tornar-nos detentores de uma nobre vocação.

A vocação de sermos livres, autónomos, independentes, responsáveis e donos da nossa vida.

Pos Graduação 2022

 

A CCIP dá os parabéns aos participantes da 2ª Edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME!

Na sexta-feira, dia 21 de janeiro, a Câmara de Comércio recebeu os alunos para a cerimónia de entrega de diplomas e certificados.

O evento contou com a presença de Bruno Bobone (Presidente da CCIP), de Daniel Traça (Dean da Nova School of Business and Economics) e de Carlos Moedas (Presidente da Câmara Municipal de Lisboa) que fizeram a entrega dos diplomasjuntamente com os representantes dos patrocinadores desta 2ª Edição: a Softinança, a Yunit Consulting e a Sage.

 

Discursos Pos Graduação

 

Esta foi a segunda edição do programa executivo de formação para gestores de PMEs criado pela CCIP e pela Nova-SBE, em 2019. Um programa que tem como obetivos proporcionar uma visão abrangente e transversal das principais áreas da gestão, identificar as melhores práticas e ferramentas que permitam ganhos de competitividade às PME, disponibilizando uma formação executiva certificada de elevada qualidade e com um investimento competitivo.

Bruno Bobone afirmou que este é um “projeto da maior importância e do maior interesse para as empresas portuguesas”. A pós-graduação criada pela CCIP e pela Nova-SBE quer “dar às PME’s a capacidade de formar os seus quadros com a mesma facilidade das grandes empresas”, acrescentando, ainda, que a “CCIP é transversal, alberga grandes empresas e PME’s”, mas, “os grandes beneficiários da CCIP devem ser as PME’s”.

Daniel Traça destacou a importância da produtividade, garantindo que “o debate que interessa é o debate da produtividade”. “É preciso perceber que nos últimos 20 anos a produtividade tem crescido sempre abaixo da média da União Europeia e dos nossos parceiros. E esta é a base da economia”, explicou, antes de dizer aos diplomados que a sua “responsabilidade é enorme, porque o impacto que podem ter é enorme”.

Carlos Moedas afirmou que “a produtividade é o ponto mais importante da nossa sociedade”, e, citando o atual primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, disse que “a produtividade agregada é a inovação multiplicada pela difusão dessa inovação”. Isto é, “temos grandes inovadores na Europa, mas isso fica apenas num grupo de empresas e não é contagiado à outra parte das PME’s. Esta difusão é a chave da produtividade”.

A 2ª edição da Pós-Graduação CCIP/Nova-SBE contou com 31 participantes. As inscrições já estão abertas para a 3ª Edição que terá lugar de março a julho de 2022.

Para mais informações sobre inscrições na Pós-Graduação de Gestão Aplicada para Gestores de PME, contacte formacao@ccip.pt

Goestratégia noticia

No passado dia 20 de janeiro, na sede da CCIP, teve lugar o Pequeno Almoço “Geoestratégia do Mundo 2022”, iniciativa anual organizada pela Câmara de Comércio.

Paulo Portas apresentou as principais tendências e riscos económicos e políticos sobre o ano que agora começa nas várias geografias do globo, num evento muito participado.

Na base da intervenção esteve a convicção de que 2022 será um ano melhor do que 2021, tal como este foi melhor do que 2020, tanto do ponto de vista de saúde pública, como do ponto de vista económico. Na raiz desta afirmação está o facto de o mundo possuir, hoje, muito mais conhecimento sobre a pandemia da Covid-19 do que há um ano, o que faz o vice-presidente da CCIP acreditar que estamos mais perto de uma endemia do que da pandemia.

Criticando as teorias da conspiração que estão na origem dos negacionismos em relação às vacinas e à própria pandemia, e demonstrando com números os efeitos que estes movimentos têm nas economias nacionais, Paulo Portas destacou “a importância da aliança entre capital e ciência, investigação e indústria”.

O vice-presidente da CCIP chamou a atenção com particular ênfase para a evolução das taxas de inflação em todo o mundo, prevendo que, este ano, teremos “mais inflação do que estávamos habituados, o que vai ter consequências sobre as taxas de referência dos bancos centrais, o que vai reconvocar as questões das dívidas públicas, corporativas e familiares à escala global e nacional”. Ainda sobre este tema, Paulo Portas criticou que, a 10 dias das eleições legislativas em Portugal, este tema não tenha sido discutido no âmbito da campanha eleitoral.

Sobre a recuperação económica, destaca a impressionante evolução da economia irlandesa, que recuperou logo em 2020 os níveis registados em 2019, e a aplicação do Plano de Recuperação e Resiliência em Portugal que deveria ter “uma chaveta inversa daquela que tem: dois terços para o privado, um terço para modernizar a administração pública”. Em todo caso Paulo Portas recomendou que, seja qual for o resultado das eleições, Portugal não perca demasiado tempo em ‘revisões’ porque a reabertura do processo em Bruxelas seria sempre limitada e o tempo de execução é curto.

A situação nos Estados Unidos da América, o bloqueio político e legislativo e as tensões aí registadas mereceram também realce por parte de Paulo Portas, bem como a evolução do nacionalismo chinês e a questão de Taiwan; os extremismos ideológicos a ganhar terreno na América Latina; e o crescimento previsto com a entrada em vigor do acordo de comércio continental em África.

Por fim, referência às eleições em Angola, França e Hungria, que se realizarão este ano, e um aviso: crime e ciber. “Tratar bem as defesas a nível tecnológico”, pediu. “O crescimento dos resgates pagos tem aumentado de uma forma impressionante. O mundo tem que reconstruir defesas para esta nova forma de criminalidade”, afiançou.

"Há imensos problemas: sim. Há imensos riscos: alguns. Mas temos razões para confiar que teremos um ano melhor que o anterior".

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Acredito numa sociedade baseada na pessoa. Numa sociedade que é tão melhor quanto mais respeitar a individualidade de cada um dos seus membros e que aproveite essas diferenças para criar um maior desenvolvimento - e não criar um mundo sem diferenças através da anulação do indivíduo, como propõe a esquerda.

Acredito numa sociedade que promova a criação da riqueza para benefício dos seus cidadãos e que se preocupe com a sua distribuição.

Acredito na responsabilidade da sociedade de acudir a todos os seus membros nas suas necessidades, ao mesmo tempo que acredito na responsabilização dos cidadãos para se conseguir garantir o equilíbrio e o desenvolvimento da sociedade em que se integram.

Acredito na propriedade privada e na autonomia sobre a dependência.

Acredito num Estado que garanta as necessidades mais básicas da sociedade e dos seus cidadãos, que cumpra a sua missão de garante da justiça e da condução da estratégia do país, mas que não intervenha ativamente na economia.

Acredito na igualdade de direitos entre todos, homens e mulheres, e nas diferenças que os caracterizam e que valorizam a sua complementaridade.

Acredito na diversidade de raças e na sua enorme capacidade de promover o desenvolvimento mundial através da complementaridade das suas características.

Acredito no direito à vida e na defesa dos mais necessitados.

Acredito no direito a participar nas decisões que afetam a vida de cada um, seja a nível profissional seja a nível político ou pessoal.

Acredito na defesa do ambiente e no respeito por todos os recursos naturais.

Acredito na vida digna de cada pessoa e por isso defendo um salário digno.

Acredito que quem lidera deve servir e não se servir.

E acredito que para receber é sempre preciso primeiro dar.

Não acredito num país em que todos temos de ser iguais.

Em que não se pode falar de raças para que acreditemos que não somos diferentes.

Em que não há homens nem mulheres, há apenas entes.

Em que não se promove a criação de riqueza e apenas se defende que basta distribuir o que acabará por não haver.

Em que se promova o Estado a participar mais na atividade económica.

Não acredito num Estado que seja dono da educação dos nossos filhos, sem qualquer direito de escolha.

Em que a vida é um assunto de consciência de cada um.

Em que apenas se está disponível para entregar dignidade depois de se ter recebido a riqueza.

Em que apenas se tente mudar os impostos numa sociedade que essencialmente põe em causa os valores.

Em que os diferendos se tentam resolver pelo confronto em vez de harmonia.

Por fim, acredito que deveria ter sido construída uma solução que unisse todas as pessoas que, com todas as suas diferenças e com todas as suas diferentes convicções, se pudessem rever genericamente nos valores acima enunciados.

Não existindo essa solução de unidade, existe uma solução: eu vou votar no CDS.

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Estamos a 15 dias de umas eleições que deveriam resultar na escolha de um governo que levasse Portugal para um caminho de recuperação económica e de desenvolvimento, que permitisse recriar este nosso país para que fosse possível investir, trabalhar e viver com as condições que existem na maioria dos nossos parceiros europeus.

Mas, para que isso acontecesse, seria fundamental que alguns parâmetros fossem alterados e que o novo governo fizesse as mudanças que muitos defendem e que verdadeiramente seriam o fator dessa transformação.

Precisávamos de ter um governo que fizesse uma reforma que nos trouxesse uma justiça mais célere e mais efetiva, que passa por uma reformulação de muitas das práticas.

Precisávamos também de uma reforma fiscal que permitisse aos cidadãos viverem com mais qualidade e que não fosse tão redutora dos rendimentos de cada família. Uma diminuição do imposto sobre o rendimento é fundamental para que cada pessoa possa atingir um mínimo de dignidade para viver.

Precisávamos de ter instituições fortes, responsáveis e respeitadas que nos permitissem confiar no seu desempenho.

Não podemos continuar a assistir a situações em que as autoridades são atacadas sem se poderem defender, porque estão sempre postas em causa mesmo que estejam a cumprir corretamente o seu trabalho.

Não podemos continuar a saber através dos jornais os segredos de justiça, mas sem que haja uma condenação de quem é responsável por essas atitudes aparentemente condenáveis e punidas por lei.

Precisávamos de conseguir reestruturar a sociedade portuguesa de forma a permitir diminuir o peso do emprego público de forma a permitir criar uma sociedade mais produtiva e mais ativa em que os seus elementos se sentissem cada vez mais participantes na sua construção e participativos nos benefícios que daí adviessem.

É fundamental começar a criar o gosto pela criação, pelo empreendimento e pela realização que assuma maior capacidade de assumir o risco de viver e que nos afaste da cultura de dependência do Estado. Uma sociedade que promove os seus próprios projetos, que estimula as suas competências criativas e que obtém resultados do seu trabalho torna-se numa sociedade mais viva, mais alegre e mais realizada.

Infelizmente, pela perspetiva que se antevê pela forma como tem decorrido a campanha eleitoral e pelas alternativas que se apresentam com maior potencial de ganhar as eleições, a concretização de todas estas mudanças não será possível.

Ainda que a maioria dos partidos esteja de acordo em todos estes temas, não há um único projeto que nos dê uma perspetiva de crescimento económico e social que mude de facto o nosso destino.

Não há um único líder potencial que nos faça sonhar com um Portugal melhor.

A mudança de que precisamos é demasiadamente profunda para que seja possível realizar por partidos sujeitos à lógica da luta política eleitoral.

Só a sociedade civil poderá ser a promotora de todas estas reformas que são tão necessárias para fazer de Portugal um país diferente, onde valha a pena viver e com dignidade.

Juntemo-nos para mudar Portugal.

Destaque Pos Graduação

 

3ª Edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME, a decorrer entre 18 de março e 23 de julho de 2022. Uma parceria CCIP e NOVA SBE.

Uma iniciativa a pensar nos decisores e gestores de PMEs que pretendem aprofundar e atualizar os seus conhecimentos e competências nas várias áreas de gestão. Um programa executivo que alia a credibilidade dos conteúdos e corpo docente da Nova-SBE à experiência do terreno da CCIP.

 

PROPOSTA DE VALOR
  • Know how, credibilidade e experiência no terreno de duas entidades líderes nas suas áreas de atividade
  • Parceria com a NOVA SBE - Formação certificada de elevada qualidade
  • Conteúdos direcionados para os desafios específicos das Micro e PME com a mesma garantia de qualidade da formação executiva para grandes empresas
  • Visão global e abrangente de todas as áreas de gestão
  • Identificação das ferramentas de apoio e as melhores práticas de gestão que permitam ganhos de competitividade
  • Obtenção de Certificado equivalente a Pós Graduação (exclusivo para licenciados) ou Certificado de Participação (para não licenciados)
 
 144 HORAS | 13 GRANDES ÁREAS | 12 ESPECIALISTAS | 4 MESES 

Local: Sede da CCIP, em Lisboa e Nova SBE, no Campus em Carcavelos
Duração: 4 dias por mês - sextas-feiras e sábados
Idioma: Português

 

PATROCINADORES: SOFTFINANÇA E YUNIT CONSULTING 

 

Download da Brochura

Ficha de Candidatura

 

"É um projeto da maior importância e do maior interesse para as empresas portuguesas”. A pós-graduação criada pela CCIP e pela Nova-SBE quer “dar às PME’s a capacidade de formar os seus quadros com a mesma facilidade das grandes empresas”, acrescentando, ainda, que a “CCIP é transversal, alberga grandes empresas e PME’s”, mas, “os grandes beneficiários da CCIP devem ser as PME’s."

                Bruno Bobone | Presidente da CCIP

"O debate que interessa é o debate da produtividade (...) É preciso perceber que nos últimos 20 anos a produtividade tem crescido sempre abaixo da média da União Europeia e dos nossos parceiros. E esta é a base da economia (...). A responsabilidade (dos formandos) é enorme, porque o impacto que podem ter é enorme."

                Daniel Traça | Dean na Nova SBE

"Foi, sem dúvida, uma enorme mais-valia! Aprendi muito nesta pós-graduação e aprofundei o meu conhecimento em várias temáticas. A qualidade do corpo docente da Nova e a dinâmica que se cria entre o grupo são mais-valias que acrescentam valor a este curso executivo. Parabéns."

                Participante 2ª Edição

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

A Alice viveu toda a sua infância no País das Maravilhas. Mas, quando cresceu, percebeu que vivia afinal no país do medo.

Um país em que os governantes não governam, em que os empresários não empreendem, em que os trabalhadores não trabalham, em que os vizinhos não se ajudam - porque todos têm medo.

Uns têm medo de perder o lugar, outros têm medo de arriscar, outros ainda têm medo de perder e há ainda outros que têm medo de parecer bonzinhos e que isso os poderá prejudicar.

Um país em que os empresários se tornaram dependentes do Estado para diminuir o risco do seu empreendimento e em que se focaram no salário baixo por medo de arriscar pagar para ter maior benefício.

Onde os trabalhadores têm medo de tudo dar pela empresa em que trabalham e que preferem combatê-la em vez de garantirem o seu êxito, por medo de não receberem o resultado do seu trabalho.

Onde dirigentes sindicais e patronais têm medo de concordar para resolver os seus diferendos por pensar que perderão os seus lugares.

Um país em que os cidadãos têm medo de ajudar os outros por não acreditarem que são membros da mesma sociedade e que partilham responsabilidades sobre a mesma.

Um país em que os políticos têm medo de dizer o que pensam para não serem expostos na imprensa e arriscarem perder o seu lugar. Em que o governo não decide mudar por medo de perder as eleições.

E foi neste país que a Alice tem vivido a pandemia da covid:

- Fechada em casa sem abrir a porta aos vizinhos, com medo do vírus, ainda que dizendo que é para defender os outros.

- Forçada por um governo que tem medo de ser responsabilizado pelos resultados das suas decisões e que prefere tomar as que mais facilmente nos inibem de viver, apesar dos efeitos gravíssimos nas nossas vidas -e porque estamos no país do medo ninguém os responsabilizará por elas.

Por outro lado, foi também pelo medo que conseguimos vencer a primeira fase do vírus. A nossa adesão à vacinação foi claramente uma forma de expressão do medo que grassa neste país, ainda que desta vez com resultados muito positivos.

Pena é que o medo tenha voltado a pôr-nos em casa. Com efeitos da pandemia completamente controlados graças ao sucesso da vacinação, nós, por medo, voltámos a fechar-nos, como se não estivéssemos vacinados e com os resultados que se verificam noutros países que, curiosamente, na sua maioria têm medidas de contenção muito menores do que as nossas.

Mas os nossos governantes e a sua oposição sabem que nós temos medo e, por isso, não duvidam uma única vez em prejudicar-nos um pouco mais - só por precaução.

E mandam fazer testes a todos os que não precisam, estragam a vida a todos os que querem viajar porque têm medo de um vírus que, em Portugal, não passa de uma gripe que parece mais generalizada, mas que nem isso sabemos, pois nunca ninguém se foi testar só para saber se acordou com gripe, nem nunca foi considerado morto por gripe quem morreu num acidente de viação ou de ataque de coração...

Por isso a Alice não compreende para que serviu o esforço se ninguém o valoriza. Se não tivéssemos sido tão cumpridores viveríamos exatamente o mesmo sacrifício.

E pensou que este medo destruiu o seu País das Maravilhas!

E a Alice saiu de casa, levou as crianças à escola e foi trabalhar. Tirou a máscara e foi respirar a brisa que vinha do mar, onde os valentes do seu país arriscaram sempre a vida, sem medo de morrer.

E foi viver, porque viver com medo também é morrer.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Há alguns anos, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa pediu um estudo sobre as principais razões da limitação do crescimento da nossa economia na perspetiva dos empresários.

Foi com alguma surpresa que foram recebidas as respostas, principalmente porque os temas como a legislação laboral e a burocratização do sistema apareciam muito em baixo na lista, e à cabeça aparecia o tema da justiça. Curiosamente, os empresários não se queixavam das decisões dos juízes, em quem confiavam, mas dos mecanismos da justiça.

Em função deste inquérito, a CCIP preparou, com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, um trabalho sobre "Justiça Económica", que entregou a vários governos, mas sem que se tenha obtido solução desta inibição, como se os nossos dirigentes pouco ou nada estejam interessados em resolvê-la.

Passados todos estes anos, chegando a este período natalício, em que fazemos uma revisão da nossa vida e preparamos o ano que aí vem, pensei qual seria o maior desejo para este nosso Portugal de 2022.

E dei comigo de novo às voltas com o tema da justiça. E não só da justiça económica, mas de toda a justiça que não se pratica e se devia praticar em Portugal.

Como é possível termos tantos casos de corrupção, em que não são penalizados aqueles que neles participam, tantos casos de crimes económicos, em que os seus responsáveis continuam a viver sem terem sequer sido julgados pelos seus atos, tantos outros crimes mais comuns em que a justiça se embrenha em fórmulas de atraso e de desleixo e em que nunca é dado o exemplo de que não vale a pena transgredir.

A justiça está condicionada por um processo que, pretendendo dar garantias aos mais desprotegidos, acaba por favorecer todos os que, tendo prevaricado, utilizam o sistema de proteção para adiar e tentar prescrever as decisões que os condenariam.

Está condicionada por um processo de decisão demorado e complexo que apenas garante que a justiça é sempre tardia - e todos sabemos que uma justiça tardia é sempre uma injustiça, que descredibiliza o sistema e o Estado de direito.

Assim, porque não acreditamos na justiça para assegurar o comportamento correto, fomos avançando com controlos prévios, de forma a garantir a anulação da hipótese de ser cometido o crime ou a prevaricação.

Por isso exigimos aos detentores de cargos públicos a publicação de todo o seu património, não permitimos a utilização de valores em dinheiro, proibimos as transferências sem que seja muito bem justificada a sua razão e muitas outras ações que violentam as pessoas retirando-lhes a liberdade a que devem ter direito, apenas porque o sistema judicial, que deveria ser o garante de todas estas situações, não funciona e ninguém quer atuar na fonte do problema.

O normal seria confiar num juiz para conhecer o património do detentor de cargo público para garantir que não há enriquecimento indevido, ou confiar num juiz para avaliar se uma determinada transação é correta ou criminosa.

Não é a sociedade nem os indivíduos quem deve fazer este tipo de policiamento - e o que, naturalmente, acaba por acontecer é que a informação tornada pública passa a ser utilizada para difamar, o que acaba por afugentar muitos dos que poderiam dar o seu contributo ao desenvolvimento da vida do país, não porque tenham algo a esconder, mas tão-só porque não se sentem bem com a intrusão na sua privacidade.

Por outro lado, a imaginação humana, que é extraordinariamente criativa, vai proporcionado novas formas de fazer o errado - como a criação das criptomoedas, a passagem de património para outros membros da família, etc. - dificultando ainda mais a aplicação da justiça.

Um problema só se resolve atacando a fonte do próprio problema e nós ainda não quisemos fazer isso. As soluções que mitigam o problema acabam sempre por criar problemas maiores e hoje temos mais corrupção, mais enriquecimento indevido e menos qualidade nos nossos dirigentes públicos.

Façamos algo de bom para nós mesmos. Tratemos da justiça.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Hoje é Natal, festejamos o dia em que nasceu Jesus. Uma enorme esperança de salvação para o mundo. Um momento em que somos chamados a sair dos nossos afazeres diários e a visitarmos aquilo que verdadeiramente importa nas nossas vidas.

Há 2021 anos, mais ou menos, os pastores que estavam a guardar os seus rebanhos foram chamados a visitar o Menino que tinha nascido numa manjedoura, um símbolo de pobreza que nos chama a atenção para a nossa humanidade e para a nossa fragilidade enquanto pessoas.

É um Salvador e um Rei que vem para servir.

Pois é isso mesmo que eu gostaria de pedir e viver neste Natal.

Que tivéssemos a sorte de receber um líder para o nosso país que viesse para nos servir. Que, tendo poder e competência, possa ter a distância da riqueza que lhe permita ser humano e ocupar-se de todos nós, olhando-nos como pessoas que somos.

Que não queira dividir-nos para poder reinar, que não queira mais aos seus do que a todos os outros e que seja capaz de ser justo sem medo de perder o seu poder.

Peço um presente para todos nós, que nos ajude a sair desta crise que estamos ainda a viver e que não sabemos quando vai acabar, para que saiamos todos juntos e para que saiamos todos melhores.

Passámos quase dois anos a olhar a nossa vida de uma perspetiva diferente e fomos capazes de dar prioridade àquilo que foi sempre o mais importante e que são as pessoas.

Fomos solidários e fomos caridosos, fomos valentes para ajudar os outros passando à frente dos nossos próprios interesses e fomos capazes de deixar de tudo fazer para enriquecer, para que saíssemos juntos desta crise.

Agora vamos começar uma nova fase em que temos de nos ajudar uns aos outros a recuperar as nossas vidas - e aqueles que menos perderam, ou que até ganharam, são os que podem agora partilhar com os outros aquilo que têm.

Mas tudo isto só será verdade se recebermos um presente de Natal bom e verdadeiro, um governo virado para as pessoas e não para si mesmo.

Um governo que se disponha a servir os portugueses criando-lhes novas oportunidades de voltar a construir as suas vidas.

Que não as destrua com impostos e que não as abandone sem cuidados, que não dê mais aos que já têm, mas que valorize todos aqueles que querem trabalhar para ser parte da sociedade.

Que ajude os mais pobres e mais vulneráveis, mas que o faça de uma maneira a que se sintam incluídos e não lhes dê apenas esmola.

Que motive os que são mais capazes a apoiarem os que mais precisam - e que não prejudique aqueles sem que consiga ajudar estes.

E que se apoie em nós para fazer crescer Portugal em vez de querer fazer crescer Portugal à custa da nossa perda.

Um presente de Natal que faça deste país uma pátria de todos os portugueses e que faça que os meus concidadãos se orgulhem de ser parte desta nação.

Que todos saibamos gostar daquele que está ao nosso lado e com quem partilhamos a nossa origem, a nossa língua e a nossa cultura.

Finalmente, um presente que acabe com a mentira e com a maledicência como base e fundamento da nossa sociedade e que transforme este país num projeto comum que valoriza cada um e que se baseia em cada um de nós para fazer um Portugal maior e melhor do que aquele que cada um por si seria capaz de construir.

Titulo

A 3ª edição do E-book sobre as Tendências de Marketing já está disponível e, este ano, conta com mais de 50 contributos!

O desafio foi lançado. Saber as tendências que vão estar no topo da lista de prioridades dos responsáveis de marketing e comunicação para o próximo ano.

Nesta 3ª Edição do E-book de Tendências de Marketing, contamos com mais de 50 contributos, de especialistas de 20 sectores de atividade, que partilharam as suas visões, estratégias e soluções.

Convidamos todos os interessados a fazer o download gratuito desta publicação e a conhecer o que vai estar no topo da lista de prioridades das equipas de marketing no próximo ano.

A todos os que aceitaram este nosso desafio, um muito obrigado!

A todos os que vão querer usufruir deste e-book como fonte de conhecimento prático e de inspiração, desejamos uma boa leitura!


Aceda aqui ao E-book sobre as Tendências de Marketing para 2022

 

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Nos dias 10 e 11 de dezembro, 3 empresas portuguesas participaram no Belgrade Wine Salon, uma feira de vinhos na Sérvia onde a Câmara de Comércio organizou a primeira participação portuguesa.

O evento Belgrade Wine Salon (BWS) é uma combinação B2B e B2C. Durante o primeiro dia, que estava destinado à vertente B2B, os expositores tiveram oportunidade de apresentar os seus produtos a especialistas do setor, retalhistas, distribuidores, importadores, restaurantes e hotéis líderes nas suas áreas. Participaram mais de 400 convidados, o que permitiu aos três expositores realizar inúmeros contactos com empresários locais.

Cada expositor teve direito a um espaço individual para exposição dos seus produtos, organização de momentos de degustação em salas privadas, bem como experiências diretas com sommeliers da região dos Balcãs e potenciais clientes.

Os vinhos portugueses já marcam alguma presença no mercado, existindo ainda um potencial de crescimento muito significativo. Os consumidores e empresários sérvios e dos Balcãs tendem a associar os vinhos portugueses a qualidade, preço competitivo e diversidade das castas.

A Câmara de Comércio está disponível para ajudar as empresas do sector vinícola a conseguir contactos de qualidade no mercado dos Balcãs, através de consultorias individuais. Para mais informações contacte-nos através do email internacional@ccip.pt

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Estamos a caminho de um momento importante para a nossa democracia. As eleições de 30 de janeiro poderão redefinir o espectro político da direita portuguesa.

Por um lado, temos os partidos tradicionais com uma redefinição de lideranças e com uma crise de identidade que vai levar a algum reposicionamento dos seus eleitores.

Por outro, os novos partidos, que surgiram com soluções mais radicais em alguns temas, tornam-se apelativos para quem se não revê na imagem actual daqueles partidos e assim tornam-se o porto de abrigo desses eleitores descontentes.

Na minha perspectiva estas eleições não têm, para a direita portuguesa, uma oferta motivadora e credível que seja suficiente para justificar uma nova escolha: uns porque estão descaracterizados e outros porque não apresentam uma solução global para a sociedade, mas tão só para uma parte dos problemas.

Para mim uma sociedade tem que se basear nos seguintes princípios e valores:

- Os princípios do Bem Comum, do Destino Universal dos Bens, da Subsidiariedade, da Participação e da Solidariedade;

- Os valores da Verdade da Liberdade e da Justiça.

Preconizo uma sociedade baseada na Pessoa e que defende o direito à vida, o direito a viver numa família unida e num ambiente moral favorável ao desenvolvimento da própria personalidade, o direito a maturar a sua inteligência e liberdade na procura e no conhecimento da verdade, o direito a participar no trabalho para valorizar os bens da terra e a obter dele o sustento próprio e dos seus familiares, o direito a fundar uma família e a acolher e educar os filhos segundo as suas convicções e o direito à liberdade religiosa, entendida como direito a viver na verdade da própria fé e em conformidade com a dignidade transcendente da pessoa.

Isto significa que acredito numa sociedade tolerante e inclusiva, respeitadora da liberdade de todos e que acredita na pessoa humana e no seu desenvolvimento sempre na busca de felicidade.
Acredito numa economia de criação de riqueza destinada a ser partilhada por todos através de uma sociedade participativa em que todos são parte e todos são beneficiários.

Acredito num salário digno e na inclusão e participação de todos na empresa.

Acredito numa economia social de mercado, numa economia de liberdade, mas com intervenção social para evitar os desajustes que se têm verificado no Mundo.

Acredito no direito à propriedade privada, mas sempre na perspectiva da sua contribuição para o bem comum.

Acredito na preservação da natureza ao serviço da humanidade.

Não acredito na permissividade que tem substituído a tolerância e sou completamente contrário ao politicamente correcto.

Por tudo isto, porque sou cristão e democrata, sou democrata cristão.

E, apesar de ver que quem defende a democracia cristã no nosso país tem andado mais distraído com a discussão do "quem" antes do "o quê", acredito que é fundamental manter uma referência desta forma de pensar e desta forma de viver. E isso só será possível se se mantiver um partido com estas referências.

Hoje discute-se lideranças e quem defende melhor estes princípios e valores, mas eu preocupo-me mais em defender esses valores, independentemente de quem vai estar a defendê-los.
Se quem hoje lá estiver não for capaz outro virá para o tentar. Mas se esse partido acabar, esse outro não terá como o fazer.

Também já outros tentaram e falharam, também muitos que podiam ter lá estado não o fizeram. Hoje não é o futuro, mas é o momento para o preparar.

E eu não quero um futuro sem democracia cristã.

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Somos o parceiro de excelência para a formação da sua empresa!

É com esta missão presente que partilhamos o Plano de Formação do 1º Trimestre 2022

Levar formação de qualidade, atenta aos desafios do mercado, às necessidades dos nossos parceiros e que acompanhe a inovação da sociedade é o mote para o nosso Plano de Formação do próximo ano.

Um plano capaz de responder às necessidades de quem nos procura.

Um plano pensado para o regresso ao modelo presencial e à troca de experiências que ele proporciona e, ao mesmo tempo pensado também para a continuidade e crescimento do modelo de formação online, capaz de nos manter próximos em contexto de aprendizagem, crescimento pessoal e profissional.

Esperamos em 2022, continuar a ser preferência de todos os que já nos acompanharam nos últimos anos e chegar a todos os que procuram um serviço de formação diferenciador e atento às necessidades das pessoas e das organizações.

Apresentamos as primeiras propostas de formação para os próximos 3 meses.

Esperamos receber-vos em breve.

 

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Artigo de Bruno Bobone, Presidente da CCIP, na sua rúbrica semanal no Diário de Notícias.

Estão lançados os dados para as próximas eleições. Rui Rio ganhou o direito a representar o PSD enquanto o Xicão não permitiu que fosse questionado como próximo candidato do CDS a governar Portugal.

Em face destas últimas decisões, o espectro político da direita está dividido entre quatro partidos com muitas posições coincidentes e com algumas questões que os dividem.

E não importa tanto explicar as razões da sua divisão, pois esta sempre existiu, mas recordar que durante anos acabou por se albergar, na sua maioria, no PSD e os restantes no CDS.

Contudo, pela performance destes dois partidos - que se deixaram envolver por um politicamente correto promovido e suportado pela censura imposta pelos partidos de esquerda e os seus pseudointelectuais, deixando de ser voz do descontentamento dos seus eleitores e de se baterem pelos valores que realmente caracterizam a direita - assistimos a uma dispersão do eleitorado por diferentes partidos que lhes apresentam a defesa dessas bandeiras de uma forma efetiva.

Mas, no fim das contas, nenhuma dessas alternativas que se apresentou acabou por recolher a votação suficiente para que possam ser verdadeiramente encaradas como potenciais soluções para que a direita passe a ter qualquer hipótese de voltar a chegar ao poder.

E este é de facto o único objetivo que importa, pois, sem estar no comando nunca será possível à direita mudar aquilo que hoje vê como sendo a destruição do país e da sociedade, que esta mesma direita contribuiu para criar e que quer ajudar a desenvolver.

Todos ouvimos os comentadores a dizer que essa oportunidade não é já possível para estas eleições e que a direita terá que passar por um período de mudança e refundação que lhe permita voltar a ser parte da corrida que leva ao governo.

E, de facto, se não houver hoje uma mudança sobre aquilo que são os diferentes discursos desta direita que se apresenta às eleições, assim será.

A direita vai para recauchutagem e vamos ver como e quando de lá sairá.

Mas não é preciso que seja assim. Pode haver já um pequeno milagre de mudança que, estou convencido, nos poderia levar a assistir a essa refundação.

Se Rui Rio se dispusesse a aliar-se com o CDS e com a Iniciativa Liberal e se mudasse o seu discurso de centro-esquerda para uma ideia de reeditar uma nova AD, com o entusiasmo de quem vai devolver a estes eleitores a esperança de uma nova vitória, de uma nova onda, de voltar a acreditar que é possível, então seria viável voltar a pensar que a direita podia passar a ser de novo uma grande alternativa.

Uma alternativa cheia de vida, com uma enorme confiança e com uma capacidade de fazer acreditar todos aqueles que procuram uma nova forma de viver neste nosso Portugal.

Fazer voltar a acreditar que é possível crescer e que é possível ser livre, que não precisamos mais de ter medo para conseguir vencer uma crise e que não temos que deixar de nos batermos por tudo aquilo em que acreditamos.

É este o pequeno milagre que peço aos líderes destes partidos.

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A Comissão Europeia publicou, recentemente, o primeiro Relatório de Aplicação e Cumprimento dos Acordos de Comércio Livre da União Europeia (UE).

O relatório descreve as ações da Comissão, em estreita parceria com as empresas da UE, os Estados-Membros e as partes interessadas, com vista a manter os mercados abertos e a garantir que os parceiros comerciais da UE cumprem os seus compromissos.

A UE possuí atualmente, em vigor, 45 acordos comerciais, que abrangem 77 países, e este relatório analisa e fornece informações sobre a aplicação de 37 dos principais acordos comerciais celebrados com 67 países.

O relatório apresenta dados estatísticos sobre o comércio de bens (2020) e serviços (2019) e dado que o Acordo de Comércio e Cooperação EU-Reino Unido só entrou em vigor a 1 de maio 2021 (aplicado provisoriamente desde 1 de janeiro), o impacto deste acordo não foi abrangido na análise.

Em 2020, quase um terço do comércio da UE foi realizado ao abrigo dos acordos comerciais preferenciais. O comércio com os 67 países em análise, em 2020, totalizou 1 167 mil milhões de euros, correspondendo a 32 % do comércio total da UE. As exportações totalizaram 646 mil milhões de euros e as importações 521 mil milhões de euros, resultando num saldo positivo de 124 mil milhões euros. Entre os 67 parceiros comerciais abrangidos pelo relatório a Suíça continuou a ser o maior parceiro preferencial da UE, representando 21,5% do comércio, seguida da Turquia com 11,3%, do Japão com 9,4%, da Noruega com 7,8% e da Coreia do Sul com 7,7%. Em conjunto este grupo de cinco países foi responsável por mais metade do comércio preferencial da UE (57,7%).

No contexto do comércio internacional português, entre o grupo dos 67 países abrangidos pelo relatório, a Turquia foi o nosso maior parceiro, representando 14,8% do comércio total, seguida da Suíça com 11,4%, Marrocos com 9,4%, Coreia do Sul (6,6%) e Canadá com 5,2%.

A Comissão Europeia lançou, em 2020, o portal “Access2Markets”, que disponibiliza informação sobre 122 destinos de exportação nomeadamente: direitos aduaneiros, impostos internos, regras de origem aplicáveis e procedimentos aduaneiros. Neste portal as empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados, para que a Comissão Europeia possa analisar a denuncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes. (fonte: Comissão Europeia).

 

Para mais informações:

Relatório sobre a Aplicação e o Cumprimento dos Acordos Comerciais da UE

Fatos essenciais

Documento de trabalho dos Serviços da Comissão que acompanha o relatório

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Esta edição apresenta, pela primeira vez, um barómetro sobre as PME nacionais e duas novas categorias: Sustentabilidade e Transformação Digital

Esta iniciativa tem como objetivo dar visibilidade e premiar a coragem das PME portuguesas. Inscrições até final de janeiro de 2022.

Estão abertas as candidaturas para a 4.ª edição dos Prémios Heróis PME, uma iniciativa da Yunit Consulting, consultora nacional especializada em pequenas e médias empresas, que tem como objetivo premiar a visão, a coragem a capacidade de inovação e a persistência das PME portuguesas que ultrapassam as adversidades e seguem o caminho da prosperidade servindo de exemplo a outros empresários a dar o salto. Nesta edição, vai ser apresentado o primeiro barómetro sobre a capacidade de adaptação e recuperação das PME.

Para Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting, “com a atribuição destes prémios queremos contribuir para o reconhecimento público de empresas vencedoras e histórias que inspirem outros empresários e empreendedores. Vamos também apresentar um barómetro sobre PME, com abordagens que envolvem desde os recursos humanos e a sustentabilidade à transformação digital, bem como as suas perspetivas para o futuro.”

Este será o primeiro estudo realizado no âmbito dos Prémios Heróis PME sobre PME portuguesas e tem como objetivo apresentar indicadores de recuperação, perceber como as empresas se adaptaram ao contexto desafiante que atravessamos e esboçar uma visão sobre o futuro próximo. Durante o período de candidaturas vão ser promovidos uma série de webinars
temáticos exclusivos.

As candidaturas, sem custos de participação, decorrem até dia 31 de janeiro de 2022 e podem ser realizadas no website www.heroispme.pt.

Nesta edição, o impacto na comunidade local, a coragem empresarial, a visão empresarial, a criatividade, a sustentabilidade e a transformação digital são os critérios que irão selecionar os finalistas. O grande vencedor será conhecido numa gala no dia 28 de abril.

A 4.ª edição dos Prémios Heróis PME conta com o apoio da VICTORIA Seguros, Softfinança, Caixa Geral de Depósitos, SAGE, Grosvenor House of Investments, PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, OKSofás e Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.

Lançada em 2016, a iniciativa Prémios Heróis PME já contou com mais de 300 candidaturas de setores de atividade tão distintos como agroindústria, TIC ou saúde.

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