
Na sequência da 100ª edição da Newsletter Geral da Câmara de Comércio, pedimos a alguns dos nossos associados que partilhassem connosco a sua opinião sobre esta ferramenta de comunicação.
"A newsletter da CCIP é mim e para a CMS Rui Pena & Arnaut uma ferramenta de grande importância e que sempre merece a nossa melhor atenção. É através deste meio que tomamos conhecimento das muitas iniciativas da CCIP e é onde identificamos as que nos interessam participar.
Para além disso permite-nos ainda identificar oportunidades, tendências e temas na ordem do dia e notícias relevantes dos associados. Gostaria ainda de realçar a qualidade da exposição dos temas da newsletter e a da sua apresentação global, essenciais nos dias que correm em que as newsletters se multiplicam e que nos traz desafios de gestão de informação nunca antes experimentados. Por tudo isto, os meus parabéns e os votos de continuação do bom trabalho realizado."
Jorge Tavares d' Almeida | Marketing & Business Development
"A Afrijor é um assíduo leitor da Newsletter da CCIP. Quando, no dia em que a recebemos, não temos tempo para atentamente a ler, nunca deixamos de dar uma rápida vista de olhos, e marcar a mensagem como “não lida”, para futura leitura atenta.
Somos uma empresa de Exportação e Importação, e a News da CCIP tem sempre assuntos que nos interessam e que nos acrescentam mais valias, quer seja através:
• da opinião, e esclarecimento, de assuntos actuais que “mexem” com a nossa actividade,
• das diversas oportunidades de mercados criadas pelas Missões Empresariais,
• de eventos que permitem novos conhecimentos, novas ferramentas de trabalho, e sempre uma frutuosa partilha de ideias.
E porque o essencial da CCIP são as Empresas Associadas, nunca deixamos de ler as notícias do seu desenvolvimento e sucesso no Mercado. Sempre com um olho em futuras parcerias.
Venham mais 100 edições da Newsletter da CCIP. Muito Parabéns pelo trabalho que têm desenvolvido."
João Mateus | Qualidade e Novos Projectos
"Leio com muito interesse as newsletters da Câmara de Comércio, pois ajudam-me a pensar e a situar-me no mercado global como microempresa que represento.
A Câmara de Comércio, que conheci há já alguns anos, é um importante dinamizador de negócios em Portugal e para o mercado global. Tem acompanhado ao longo dos seus 180 anos de existência, de uma forma interactiva e profissional, os seus associados na partilha de informação e promoção dos respectivos negócios. É um orgulho ser associado de uma tão activa Associação!"
Margarida Moreira | Sócia
"Leio sempre com muita atenção as newsletters da Câmara de Comércio. Esta leitura faz com que estejamos sempre informados sobre o que se passa na CCIP, atentos aos eventos e ao mesmo tempo sermos informados daquilo que de mais importante acontece nas empresas associadas.
Quando decidimos ser associados da CCIP, assumimo-lo perante uma estratégia de crescimento da nossa empresa e ao mesmo tempo aproveitar o enorme prestígio de estarmos associados a uma entidade muito relevante na economia do País e para tornar conhecida a nossa marca e o nosso serviço. As nossas expectativas forma altamente ultrapassadas, sendo que hoje a Câmara de Comércio já faz parte do ADN da nossa empresa e da nossa estratégia comercial. Trabalhar com profissionais tão empenhados em ajudar-nos a crescer, faz de mim um profissional mais atento e mais competente no desempenho das minhas funções e na definição da estratégia comercial do nosso negócio. Parabéns pela 100ª newsletter, que venham muitas mais."
João Coutinho Pinto | Director Comercial
24-05-2017

Hoje, passados 4 anos, celebramos a sua centésima edição.
Queremos aproveitar este momento especial para:
Ao longo destas 100 edições temos crescido, evoluído e integrado novas rúbricas, apostando sempre na qualidade e na pertinência dos conteúdos que partilhamos.
Aliás, esta partilha não é de agora. Sempre acreditámos que o know-how acumulado ao longo de mais de 180 anos de actividade só faz sentido se for partilhado com os Associados da Câmara e se for útil para as empresas que, desde sempre, nos acompanham.
Assumimos o compromisso de, nas próximas 100 edições, continuarmos a defender a economia nacional, a apoiar as empresas no seu crescimento, a promover a ligação entre as PME e as grandes empresas e a incentivar a sua empresa, em particular, a crescer e a superar-se.
Conte connosco. Nós contamos consigo.
Bruno Bobone
Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa
Evolução gráfica da Newsletter da Câmara de Comércio desde 2013 até aos dias de hoje.

24-05-2017

A Câmara de Comércio recebeu, nas suas instalações, a Organização dos Nigerianos na Diáspora (NIDOE-PORTUGAL). Criada recentemente, a NIDOE-PORTUGAL é uma associação constituída por indivíduos com o objectivo de aprofundar e promover oportunidades de investimento entre Portugal e a Nigéria, tirando partido da relação comercial já existente entre ambos os países.
12-05-2017

O Clube de Lisboa organiza, no dia 26 de Maio, uma sessão pública dedicada ao tema “O papel da diplomacia científica na paz e no desenvolvimento”, que terá como orador convidado o Comissário Europeu Carlos Moedas. Na mesma sessão decorrerá o lançamento e distribuição do livro da 2ª edição das Conferências de Lisboa, “A Globalização e o Desenvolvimento”.
10.05.2017

O Carnet ATA (Admission Temporaire /Temporary Admission) é uma solução facilitadora do processo de importação ou exportação temporária, que permite a entrada e a saída temporária de mercadorias em mais de 108 países/regiões, com o limite de um ano, sem pagamentos de direitos ou taxas aduaneiras.
Cada país aderente ao sistema ATA tem uma única entidade garante aprovada pelas autoridades alfandegárias nacionais e pela WCF (Federação Mundial das Câmaras de Comércio). Em Portugal, a entidade garante é a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa estando habilitada a emitir o documento e assumindo a responsabilidade pela gestão de todos os documentos a circular no seu território.
O Carnet ATA opera sob convenções alfandegárias internacionais sendo uma ferramenta internacional reconhecida pelo Governo, pelas empresas e pelas entidades aduaneiras dos diversos países da Convenção.
Para saber mais informações sobre este documento clique aqui.

David Castle, Presidente da Câmara de Comércio de Haifa - Israel, foi recebido por João Pedro Guimarães, Secretário-Geral da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
Este encontro teve como objectivos aproximar as duas instituições e fomentar as relações económicas e comerciais entre os dois países, apresentando o potencial económico de Israel para as empresas portuguesas.
Durante a recepção, David Castle referiu que Israel é considerada uma startup nation por excelência, tendo vindo a destacar-se pela solidez e resiliência da sua economia.
Depois do sucesso da Missão Empresarial realizada o ano passado, a Câmara de Comércio prepara-se para levar um novo grupo de empresários a Israel, em Julho de 2017. Para mais informações fale connosco internacional@ccip.pt.
24-04-2017

O Observatório InSight é uma plataforma de informação e conhecimento que permite compreender a realidade das pequenas e médias empresas portuguesas exportadoras, a sua actividade nos mercados externos e as perspectivas de crescimento no futuro. Trata-se de uma ferramenta de research qualitativo, com escala quantitativa contribuindo, assim, para potenciar a dinâmica de internacionalização do tecido empresarial português. Os dados apresentados são referentes ao primeiro inquérito ao painel de cerca de 1.000 empresas, ao qual serão realizadas novas incursões com uma periodicidade semestral. Este estudo conta com o apoio da CGD, AON e ANA – Aeroportos de Portugal.
Os sectores agrícola e industrial são aqueles em que uma maior proporção das empresas (cerca de 3/4) afirmam exportar directamente para os seus clientes nos mercados internacionais.
Os serviços são o sector onde a exportação directa é menos prevalecente, referida por apenas 45% das empresas. Trata-se, em compensação, do sector com maior diversidade de modelos que não o de exportação: 26% estabelecem joint ventures com parceiros locais, 16% optam por abrir sucursais ou filiais e 12% indicam que abriram escritórios de representação nos mercados de destino.
Clique na imagem para ver em tamanho real.
Estas diferenças são justificadas pelas diferentes características dos produtos e/ou serviços comercializados pelas empresas dos diversos sectores.

No caso das empresas de prestação de serviços como as consultoras, empresas de engenharia ou assessoria jurídica, a "presença física" nos mercados de destino é, na maior parte das vezes, uma condição necessária para a actividade comercial e operacional.
A necessidade de implementar "presença física" em geografias internacionais decorre ainda de factores como a existência de quotas de incorporação nacional ou a obrigatoriedade de contratar recursos humanos locais para se operar em determinadas actividades.

A Câmara de Comércio promove anualmente um almoço exclusivo para os Associados Corporate – grupo que este ano integra o Banco BIC, a Brisa, a Torrefacção Camelo (Grupo Nabeiro) e a MDS.
Esta iniciativa é uma oportunidade para, em conjunto com a Direcção da Câmara de Comércio, efectuar um balanço das actividades do ano anterior, apresentar os projectos para 2017 e promover uma reflexão conjunta sobre potenciais áreas de desenvolvimento e aposta que possam ir de encontro às expectativas e interesses dos nossos Associados. A promoção da importância da sociedade civil participativa e das empresas como motor da economia nacional tem sido uma das principais apostas da Câmara de Comércio, contributo esse que reconhecido por Eduardo Costa Ramos, Head of Business Development da Brisa, ao declarar que “a Câmara de Comércio tem vindo a afirmar-se como uma voz que, quando fala, o país ouve”.


A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Luxemburguesa (CCILL) convida para a apresentação da 2ª edição do PortugalExpo Luxemburgo 2017, que se realiza no dia 19 de Abril às 10h, na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, no âmbito da parceria com a Rede das Câmaras de Comércio Portuguesas.
Depois do sucesso da 1ª edição, que contou com mais de 10.000 visitantes e uma vasta cobertura mediática, a CCILL dá-lhe a possibilidade de conhecer e reservar o seu lugar, em primeira mão, na Feira dedicada à promoção de Portugal no Luxemburgo.
A PortugalEXPO é uma feira multissectorial, destinada a profissionais e público em geral que se realizará em Dezembro de 2017. Os expositores serão repartidos pos diferentes salões temáticos do certame:
Imobiliário & Turismo | Casa & Construção | Moda & LifeStyle | Municípios & Regiões | Alimentar
Venha descobrir mais sobre a segunda edição da PortugalEXPO e aproveite os descontos EARLY BOOKING exclusivos.
17-04-2017

Em entrevista ao Jornal de Negócios, Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio, fala sobre diversos temas, nomeadamente, o potencial da lusofonia e a relação com Angola.
“Angola vai mudar o ciclo político através de uma transição que pode ser um exemplo em África”. O Vice-Presidente da Câmara de Comércio considera que a relação com Angola não é substituível e que, embora outros países a invejem, Portugal deve saber mantê-la.
Paulo Portas refere ainda, sobre a relevância de Portugal na Europa, que temos de “cultivar as relações especiais fora da Europa”, “não é por acaso que há demasiados anos a Europa tem um crescimento económico medíocre”.
A entrevista decorreu durante a VI Reunião das Câmaras de Comércio, realizada no final de Março em Paris.
28-03-2017

A MDS, multinacional de origem portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos, estabeleceu uma parceria corporate com a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
Mário Vinhas, Deputy Executive Director da MDS Portugal, afirma: “Esta parceria com a CCIP integra-se na estratégia da MDS de contribuir para a promoção da economia nacional através do apoio à exportação e internacionalização das empresas com soluções de seguros, desenvolvendo a sua actividade de forma sustentável e criando valor económico para todos os seus stakeholders. A nossa presença em mais de 100 países e a extensa rede de parcerias com seguradoras e resseguradoras a nível mundial permite-nos oferecer soluções personalizadas e adequadas às necessidades de qualquer empresa, cobrindo os riscos a que estão expostas e promovendo a sua expansão internacional, seja através da exportação ou da entrada directa em outros países.”
Esta parceria demonstra o interesse da MDS em participar, de forma activa, nas acções promovidas pela Câmara de Comércio.
A MDS é um grupo multinacional que actua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de risco. É líder de mercado em Portugal, top 4 no Brasil e está presente também em Angola, Espanha e Moçambique. Através da Brokerslink, uma das maiores organizações globais de corretores e serviços de consultoria de risco fundada pela MDS em 2004 e sedeada em Zurique, está presente em mais de 100 países, com cerca de 400 escritórios e totalizando cerca de 10.000 profissionais da área dos seguros. É também accionista e parceiro de referência da Ed, corretor independente no mercado ressegurador londrino.
10-04-2017

A Condi Alimentar, S.A., foi fundada em 1991. É uma empresa portuguesa de cariz familiar que possui duas áreas de produção e mais de 100 funcionários. Faz chegar mais de 500 produtos a todo o mundo.
Apesar de originalmente ter começado pelo negócio das especiarias, hoje é uma das marcas mais inovadoras no mercado das Gelatinas e Preparados para Bolos, Mousses e Pudins.
João Pires, Presidente do Conselho de Administração, disponibilizou-se para responder algumas perguntas da Câmara de Comércio, sobre o processo de internacionalização da Condi e que agora partilhamos.
JP: Exportamos para os principais mercados da União Europeia, América do Norte e de países de língua oficial Portuguesa. No total são já 20 países.
JP: As primeiras exportações verificaram-se em 1996, e eram destinadas aos países Africanos que partilham a cultura e língua portuguesa, bem como aos países da Europa e América onde a presença das Comunidades portuguesas é maior. Estes últimos mercados serviram de trampolim para a expansão da distribuição dos produtos da Condi, que registou um aumento espectacular após o lançamento de um produto inovador nas principais feiras internacionais – Bolo no Copo 1 Minuto.
JP: A exportação já pesa mais de 30% no volume de negócios.
JP: Os mercados com maior proximidade geográfica e cultural: Espanha, França, Angola e Cabo Verde.
JP: O principal trabalho que vamos desenvolver em 2017 vai ser a consolidação dos negócios nos mercados onde já estamos presentes, mas onde o potencial de crescimento ainda é enorme. Decidimos ainda reforçar o investimento no mercado dos Estados Unidos, porque apesar da distância, multiplicidade cultural e risco cambial, continua a ser a maior e uma das mais dinâmicas economias do mundo.
JP: Já possuímos escritório local em alguns dos principais mercados para onde exportamos. Os negócios são processos dinâmicos e a empresa tem que ajustar continuamente os recursos às necessidades dos diferentes mercados, pelo que não excluímos a continuação do reforço da nossa presença em determinados mercados.
JP: A reduzida notoriedade de Portugal face ao nosso país vizinho, com quem a comparação da oferta é imediata e recorrente.
A necessidade de adaptar toda a comunicação nas embalagens, website, catálogos, folhetos, material promocional, etc. a outras línguas, dado que não existe nenhum país desenvolvido na Europa ou América do Norte que partilhe a nossa língua.
A Condi Alimentar, S.A. foi uma das empresas associadas da Câmara de Comércio que colaborou no estudo Insight – Um olhar sobre a internacionalização das Empresas Portuguesas.

Carmen Maria Gallardo Hernández, Embaixadora de El Salvador em França, foi recebida na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa. O encontro entre Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, Miguel Horta e Costa, membro da direcção, e a Embaixadora teve como objectivo aproximar as duas instituições, apresentando o potencial económico de El Salvador para as empresas portuguesas para procurar fomentar as relações económicas e comerciais entre os dois países.
06-04-2017

O Carnet ATA é um documento alfandegário internacional que permite a entrada temporária de mercadorias em mais de 108 países/regiões, com o limite de um ano, sem pagamentos aduaneiros, sendo um instrumento facilitador no comércio internacional.
O Cazaquistão é um dos mais recentes países que aderiu à utilização deste instrumento. Desde o dia 1 de Abril, as empresas nacionais que necessitem de levar amostras comerciais, material profissional e mercadorias para expor em feiras comerciais, espectáculos, exibições ou similares neste país, passarão a ter esta actividade mais facilitada.
Este país é uma porta de entrada para outros mercados da Ásia Central, nomeadamente a Rússia e a Bielorrússia através da União Económica Eurasiática (UEE). Apresenta um conjunto de oportunidades emergentes devido à diversificação da sua economia, com destaque para os seguintes sectores: indústria alimentar (implementação de projetos de processamento alimentar, maquinaria), máquinas e aparelhos para as várias indústrias, construção (projeto, planeamento, arquitetura, materiais de construção, consultoria), tecnologias de informação, energia e equipamento médico.

A Câmara de Comércio realizou a sua Assembleia Geral ordinária no dia 29 de Março. Esta sessão tinha apenas um ponto único na Ordem de Trabalhos: análise, discussão e votação do Relatório Anual de Actividades, Balanço e contas relativos ao exercício de 2016 bem como do Parecer do Conselho Fiscal.
O Presidente da Câmara de Comércio, Bruno Bobone, apresentou o Relatório de Actividades da Instituição salientando que 2016 foi mais um ano bem-sucedido para a Câmara de Comércio. Reforçou também que estamos a dar continuidade ao trabalho de capitalização da Câmara, permitindo que possamos investir em novos projectos e manter uma estrutura sólida e estável financeiramente.

A VI reunião das Câmaras de Comércio decorreu em Paris, nos dias 23 e 24 de Março, mantendo a tradicional rotatividade de cidade anfitriã. Este evento contou com o apoio e co-organização da Câmara de Comércio e Indústria Franco Portuguesa, liderada por Carlos Vinhas Pereira.
A reunião tem como objectivo estreitar o relacionamento entre as diversas Câmaras de Comércio Portuguesas bem como reforçar a notoriedade das mesmas, sendo já considerado o maior encontro anual de Câmaras de Comércio Portuguesas.

Bruno Bobone teve oportunidade de anunciar que está para breve a concretização de uma reivindicação antiga, o reconhecimento das Câmaras de Comércio como entidades de utilidade pública por parte do Estado. O Governo está a ultimar o "processo legislativo" tendente à materialização deste objectivo. Esta reclamação, que já tem 10 anos, é “fundamental para fazer uma rede de representação” de Portugal no estrangeiro, defendeu o Presidente da Câmara de Comércio.
Num ambiente de partilha, o primeiro dia foi dedicado à planificação estratégica para 2017 e ao balanço do apoio prestado às empresas portuguesas. Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio, abordou o potencial da lusofonia e dos negócios em português.
Para Carlos Vinhas Pereira importa "defender a marca Portugal e mudar a imagem dos produtos portugueses" junto dos mercados exportadores.
O dia terminou com um jantar que contou com uma intervenção do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e com a entrega dos prémios “Câmara de Comércio Portuguesa do Ano” e “Câmara de Comércio Revelação”.
O objectivo destas duas categorias do Prémio é valorizar anualmente a Câmara de Comércio Portuguesa que se tenha distinguido pelos resultados obtidos no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, na captação de investimento estrangeiro e na promoção da imagem de Portugal durante o ano anterior, bem como a Câmara de Comércio Portuguesa com menos de 5 anos de integração na Rede e que se tenha destacado no mesmo papel.

Nuno Rebelo de Sousa, Presidente da Federação das Câmaras de Comércio Portuguesas no Brasil e representante da Câmara Portuguesa de São Paulo, e Caetano Leitão, Presidente do Portugal Business Council in Dubai, receberam os prémios Câmara de Comércio Portuguesa 2016 e Câmara de Comércio Portuguesa Revelação 2016, respectivamente, pela mão do Ministro da Economia e do Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
A reunião contou com a participação do Embaixador de Portugal em Paris, José Filipe de Moraes Cabral, do Cônsul de Portugal em Paris, António Moniz e do representante da AICEP, Rui Almas.
No segundo dia, as Câmaras de Comércio visitaram a sede da OCDE.
27-03-2017

A VI reunião está a decorrer em Paris, nos dias 23 e 24 de Março, na qual participam mais de 20 Câmaras de Comércio espalhadas pelo mundo.
Este encontro, liderado por Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, contou com a intervenção de Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia, e com a participação do Embaixador de Portugal em Paris, José Filipe de Moraes Cabral, do Cônsul de Portugal em Paris, António Moniz e do representante da AICEP, Rui Almas.
O primeiro dia foi dedicado à planificação estratégica para 2017 e o balanço do apoio prestado às empresas portuguesas. Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio, abordou o potencial da lusofonia e dos negócios em português.
O segundo dia será dedicado a visitar instituições na região parisiense.
23-03-2017

O encontro de Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, com K. Nandini Singla, Embaixadora da Índia, teve como objectivo aproximar as duas instituições, apresentando o potencial económico da Índia para as empresas portuguesas, no sentido de fomentar as relações económicas e comerciais entre os dois países.
15-03-2017

A Câmara de Comércio assinalou o Dia da Mulher (8 de Março) com um encontro entre Mulheres e Homens com percursos profissionais de reconhecido mérito, que promoveu a reflexão e debate do empowerment feminino em diversas vertentes. Numa organização conjunta com o Lisbon Business Connections, a Invest Lisboa e a Câmara Municipal de Lisboa, reunimos mais de 130 participantes que contribuíram com medidas concretas em 12 áreas distintas, nomeadamente:
1) Boas práticas de gestão que estimulem resultados mais equilibrados
2) A educação nos diferentes níveis de aprendizagem
3) Resultados das experiências do feminino no empreendedorismo e inovação social
4) Diminuição da participação feminina à medida que subimos na hierarquia das empresas
5) Representatividade em cargos de gestão
6) The New Economy - Tailor-Made for Women!
7) Diversidade de género nos cargos de topo do ensino superior e a ligação entre a investigação avançada e a promoção do investimento e da indústria
8) Participação feminina nos processos de decisão das organizações
9) Liderança no feminino
10) O Empowerment do "Middle Management"
11) Vencer o medo de me expor
12) Propostas aos governos locais e central para assegurar a presença feminina nas decisões relativas à mobilidade urbana
Veja alguns momentos que marcaram este evento e conheça aqui as medidas propostas pelos grupos de trabalho.



A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa informa da nomeação do seu novo Secretário-Geral.
João Pedro Guimarães desempenhou anteriormente funções de direcção e administração em empresas dos sectores das telecomunicações, media e financeiro.
É formado em Direito, tendo realizado cursos de pós-graduação nas áreas da regulação e da gestão de empresas.
Tem 49 anos, é casado e tem 3 filhos.
No arranque deste novo desafio profissional, João Pedro Guimarães refere que “É com muito gosto - e maior entusiasmo - que assumo estas funções e espero dar continuidade ao óptimo trabalho que a Câmara de Comércio tem vindo a desenvolver em prol dos seus Associados e da economia nacional.”

Os novos Órgãos Sociais da CIP tomaram posse no dia 23 de Fevereiro, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e que encerrou a Conferência Moldar o Futuro – O Imperativo do Crescimento, no Centro de Congressos de Lisboa.
A lista única candidata foi eleita dia 9 de Fevereiro com 84% do universo eleitoral, e reconduz António Saraiva como Presidente do Conselho Geral e da Direcção da CIP, contando com Salvador de Mello como Presidente da Mesa da Assembleia Geral e com Bruno Bobone como Presidente do Conselho Fiscal. Os Vice-Presidentes da Direção são João Almeida Lopes, Armindo Monteiro, José Eduardo Carvalho, Rafael Campos Pereira, Carlos Cardoso e Jorge Henriques.
A equipa renovada que agora assume os destinos da Confederação assume como missão reforçar a posição da CIP enquanto confederação de empregadores. O Presidente recém-eleito acredita na consolidação do posicionamento da CIP enquanto estrutura associativa empresarial forte, coesa e abrangente, permanentemente empenhada na promoção dos interesses das empresas portuguesas e afirma: “Inicio este mandato ao lado de uma equipa em que acredito, e que assume, comigo, perante as empresas e o país, três compromissos: o compromisso com o crescimento económico, o compromisso com uma Europa unida em torno da competitividade, e o compromisso com um movimento associativo sólido e com valor para as empresas. Só seremos capazes de vencer se acreditarmos nas nossas capacidades para trilhar novos caminhos. E eu acredito, de facto, nas capacidades desta equipa que comigo se propõe liderar a CIP.”
23-02-2017

O Hong Kong Economic and Trade Office em Bruxelas organizou uma vez mais, em parceria com a Câmara de Comércio, o almoço de celebração do Ano Novo Chinês, que decorreu na passada terça-feira no Salão Nobre. Mais de 100 empresários estiveram presentes nesta comemoração do ano do Galo, que contou com as intervenções de Miguel Horta e Costa, Membro da Direcção da Câmara de Comércio, Shirley Lam, Representante Especial para as Relações Económicas e Comerciais de Hong Kong junto da UE, e Artur Lami, Director Geral para as Actividades Economicas.
Veja mais fotografias no Facebook da Câmara de Comércio!

23-02-2017

A Polónia é um país já conhecido pelos empresários portugueses. Na verdade, foi escolhido por muitos para o início dos seus investimentos nos mercados da Europa Central e a razão de tal escolha não é difícil de entender: trata-se de um mercado situado entre a Alemanha e a Ucrânia e muito bem posicionado para ser a base de entrada nos países de Leste da Europa.
Prosseguindo o propósito de apoiar as empresas portuguesas na internacionalização das empresas, a Câmara de Comércio organizou mais uma Missão Empresarial à Polónia, que se realizou no final de Janeiro.
Esta Missão tinha como objectivos:
Veja em discurso directo os testemunhos das empresas que participaram nesta missão empresarial à Polónia, liderada pela Câmara de Comércio, e saiba porque é que 94% das empresas que integram as nossas missões vêem as suas expectativas cumpridas.

A capital francesa foi escolhida para receber a VI reunião das Câmaras de Comércio Portuguesas que decorrerá nos dias 23 e 24 de Março.
O encontro é uma iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, sendo a reunião organizada em conjunto com a Câmara de Comércio e Indústria Franco Portuguesa, liderada por Carlos Vinhas Pereira.
No primeiro dia decorrerá a reunião de trabalho, enquanto o segundo dia será essencialmente dedicado a visitar instituições na região parisiense.
No decorrer da reunião, será entregue o Prémio Câmara de Comércio Portuguesa 2016 e o Prémio Câmara de Comércio Portuguesa Revelação 2016. O objectivo do Prémio é valorizar anualmente a Câmara de Comércio Portuguesa que se tenha distinguido pelos resultados obtidos no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, na captação de investimento estrangeiro e na promoção da imagem de Portugal durante o ano anterior, bem como a Câmara de Comércio Portuguesa com menos de 5 anos de integração na Rede e que se tenha destacado no mesmo papel.
As candidaturas às duas categorias do Prémio já se encontram abertas e decorrem até dia 3 de Março.

Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio, foi o key note speaker do pequeno-almoço com o tema a “Geoestratégia do Mundo em 2017”, organizado pela Câmara de Comércio em exclusivo para os seus associados.
Referiu que os “Portugueses são óptimos navegadores: sabem sair, chegar, integrar e vencer!”. Há que aproveitar a boa percepção que o mundo tem dos portugueses e capitalizar economicamente esta vantagem. Quem se conseguir adaptar e ter flexibilidade pode aproveitar as oportunidades existentes.
Segundo Paulo Portas, as perspectivas económicas globais para 2017 são ligeiramente melhores que ano anterior (não contando com efeito Trump cujas consequências económicas ainda estão por validar). No entanto, será um ano marcado pelas eleições em França e na Alemanha e pela reunião do plano quinquenal 2016-2020.
Paulo Portas reforçou ainda a ideia de que “as Relações Internacionais são mais económicas do q-ue nunca”. A consequência política disto são as tensões internacionais que vão surgir à volta do comércio. Iremos assistir a muitas questões relacionadas com o comércio internacional e a uma maior litigância na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Ao longo do evento, o key note speaker teve oportunidade de deixar algumas ideias-chave sobre o que podemos esperar para 2017 em algumas das regiões do mundo.
“Nativismo, isolacionismo e proteccionismo”
Estas 3 palavras descrevem o posicionamento da nova administração americana: em primeiro lugar os que nasceram nos EUA; em primeiro lugar a agenda dos EUA; em primeiro lugar os produtos e serviços dos EUA. É a primeira vez que um Presidente dos EUA é simultaneamente tudo isto, embora já há muito tempo que este mercado é conhecido por ser “liberal para vender e nacionalista para comprar” (Buy American Act - 1933).
Prevê-se que Trump governe como gere, pela ofensiva. Acredita em “Deals & Results” e irá tentar chegar a um bom negócio através de uma posição de força. Sempre leal ao programa que defendeu e prometeu fazer.
“Não pode perder a vantagem competitiva de ser um bloco económico”
O crescimento económico deverá permanece medíocre não devido à globalização, mas sim devido à digitalização. Na verdade, corre o risco de periferização se perder a vantagem competitiva do comércio.
Espanha destaca-se por ser a economia europeia que mais cresce (3,3% em 2016), embora apresente diversas fragilidades ao nível interno, quando vista de fora é considerada uma potência económica.
Sobre o Reino Unido, a médio/longo prazo, poderá transformar-se numa “mega” Irlanda, um caso de atracção de investimento estrangeiro muito forte. No seguimento da saída da UE, prevê-se que o país irá tentar negociar individualmente acordos comerciais com restantes países europeus. Portugal deveria antecipar-se nesse sentido tirando partido da ligação histórica entre ambos os países.
Já a Alemanha é provavelmente o principal perdedor estratégico do Brexit pois tem a única economia do euro que é competitiva, ficando agora sozinha com os problemas e dívidas da Europa e umas eleições à porta.
“Argentina e Brasil voltaram aos mercados”
Embora 2016 tenha sido um ano medíocre, 2017 será bastante melhor por via do Brasil e da Argentina. Na verdade, perspectiva-se que em 2018, em conjunto, cresçam cerca de 4%.
No caso do Brasil, esta remota vai ser influenciada pela implementação de 3 reformas críticas: términus do monopólio estatal da Petrobras; alteração do sistema de reformas; inscrição da regra de ouro das finanças públicas na Constituição.
“Não tem nada a ver com o comunismo, mas tem tudo a ver com o partido comunista”
Sobre a China, Paulo Portas deixa duas questões em aberto: até onde governo chinês pode deixar reduzir o crescimento económico mantendo um crescimento que satisfaça a classe média chinesa? Qual o impacto político que a degradação da capacidade económica da China pode ter na sua estabilidade política?
“Moçambique poderá vir a ser o 3º ou 4º maior produtor de gás do mundo.”
As maiores potências são África do Sul e Nigéria, mas se quisermos considerar as economias que mais crescem sem dependerem do petróleo e do gás natural a Costa do Marfim, Senegal, Djibouti e a Etiópia são as que mais se destacam.
Angola é um país cheio de riquezas em que o problema não está na economia, mas sim na política cambial. Este ano ficará marcado pelas eleições sendo possível um acordo cambial com o FMI após as mesmas.
Moçambique poderá vir a ser e ser uma das histórias de maior sucesso do século XXI, desde que finalize o acordo de paz e saiba repartir a prosperidade que daí possa advir.

Koffi Fana Théodore, Embaixador da Costa do Marfim, foi recebido na Câmara de Comércio pelo Presidente, Bruno Bobone.
O encontro teve como objectivo aproximar as duas instituições, apresentando o potencial económico da Costa do Marfim para as empresas portuguesas, no sentido de fomentar as relações económicas e comerciais entre os dois países.
Houve, ainda, oportunidade para conversar sobre a missão empresarial organizada pela Câmara de Comércio ao mercado da Costa do Marfim, que decorrerá de 19 a 23 de Fevereiro.

A Câmara de Comércio realizou, esta manhã, a apresentação oficial do primeiro inquérito INSIGHT a cerca de 100 empresários.
Com uma amostra de perto de 1.000 Pequenas e Médias Empresas (PME) exportadoras portuguesas, o inquérito realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em colaboração com o E-Monitor, concluiu que cerca de 80% já se encontram internacionalizadas. Os gestores, com um forte espírito de “empreendedorismo internacional”, vão à procura de novos mercados para continuarem a crescer.
Para o futuro, estas mesmas empresas deixaram uma mensagem de optimismo: 63% acredita que o volume de negócios da actividade internacional vai crescer em 2017 e 50% pretende aumentar o investimento além-fronteiras. O financiamento da actividade no exterior é realizado em 85% dos casos com recurso a “fundos próprios / autofinanciamento”.
Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, explica que “a criação do Observatório INSIGHT insere-se na missão da Câmara de Comércio de apoio à internacionalização das PME portuguesas. O mercado é hoje globalizado e nós sabemos que é muito importante existirem instrumentos que possam não só identificar tendências, mas também as reais necessidades das empresas, pois só assim podemos contribuir de forma decisiva para alavancar os negócios dos nossos associados”.
Um olhar sobre a Internacionalização das PME facultado pelo INSIGHT confirma ainda, com novas evidências, as qualidades do empresário português – não bloqueia nas crises, tem uma contínua ambição de crescer, revela ousadia de empreender, de arriscar, de sair dos seus espaços de conforto e apresenta uma célere capacidade de se apropriar de novas formas de fazer negócio, potenciadas pelo digital, para alcançar novos mercados e alargar o alcance geográfico da sua actuação.

Durante o período de inquérito registaram-se 873 respostas completas, uma amostra estatisticamente relevante das PME portuguesas internacionalizadas. Deste total e em termos sectoriais: 30% são empresas industriais (onde se incluem 10% indústria agroalimentar, 5% vestuário e calçado), 30% são de serviços, enquanto 15% são de comércio a retalho e 25% dos sectores dos transportes, alojamento e serviços de “Porta Aberta”.
Em termos de distribuição geográfica, a presença das PME nos mercados internacionais é a seguinte: Europa 83%, África 58%, Américas 40% e Ásia, Médio Oriente e Outros 29%.
A amostra é próxima da territorialidade do tecido das PME portuguesas - Lisboa 42,7%; Centro 20,3%; Porto 13,6%; Setúbal, Alentejo e Algarve 12,9%; Norte 9,9%; Madeira 0,3% e Açores 0,2%.
No que se refere ao volume de negócios, 34% faturam menos de €249 mil, 20% entre €250 mil e um milhão de euros, 13% entre €1milhão e €2 milhões, 22% entre €2 milhões e €10 milhões e 8% entre €10 milhões e €50 milhões.
De realçar, ainda, que as empresas inquiridas se encontram já num estágio de vida avançado, sendo que 76% desenvolve a sua actividade há mais de 6 anos. Quase 40% refere que tem mais de 20 anos de existência.
O Observatório INSIGHT é uma plataforma de informação e conhecimento que permite compreender a realidade das pequenas e médias empresas portuguesas exportadoras, a sua actividade nos mercados externos e as perspectivas de crescimento no futuro. Trata-se de uma ferramenta de research qualitativo, com escala quantitativa contribuindo, assim, para potenciar a dinâmica de internacionalização do tecido empresarial português. Serão realizadas novas incursões ao painel de cerca de 1.000 empresas com uma periodicidade semestral.
Este estudo conta com o apoio da CGD, AON e ANA – Aeroportos de Portugal.

O estudo apresentado é disponibilizado de forma gratuita aos associados da Câmara de Comércio. As empresas não associadas podem adquirir o mesmo nas seguintes condições:
- Versão anual impressa + versão digital + update semestral = 200€
- Versão anual impressa + versão digital = 175€
- Versão anual impressa = 100€
- Versão anual digital = 85€
- Update semestral (apenas pdf) = 50€
Para mais informações contacte-nos através do email eventos@ccip.pt
Consulte algumas notícias publicadas sobre o INSIGHT:
- Diário de Notícias: PME estão mais exportadoras, mas é difícil encontrar clientes
- Sábado: Financiamento não é o maior obstáculo à expansão externa das PME
- Dinheiro Vivo: PME estão mais exportadoras mas é difícil encontrar clientes
- Notícias ao Minuto: Mais de metade das PME prevê que faturação além-fronteiras cresça em 2017
- TVI 24: Pequenas e médias empresas vão faturar mais lá fora em 2017
- Revista Sábado (impresso): Quando as PME voam em low-cost
- Público: Mais de metade das PME espera que a facturação além-fronteiras cresça em 2017
- Sic Notícias: Em análise - Internacionalização das PME
- Sapo 24: Mais de metade das PME prevê vender mais no estrangeiro em 2017
- PME Magazine: Maioria das PME espera mais faturação do exterior em 2017
- Sábado: "Portugal extra três F's: exportações além do fado, futebol e Fátima"
- Eco Economia Online: PME lá fora: Chegar mais longe em modo low-cost
- Negócios: Empresas voam para novos mercados em "low-cost"
- Público: Internacionalização é sinónimo de exportação para muitas PME
- Económico: Está encontrado o DNA do novo empresário internacionalizado
- Observador: 38% das empresas que exportam têm menos de 6 trabalhadores
- TSF: Observatório Insight da Câmara de Comércio
- RTP3: Aposta no exterior
- ECO: PME já são internacionais mas precisam de mais

Na 4ª edição do Prémio Francisco de Melo e Torres, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa elegeu Jorge Torres Pereira, Embaixador de Portugal na China, como o diplomata económico do ano.
A entrega do prémio realizou-se durante o Seminário Diplomático de 2017, que decorreu no auditório do Museu do Oriente, e contou com a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, bem como do júri do prémio Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, Miguel Horta e Costa, Membro da Direcção da Câmara de Comércio, e o Embaixador António Monteiro.
Licenciado em Medicina, Jorge Ryder Torres Pereira ingressou na carreira diplomática em 1986 e já esteve colocado em Londres, Telavive, Moscovo, Madrid, Ramallah e Banguecoque, antes de representar Portugal em Pequim.
Durante a cerimónia, José Augusto Duarte, Embaixador de Portugal em Maputo e vencedor da 3ª edição do Prémio Francisco de Melo e Torres, teve oportunidade de apresentar as acções de apoio à internacionalização das empresas portuguesas levadas a cabo com o prémio recebido o ano passado.
Criado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, o prémio distingue o chefe de missão diplomática que, ao longo do ano, mais apoiou a internacionalização das empresas portuguesas como explica o Presidente da Câmara de Comércio, Bruno Bobone, ao Jornal de Negócios: "o Prémio Francisco de Melo e Torres tem vindo a afirmar-se como uma referência, reconhecendo o papel fundamental que os nossos diplomatas têm na aplicação objectiva e com resultados da diplomacia económica nas empresas e na economia portuguesa."

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa elege Jorge Torres Pereira, embaixador de Portugal na China, como o diplomata económico do ano. Este reconhecimento é atribuído no âmbito da 4ª edição do Prémio Francisco de Melo e Torres.
Jorge Ryder Torres Pereira, formado em medicina, ingressou na carreira diplomática em 1986 e desde então já esteve colocado em Londres, Telavive, Moscovo, Madrid e Ramallah.
O Prémio Francisco de Melo e Torres, uma iniciativa da Câmara de Comércio, é atribuído todos os anos ao diplomata português que mais se distingue no apoio à internacionalização das empresas portuguesas, na captação do investimento directo estrangeiro e na promoção da imagem de Portugal. O vencedor deste galardão é escolhido por um júri composto por Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, Miguel Horta e Costa e Paulo Portas, Vice-Presidentes da Câmara de Comércio, e pelo Embaixador António Monteiro, que preside ao júri.

O Presidente da Câmara de Comércio, Bruno Bobone, defende que o povo português já deu provas que tem as características necessárias para vingar internacionalmente no mundo empresarial.
"(...) somos um povo com uma enorme capacidade de gerar consensos com os outros e entre os outros, o que nos coloca numa posição privilegiada para servirmos de plataforma em qualquer entorno internacional. Essa extraordinária capacidade foi sempre um dos fatores de sucesso que nos permitiu estar presente nas economias dos vários continentes e, em alguns momentos e em alguns setores, liderar a sua evolução (...)"
Fala ainda, no Dinheiro Vivo, que no meio dessas qualidades intrínsecas portuguesas, existe uma que não nos valeu nos últimos anos, a humildade - “Ora, a humildade, que é a maior das qualidades humanas, pode também transformar-se no seu principal fator de isolamento (…) Deixámos de fazer valer a nossa competência de grandes mediadores internacionais, fugimos da internacionalização, exportámos para onde nos deixaram exportar e ficámos em casa.” - e que essa mesma característica, que em inúmeras situações é uma enorme qualidade, tem felizmente estado a desvanecer no que respeita a capacidade de conquista de novos mercados.
“A crise que vivemos nos últimos anos não nos deixou qualquer hipótese de continuar naquele posicionamento de comodismo e levou-nos a sair para outras latitudes. A diminuição do apoio dos mercados que nos tinham adormecido nos anos anteriores obrigou-nos a encontrar novos caminhos e saídas.”
Bruno Bobone afirma que a situação já está a inverter, e que foi graças à “enorme capacidade que os empresários portugueses demonstraram que foi possível voltar a fazer crescer a economia do nosso país”. No entanto ainda não é suficiente, é necessário exportar mais os nossos produtos e internacionalizar as nossas empresas. Conhecermos verdadeiramente as nossas características é uma arma para os portugueses consolidarem a expansão internacional da economia nacional.

A primeira edição do Encontro de Investidores da Diáspora aconteceu em Sintra, liderada pelo secretário de Estado José Luís Carneiro que sublinhou a importância que “entre todos se vá criando uma rede de contacto, de diálogo e de conhecimento recíproco”.
Este encontro contou com um painel de personalidades de destaque, nomeadamente o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. O mote “Conhecer para investir” esteve sempre presente num ambiente muito favorável ao networking, ao debate, à partilha de experiências, à identificação de afinidades, e à tomada de consciência das complementaridades entre as diversas realidades da diáspora.
Pedro Madeira Rodrigues, Secretário-Geral da Câmara de Comércio, foi orador convidado no painel sobre “Associativismo Empresarial: Uma Dinâmica de Futuro" onde, aproveitando o anúncio da ocorrência futura deste encontro com periodicidade anual, fez uma pequena provocação:
“É muito boa esta iniciativa de querer fazer regressar os empresários portugueses que estão lá fora, mas peço-lhes que não venham todos. É que o contributo que os empresários portugueses têm prestado tem sido muito positivo para as exportações portuguesas e para a imagem do país”.
O sucesso deste 1º Encontro de Investidores da Diáspora foi marcado pela presença de 300 empresários de 38 países, num diálogo intercultural com lançamento de bases para parcerias de negócio.

A Câmara de Comércio deseja a todos os associados, clientes e parceiros um Santo Natal e um óptimo Ano Novo.

De 4 a 9 de Dezembro, uma delegação de empresários portuguesas marca presença no Dubai, no âmbito da missão empresarial que a Câmara de Comércio está a organizar ao Emirados Árabes Unidos, em parceria com o Portuguese Business Council.
Esta missão conta com uma agenda de três dias de reuniões individuais de negócios, enriquecida com momentos de networking entre as empresas portuguesas e as empresas emiradenses.
Constituídos por sete emirados, os Emirados Árabes Unidos (EAU) beneficiam hoje de uma economia sólida, com uma forte estabilidade macroeconómica e de uma elevada qualidade das infra-estruturas. Depois de um rápido e amplo desenvolvimento económico e social, deu-se inicio, nos últimos anos, a um plano de diversificação da economia, que fez do Dubai uma cidade privilegiada para acolher as multinacionais e a principal porta de entrada do comércio do Golfo e do Médio Oriente.
A missão empresarial aos Emirados Árabes Unidos fecha o calendário de acções internacionais de 2016 da Câmara de Comércio, depois de um ano de sucesso de seminários sobre mercados internacionais e missões empresariais.

A Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, desenvolve anualmente, em colaboração com as Câmaras de Comércio e Indústria, um Estudo Económico Europeu, que resulta de um inquérito anual à actividade das empresas e tem por objectivo, a recolha de informação e de opinião junto dos empresários na Europa, sobre alguns aspectos da actividade empresarial, nomeadamente, evolução da procura e das vendas, emprego, investimento, conjuntura económica actual e perspectivas para o próximo ano.
Colaboraram neste estudo 50.500 empresas de 24 países: Alemanha; Áustria; Bulgária; Chipre; Croácia; Eslováquia; Eslovénia; Espanha; Estónia; Finlândia; Grécia; Holanda; Hungria; Irlanda; Itália; Letónia; Luxemburgo; Malta; Montenegro; Portugal; República Checa; Roménia; Sérvia e Turquia.
Em Portugal, o estudo foi desenvolvido pela Câmara de Comércio, conheça os resultados aqui.

Artigo de opinião - Jornal de Negócios
Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio
Passou já quase um ano desde que manifestei publicamente a minha preocupação sobre a inexistência de um banco vocacionado e focado na economia portuguesa. Na altura falei de um banco de capitais portugueses.
Fazia para mim sentido que existisse uma instituição financeira focada em Portugal, pertencente a empresários portugueses, que ajudasse a desenvolver a economia portuguesa. Hoje estou convencido de que aquilo que verdadeiramente importa é a focalização no mercado português.
E é fundamental que essa instituição possa assegurar o apoio às empresas portuguesas, permitindo que se estruturem para que possam crescer e competir nos mercados em que se encontram.
As empresas nacionais hoje encontram-se numa situação financeira muito difícil. Estão muito descapitalizadas e com dificuldade no acesso ao crédito. A avaliação de risco tornou-se excessivamente prudente e os bancos têm dificuldades em apoiar empresas que economicamente são viáveis, mas que atravessam dificuldades financeiras. Este ciclo pode levar ao seu desaparecimento.

A Câmara de Comércio organizou uma Missão empresarial a Marrocos, em parceria com a Nersant e a Câmara de Comércio Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos, que decorreu de 20 a 24 de Novembro.
12 empresas portuguesas participaram nesta missão que contou com o acompanhamento de João Vasconcelos, secretário de Estado da Indústria. A viagem ao Norte de África incluiu uma recepção do Ministro da Indústria, Comércio, Investimento e Economia de Marrocos, Moulay Hafid Elalamy, e por governadores regionais e autarcas.
Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio, foi entrevistado por Rosália Amorim, jornalista do Dinheiro Vivo, em Lisboa e Marrocos.

A Câmara de Comércio participou, na conferência sobre Economia Ibérica Popular que o Banco Popular, o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias e a TSF organizaram no dia 23 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
“Esta conferência representa o culminar de uma iniciativa que contou com 20 entrevistas a empresários do espaço ibérico, num exercício de debate que potencia o desenvolvimento económico”, referiu a Global Media em nota de imprensa sobre a iniciativa.
Reforçar os negócios de Portugal e Espanha num mundo global foi o 1º grande tema em debate que contou com a participação de Pedro Madeira Rodrigues, Secretário-Geral da Câmara de Comércio.
Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia, encerrou a 2ª edição da iniciativa que “aprofunda a análise das ramificações políticas e económicas de realizar negócios no espaço ibérico”.

fonte: Jornal de Económico
27 missões empresariais, 10 seminários, 6 formações e outras 12 iniciativas fazem parte do novo plano de actividades da área internacional proposto pela Câmara de Comércio para 2017.
"É um plano ambicioso, que inclui mercados novos na Ásia, como índia, Singapura ou Coreia do Sul, além da China, mas também a Europa de Leste (Polónia e a nova aposta na Bielorrússia); a América do Norte, com os Estados Unidos e o Canadá; a América Latiria, com Colômbia, Peru ou México; e África, através de Moçambique ou Egipto", destaca Paulo Portas, em entrevista ao Jornal Económico. No entanto, o plano de missões empresariais previsto para o próximo ano inclui ainda outros mercados, como Alemanha, Israel, Roménia, Bulgária, Costa do Marfim, Cuba, Panamá, Argentina, Uruguai, Malásia, Irão, Argélia, Paquistão, Jordânia e Egipto ou Austrália.

Infografia: Jornal Económico (Mário Malhão mmalhao@jornaleconomico.pt)
As missões empresariais são multissectoriais, reflectindo a diversidade do tecido empresarial português, e têm um número limitado de participantes, (10 a 20) para que possam ser focadas nas necessidades e objectivos de cada empresa.
O Vice Presidente da Câmara de Comércio destacou também a evolução da internacionalização da economia portuguesa nos últimos anos. "Em primeiro lugar, passou a haver uma grande capacidade das empresas portuguesas irem mais para o exterior. Em segundo lugar, houve mais empresas portuguesas a procurar mais do que um mercado no exterior".
A Câmara de Comércio responde cada vez mais a esta nova realidade. Nos últimos três anos organizou 34 missões empresariais, envolvendo 225 empresas, com um grau de satisfação sobre as consequências de cada uma dessas iniciativas que oscilou entre 80 e 90%. Para 2017, o desafio ainda é maior.

A Comissão Europeia e o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas de Portugal, organizam o workshop «Oportunidades de financiamento do Plano de Investimento para a Europa (PIE), do Mecanismo Interligar a Europa (Connecting Europe Facility, CEF) e dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI)». O evento realiza-se no dia 11 de novembro das 9h00 às 12h00 horas, na Representação da Comissão Europeia em Portugal.

António Larguesa
In: Negócios Online
A eliminação de direitos aduaneiros e de barreiras regulatórias são os efeitos mais evidentes do Acordo Económico e Comercial Global (CETA), assinado a 30 de Outubro, entre a União Europeia (UE) e o Canadá.
Em resposta ao Negócios, a Câmara de Comércio frisou que "a cooperação regulamentar e de simplificação de procedimentos alfandegários levará à diminuição de custos para as empresas" e "assegura equidade relativamente a outros Estados-Membros, uma vez que Portugal não tem qualquer acordo de protecção de investimento com o Canadá".
A Câmara de Comércio considera o fecho deste acordo "uma matéria de relevância estratégica para Portugal, já que outros acordos em negociação ou cuja negociação agora se inicia – respectivamente TTIP e Mercosul – são de importância fundamental para as empresas portuguesas".

A Câmara de Comércio, com o apoio da sua Comissão Fiscal, pronunciou-se publicamente sobre o orçamento apresentado pelo governo para o ano de 2017, revelando que este tem alguns aspectos positivos, mas que se caracteriza essencialmente pela falta de medidas destinadas a promover o investimento no nosso país. A redução da taxa do IRC, a par da eliminação da derrama estadual seriam duas medidas emblemáticas para a criação de uma imagem de país atrativo para o investimento, nacional e internacional.

A 18ª edição do Fórum da Indústria Têxtil contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, Paulo Portas, que desafiou os intervenientes a reflectirem sobre "Indústrias Tradicionais, Novos Modelos de Negócio, O Mundo como Mercado". Apelou ainda à revisão dos modelos rígidos das empresas e às suas práticas, que devem ir mais ao encontro de uma economia aberta.
Este fórum é realizado anualmente, com o objectivo de debater as grandes questões que preocupam e mobilizam a fileira da indústria têxtil e este ano foi subordinado ao tema “Novos Modelos de Negócio para a Fileira Têxtil e Moda”.

Professor Motoshige Itoh, membro do “Council on Economic and Fiscal Policy” e especialista nas áreas de economia internacional e microeconomia vem, do Japão a Portugal, a pedido do Ministro dos Negócios Estrangeiros Japonês, apresentar o tema “On the Present State of the Japanese Economy - Message to European Economy”, no dia 27 de Outubro, na Universidade Católica.

A Eurochambres - Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, representada em Portugal pela Câmara de Comércio, organizou em Bruxelas, no dia 14 de Outubro, a sua 120.ª Assembleia Geral.
Em representação da Câmara de Comércio estiveram presentes João Lúcio da Costa Lopes, Membro da Direcção e Pedro Madeira Rodrigues, Secretário Geral.
No âmbito da agenda desta Assembleia Geral foram eleitos para 2017, os Membros do Board of Directors e do Budgetary Committee.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa participou com uma delegação de 7 empresas no European Parliament of Enterprises (EPE), que se realizou no dia 13 de Outubro, no hemiciclo de Parlamento Europeu, em Bruxelas.
O EPE é uma iniciativa bianual da EUROCHAMBRES – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias em parceria com a sua rede de Câmaras de Comércio e Indústria. No âmbito desta iniciativa mais de 750 empresários da UE, debateram e votaram em assuntos cruciais para a UE, tão relevantes como: a internacionalização, mercado único, sustentabilidade e competências profissionais.
Por ocasião desta visita a Bruxelas, na qual a Câmara de Comércio esteve representada por João Lúcio da Costa Lopes, Membro da Direcção e por Pedro Madeira Rodrigues, Secretário Geral, foi organizado um almoço no qual participaram os eurodeputados Carlos Zorrinho e Pedro Silva Pereira, tendo em vista uma troca informal de impressões entre as empresas e os representantes portugueses no Parlamento Europeu.
O programa de viagem incluiu também uma reunião com a REPER na qual estiveram presentes Conselheiros de diversas áreas para falar sobre os principais dossiers em discussão e a politica comercial europeia. Foi ainda organizada uma sessão sobre o Cartão Europeu de Serviços, que foi apresentado por um representante da Direcção-Geral de Mercado Interno e Indústria (DG GROW) e sobre o potencial impacto económico do Brexit.

A Câmara de Comércio abriu o período de candidaturas à 4ª edição do Prémio Francisco de Melo e Torres, que decorrerá até dia 2 de Dezembro de 2016.
Este prémio visa premiar anualmente o chefe de missão diplomática que se tenha destacado pelo seu empenho pessoal no apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação de investimento estrangeiro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa durante o ano de 2016.
O Prémio consiste na atribuição do troféu “Francisco de Melo e Torres, desenhado pela Vista Alegre Atlantis, e de um valor pecuniário de 25 mil euros.
Quem pode nomear candidatos?
Para concorrer à edição de 2016 deverá preencher a sua candidatura entre 11 de Outubro e 2 de Dezembro.
Faça download do formulário de candidatura e envie para jsilva@ccip.pt

De visita de Estado a Portugal, Jesus Faria, Ministro do Comércio Exterior e Investimento Internacional da Venezuela, esteve reunido na Câmara de Comércio com o Secretário-Geral, Pedro Madeira Rodrigues, na tarde do dia 29 de Setembro. Acompanhado pelo Embaixador da Venezuela em Lisboa, Lucas Rincón, e pela restante comitiva oficial, houve oportunidade para debater a situação económica actual da Venezuela, o ambiente de negócios e as oportunidades de negócio para as empresas portuguesas neste país, com o objectivo de aproximar as empresas portuguesas e venezuelanas.

Cerca de 200 pessoas tiveram oportunidade de ouvir o CEO da Ryanair, Michael O'Leary, um dos empresários mais bem-sucedidos e controversos a nível mundial!
O CEO da companhia aérea ‘low cost’ Ryanair anunciou, no Business Breakfast organizado pela Câmara de Comércio, o arranque de 15 novas rotas para 2017 a partir dos aeroportos da Portela e de Faro.
Com um humor que contagiou a plateia, Michael O'Leary respondeu a várias perguntas sobre o aeroporto do Montijo, customer care e liderança. O ilustrador João Rodrigues preparou-nos um resumo de alguns dos comentários feitos por Michael O’Leary, Bruno Bobone, Tony Boyle e Orla Tunney.



No âmbito do Programa de Estágios nos Serviços Periféricos Externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (PEPAC-MNE), realizou-se um seminário no dia 27 de Setembro, no Palácio das Necessidades, que contou com a presença do Secretário-Geral da Câmara de Comércio.
Pedro Madeira Rodrigues integrou o painel que abordou o contributo do associativismo no mundo empresarial, juntamente com representantes da AEP e ANJE, onde teve oportunidade de apresentar algumas das iniciativas da Câmara de Comércio.

Durante dois dias, centenas de empresas portuguesas juntam-se para ouvir alguns oradores mundiais, que irão partilhar os segredos dos seus negócios e do sucesso. Para os participantes, esta é uma oportunidade de aumentar o know how de gestão com empresários e especialistas, de modo a potenciar uma melhor rentabilização dos negócios.
Direcionado para as PME, os BEFA têm ainda como objectivo premiar o que de melhor se faz a nível empresarial em Portugal.
O 1º dia termina com a entrega de vinte prémios num jantar de gala no Hotel Marriot, com a mais valia de que, este ano, em todos os prémios existe a distinção para empresa com menos de dez colaboradores e com mais de dez colaboradores.
As categorias são: melhor cultura empresarial, melhor impacto na comunidade, melhor campanha de marketing, melhor empresa sem fins lucrativos, empresa mais inovadora, jovem empreendedor do ano (menos de 35 anos), empreendedor do ano, empresa com crescimento mais rápido, CEO do ano e melhor empresa do ano.
“Em 2015, distinguimos o que de melhor se fez nas empresas portuguesas e demos instrumentos para negócios de sucesso. Este ano queremos voltar a fazê-lo, com oradores de renome internacional que irão proporcionar-nos momentos de grande aprendizagem”, afirma Ken Gielen, CEO da ActionCOACH Portugal, “
Para participar nos prémios BEFA 2016 as empresas deverão inscrever-se até 15 de Outubro.
Consulte o programa dos BEFA 2016.
Sobre Business Excellence Fórum & Awards: O Business Excellence Forum & Awards é um evento cujo objectivo passa por ajudar os empresários das PME portuguesas a fazer crescer as suas empresas. Procura também celebrar e reconhecer os feitos, realizações e contribuições dos empresários portugueses. Nos BEFA também há a componente de workshop para formar, educar e treinar empresários, as suas equipas, fornecedores e clientes em estratégias eficazes para os participantes. O formato é informal, mas bastante intensivo.
Os BEFA contam com um painel de oradores reconhecidos internacionalmente sobre aumento de vendas, melhor gestão de tesouraria e rentabilidade, mas também sobre liderança, gestão de equipas, sistematização do negócio e o desenho de modelos de negócio que garantam sucesso.