
O nosso profundo agradecimento à família Levi e a toda a equipa RODI pela forma calorosa, disponível e profissional com que acolheram todos os participantes, proporcionando um momento singular de partilha, aprendizagem e inspiração.
Com mais de 70 anos de história, a RODI destaca-se pela sua capacidade de inovação, resiliência e constante adaptação aos desafios do mercado global. Esta visita permitiu conhecer de perto os bastidores da produção, os processos de excelência industrial e os marcos de internacionalização que fazem da RODI uma referência no setor, com presença em mais de 60 países e uma forte aposta na qualidade, sustentabilidade e design.
O Exportador do Mês é uma iniciativa da CCIP que pretende dar visibilidade a histórias de sucesso do tecido empresarial português, promovendo o contacto direto entre empresas, a partilha de boas práticas.
Agradecemos a todas as empresas presentes pela participação ativa e entusiasta. Continuaremos a trabalhar para aproximar o tecido empresarial português e reforçar a competitividade das nossas empresas nos mercados internacionais.

Ao longo de três painéis temáticos, foram abordadas oportunidades em diferentes setores, estratégias de internacionalização, financiamento, mobilidade e inovação – sempre com África no centro da reflexão.
• Ouvimos testemunhos inspiradores, partilhas práticas de quem está no terreno e visões estratégicas de empresas, instituições financeiras e entidades públicas.
• Contámos com a presença de 18 oradores de referência, nacionais e internacionais, que contribuíram para uma discussão rica, atual e multidisciplinar.
O dia ficou ainda marcado pela entrega dos Prémios CCIP, que distinguiram empresas portuguesas com um percurso notável nas áreas da internacionalização, exportação e startups.
As empresas premiadas foram: Alualpha SA, The Navigator Company, Mota-Engil, Recheio e Growappy – uma celebração do talento, da resiliência e da capacidade empreendedora nacional além-fronteiras.
Seguiu-se uma análise aprofundada ao contexto internacional com a intervenção de Paulo Portas, Vice-Presidente da CCIP, que apresentou as principais tendências geopolíticas e geoeconómicas para 2025, refletindo sobre os seus impactos no continente africano – um território em transformação, repleto de desafios, mas também de oportunidades para as empresas portuguesas.
Agradecemos a todos os participantes, oradores, patrocinadores, parceiros e media partners que tornaram este evento possível.
Patrocinadores:
Caixa Geral de Depósitos
MDS Group
Delta
Fidelidade
Partners:
Mais Meios
The Empowerd Brands House
JLM
Media partners:
Forbes Portugal
O Jornal Económico
Forbes África lusófona
RH Magazine
A CCIP continuará a promover momentos de debate estratégico sobre os mercados com maior potencial para as empresas portuguesas. O nosso compromisso mantém-se: apoiar o crescimento internacional das PME e grandes empresas nacionais.

Fundada em 1927, a Tabaqueira é atualmente a maior empresa do setor do tabaco em Portugal e uma das maiores empresas do país, sendo um dos principais pilares da economia nacional. Com cerca de 1500 trabalhadores, subsidiária do grupo Philip Morris International, a Tabaqueira assume um papel relevante na transformação do sector. A sua integração como Associada Corporate da CCIP representa um reforço importante da rede empresarial, aproximando grandes players nacionais das mais diversas áreas de atividade.
Com esta parceria, a CCIP reafirma o seu compromisso de ser uma ponte estratégica entre as empresas e os mercados — tanto em território nacional como além-fronteiras — criando sinergias, promovendo o networking e facilitando o acesso a novas oportunidades de negócio.
Com certeza esta colaboração será mutuamente enriquecedora e trará um contributo relevante para a missão comum de impulsionar o tecido empresarial português.

A cidade de Miami, na Flórida, foi o destino escolhido para mais uma missão empresarial promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP). Esta iniciativa decorreu entre os dias 5 e 9 de maio e contou com a participação de empresas portuguesas de vários setores de atividade.
Durante a missão, as empresas beneficiaram de uma agenda personalizada de reuniões individuais de negócios (B2B), com o objetivo de identificar novas oportunidades comerciais, estabelecer contactos com o tecido empresarial local e explorar o potencial do mercado norte-americano.
A CCIP acompanhou de perto todas as etapas da missão, prestando apoio logístico e estratégico às empresas participantes.
A Flórida, pela sua localização privilegiada, desempenha um papel estratégico tanto no contexto norte-americano como no panorama global. Miami, em particular, tem-se afirmado como um dos principais centros de inovação nos Estados Unidos, com especial destaque para os setores da tecnologia, fintech e blockchain. Paralelamente, a cidade consolida-se cada vez mais como um hub financeiro com crescente relevância internacional.
Com esta ação, a CCIP reforça o seu compromisso em apoiar a internacionalização das empresas portuguesas, criando pontes com mercados estratégicos e promovendo a presença nacional além-fronteiras.

Um encontro que reuniu empresários e representantes institucionais para refletir sobre os grandes temas que hoje moldam o ambiente económico: a internacionalização, o impacto da política nacional na competitividade empresarial e as implicações da guerra tarifária com os EUA.
Ao longo da sessão, os dois líderes partilharam perspetivas e estratégias sobre os desafios e as oportunidades que se apresentam às empresas portuguesas.
A conversa iniciou-se com a internacionalização, destacada como um pilar estratégico para o crescimento das empresas e para a dinamização da economia nacional. Ricardo Arroja sublinhou a reconhecida capacidade de adaptação, a sagacidade e a abertura dos portugueses — atributos que a AICEP promove ativamente no exterior como vantagens competitivas.
Enfatizou ainda que os empresários e gestores portugueses possuem, em média, níveis de formação superiores aos dos seus congéneres europeus, reforçando a posição de Portugal no mercado global.
Relativamente às exportações, foi destacado o desempenho positivo da última década, evidenciando o sucesso da aposta crescente das empresas portuguesas nos mercados internacionais. No plano interno, transmitiu-se uma nota de otimismo: apesar dos desafios políticos, Portugal mantém a sua imagem de estabilidade e previsibilidade a nível europeu — uma característica altamente valorizada por investidores e parceiros comerciais.
O debate abordou também os desafios do contexto global, nomeadamente a atual guerra comercial entre os EUA e outros países. Ricardo Arroja chamou a atenção para a irracionalidade de algumas medidas adotadas pela Administração norte-americana, salientando que o nível médio de taxas aplicadas pelos EUA supera atualmente o dos restantes países do mundo. Nesse sentido, reforçou-se a importância de as empresas portuguesas apostarem na diversificação de mercados, reduzindo a sua exposição a parceiros instáveis e assegurando a continuidade do seu crescimento.
Em matéria de captação de investimento estrangeiro, foi salientado que o principal desafio está em atrair novos investidores — empresas que, ao realizarem o seu primeiro investimento em Portugal, tendem a renovar e expandir a sua presença no país, demonstrando a confiança no ambiente económico nacional.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a presença de todos os participantes que contribuíram para o sucesso de mais um momento de partilha e reflexão sobre o futuro económico de Portugal.

O nosso agradecimento ao Senhor Administrador Teodorico Pais e a toda a equipa da Vista Alegre pela forma calorosa, disponível e profissional com que acolheram os participantes, proporcionando um momento único de partilha e conhecimento.
Com mais de 200 anos de história, a Vista Alegre continua a ser um exemplo de inovação, resiliência e capacidade de adaptação aos desafios do mercado global. Esta visita permitiu aos participantes conhecer de perto os bastidores da produção, os desafios enfrentados ao longo das décadas e os marcos de internacionalização que fazem da empresa uma referência mundial.
O Exportador do Mês é uma iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa que visa dar a conhecer exemplos de sucesso empresarial nacional, promovendo o contacto direto entre empresas, partilhando boas práticas e fomentando novas oportunidades de negócio e cooperação.
A todas as empresas presentes, o nosso obrigado pela participação ativa e entusiasta. Continuaremos a trabalhar para criar momentos que aproximam o tecido empresarial português e reforçam a competitividade das nossas empresas nos mercados internacionais.

Durante cinco dias intensos, foram realizadas reuniões com mais de 40 operadores turísticos mexicanos, instituições de referência como a CONCANACO Servytur e a AMAV, e um showroom dinâmico onde Portugal brilhou com a sua oferta cultural, gastronómica e paisagística.
O evento contou com o apoio e presença do Sr. Embaixador de Portugal no México, que destacou a relevância das relações bilaterais no setor do turismo.
Esta missão reforça o compromisso da CCIP em levar Portugal ao mundo, apoiando empresas portuguesas na sua internacionalização e na abertura de novos mercados.

A Assembleia Geral Ordinária da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) realizou-se no dia 26 de março de 2025, tendo como pontos principais da ordem de trabalhos:
1. Análise e discussão do Relatório Anual de Atividades, Balanço e Contas, bem como do Parecer do Conselho Fiscal relativos ao exercício de 2024;
2. Análise e discussão da Proposta de Aplicação de Resultados;
3. Apreciação geral da Direção e Fiscalização da Associação;
4. Eleição dos Corpos Sociais para o triénio 2025-2027.
Durante a sessão, os Associados aprovaram o Relatório Anual de Atividades, o Balanço e Contas e a proposta de aplicação de resultados relativos a 2024. Foi também aprovado um voto de louvor aos órgãos de Direção e Fiscalização, reconhecendo o seu empenho, dedicação e os excelentes resultados alcançados durante o último mandato.
No encerramento da Assembleia Geral, realizou-se a eleição dos novos Corpos Sociais para o triénio 2025-2027, tendo sido eleita a lista liderada por Rui Miguel Nabeiro.
A CCIP agradece a presença e o envolvimento de todos os Associados neste importante dia.

Ao longo do dia, os participantes tiveram a oportunidade adquirir conhecimentos sobre as principais tendências do marketing e abordar temas como: Budget de Marketing para 2025; Personalização, IA e Automação; o poder de um bom Briefing, Estratégias das Luxury e Premium Brands para PME; Brand Purpose e Sustentabilidade; Storytelling; Estratégia, Inovação e Propósito.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) marcou a sua posição como promotora de eventos que inspiram e transformam, abrindo caminho para um futuro onde o marketing deixa de ser visto apenas como uma ferramenta de comunicação para se tornar o alicerce estratégico das organizações.
A CCIP agradece aos oradores e parceiros (Confeitaria Nacional, Gestão Live, Mais Meios e Instituto de Informação em Recursos Humanos), cujo contributo permitiu a realização de mais uma edição memorável.

Embora haja muitos desafios que as mulheres empresárias enfrentam na sua vida diária, ainda não há muita informação disponível sobre o que é necessário fazer a nível europeu para estimular o empreendedorismo feminino.
Este inquérito visa recolher dados sobre a situação das mulheres empresárias e ter uma imagem mais clara dos desafios que enfrentam nas empresas e das soluções que seriam necessárias.
Ao responder a este inquérito, irá ajudar-nos a ter uma imagem mais clara do que ainda é necessário fazer para garantir que as mulheres empresárias tenham as mesmas oportunidades e proteção que os seus homólogos masculinos.
O inquérito leva menos de 5 minutos a ser preenchido, e está disponível em português neste link.
A data limite de resposta é dia 16 de março de 2025

O e-book aborda temas críticos como inteligência artificial, personalização, sustentabilidade e inovações tecnológicas, proporcionando aos profissionais de marketing insights valiosos.
A edição de 2025 surge num momento particular, onde a tecnologia e a criatividade coexistem como nunca visto. O marketing de hoje, mais do que comunicar, é sobre criar ligações significativas, compreender comportamentos e antecipar necessidades.
Conheça as novidades da 6ª edição do e-book das Tendências de Marketing e faça download do seu exemplar!

Para os 20 países da zona Euro as previsões apontam para um crescimento do PIB de 0,8 % em 2024, de 1,3% em 2025 e de 1,6% em 2026.
Já para Portugal, as expectativas apontam para um crescimento de 1,7% em 2024, de 1,9% em 2025 e de 2,1% em 2026.
Os valores da inflação continuam a registar uma trajetória descendente. Para Portugal, a Comissão prevê uma taxa de inflacção de 2,6% para este ano, de 2,1% para 2025 e de 1,9% para 2026.
Por sua vez, a taxa de desemprego em Portugal deverá situar-se nos 6,4 % em 2024, baixando para 6,3% em 2025 e para 6,2% em 2026.
Quatro vezes por ano, na Primavera (maio), no Verão (julho), no Outono (novembro) e no Inverno (fevereiro), a Comissão Europeia divulga as previsões económicas para a União Europeia e área do euro quanto à evolução de alguns indicadores económicos como por exemplo, o produto interno bruto, a inflação e o número de desempregados, entre outros. (fonte: Comissão Europeia).

Trata-se do acordo comercial mais ambicioso da UE negociado com um país africano em questões relacionadas com a sustentabilidade, a proteção do clima e do ambiente e direitos laborais.
A UE é o segundo maior parceiro comercial do Quénia e o mercado de exportação mais importante, com trocas comerciais de bens, em 2023, que atingiram 3 mil milhões de euros.
No contexto do comércio internacional português, o Quénia como cliente de Portugal, ocupou a 104ª posição, em 2023, e como fornecedor a 118ª posição.
As exportações nacionais para este mercado, em 2023, totalizaram 9,5 milhões de euros, sendo que as importações de produtos quenianos, no mesmo período, ascenderam a 8,2 milhões de euros.
Na estrutura das exportações destacam-se as máquinas e aparelhos (20,5% do total), têxteis e vestuário (19,6%), os produtos químicos (11,3%), plásticos (10,3%), papel (9,8%) e produtos farmacêuticos (7,1%), que no seu conjunto representaram mais de 77% das vendas para este mercado.
Os principais grupos de produtos importados foram os agro-alimentares (94,5% do total), os produtos químicos (1,7 % ), vestuário (0,8%) e calçado, peles e couros (0,3%).
Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspetivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

O relatório analisa e fornece informações sobre a aplicação dos acordos comerciais da UE, que já vigoravam em 2023, e descreve as ações da Comissão, em estreita parceria com as empresas da UE, os Estados-Membros e as partes interessadas, com vista a manter os mercados abertos e a garantir que os parceiros comerciais da UE cumprem os seus compromissos.
Em 2023, a UE tinha em vigor 42 acordos comerciais que abrangem 74 países e cerca de 45,8% das trocas comerciais mundiais realizaram-se ao abrigo destes acordos.
O comércio da UE com os 74 países, em 2023, totalizou 2,32 mil milhões de euros, com as exportações a alcançar 1 266 mil milhões de euros e as importações 1 057 mil milhões de euros, resultando num saldo positivo de 209 mil milhões euros. O Reino Unido é o primeiro parceiro preferencial da UE - 3º maior em termos globais, a seguir aos EUA e à China - representando 22,1% do comércio da UE com os 74 parceiros preferenciais, seguido da Suíça (14,1%), da Turquia (8,9%), da Noruega (7,8%) e do Japão (5,8%). Em conjunto este grupo de cinco mercados foi responsável por mais metade do comércio preferencial da UE (60%). No entanto, os exportadores europeus poderiam tirar ainda maior partido das oportunidades oferecidas pelos acordos em vigor.
A Comissão Europeia através do portal “Access2Markets”, disponibiliza todas as informações sobre o funcionamento dos acordos comerciais. As empresas podem também consultar informação sobre 140 mercados de exportação nomeadamente: direitos aduaneiros, impostos internos, regras de origem aplicáveis e formalidades de importação e procedimentos aduaneiros. Neste portal as empresas podem ainda apresentar casos concretos de obstáculos relacionados com o acesso aos mercados, para que a Comissão Europeia possa analisar a denúncia, identificar o problema reportado e desenvolver as ações tidas por relevantes. (fonte: Comissão Europeia).
Para mais informações:
Relatório sobre a aplicação e o cumprimento da política comercial da UE

O comércio bilateral da UE com a Nova Zelândia ascendeu, em 2023, a 8,1 mil milhões de euros para as mercadorias e a 5,1 mil milhões de euros para os serviços em 2022, de acordo com os dados mais recentes da Comissão Europeia. A UE exportou para a Nova Zelândia bens no valor de 5,5 mil milhões de euros e importou produtos no valor de 2,6 mil milhões de euros.
No que se refere aos serviços, a UE exportou 3,9 mil milhões de euros de serviços prestados por empresas da UE a clientes na Nova Zelândia contra 1,2 mil milhões de euros em serviços prestados a clientes da UE por empresas da Nova Zelândia.
Este acordo comercial oferece grandes oportunidades para ambas as partes. As empresas da UE irão beneficiar de um acesso privilegiado a um mercado de mais de 5 milhões de consumidores. Graças a este acordo prevê-se um aumento do comércio bilateral em cerca de 30% numa década, com um crescimento anual das exportações da UE que poderá alcançar 4,5 mil milhões de euros. Espera-se que o Acordo possa reduzir os direitos aduaneiros que oneram as empresas da UE em cerca de 140 milhões de euros por ano.
(fonte: Comissão Europeia)
Portugal é um dos países da UE que irá beneficiar com a entrada em vigor deste acordo comercial. Em 2023 as exportações portuguesas de mercadorias totalizaram 32,6 milhões de euros. Na estrutura das exportações nacionais para este mercado destacam-se os veículos e outro material de transporte (11,9% do total), os plásticos e borracha (25,2% do total), as matérias têxteis (10,4% do total), os produtos alimentares (4,2% do total) e as máquinas e aparelhos (10,2% do total) e os metais comuns (7,5%).
As importações alcançaram 22,2 milhões de euros. Os principais grupos de produtos importados foram os produtos agrícolas (67,7% do total), as matérias têxteis (8,1 % do total), veículos e outro material de transporte (2,6%do total), máquinas e aparelhos (11,2% do total) e os minerais e minérios (2,5% do total).
Com a entrada em vigor deste acordo abrem-se novas perspetivas e oportunidades para as empresas portuguesas.

Nesta edição, duas dezenas de participantes C-suite de empresas de grande dimensão, e algumas de média dimensão, completaram com sucesso o programa que arrancou em outubro. Nem todos puderam estar presentes para receber o seu diploma, mas as mensagens de apreço chegaram de vários pontos do globo.
A sessão contou com intervenções de João Pedro Guimarães Secretário Geral da CCIP, Miguel Athayde Marques Vice-Reitor da Universidade Católica e Nuno Moreira da Cruz Dean of Executive Education da Catolica Lisbon.
A entrega dos diplomas foi seguida de cocktail e jantar que juntou os participantes das duas edições, membros da Academia Ceo Future Ready, e os representantes ao mais alto nível das empresas parceiras. No final do jantar, Margarida Ramalho, fundadora e diretora executiva da Católica International Business Platform, desafiou Francisco Proença Garcia, professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, e Rui Pereira, co-fundador da Outsystems e investidor, para as “Conversas Improváveis”. Falou-se sobre a nova ordem mundial e se esta vai determinar o avanço da economia digital, ou se é o avanço da economia digital que vai determinar a nova ordem mundial, geopolítica e económica.
Ao promover esta iniciativa a CCIP reforça o seu compromisso de capacitação das empresas portuguesas, para enfrentarem os desafios e oportunidades da economia global.

Realizada nas instalações da Hovione, em Loures, a iniciativa contou com a presença de 20 participantes de diversas empresas exportadoras que, ao longo da visita, tiveram a oportunidade de conhecer de perto a cultura e os processos de trabalho da empresa, que se destaca pelo seu trabalho inovador na produção de princípios ativos para a indústria farmacêutica mundial.

A iniciativa “Exportador do Mês” reforçar a importância das boas práticas no crescimento das empresas exportadoras portuguesas e proporciona uma valiosa oportunidade de networking e troca de conhecimentos entre empresas.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes e à Hovione por abrir as portas e permitir uma experiência única de partilha de conhecimento.

O evento terá como foco a apresentação de soluções de Trade Finance, incluindo cartas de crédito, garantias bancárias e formas de financiamento, ferramentas essenciais para mitigar os riscos inerentes às operações de comércio internacional e para apoiar a expansão internacional das empresas.
Este webinar destina-se a empresários e quadros de empresas com atividade internacional, sobretudo nas áreas da exportação e importação.
Não perca a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre soluções práticas e estratégias de gestão de risco no comércio global.
Reserve já o seu lugar! Saiba mais aqui.

O Salão Nobre da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) foi palco de um momento de celebração e reconhecimento: a entrega de diplomas da 5ª edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME, uma iniciativa conjunta da CCIP e da Nova School of Business and Economics (Nova SBE). Este evento contou com a presença de João Pedro Guimarães, secretário-geral da CCIP, e de Nadim Habib, diretor do programa.
O programa, que é um marco na formação executiva desde 2019, foi criado com o objetivo de capacitar gestores de pequenas e médias empresas, oferecendo uma visão abrangente das principais áreas da gestão. Durante as 144 horas de formação intensiva, realizadas entre março e julho, os participantes foram guiados por um corpo docente de excelência da Nova SBE, que proporcionou ferramentas e estratégias práticas para enfrentar os desafios empresariais das pequenas e médias empresas.
Com um formato dinâmico e focado na aplicabilidade, o programa abordou temas como liderança, marketing digital, estratégia, finanças, negociação, gestão de pessoas e equipas, entre outros, sempre adaptados à realidade das PME.
Parabéns a todos os participantes pela conquista e pela dedicação demonstrada ao longo deste percurso!
A 5ª edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME foi patrocinada pela Gelpeixe.

Ao longo da manhã, os participantes assistiram a palestras e mesas redondas sobre temas como a marca do fundador, o legado nas empresas centenárias, os desafios da sucessão e como deter o património imobiliário familiar.
A CCIP reforça o compromisso em apoiar as empresas familiares, reconhecendo o seu papel vital na economia portuguesa. Através de iniciativas como este bootcamp, a CCIP procura promover conversas que apoiem os líderes empresariais num mercado cada vez mais competitivo e em constante mudança.
A CCIP agradece a todos os participantes, parceiros e oradores desta iniciativa.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa concluiu recentemente mais uma Missão Empresarial à Arábia Saudita, consolidando o compromisso de apoiar empresas portuguesas na expansão para este mercado em crescimento. A Missão reuniu empresários de diversos setores, promovendo reuniões individuais com potenciais clientes, cadeias de retalho, importadores e distribuidores no país.
Pedro Magalhães, Diretor de Comércio Internacional da CCIP destacou que "Portugal está cada vez mais conhecido na Arábia Saudita e as oportunidades para as empresas exportadoras portuguesas abrangem diferentes setores da economia". Esta notoriedade reflete-se no interesse crescente do mercado saudita em produtos e serviços portugueses, confirmando a relevância estratégica destas iniciativas.
A Arábia Saudita, uma das economias que mais cresce no mundo, apresenta oportunidades significativas em setores como agroalimentar, construção, tecnologia, saúde e energias renováveis. Esta Missão permitiu aos empresários portugueses explorar estas oportunidades e estabelecer contactos diretos essenciais para a inserção neste mercado.
Dando seguimento ao sucesso desta iniciativa, a CCIP irá realizar mais uma Missão Empresarial à Arábia Saudita, prevista para fevereiro de 2025. O objetivo será continuar a abrir portas para novas parcerias e fortalecer os laços entre Portugal e o mercado saudita, promovendo a internacionalização das empresas nacionais.
Saiba mais sobre a próxima Missão Empresarial à Arábia Saudita.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa foi parceira na conferência “Transformar a Economia de Portugal através da Sustentabilidade e Inovação”, promovida pelo Financial Times, com o apoio da Tabaqueira. O evento, realizado em Lisboa, teve como objetivo discutir estratégias de sustentabilidade e inovação que possam impulsionar a transformação da economia portuguesa.
Com a sustentabilidade como tema central, a conferência destacou a importância de um alinhamento nacional entre os diferentes setores da sociedade para garantir que Portugal tenha um papel de liderança na transição verde da Europa. A participação de representantes de vários setores da economia, como o Ministro da Economia, Pedro Reis, o Ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento e o Presidente da AICEP, Ricardo Arroja, evidenciou o compromisso do país com um futuro mais sustentável. A conferência também contou com a participação especial de Jennifer Motles, Chief Sustainability Officer da Philip Morris International, e Marcelo Nico, Diretor-Geral da Tabaqueira.
Este evento reforça o compromisso da CCIP em apoiar iniciativas que contribuam para o crescimento e a competitividade das empresas portuguesas, alinhadas com as tendências globais de sustentabilidade e inovação.

No contexto do programa EU Business Hub, promovido pela Comissão Europeia, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem o prazer de partilhar esta iniciativa estratégica que abre portas ao mercado global.
Este programa, pensado para fortalecer a presença internacional das Start-ups e PME europeias, facilita a ligação a mercados chave do extremo-oriente, promovendo o crescimento sustentável e inovador das empresas.
A próxima missão integrada no programa leva-nos ao coração do avanço tecnológico mundial: a Japan IT Week Spring 2025, no Japão, um dos eventos mais prestigiados do setor das tecnologias de informação e comunicação. Esta feira, a realizar-se de 23 a 25 de abril de 2025, em Tóquio, reúne especialistas, líderes de mercado e decisores de todo o mundo, representando uma oportunidade única para estabelecer parcerias e explorar tendências emergentes.
Esta missão destina-se a empresas europeias com ambição de internacionalização e capacidade para oferecer produtos e soluções inovadoras, especialmente nas áreas de software, hardware, IoT e inteligência artificial.
O programa subsidia parcialmente os custos da participação, tornando esta iniciativa ainda mais atrativa. As candidaturas estão abertas até 17 de janeiro de 2025. As vagas são limitadas, pelo que sugerimos celeridade na inscrição.
Participe nesta iniciativa e leve a sua empresa mais longe, num mercado dinâmico que valoriza a inovação europeia.
A CCIP fica ao dispor para esclarecer qualquer questão e apoiar no processo de inscrição.

A Eurochambres – Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias desenvolve, anualmente, em colaboração com as Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, um Estudo Económico Europeu, o qual é resultado de um inquérito anual à atividade das empresas e tem por objetivo, a recolha de informação e de opinião junto dos empresários na Europa, sobre alguns aspetos da atividade empresarial, nomeadamente, evolução da procura e das vendas; investimento; emprego e clima de negócios.
Colaboraram, nesta 32ª edição do estudo mais de 43.000 empresas de 27 países europeus. A nível nacional o estudo foi desenvolvido pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa. Conheça os resultados aqui.

No passado dia 8 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa recebeu a comitiva do SEBRAE Amazonas, numa visita marcada pela partilha de experiências e conhecimentos sobre o apoio ao desenvolvimento empresarial.
O SEBRAE Amazonas é uma entidade brasileira de referência no apoio ao empreendedorismo, que se dedica a fomentar o desenvolvimento e a competitividade das PME, melhorando o seu desempenho e fortalecendo o seu papel social.
Durante a visita, a CCIP partilhou o trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo dos seus 190 anos de história. Este encontro reforça a contínua colaboração entre entidades internacionais com o objetivo de dinamizar o ambiente de negócios e promover a evolução das pequenas e médias empresas.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa reafirma o seu compromisso em promover novas oportunidades de colaboração com entidades internacionais para construção de pontes entre empresários de diferentes regiões, promovendo um ambiente de negócios mais próspero.

Com o mundo laboral em constante transformação, este eBook oferece um olhar sobre como lidar com desafios como a digitalização, o trabalho híbrido e a automação. Ao aplicar as principais tendências nas suas políticas de gestão, as organizações estarão a posicionar-se para prosperar num ambiente competitivo.
Inspire-se com as tendências que podem transformar a sua abordagem de gestão de pessoas e fortalecer a competitividade da sua empresa.Este eBook reune contributos de 36 profissionais, que partilharam as suas experiências e perspetivas sobre os desafios e transformações que vão influenciar o futuro do trabalho.

A 7ª edição iniciou-se com Rui Miguel Nabeiro, Presidente da CCIP à conversa com Paulo Portas, Vice-Presidente da CCIP sobre internacionalização, geopolítica e geoeconomia.
“Educação e futuro” foi o tema abordado por Pedro Santa Clara, Professor e empreendedor. A manhã terminou com o painel “Liderança em várias frentes” composto por Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Inês Oom de Sousa, Presidente da Fundação Santander e Vânia Guerreiro de Carvalho, Comandante da Marinha e moderado por Cristina Amaro, CEO da The Empower Brands House.
“Os desafios da produtividade” foi o tema de arranque para a segunda parte do evento que contou com a presença de Nadim Habib, Faculty Member da Nova SBE, seguindo-se de uma intervenção feita por Sofia de Castro Fernandes, Formadora, Consultora de Recursos Humanos e Escritora com o tema “Inspirar para agir”.
A tarde seguiu-se com o tema “A força na adversidade” num painel composto por Bernardo Freitas, Velejador Olímpico, Carlota Ribeiro Ferreira, Fundadora e CEO da WIN World, João Vieira de Almeida, Senior Partnet – Chairman da VdA com a moderação de José Manuel Pessanha, Head of international business development da JLM&A.
O evento terminou com Pedro Abecasis, Diretor Comercial da 5 P’s a abordar o tema “A importância da clareza”.
A CCIP agradece a todos os participantes e aos oradores que contribuíram para o sucesso desta 7ª edição do Open Day!

Arrancou a 2ª edição do programa de entrada na Academia CEO Future Ready, uma iniciativa da Católica International Business Platform (CIBP) em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) e a Católica-Lisbon Executivos.
Vão participar nesta edição do programa duas dezenas de Executive board members e diretores de primeira linha de empresas que querem acelerar o crescimento internacional de forma sustentada. Mais de um terço dos participantes tem MBA e/ou fez o Advanced Management Program recentemente.
Os participantes são oriundos, na grande maioria, de empresas portuguesas grandes e globais, mas também estão representadas algumas empresas de média dimensão e dirigentes de três associações empresariais, em representação das PME nacionais. Ou seja, o tecido empresarial português tem uma ampla representação neste programa, cujo tema é avançar da “exportação para a internacionalização”.
Na sessão de abertura, que se realizou no salão nobre da CCIP, em Lisboa, João Pedro Guimarães, secretário-geral da CCIP, afirmou que este “curso surgiu da identificação de uma lacuna na nossa economia: empresas que atuam apenas nas exportações e que estão num processo que pode levar a uma internacionalização plena, sendo que era preciso um curso que fosse destinado a isto. Ou seja, não existia uma formação que fosse destinada aos gestores que, dentro das instituições, têm responsabilidade de tomarem as decisões que levem a esse passo da internacionalização”.
Além disso, João Pedro Guimarães explica que, na origem deste programa, houve “uma feliz conjugação: a Universidade Católica com todo o seu conhecimento e experiência em formação de executivos, e a CCIP com toda a sua experiência de décadas de apoio ao tecido empresarial português”.
Miguel Athayde Marques, vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa, explicou que “o objetivo é discutir as questões que poderão levar a uma aceleração da internacionalização das empresas”.
“Esta é uma questão crucial para a nossa economia”, acrescentou. “O crescimento é o grande desafio da nossa economia e das nossas empresas. O crescimento tem de ser alcançado criando valor. E a criação de valor tem como base a competitividade. Crescimento e competitividade estão associados à capacidade de aumentar a presença em mercados internacionais, uma vez que o nosso mercado doméstico é muito limitado. A internacionalização é fundamental para a empresa crescer. Como fazer isto é o que vamos discutir neste curso”, afirmou ainda Miguel Athayde Marques.
Margarida Ramalho, diretora executiva da CIBP e docente convidada da Católica-Lisbon, referiu que o objetivo é “enriquecer a reflexão estratégica na primeira linha de gestão das empresas portuguesas, em ambiente aberto, multissetorial e multigeracional”. “Estamos a viver tempos de transformação e, por isso, a adaptação tem de ser rápida no topo das empresas”, acrescentou.
O programa permite vivenciar a experiência do que é estar inserido numa rede de conhecimento centrada nos desafios das empresas portuguesas. “Ser membro da Academia CEO Future Ready significa estar comprometido com o ’active-learning’, na partilha de conhecimento, na co-criação de soluções e no desenvolvimento de competências”, concluiu Margarida Ramalho.
As 42 horas de formação c-suite acomodam temas como: ativação do mindset colaborativo; riscos e oportunidades na internacionalização das empresas portuguesas; organização focada no crescimento e criação de valor; acelerar a internacionalização; governance e ESG para a internacionalização sustentada; e liderança transformacional.

Imagine um mundo onde o marketing digital não é um campo de batalha caótico, mas um processo estratégico e eficiente impulsionado pela inteligência artificial.
No mundo dinâmico do marketing digital, a procura por eficiência e resultados é constante. As empresas enfrentam o desafio de se destacarem num mar de informações, conectarem-se com os seus clientes de uma forma significativa e gerar leads qualificados que se convertam em vendas. É nesse cenário que a Inteligência de Marketing surge como uma poderosa ferramenta, impulsionada pela inteligência artificial (IA), para transformar o e-mail e a automação de marketing.
PRINCIPAIS TEMAS> A ascensão do marketing inteligente
> Inteligência artificial
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> Integração estratégica de e-mail marketing e automação

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em colaboração com a NERLEI CCI, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a Yunit Consulting, realizou uma Business Talk, dedicada à estratégia de internacionalização das empresas portuguesas. O evento, que decorreu no edifício da NERLEI, em Leiria, entre as 9h30 e as 12h30, reuniu especialistas e empresários para discutir os desafios e oportunidades da expansão para mercados internacionais.
A abertura da sessão foi conduzida por Henrique Carvalho, Diretor Executivo da NERLEI CCI, que sublinhou a importância de preparar as empresas portuguesas para os desafios da globalização. Pedro Magalhães, Diretor de Comércio Internacional da CCIP, abordou o tema da decisão de exportar à entrada num mercado, partilhando insights sobre os principais passos para uma internacionalização bem-sucedida.
O evento também contou com a intervenção de Ricardo Vale, Gestor Comercial da Yunit Consulting, que destacou os erros a evitar e os fatores críticos de sucesso numa candidatura a incentivos financeiros, bem como as formas de apoio disponíveis. José Mota Freitas, Diretor Adjunto da CGD, discutiu o papel da banca no financiamento de projetos de internacionalização e as soluções oferecidas para apoiar as empresas neste processo.
Luís Costa, CEO da Tecnicoembalagem – Transformação de Papel e Nuno Vitorino, Diretor Comercial da Induzir – Indústria e Comércio de Equipamentos, partilharam as suas experiências de internacionalização, oferecendo exemplos práticos dos desafios e sucessos enfrentados pelas suas empresas no exterior.
O evento terminou com uma sessão de perguntas e respostas, que proporcionou uma interação dinâmica entre os oradores e os participantes, maioritariamente empresários e gestores interessados em expandir as suas operações para mercados internacionais. A sessão de encerramento ficou a cargo de Henrique Carvalho, que expressou o compromisso contínuo da NERLEI CCI em apoiar a internacionalização das empresas nacionais.
Esta iniciativa ofereceu aos participantes uma visão abrangente das ferramentas, incentivos financeiros e estratégias para enfrentar o mercado global, num contexto cada vez mais desafiante para as empresas portuguesas.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou a sua 1ª Missão Empresarial à Guatemala e El Salvador, dois mercados emergentes na América Central que se revelaram promissores para as empresas portuguesas interessadas em expandirem-se internacionalmente. Durante quatro dias de reuniões e networking, evidenciou-se o potencial de negócio oferecido por estes dois países, tradicionalmente fora do radar das empresas nacionais.
A Missão decorreu ao longo de dois dias em cada país, durante os quais os empresários portugueses participaram em encontros individuais com entidades e empresas de diferentes dimensões e capacidades de atuação regional. Esta dinâmica permitiu não só o contacto direto com parceiros locais, mas também uma visão alargada sobre as oportunidades existentes em ambos os países.
A CCIP sublinha a importância de explorar novos mercados para além dos destinos tradicionais das exportações portuguesas. A Guatemala e El Salvador demonstraram que, apesar de serem mercados menos explorados por Portugal, apresentam inúmeras oportunidades de negócio e crescimento para empresas que pretendem expandir as suas atividades na América Central.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa continuará a apoiar as empresas portuguesas interessadas em internacionalizarem-se, promovendo novas Missões Empresariais e proporcionando o contacto com mercados emergentes.

No âmbito de uma estratégia de promoção e internacionalização empresarial, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa recebeu esta semana uma comitiva de empresas lituanas de diversos setores.
A iniciativa teve como principal objetivo fomentar boas práticas e parcerias comerciais entre empresas portuguesas e lituanas, fortalecendo as relações bilaterais entre os dois países.
Este encontro proporcionou às empresas lituanas a oportunidade de conhecerem de perto as oportunidades e dinamismo do mercado português e de apresentarem os seus produtos e serviços.

A edição deste mês da iniciativa "Exportador do Mês", promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, decorreu nas instalações da Silvex, em Benavente. A empresa, líder na produção de soluções de embalagens sustentáveis e produtos para o lar, foi reconhecida pelo seu contributo excecional para o crescimento das exportações portuguesas.
O evento, realizado no passado dia 19, contou com a presença de empresários, representantes de diversas instituições, que destacaram o papel estratégico da Silvex no reforço da presença de Portugal nos mercados internacionais. Ao longo da sessão, foram salientados os números impressionantes da empresa, que exporta atualmente para mais de 60 países e mantém um compromisso firme com a inovação e a sustentabilidade, fatores determinantes para o seu sucesso.
A iniciativa Exportador do Mês é um dos programas da CCIP que tem como propósito promover e reconhecer o esforço das empresas portuguesas na internacionalização dos seus negócios.
Esta edição não só destacou a Silvex como um caso de sucesso, mas também reforçou a importância das exportações no contexto económico nacional, consolidando o papel da CCIP como motor de apoio e incentivo às empresas portuguesas que querem expandir as suas fronteiras.
A próxima edição realiza-se a 30 de outubro, nas instalações da DHL. Saiba mais aqui.

No passado dia 12 de setembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa em colaboração com a Associação Comercial e Industrial do Funchal - Câmara de Comércio e Indústria da Madeira (ACIF-CCIM), promoveu uma sessão prática dedicada à internacionalização de empresas na Região Autónoma da Madeira. O evento reuniu diversas organizações com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócio nos mercados internacionais.
A sessão contou com a participação de empresários da região, interessados em expandir os seus negócios para o exterior e aproveitar as dinâmicas globais para impulsionar o crescimento sustentável das suas atividades. A internacionalização tem-se revelado uma prioridade para muitas empresas madeirenses, que demonstram, cada vez mais, interesse, dimensão e capacidade para competir além-fronteiras.
Através de uma abordagem personalizada e do acompanhamento constante, a CCIP tem desempenhado um papel fundamental na orientação e apoio às empresas portuguesas, proporcionando-lhes as ferramentas necessárias para aceder a novos mercados.
Esta ação reflete o empenho contínuo da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa em fomentar o desenvolvimento económico das diferentes regiões do país, promovendo a internacionalização como um motor de crescimento para as empresas locais.

Este canal permitirá que, empresas e Associados da CCIP, recebam de forma prática e em tempo real, informações relevantes, eventos, serviços e outras atividades promovidas pela Câmara de Comércio.
O lançamento deste novo canal faz parte da estratégia da CCIP de modernizar e diversificar os seus canais de comunicação, acompanhando as necessidades crescentes de digitalização, em resposta à crescente procura por soluções ágeis e acessíveis, que permitam às empresas manterem-se informadas.
A adesão ao canal é gratuita e os interessados podem subscrevê-lo aqui.

Este programa, visa proporcionar aos participantes a oportunidade de conhecerem empresas exportadoras de referência.
Durante a visita, os mais de 24 participantes puderam observar de perto o trabalho, a organização e o rigor que pautam o funcionamento da Continental Mabor.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa continuará a organizar visitas enriquecedoras, permitindo aos participantes obter uma visão das melhores práticas e estratégias utilizadas pelas empresas líderes no setor das exportações.

A diversificação dos destinos de exportação das empresas portuguesas é um claro objetivo da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, alinhado com as expectativas e desafios colocados pelo governo e pelas empresas exportadoras nacionais. Neste sentido a CCIP irá realizar 32 Missões Empresariais presenciais a 25 mercados em crescimento e que já têm trazido resultados muito positivos a empresas portuguesas, casos do México, de Marrocos, da Arábia Saudita, do Japão e do Senegal. Ao mesmo tempo serão realizadas Missões em novas geografias como Omã, Grécia, Indonésia, Vietname e Gabão, entre outras.
Em 2025 vão existir duas novas iniciativas: a realização de 3 missões inversas de compradores para 3 diferentes setores (vinho, alimentar/bebidas e pedra natural), bem como a realização de 4 eventos de diplomacia nos negócios, com Embaixadores de diferentes regiões do mundo que se encontram em Portugal.
Com o objetivo de aprofundar a realidade económica e comercial de um determinado país e permitir às empresas conhecer em maior detalhe as oportunidades existentes nos mercados internacionais, a CCIP irá realizar mensalmente seminários “Meet-the-Market” 100% gratuitos e em formato misto (presencial e online).
Continuará a ser possibilitado às empresas um conjunto de sessões individuais e personalizadas com consultores locais da CCIP em diversos mercados – One to One - em formato 100% online e que permitem o esclarecimento de dúvidas concretas e uma análise do potencial exportador de cada empresa para esse mercado.
Numa perspetiva de constante inovação e adequação às necessidades das empresas, continuará a ser disponibilizado o serviço de consultoria individual para empresas que pretendam fazer negócios a nível internacional – a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa trabalha em mais de 90 países e ajuda empresas de todos os setores, dimensões e perfis, através da preparação de uma agenda de reuniões customizada com importadores, distribuidores, agentes, fornecedores e/ou clientes finais.
Outra das novidades para 2025 será a criação de duas ações exclusivas para as start up portuguesas, nos Emirados Árabes Unidos e na Arábia Saudita, que irão permitir um contato privilegiado com potenciais investidores, clientes e parceiros nestes mercados.
Também em 2025 será lançado um novo formato de evento – “Dia da Exportação” – que concentrará num único dia especialistas em diferentes temáticas ligadas à documentação e instrumentos financeiros, logística e transportes internacionais.
Por último, será realizado um modelo de evento centrado no setor do Turismo - crucial para o PIB português – com 3 ações específicas no México, Coreia do Sul e Itália, que possibilitarão às empresas portuguesas uma exposição distinta nestes mercados.
Em 2024 realizou-se a 1ª edição da Regata da Exportação – um evento que permitiu networking e teambuilding entre CEO’s e Diretores de Exportação de empresas exportadoras portuguesas. Em 2025, esta iniciativa, irá decorrer em Lisboa e no Porto.
Depois do sucesso em 2023 e 2024, o “Exportador do Mês” continuará a ser uma aposta da CCIP. Esta iniciativa tem como objetivo a visita às instalações de empresas líderes exportadoras nacionais e a promoção de networking, contando com a presença dos responsáveis pela exportação e da administração das empresas anfitriãs.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conta com a parceria da Caixa Geral de Depósitos para as suas iniciativas de apoio à internacionalização, o único banco do mundo presente em sete países de língua portuguesa, que tem apoiado a CCIP na sensibilização das empresas portuguesas para as principais "ferramentas" e operações bancárias a utilizar no comércio internacional.
150 |
270 |
88 |
Mais 250 |
| Missões Empresariais com mais de 900 empresas, com uma média de 7 reuniões de qualidade por agenda individual organizada. | Agendas individuais para abordagens comerciais a 77 diferentes mercados. | Empresas estrangeiras que fizeram negócios com empresas portuguesas. | Eventos específicos sobre mercados internacionais, possibilitando às empresas um acesso a informação e oportunidades relevantes. |
das empresas considera que após a participação numa das Missões da CCIP, poderá concretizar negócios a curto prazo.
das empresas atribui uma relevância muito adequada às reuniões que foram proporcionadas no âmbito das Missões.
" O plano de internacionalização que todos os anos a CCIP aprova para servir os seus associados é, como costumo dizer, um passaporte prático para que as empresas nacionais possam melhorar as suas exportações, estabelecer parcerias e continuar o caminho - o melhor caminho em economia global - para a sua internacionalização. Em 2025, o regresso ao comércio internacional vai ser mais necessário do que nunca, para recuperar as economias. Muitas empresas reforçaram os seus contactos internacionais e as vendas em novos mercados, frequentando as missões que organizamos nas quais temos a preocupação de garantir as adequadas reuniões B2B – seja de forma presencial ou virtual. Evidentemente, o plano para 2025 leva em conta o clima de incerteza em que vivemos, e aproveita todas ferramentas que possam ajudar as empresas nossas associadas a fazer a sua estratégia comercial externa, superando as dificuldades sucessivas de pandemia, de guerra e dos constrangimentos nas cadeias de fornecimento."
Paulo Portas, Vice-Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa
"2024 tem sido um ano onde continuamos a assistir a ótimos números de exportações, apesar de um evidente abrandamento face a 2022 e 2023, anos ímpares de resultados em muitos setores. Neste sentido e de forma a poder contribuir com soluções inovadoras e práticas para as empresas que pretendam abordar os mercados internacionais, preparámos um plano de ações diversificado e que procura responder às necessidades que nos têm transmitido as empresas, cujo foco é aumentar os seus negócios a nível internacional. Acreditamos que 2025 será um ano com muita atividade exportadora, onde continuaremos ao lado das empresas, apoiando-as com contatos de qualidade em 25 mercados distintos, com um foco claro na customização – cada empresa tem necessidades diferentes e por isto mesmo trabalharemos com cada uma delas de forma individual e procurando alcançar um objetivo principal – gerar mais negócios a nível internacional."
Pedro Magalhães, Diretor de Comércio Internacional da Câmara de Comércio

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem vindo a desenvolver anualmente o Estudo Económico Europeu em colaboração com a Eurochambres – Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias.
Este Estudo, que tem por objetivo aferir as perspetivas económicas das empresas para o ano seguinte, é baseado num inquérito desenvolvido em 27 países, numa ação coordenada pelas respetivas Câmaras de Comércio e Indústria. Na qualidade de representante em Portugal da Eurochambres, cumpre à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa conduzir este inquérito a nível nacional.
As empresas interessadas em colaborar neste estudo podem aceder a um questionário, que demora cerca de 1 minuto a responder e que está disponível até ao dia 26 de setembro.
O relatório, elaborado pela Eurochambres, com as conclusões deste estudo e com as comparações entre os vários países participantes estará disponível no final do próximo mês de novembro. Este relatório poderá ser solicitado diretamente para jpc@ccip.pt (João Paes Cabral)

Terminou a 5ª edição da Pós-Graduação em Gestão Aplicada para Gestores de PME, uma iniciativa conjunta da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE). Esta edição contou com 144 horas de formação intensiva, que se destacaram pela sua abordagem prática e focada nos desafios específicos enfrentados pelas PME em Portugal.
No passado dia 13, foram apresentados os trabalhos finais desenvolvidos pelos participantes, que demonstraram a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso.
Ao longo do programa, os participantes tiveram a oportunidade de ganhar uma visão abrangente das principais áreas de gestão e de identificar as melhores práticas e ferramentas para aumentar a competitividade das suas empresas. A formação contou com a participação de especialistas e docentes da NOVA SBE e incluiu workshops, role-plays e debates, proporcionando um ambiente dinâmico e interativo de aprendizagem.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes, à Gelpeixe, patrocinadora da 5ª edição e reafirma o seu compromisso em continuar a oferecer programas de formação de elevada qualidade, adaptados às necessidades do mercado e focados no crescimento sustentável das PME em Portugal.

A abertura do evento contou com uma apresentação detalhada sobre o potencial de negócios no Japão e na República da Coreia, realçando as oportunidades e desafios destes mercados. Foram também discutidas as condições de elegibilidade e o processo de seleção das empresas participantes.
Durante o evento, foram apresentadas as diversas Missões Empresariais que serão organizadas, num total de 20, bem como a participação em feiras internacionais, tudo com o objetivo de facilitar a entrada das empresas europeias nestes mercados. As despesas para participação nas missões ou stands em feiras, sessões B2B e apoio logístico local são totalmente cobertas pelo projeto, com exceção do voo e de eventuais despesas administrativas.

Realizada entre 1 e 5 de julho, a iniciativa teve como objetivo fortalecer as relações comerciais entre Portugal e Marrocos, promovendo a internacionalização das empresas portuguesas e explorando oportunidades de negócio no mercado marroquino.
A Missão contou com 12 participantes de diversos setores de atividade que tiveram a oportunidade de conhecer o ambiente de negócios do país, estar em contacto os principais operadores do mercado e ter reuniões individuais de negócio com importadores, distribuidores e clientes finais.
A CCIP continuará a ajudar empresas exportadoras nacionais a entrar em Marrocos, através da preparação de agendas individuais de negócio, que permitam aumentar as exportações e presença de Portugal neste mercado.

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, parceira em Portugal desta iniciativa, irá abrir portas, no dia 9 de julho, para o evento de lançamento deste programa, que contará com uma apresentação do potencial de negócios para o Japão e República da Coreia nos seguintes setores e subsetores:
Tecnologias Verdes e Sustentáveis: (Tecnologias de energia limpa; Sistemas de energia; Equipamentos de monitorização e análise ambiental; Circularidade; Certificação e normas de sustentabilidade; Serviços ambientais).
Soluções Digitais: (Inteligência Artificial (IA); Internet das coisas (IoT); NextGen Computing (computação de alto Desempenho, nuvem, edge e computação quântica); Semicondutores; Cibersegurança; Realidade aumentada (XR); Robótica; Software (incluindo plataformas digitais, web design, portais web, desenvolvimento de aplicativos, videojogos); Infraestrutura de telecomunicações (incluindo 5G); Media (audiovisual e media); Blockchain; Saúde digital; Marketing digital e publicidade; FinTech; Serviços de confiança, identidades digitais; Dados, incluindo análise de dados).
Saúde e Equipamentos Médicos: (Tecnologias assistidas; Equipamentos médicos; TIC para os cuidados de saúde; Telemedicina e monitorização remota de saúde; Nanotecnologia em saúde; Aplicações de IA na área da saúde; Medicina regenerativa).

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa realizou o evento "Exportador do Mês", sendo a Tabaqueira a protagonista desta edição. A iniciativa ofereceu uma oportunidade única aos participantes para conhecerem de perto as operações desta empresa.
O evento destacou a importância da Tabaqueira no cenário nacional e internacional, reforçando o seu papel como líder exportadora e o seu compromisso com a inovação e sustentabilidade.
Os participantes conheceram in loco a cultura e a forma de trabalhar da Tabaqueira, bem como as suas boas práticas empresariais, que a posicionam como uma das 50 maiores empresas em Portugal e como um pilar fundamental da economia.
A CCIP continuará a promover eventos que fomentem o conhecimento e a troca de experiências entre empresas exportadoras, contribuindo para o desenvolvimento económico e industrial do país.

Promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, pela Yunit Consulting e pela Caixa Geral de Depósitos, a Business Talk "Via Verde para a Internacionalização" reuniu diversas perspetivas sobre o planeamento, exportação, acesso a incentivos e financiamento das empresas que ambicionam expandir-se para mercados externos.
A sessão de abertura esteve a cargo de Elisabete Rita, Vice-Presidente Executiva da AIDA CCI. Pedro Magalhães, Diretor de Internacionalização da CCIP, abordou os passos desde a decisão de exportar até à entrada num mercado externo. A manhã seguiu-se com uma apresentação feita por Nuno Silva, Gestor Comercial da Yunit, e Eduardo Silva, Diretor de Operações da Yunit, sobre os erros a evitar e os fatores críticos de sucesso numa candidatura, bem como os incentivos financeiros disponíveis para apoiar o financiamento.
José Mota Freitas, Diretor Adjunto da CGD, apresentou o papel da banca e as soluções de financiamento que apoiam os incentivos. Foi também realizada uma apresentação de testemunhos que incluiu a participação das empresas Jacinto e Siroco.
O evento encerrou com uma sessão de perguntas e respostas, permitindo aos participantes esclarecer dúvidas e partilhar experiências.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa agradece a todos os participantes presentes nesta manhã de debate sobre os desafios que as empresas enfrentam nos processos de internacionalização.

Se existem ideias preconcebidas sobre países e as suas características, que nos fazem sonhar e querer, um dia, conhecer em maior detalhe, o Japão é sem sombra de dúvidas um deles.
Sempre que estou com alguém e surge o tema das minhas viagens profissionais, quando digo que vou ao Japão é rara a pessoa que não comenta "Quero muito conhecer o Japão!".
É a minha terceira viagem de trabalho ao Japão, coincidente com a terceira Missão Empresarial da CCIP ao gigante nipónico.
Um total de aproximadamente 19 horas de viagem separa Portugal do Japão (neste caso, dois voos com escala em Paris), fazendo com que inevitavelmente cheguemos a Tóquio com a energia em níveis mais baixos do que esperávamos. São 09h30 de segunda-feira e reservámos este primeiro dia para a "aclimatização", pois encontramo-nos com +8h de diferença horária relativamente a Portugal.
As empresas portuguesas que compõem esta missão empresarial são dos setores agroalimentar, metalomecânica, automóvel, bebidas e máquinas e equipamentos. Apenas um dos representantes destas empresas já tinha estado anteriormente neste país.
Aproveitámos para dar uma volta pelo bairro do hotel onde ficamos, em Roppongi, local escolhido pela sua boa localização e acessibilidades. Organização, respeito e método são as palavras que ressaltam das primeiras observações que fazemos ao caminhar pelas ruas e avenidas de Tóquio. Tudo é pensado ao milímetro, meticulosamente cuidado e com uma atenção ao detalhe que surpreende sempre, mesmo os que já cá estiveram.
Voltamos ao hotel e temos a reunião de briefing entre as empresas portuguesas e o nosso parceiro local, onde são esclarecidas as últimas dúvidas e planificada a logística de deslocação para cada uma das reuniões individuais que irão ocorrer nos próximos dias.
Segue-se uma ida ao metro local para explicações detalhadas sobre a lógica de funcionamento, compra de bilhetes e navegação no extenso mapa de linhas infindáveis que percorrem a grande Tóquio. As deslocações são feitas, na sua maioria, de metro e comboio, utilizando-se também táxis quando necessário.
Tudo esclarecido e seguimos para jantar numa “tasca” tipicamente nipónica, onde o inglês é uma língua praticamente desconhecida e onde só graças ao nosso parceiro local é que conseguimos comer um conjunto de especialidades japonesas, com um ambiente claramente local e bastante animado.
Os próximos 3 dias são focados nas agendas individuais de cada uma das empresas, preparadas de acordo com o perfil pretendido pelos participantes portugueses. Muitas deslocações, não só em Tóquio, como também para Hiroshima, Osaka, Nagoya, Tochigi, Saitama e Aichi, onde estão situadas as sedes das empresas japonesas com quem agendámos as reuniões para cada uma das empresas portuguesas.
O empresário japonês, em geral, é muito cordial e prepara-se bem para receber as nossas empresas, sabendo em pormenor o que fazem e que produtos comercializam. Isto revela-se extremamente importante para o melhor aproveitamento de cada reunião e resultado posterior a alcançar. Aqui ninguém pretende perder tempo com reuniões de cortesia.
A título de exemplo, numa reunião com a Honda Motors, um dos interlocutores escolhidos esteve em Portugal na Universidade de Aveiro em 1990 e vem de vez em quando a Portugal, afirmando adorar o nosso país. Estes cuidados constituem, naturalmente, uma mais-valia para a geração de empatia inicial e para "quebrar o gelo".
Portugal não é de todo um país desconhecido por estas terras. A história de relações entre os dois países tem quase 500 anos e Portugal é a nação europeia com a mais longa história de intercâmbio com o Japão. Os recentes esforços diplomáticos de Portugal, por parte da Embaixada Portuguesa em Tóquio, em melhorar a imagem e o dinamismo de Portugal em diferentes domínios, ajudam definitivamente a que as nossas empresas tenham uma imagem de maior relevo quando abordam o mercado.
O facto de a moeda japonesa estar menos favorável ao Euro faz com que se analisem melhor as condições de importação, assim como a muito necessária avaliação dos critérios de qualidade e certificações das empresas portuguesas. O nível de exigência do consumidor japonês é muito elevado e isso obriga a um conjunto de medidas que os importadores locais impõem aos seus fornecedores internacionais.
O último dia revela uma satisfação generalizada de todas as empresas portuguesas, quanto à qualidade das reuniões e aos resultados que das mesmas poderão surgir a curto/médio prazo. Já se planeiam, para breve, ações de charme individuais aos contatos mais promissores, para intensificação das relações, com o objetivo de aumentar significativamente as probabilidades de fecho de negócios no futuro.
Saímos do Japão com a clara sensação de que estamos perante um dos mercados mais evoluídos do mundo, com um elevado poder de compra e com um nível de exigência e qualidade sem paralelo. E que muitas das nossas empresas têm todas as condições para poder entrar na rigorosa lista de fornecedores internacionais que querem entrar neste mercado. Assim tenham vontade para isso.

O conjunto de empresas portuguesas dos setores agroalimentar, bebidas, máquinas e equipamentos, metalomecânica de precisão e automação e componentes para a indústria automóvel, tiveram oportunidade de reunir individualmente com importadores, distribuidores e clientes finais que pretendiam para este mercado, não só em Tóquio, como em Osaka, Aichi, Tochigi, Nagoya e Saitama.
A exigência, evolução, poder de compra significativo e a procura pela qualidade são algumas das características que fazem com que o Japão seja um mercado incontornável para muitas empresas exportadoras portuguesas.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa continuará a ajudar empresas portuguesas que pretendam abordar o Japão, com uma próxima deslocação já agendada para outubro.

A oferta disponibilizada divide-se em 5 áreas de formação:
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90 |
341 |
342 |
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| Desenvolvimento Pessoal | Comércio | Marketing e Publicidade | Gestão e Administração | Direito |
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Aumentar produtividade e rentabilidade do trabalhador A formação profissional assume-se como um meio de dar aos trabalhadores as ferramentas necessárias para potenciar o seu rendimento, acrescentando também vantagens para as empresas. |
Adquirir e certificar conhecimentos A formação profissional é a forma de muitos trabalhadores aumentarem e certificarem os seus conhecimentos tendo em vista a sua evolução profissional. |
Renovar e atualizar conhecimentos O mercado de trabalho está em constante evolução. A formação profissional permite fazer um "refresh" dos conhecimentos já adquiridos.
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A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organizou, na Nova-SBE, em Carcavelos, a 3ª edição do Growth Forum. O evento reuniu alguns dos principais protagonistas do país para discutir desafios da economia nacional e internacional, passando por temas fundamentais como a inteligência artificial, a situação geopolítica e geoeconómica, a produtividade e a necessidade de construção de marcas globais.
Na sessão de abertura, o Ministro da Economia, Pedro Reis defendeu que há uma oportunidade para Portugal no reposicionamento do mapa da geoestratégia mundial. Na sua intervenção destacou ainda que é preciso “fazer acontecer” e considerou que “no país dos diagnósticos, este é o momento da execução”. O Ministro da Economia defendeu ainda que “cuidar das empresas é cuidar de quem mais precisa e assegurar o nosso futuro”. “Não conheço outro modelo de desenvolvimento e de crescimento que não se consolide através da saúde das nossas empresas”, vincou durante a sua intervenção.
Além dos debates e discussões, o Growth Forum serviu também como palco para homenagear e premiar o espírito empreendedor e a excelência empresarial. Foram entregues prémios nas categorias de inovação, exportação, internacionalização e startups, reconhecendo assim os melhores desempenhos no setor empresarial português.
O Growth Forum confirmou-se assim como um espaço de excelência para o debate, troca de ideias e celebração dos sucessos empresariais, reiterando o compromisso da CCIP em apoiar as empresas e promover o desenvolvimento económico sustentável e dinâmico em Portugal.

Realizada nas instalações da OLI, esta iniciativa proporcionou uma apresentação da cultura empresarial e das operações da empresa. O programa incluiu uma apresentação detalhada da OLI, seguida de uma visita guiada às instalações. Os participantes tiveram ainda a oportunidade de estar em contacto direto com os responsáveis da empresa.
A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa reiterou o seu compromisso contínuo em promover o crescimento e a inovação das empresas portuguesas, destacando casos de sucesso como a OLI.

A Arábia Saudita marca a agenda dos mercados internacionais por ser uma das economias mundiais em grande crescimento, argumento mais do que fundamentado para a realização da missão empresarial ao país, organizada pela CCIP.
Setores tão diferenciados como o têxtil, o da pedra natural, da cosmética, da farmacêutica, dos plásticos e do ensino superior, acompanharam a CCIP nesta missão que desencadeou várias reuniões individuais entre empresas portuguesas e as contrapartes sauditas instaladas neste mercado.