
A 2ª edição do estudo InSight permitiu-nos compreender que a dinâmica de crescimento que as PME registaram no âmbito da sua actividade internacional é estruturalmente alavancada por um conjunto de ferramentas e factores que tornam a internacionalização, mais fácil, menos onerosa e com riscos passíveis de ser geridos.
- Uma internacionalização alicerçada em Feiras e Participação em Missões Empresariais - 55% dos inquiridos “concordam muito ou totalmente com a ideia de que participar em feiras é uma das estratégias mais consagradas de promoção comercial, prospecção de mercado e angariação de clientes, nas suas empresas”. No entanto, a centralidade das feiras não é transversal a todos os sectores, o que justifica que tenha duplicado o número de empresas que afirma ter participado em missões empresariais em 2017 (19% em 2016 para 40% em 2017).
- Uma actividade internacional facilitada pelo Digital - Em sede de inquérito, 54% dos gestores refere como “muito importante” a “facilidade de identificar e comunicar com novos clientes através da internet e de plataformas digitais” e 53% afirma essa mesma “muita importância” no que se prende com a “facilidade em consultar informação sobre mercados na Internet”
- Uma actividade internacional em que os riscos financeiros são mitigáveis - 67% dos inquiridos escolhem a moeda de facturação para anular riscos cambiais; 59% garantem o recebimento antecipado / pagamento no acto da encomenda para obviar riscos de cobrança.
Este estudo foi realizado pela Câmara de Comércio em colaboração com o E-Monitor e conta com o patrocínio da CGD, MDS e Yunit Consulting. O segundo inquérito anual do InSight foi executado entre 24 de Outubro e 25 de Novembro de 2017, tendo sido respondido por 761 empresas, das quais 598 internacionalizadas/exportadoras.
Aceda à versão completa do estudo aqui
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