A incerteza dos mercados energéticos à mercê da guerra e da paz no Médio Oriente leva a lembrar a história das flutuações do preço do barril Brent, que é a “marca” que a US Energy Administration usa como referência nos últimos 50 anos.
• No início dos anos 70, com a guerra do Yom Kippur e a imposição do corte da OPEC ao Ocidente, houve uma alta de preços;
• Caíram, nos anos 80, por baixa da procura e pela nova oferta de produtores não-OPEC;
• Subiram e desceram na crise de 2008, pela subida da procura e a queda na crise financeira;
• Caíram para valores nunca vistos (abaixo dos 20 dólares/barril) com a epidemia COVID-19;
• Agora vão flutuar à mercê do diálogo/confronto entre Donald Trump e os governantes do Irão.
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