Um aspecto muito interessante da operação norte americana em Cuba, foi que a maior parte dos guardas da segurança próxima de Maduro, mortos em combate pelos comandos especiais americanos, eram cubanos.
Não é para admirar. Desde 2000, ainda no tempo de Hugo Chávez, que os cubanos têm sido essenciais na segurança e repressão policial do chamado “regime bolivariano”. Em troca, para além de influência política, recebiam petróleo venezuelano, das companhias americanas “nacionalizadas” pelos chavistas.
Ao contrário dos russos e chineses – que também tinham alguma presença militar em Caracas, mas se mantiveram sossegados – os cubanos defenderam o reduto de Maduro e 32 terão morrido na operação. Isto foi reconhecido pelo próprio presidente cubano, Miguel Diaz-Canel que anunciou dois dias de luto nacional.
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