Na reunião de Copenhaga da União Europeia, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán atacou o que chamou o “belicismo da UE” em relação à Rússia, criticando os planos anti-drone e o uso de fundos cativos russos a favor da Ucrânia. O dirigente do Fidesz atacou “os planos de guerra da UE” e declarou-se, contra a proposta de António Costa de suspender a regra da unanimidade dos 27, para facilitar a admissão da Ucrânia, sugerindo, alternativamente, uma “parceria estratégica” especial de Kiev com a União Europeia.
Afirmou também que a Hungria não vai entrar no Euro. Numa entrevista na Segunda-Feira, 6 de Outubro, ao EconomX, o dirigente húngaro afirmou que não faz sentido o seu país aderir ao Euro numa altura em que a UE “se está a desintegrar”.
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