Em Osnabrück, perante os media em 25 de Agosto, o chanceler alemão Friedrich Merz anunciou que a Alemanha não tem, actualmente, possibilidade de sustentar o Estado Social; este é um dos mais evoluídos e completos da Europa, cobrindo cuidados de saúde, benefícios de desemprego, pensões, apoio à habitação e à família.
O chanceler reconheceu que a economia alemã deixou de ter capacidade de financiar o Estados Social na dimensão que ele alcançou no tempo da Chanceler Merkel, quando se tornou muito caro para poder ser financiado pela economia actual.
Os sociais-democratas, parceiros da coligação de Merz já aceitaram este princípio de redução na prestação do Governo. Ao mesmo tempo, Merz prometeu que não haverá aumento de impostos para as empresas de média dimensão. Mas no SPD, Philipp Türner, o presidente da organização dos jovens sociais-democratas, os Jusos, declarou que o partido não fará concessões, no caso de haver planos para cortes nos benefícios sociais dos trabalhadores. Por outro lado, a decisão do chanceler do embargo parcial de armas para Israel levanta algumas divisões internas, com os parceiros da CSU bávara, que se queixavam de não terem sido informados. E a radical Afirmativa pela Alemanha, em algumas sondagens, fica à frente da CDU, respectivamente 26% para 24%.
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