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No final do ano passado, a Câmara de Comércio desafiou a MDS Portugal a apoiar o Estudo InSight, uma plataforma de conhecimento que tem como objectivo compreender a realidade das PME internacionalizadas, as suas actividades de internacionalização e as perspectivas de desenvolvimento futuro.

O desafio foi aceite!

Veja agora a entrevista a Mário Vinhas, Deputy Executive Director da MDS Portugal, sobre os motivos que os levaram a patrocinar o estudo InSight.

 

CCIP: Qual a importância deste estudo para a vossa organização?

MV: Na MDS fomentamos o conhecimento e a inovação, procurando estar sempre na primeira linha da informação relevante e actual. Este estudo, que temos o orgulho de ajudar a viabilizar, disponibiliza Insights muito relevantes que nos permitem melhorar o apoio que prestamos às empresas, ajudando-as a enfrentar os desafios que os processos de investimento acarretam, quer passem pela exportação ou internacionalização.

Num mercado cada vez mais global e competitivo, a informação actualizada e detalhada sobre os processos de internacionalização assume um papel crítico. Por isso, é importante compreender a realidade das empresas exportadoras, nomeadamente das PME’s portuguesas.

 
CCIP: Em que medida pode apoiar novas estratégias na sua empresa?

MV: A MDS é um grupo multinacional que actua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de risco. Estamos directamente presentes em 8 países, entre os quais Portugal, Brasil, Espanha e Angola, mas temos interesses em cerca de uma centena, através da nossa participada Brokerslink. Na MDS cedo percebemos as vantagens e a necessidade de internacionalização, do próprio Grupo e das empresas nossas clientes.

Este estudo permite prosseguir esse caminho, constituindo também uma oportunidade de diversificação de serviços e soluções. Conhecendo melhor as características, necessidades, preocupações e mercados de actuação das empresas, poderemos oferecer programas de seguros mais ajustados e optimizados.

 
CCIP: A internacionalização / exportação foi uma resposta competente das empresas portuguesas à crise. E o futuro?

MV: Na MDS partilhamos da visão retratada pelo estudo. Durante o período de crise enfrentado pela economia portuguesa, muitas empresas encaravam a internacionalização como uma via para fazer face aos desafios que enfrentavam. Os resultados obtidos e a crescente globalização das economias continuam a incentivar e impulsionar as empresas portuguesas a exportarem. Tenha sido, ou não, uma necessidade, a verdade é que as empresas portuguesas têm qualidade, são competitivas e sabem onde podem fazer a diferença. Por isso, as oportunidades do mercado global devem e podem ser exploradas, hoje e, cada vez mais, no futuro.

 
CCIP: Qual a importância de definir uma política de gestão de risco ajustada à actividade internacional? Quais os principais riscos envolvidos e como podem as empresas minimizá-los?

MV: Todas as empresas necessitam de definir uma política de gestão de risco que proteja os seus activos e a sustentabilidade da actividade, qualquer que seja a sua dimensão ou âmbito geográfico. O estudo dos vários riscos a que empresa se encontra exposta deverá fazer parte da sua estratégia, antecedendo, por exemplo, a decisão de iniciar um possível processo de investimento, exportação ou internacionalização.

No caso das empresas exportadoras e internacionalizadas, a complexidade da análise é acrescida e deverá ser acautelada uma política transversal a todos os mercados - coerente, centralizada e controlada. No entanto, cada mercado acarreta novos desafios decorrentes de um ambiente económico, social, legal e regulatório e político específico.

As empresas exportadoras enfrentam riscos de fluxo de pagamentos, crédito, cambial, responsabilidade civil com produtos, riscos associados às viagens efetuadas pelos colaboradores, continuidade de negócio, entrega de produtos, cyber risks ou defesa da marca, entre outros. No caso das empresas internacionalizadas, o nível de investimento em ativos pessoais e patrimoniais é maior, acrescendo ao nível de risco que enfrentam a diversidade de fatores e o aumento da exposição face aos mesmos.

Os mercados externos podem apresentar muitas oportunidades de negócio, no entanto, a salvaguarda dos bens das empresas exportadoras e internacionalizadas, assim como da sua reputação, terá de ser assegurada sob pena que ameaçar a continuidade da sua actividade. A consultoria de riscos e a contratação de seguros é fundamental para assegurar o desenvolvimento sustentável do negócio. Consultores como a MDS, com acesso a informação detalhada e actualizada de cada mercado e um vasto know-how, podem ajudar as empresas a minimizar riscos, optimizar estratégias e potenciar rendimentos, através de uma correcta definição da política de gestão de risco.

 

O estudo InSight foi realizado pela Câmara de Comércio em colaboração com o E-Monitor e conta com o patrocínio da CGD, MDS e Yunit Consulting. O segundo inquérito anual do InSight foi executado entre 24 de Outubro e 25 de Novembro de 2017, tendo sido respondido por 761 empresas, das quais 598 internacionalizadas/exportadoras.

Aceda à versão completa do estudo aqui

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