Petróleos da Venezuela – Os Antecedentes

Antes da operação da madrugada de 3 de Janeiro, a Venezuela já estava a sofrer os efeitos da pressão norte americana, nomeadamente no sector petrolífero, devido ao patrulhamento das águas regionais com apreensão ou afundamento de embarcações acusadas de narcotráfico. Isto estendeu-se a alguns navios petroleiros.

Foi o caso do Skipper, um petroleiro interceptado com base em acusações de ser usado para transporte de droga. O país sul-americano já tinha sofrido nas exportações petrolíferas em 2002-2003, quando houve uma greve geral para forçar a renúncia de Chavez. Petróleos da Venezuela SA, mais conhecidos pelas iniciais Pdvsa, tiveram então uma greve que durou mais de dois meses. Os grevistas queriam levar à queda do regime.

A produção petrolífera (a Venezuela tem as maiores reservas de crude do mundo) caiu então, de um mês para o outro de 2,9 milhões de barris/dia para 757.000. A greve geral ficou associada a um objectivo político – fazer o poder chavista recuar perante os novos desafios.

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