O governo do Chanceler Merz, uma coligação da Democracia Cristã (CDU) com a Social-Democracia (SPD), conseguiu aprovar, com alguma dificuldade, a nova lei sobre a reforma das pensões.
A votação foi de 318 votos a favor, 224 contra e 53 abstenções, mas o Chanceler teve sérios problemas com a Junge Union, a secção juvenil da CDU, que tem 18 deputados no Parlamento de Berlim e que alegou que o nível das pensões (48% do salário médio) a manter até 2031, além dos custos para o Tesouro federal (15 mil milhões de Euros/ano) é mais um imposto para as novas gerações.
Outro aspecto do programa da coligação que está a levantar o descontentamento dos jovens são as alusões a um possível estabelecimento do serviço militar obrigatório, “por causa da ameaça russa”, contrariado com manifestações de rua.
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