Sanções UE

Em 4 de Maio, Ursula von der Leyen tornou público, o novo - o sexto - pacote de sanções contra a Rússia que prescrevia que no prazo máximo de oito meses haveria completa proibição de importação de petróleo. Perante várias oposições - e o risco de veto de alguns dos países membros - o texto foi reavaliado e reescrito e agora reflecte a introdução das excepções dos países mais prejudicados por essas sanções. Assim, por pressão da Grécia, do Chipre e de Malta, países com largos interesses no transporte marítimo, desapareceu a proibição original de petroleiros europeus transportarem petróleo russo. Manteve-se, no entanto, a proibição para companhias europeias prestarem serviços de seguros no transporte mundial de petróleo russo.

Do mesmo modo, e depois de terem ameaçado vetar a proposta sobre o fim da importação do petróleo russo, que segundo eles, seria catastrófico para os seus países, os governos da Hungria, República Checa e a Eslováquia viram dilatados os seus prazos para terminar tais fornecimentos: a Hungria até ao final de 2024 e a Eslováquia e a República Checa até meados desse mesmo ano.

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