Relações Comerciais com Portugal e Oportunidades de Negócio

A balança comercial entre Portugal e o Luxemburgo tem apresentado saldos negativos para o nosso País. Com efeito e, com excepção de 2010, tem sido esta a tendência nos últimos cinco anos.


Em 2013, neste relacionamento bilateral a nível comercial, o Luxemburgo ficou em 48º lugar como cliente de Portugal, sendo que o Luxemburgo ocupou a 54ª posição enquanto fornecedor, valores que poderiam ser melhorados, sobretudo considerando a proximidade entre ambos os países, não apenas do ponto de vista geográfico, mas também tendo em conta o número de portugueses a trabalhar neste país.


A estrutura das exportações de Portugal para o Luxemburgo foi constituída, em 2013, por produtos alimentares (34%), produtos agrícolas (18%), veículos e outro material de transporte (10%), máquinas e aparelhos (7,6%), minerais e minérios (5,5%), vestuário (5%), metais comuns (3,6%), calçado (3%).


No que diz respeito às importações, estas foram compostas por químicos (31,6%), máquinas e aparelhos (25,1%), metais comuns (22,5%), plásticos e borracha (8%) e produtos alimentares (2,6%).


Quanto às oportunidades de negócio, são naturalmente muitas, devendo-se ter em conta a quantidade de portugueses a viver no Luxemburgo e a trabalhar nos mais variados sectores. A economia luxemburguesa está rapidamente a transformar-se para se adaptar às novas realidades do futuro. Daí a sua grande aposta na atracção de indústrias de elevado valor acrescentado e do reforço de áreas como a da investigação e desenvolvimento, sobretudo no domínio das novas tecnologias. Há, assim, uma política de criação de clusters de inovação, pois existe a percepção de um impacto crescente da tecnologia digital na economia, em sectores tão variados como o financeiro, o da medicina, dos media ou do retalho. Estão a criar-se condições, através de grandes investimentos em infraestruturas em áreas como a alta-velocidade na transmissão de dados, para o desenvolvimento do e-commerce, transformando o Luxemburgo num hub da nova economia digital.


Outros sectores com potencial são os dos componentes tecnológicos para automóveis, da indústria química e da metalomecânica. Também o sector do vidro tem vindo a merecer atenção.


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