Polónia: Enquadramento Económico

POLÓNIA: ESTABILIDADE E CRESCIMENTO!

Uma das grandes vantagens da Polónia reside na estabilidade da sua economia e na constante tendência para o seu crescimento, pese embora algumas oscilações no ritmo em que ocorre.

No plano macro-económico, o país tem beneficiado em muito da sua adesão à UE, permanecendo fora da zona euro e mantendo a sua moeda – o zlóti (0,23€).

Desde a sua adesão à UE até à eclosão da grande crise económico-financeira (2004 a 2007) o país cresceu a uma média anual de 5,5% - mais do dobro do registado nos quatro anos anteriores, o que revela o enorme impulso dado à economia polaca pela sua integração no bloco comunitário. Se a crise de 2008 trouxe um abrandamento no ritmo de crescimento, o ano de 2009 veio confirmar a resiliência e o potencial desta economia no contexto comunitário. Com uma subida de 2,6% do PIB a Polónia foi o único país em toda a UE a apresentar um valor de crescimento positivo, num ano em que a média de crescimento entre os Estados-membros atingiu os -5,9%. Ao longo dos últimos seis anos e a um ritmo de 3,1%, a Polónia foi a 6ª economia que mais cresceu em toda a União.

Na sua maior parte apoiada na indústria, que representou 26,3% do PIB, com destaque para a indústria transformadora (19,7%), em 2015 a economia polaca cresceu 3,7% atingindo um PIB de 474,8 mil milhões de dólares, o que fez da Polónia a 8ª maior economia entre os 28. Seguiu-se o comércio e reparação de veículos automóveis (17,6%), o sector da construção (7,8%) e os serviços de transporte e armazenagem (6,3%). Ainda importantes mas com valores inferiores surgiram as actividades de consultoria, científicas, técnicas e similares (serviços de empresas) e o sector imobiliário.

Este ano deverá fechar com uma subida de 3,1% do PIB – acima da média da UE (2,3%) – e, com valores ligeiramente acima, o outllok é também positivo para os dois anos seguintes.

Ao longo de todo este período a inflação foi-se mantendo controlada entre os 1% e os 4,3%, embora nos três últimos anos se tenha assistido a uma clara tendência de descida dos preços abaixo de 1%, tendo-se mesmo atingido níveis de deflação em 2014 e 2015.
Longe dos níveis de desemprego do início do milénio – em média acima dos 18,5% – a adesão do país à UE significou também uma tendência de descida no número de desempregados. Hoje o desemprego encontra-se a menos de metade daquele valor. Em Outubro de 2016, o desemprego situava-se nos 8,2%, o valor mais baixo de todo o ano. Para os próximos anos, espera-se uma continuação da redução deste indicador – para a casa dos 6%.

 

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