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Caixa reforça apoio às exportações portuguesas

#Publireportagem

Segundo dados de 2019 da OMC, Portugal é a 45ª maior economia de exportação do mundo com uma crescente tendência de diversificação de mercados, representando as exportações 44% do PIB português.

Desde a crise da dívida em 2011, as empresas portuguesas aumentaram a sua vocação exportadora contribuindo de forma evidente para o equilíbrio da balança comercial e para o fortalecimento da economia nacional. Esta tendência foi interrompida pela pandemia COVID-19 que tem trazido pesadas consequências económicas e financeiras para Portugal. Apesar da incerteza sobre o futuro, o aparecimento da vacina deverá acelerar a recuperação em termos de saúde, sociais e económicos.
Poderemos confiar em que as exportadoras portuguesas representarão, mais uma vez, um importante papel na recuperação da economia nacional. São de destacar alguns setores que, em setembro deste ano, já apresentaram crescimentos face a 2019; são exemplos, a metalurgia, os produtos alimentares (com realce para os vinhos), as máquinas e material elétrico e a fileira têxtil.

Apesar do presente contexto, as exportadoras reconhecem que, redesenhando as suas estratégias de crescimento, de inovação (dados do Eurostat apontam para uma relação direta entre a inovação das empresas e as suas exportações), de diversificação de risco e com abordagem a novos mercados e com novos processos (necessidade de reconversão dos planos de aprendizagem e transferência de conhecimento para plataformas digitais existentes no mercado), as encomendas surgirão.

 

O digital como mola de relançamento das exportações

As empresas para serem competitivas nos mercados externos precisam, em regra, de deter uma certa dimensão que lhes permita capacidade de resposta e músculo financeiro para abordar os mercados externos, de apostar na inovação e dispor de meios digitais.

Exportar online e utilizar os mercados digitais de venda de produtos, fazem parte do caminho que deverá ser seguido pelos exportadores portugueses. Em concreto, as exportadoras deverão expandir a cooperação digital, readaptar os procedimentos e processos para trabalhar em conjunto e interagir com os clientes, desenvolver plataformas digitais de aprendizagem, de transferência do conhecimento e aceleração da transformação digital dos processos. Estes deverão ser os principais passos a dar na sequência da pandemia da covid-19, como forma de minimizar as incertezas sobre a sua internacionalização.

É de sublinhar a relevância dada no Plano de Recuperação e Resiliência no sentido de apoiar as empresas a procurarem a sua transição digital, com processos mais amigos do ambiente, e com melhores qualificações.

 

A Caixa como parceiro para ultrapassar obstáculos à internacionalização

A Caixa posiciona-se como um banco que apoia as exportações e importações num contínuo processo de inovação e com uma aposta forte nas mais modernas soluções tecnológicas digitais, com uma oferta que permite o financiamento das empresas - seguindo uma cultura de risco - com soluções de liquidez, com soluções para garantir a segurança das transações de comércio internacional. Contando com equipas de especialistas em Portugal e na vasta rede internacional do Grupo Caixa, com um conjunto de bancos correspondentes em cerca de 200 países e com sofisticadas plataformas digitais próprias (Caixadirecta Empresas) e plataformas de e-trade internacionais) que permitem às empresas ganhos em eficiência, segurança e rapidez e numa filosofia 100% digital. O simulador iAPEX da Caixa ajuda as empresas na seleção de mercados de exportação mais adequados e atrativos para o seu produto (mais de 8.000 produtos simuláveis), com a correspondência na oferta da Caixa para cada mercado escolhido.

São também fundamentais a colaboração e a estreita ligação entre os vários players do negócio internacional: bancos, transitários, alfândegas, seguradoras e crédito, associações empresariais, agências públicas de apoio ao comércio externo, câmaras de comércio bilaterais e a CCIP - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, da qual a Caixa é parceira há vários anos. Todos têm de fazer um forte esforço de adaptação a processos mais rápidos, desmaterializados, confiando no papel dos bancos e na capacidade destes em ajudar as empresas a reduzir os riscos envolvidos nos processos de exportação.

Deixo o compromisso renovado da Caixa em estar sempre ao lado das empresas, independentemente das conjunturas, e em estabelecer relações duradouras e disponibilizar soluções simples e flexíveis aos nossos clientes, em alinhamento com as políticas públicas e com os programas de financiamento à economia. Destaco o Programa Internacionalizar 2030 como um elemento importante na estratégia do governo e em complemento com as linhas de crédito dito à indústria exportadora, nas suas diversas modalidades.


Francisco Cary

Administrador Executivo da Caixa Geral de Depósitos
Dezembro 2020

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