formacao-profissional

A competitividade das organizações passa hoje mais do que nunca pela competitividade e competências dos seus colaboradores.

 

No mundo em que vivemos, volátil, incerto, complexo e ambíguo (VUCA), onde a única certeza que temos é a imprevisibilidade do que nos rodeia, a formação e a aprendizagem contínuas são as ferramentas que temos à nossa disposição para conseguirmos adaptarmo-nos, e melhorarmos as nossas capacidades, aptidões e competências. E, desta forma, evoluirmos e ajudarmos a evoluir as organizações em que nos inserimos.

Numa perspectiva organizacional, na qual assistimos a uma grande “guerra” pelos melhores talentos, a formação contínua e estratégica desempenha um papel fundamental.

 

Se as organizações querem atrair e reter os melhores, têm que oferecer uma proposta de valor relevante, que passa, entre outras coisas, pelo desenvolvimento de uma cultura organizacional própria e por uma estratégia de formação ajustada àquilo que são as suas necessidades presentes e, mais do que tudo, futuras.

 

Isto passa, numa primeira fase, por efectuar um correcto diagnóstico das necessidades, envolvendo diferentes interlocutores internos. Depois, por alinhar esse diagnóstico com a estratégia global da organização (para onde vai, quais os objectivos a curto/médio prazo, etc.). Esta será uma das etapas mais importantes e que implicará uma maior atenção por parte da organização.

Depois de tudo validado e alinhado, passamos então à definição de um plano estratégico de formação, que se detalhará num conjunto de acções e programas de formação.

Após a implementação desse plano, é fundamental monitorizar e avaliar o que foi feito, envolvendo para isso também os próprios formadores, para que possamos validar se estamos no caminho certo, se recorremos às metodologias e ferramentas adequadas. Esta esta é muitíssimo importante para efectuarmos os ajustamentos necessários ao plano e corrigir o que foi menos conseguido.

Por último, há que validar se as acções produziram o resultado desejado, validando junto das equipas se os colaboradores implementaram os conhecimentos apreendidos no âmbito das suas funções e se estes promoveram uma melhoria das suas atitudes, competências ou técnicas. Aqui, conseguimos reunir também inputs importantes para o ponto de partida de um novo ciclo de acções.

 

Só desta forma é possível garantir que a organização vai evoluindo e aprendendo, através da incorporação das aprendizagens e experiências individuais de cada um, transformando isso em boas-práticas e em conhecimento extensível a todos.

 

Aqui estamos perante uma verdadeira learning organization estruturada, que promove o verdadeiro potencial da formação e a evolução dos seus colaboradores!

 

Autora:
Andreia Jotta
Directora de Marketing e Comunicação
Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa

Saiba como fazer parte da rede da Câmara de Comércio

 

Torne-se nosso associado

 

Apresentação Câmara de Comércio