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Os perigos do Brexit, os novos mercados-alvo e as apostas que falharam no passado, foram alguns dos temas que o Director de Comércio Internacional da CCIP, abordou em entrevista ao Eco.

Pedro Magalhães, Director de Comércio Internacional da CCIP, recebeu o Eco para uma conversa sobre diversos temas relativos à internacionalização das empresas portuguesas.

Se por um lado as exportações portuguesas têm um historial de principal destino a União Europeia (cerca de 80%), nos últimos anos têm-se verificado um decréscimo neste valor e uma maior diversificação de mercados. Marrocos, México, Coreia do sul, Japão e Emirados Árabes Unidos, são alguns dos países que têm suscitado interesse das empresas portuguesas.

Quando questionado sobre o interesse das empresas na China, Pedro Magalhães dá um exemplo concreto de questões que ainda têm de ser trabalhadas em conjunto com o Governo:

 

“Portugal começou a vender carne de porco para este mercado há muito pouco tempo, mas durante anos não conseguiu exportar esse tipo de produto. Porém, era algo que os espanhóis já o faziam com frequência. Agora pergunto, o que levou a que esta situação demorasse tanto tempo a ser resolvida? É necessário que o Governo e as empresas estejam alinhados para serem mais céleres na resolução de possíveis problemas. O Governo e a esfera privada têm de ser mais unidos, pois barreiras vão surgir sempre.

 

Questionado directamente sobre a Venezuela, Pedro Magalhães responde que “Na minha ótica, a Venezuela nunca foi um “El Dorado” para Portugal. Foi de facto um bom investimento para algumas empresas grandes, mas de forma geral o número de exportações para esse país não foi muito expressivo. Como já referi, os empresários portugueses começaram a investir fortemente em países como o México, Colômbia e Chile. As empresas não param, se não dá na Venezuela, existem mais de 190 países em que é possível apostar.”

 

Veja a entrevista completa “A Venezuela nunca foi um El Dorado para Portugal”

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