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No 1º InSight (realizado em 2016), as PME portuguesas consideravam que a principal vantagem competitiva era a “qualidade dos seus produtos e/ou dos serviços prestados”. Em 2018, para além da qualidade da oferta, destaca-se também a necessidade de propor ao mercado, produtos e serviços inovadores.

Em grandes linhas, a criticidade destas duas dimensões prevalece em 2018, tendo associadas outras duas variáveis, também elas, consideradas bastante importantes ao longo do tempo: cerca de 42% dos inquiridos referem com principal vantagem competitiva a «rapidez de adaptação do negócio / resposta ao cliente» e, aproximadamente, 35% enunciam a centralidade do «preço competitivo».

Recuperando, novamente, a hipótese de que «nos próximos anos a empresa terá que inovar de forma estrutural para manter a sua competitividade em mercados internacionais» (ideia enunciada por 82% dos inquiridos), resulta claro que defender estes factores competitivos (qualidade + inovação + preço + flexibilidade) será chave para que as PME continuem numa senda de internacionalização bem-sucedida.

Em anos anteriores, as empresas referiam, com alguma representatividade, conseguir alavancar alguns factores exógenos para melhorar a competitividade das suas actividades de internacionalização. Afirmavam, por exemplo, ter conseguido no passado recente (então 2016 e 2017) fazer mais e melhor: (i) com uma adopção crescente do digital e (ii) beneficiando dos custos de viagens e comunicações.

Em 2018, as respostas ao inquérito, levam-nos a concluir que estamos perante gestores que já não veêm nestes factores reais contributos (novos) para a boa performance e para o crescimento da sua actividade internacional.

 

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