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“Os analistas políticos são praticamente unânimes: os resultados das recentes eleições para o Parlamento Europeu não provocaram nem grandes surpresas, nem grandes dramas políticos, com os eleitores a darem um sinal inequívoco de desejo de mudança, mas num quadro de defesa e de revitalização da União Europeia” – observou Bruno Bobone, Presidente da CCIP.

O avanço dos partidos eurocéticos, embora real, não foi suficiente para se tornarem uma minoria de bloqueio em Bruxelas, o que poderia ter consequências graves para o futuro da União Europeia. Por outro lado, o facto de os dois grandes agrupamentos políticos de centro-direita (PPE) e de centro esquerda (S&D) não terem alcançado a maioria dos votos, pela primeira vez, foi um dos factos mais significativos destas eleições.

“E é aqui que está o principal sinal de mudança, pois os partidos que integram estes dois agrupamentos já não serão os únicos a decidir como até agora. Terão que negociar com os liberais e democratas (ALDE&R) e também com os Verdes, que viram a sua representatividade crescer de forma clara.“

Quer isto dizer que poderemos vir a assistir a alterações sensíveis na forma de governar a União Europeia.

Veja o artigo completo no blogue de Bruno Bobone

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