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São muitas as empresas portuguesas que iniciaram uma forte estratégia de comunicação digital e que usam as redes sociais como amplificador da sua marca, ambicionando uma maior proximidade com os clientes e uma presença mais global.

Apesar desta consciencialização digital, parece faltar, a uma grande parte das empresas, uma estratégia concertada para a “transformação digital”. É um facto, que esta mudança é transversal a toda a empresa e que implica uma grande restruturação interna a nível de processos, de tecnologias e, mais importante, a nível de recursos humanos.

 

Dos factores críticos de sucesso para a transformação digital, parece consensual que o factor humano, quer cultural quer de liderança, seja o mais importante para o sucesso das empresas que actuam com uma visão global, ignorando fronteiras, mas atentas às diferenças culturais e às novas necessidades do cliente Digital.

 

A transformação digital não é um processo fácil nem imediato, e o retorno do investimento só é possível se existir um compromisso de toda a equipa na implementação dessa mudança, assim como de uma consultoria especializada, com consultores capazes de auxiliar no desenvolvimento a nível de diligências e/ou investimentos. A boa notícia é que, apesar da relutância dos gestores em aceitar ajuda externa e de ceder ao aparecimento de novas práticas, existe em Portugal um crescimento acentuado de empresas eficientes focadas nesta especialização.

 

Esta resistência é mais recorrente em empresas tradicionais, com negócios familiares de duas ou três gerações, que se sentem ameaçadas com a nova geração de nativos digitais, que por já terem nascido num mundo digital, não têm estruturas pesadas e estão habituados a testar vários modelos de negócio e de monetização, sem grandes custos ou impactos. É a velha história da agilidade do rato versus do elefante. Estes “new entrants” aparecem como concorrentes surpresa, em qualquer sector, sem ter o expertise dos “elefantes” mas com estruturas muito leves e uma agilidade incrível nos seus processos internos e de facing com o cliente, nos modelos de negócio, na cultura digital e no total domínio das tecnologias.

 

Este é o factor mais importante que dita a urgência de iniciar rapidamente um processo de transformação digital sério, muito para além da típica presença online nas redes sociais e websites.

 

Todas as empresas que aspiram a ser globais e a tornarem-se mais competitivas, têm hoje que estar munidas desta característica “camaleónica” de adaptação e transformação de acordo com as circunstâncias voláteis, de um mercado imprevisível e em constante evolução, com coragem, determinação e uma grande capacidade de adaptação.

 

Se pretende iniciar um processo de transformação digital, consulte o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento da CCIP.



Este artigo foi redigido pela Yunit Consulting no âmbito da parceria estabelecida para o Gabinete de Apoio à Estratégia e Investimento.

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