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Conhecido o Orçamento do Estado para 2019, Bruno Bobone considera que as medidas que visam a descida do IRC são “manifestamente insuficientes” embora aponte a redução do custo da energia, em 5%, um sinal positivo.

Outras medidas destacadas positivamente pelo Presidente da CCIP foram: a eliminação do PEC, o apoio fiscal ao reinvestimento dos lucros e a criação de um regime de benefícios fiscais nas regiões do interior.

Contudo, Bruno Bobone salienta que não será possível promover a competitividade das empresas com a segunda taxa mais elevada de IRC da zona euro.

“Este é, em suma, um orçamento pouco amigo das empresas e vai exigir um grande esforço ao tecido empresarial português”, referiu.

 

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