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Na sequência do Orçamento de Estado para 2018, o Dinheiro Vivo foi perguntar a algumas figuras como ex-ministros, economistas, confederações patronais, gestores e empresários, o que incluiriam no OE 2018 se fossem ministro das Finanças.

Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, foi uma das personalidades questionadas sobre este tema.

É sobejamente reconhecido que a despesa do Estado português é demasiado elevada e desajustada da sua necessidade, por pouco ou nada se ter feito no ajustamento dos seus recursos às novas realidades, tanto da economia do país como das tecnologias de organização. Assim, proporia a redução em 3% dos custos com pessoal. Esta redução seria conseguida através de uma política de não substituir funcionários públicos de áreas do Estado sobrepopuladas que se reformem e pré-reformando os elementos mais idosos dessas mesmas áreas. A vantagem pecuniária não terá efeito imediato, pois substituem-se custos de pessoal por custos de reforma, mas a prazo, e através da não substituição, a vantagem financeira acabaria por chegar, tornando o Estado português mais eficiente no que respeita à utilização dos recursos financeiros de que dispõe e podendo, por essa vantagem, vir a diminuir os impostos tanto a favor dos cidadãos como das empresas, que permitiria o desenvolvimento económico e aumentaria a criação de riqueza.

Leia aqui as medidas que personalidades incluiriam no Orçamento do Estado para o próximo ano se se sentassem na cadeira de Mário Centeno.

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