
Segundo dados fornecidos pela Pordata, verifica-se uma diminuição da produtividade em Portugal entre 1995 e 2017. Actualmente, a produtividade laboral portuguesa equivale a 68% da média da UE. Atrás de Portugal encontram-se algumas economias do Leste e a Grécia, já a Alemanha destaca-se das demais tendo registado, em 2016, quase o dobro da média europeia.
Segundo Bruno Bobone, Presidente da CCIP, a diminuição portuguesa deve-se a dois factores: um directamente relacionado com a crise económica; e outro “relacionado com a nossa incapacidade crónica e estrutural para empreender as acções necessárias para melhorar os índices de produtividade da economia.”
A bibliografia nacional debruçou-se bastante sobre o que pode ser feito para aumentar os níveis de produtividade nacional, enumerando diversas acções.
O Presidente da CCIP seleccionou duas acções que considera fundamentais:
- A melhoria das competências profissionais
- A implementação de novos modelos de organização ao nível das empresas
Independentemente das acções que se possam tomar, Bruno Bobone não tem dúvidas quando afirma que “a aposta fundamental é nas pessoas, já que, definitivamente, elas são o maior activo de qualquer empresa, organização, economia ou sociedade (…)! É investindo nelas que conseguiremos ultrapassar a armadilha da improdutividade portuguesa e garantir a via do crescimento económico justo e sustentado”.
Leia o artigo completo no Blog de Bruno Bobone.

