“O risco, a acção de empreender projectos novos e entrar em terrenos proibidos, abandonando as nossas zonas de conforto, são factores que contribuem para a criação de valor. Criam valor porque todas as atitudes arriscadas e corajosas têm sempre um efeito de contágio social cujo impacto final é muitas vezes impossível medir ou antecipar.”
Num dos mais recentes artigos do Presidente da CCIP, Bruno Bobone fala da necessidade de se criar, cada vez mais, uma cultura que promova o empreendedorismo e entenda os erros e fracassos como uma forma de aprendizagem.
Um estudo de 2016, apoiado pela Allianz Kulturstiftung, identificou uma tendência positiva de Portugal, classificando Lisboa como o quinto ecossistema de start-ups com melhores resultados na Europa, à frente de outras capitais como Estocolmo e Dublin.
Na opinião do Presidente da CCIP, os factores que têm impulsionado esta mudança estão relacionados com o desenvolvimento de um novo espírito empreendedor e com a mudança de natureza estrutural das empresas. Se antes “muitos jovens recém-licenciados nas áreas de economia, gestão ou engenharia tinham como objectivo profissional trabalhar para uma grande multinacional, hoje muitos deles saem das universidades apetrechados com diplomas, business plans e simulações para montar os seus próprios negócios”.


