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Presidente Fundador: Francisco António de Campos, Barão de Vila Nova de Foz Côa (1834 – 1835) Sede: Rua do Arsenal nº 60 A 12 de Junho, um núcleo de 277 empresários, e na sequência da extinção do antiquíssimo Regulamento dos Comerciantes de Lisboa e Porto (1293), estabeleceram o primeiro regulamento provisório da Associação Mercantil Lisbonense (AML), ainda existente nos actuais estatutos da CCIP. A AML foi pioneira do associativismo empresarial em Portugal, sendo a primeira corporação económica no país. Os primeiros estatutos, aprovados nesse ano, clarificavam o objectivo a que se propunha: "promover tudo quanto possa julgar-se útil ao Comércio Português e tendente à prosperidade nacional (...), abstendo-se de toda a ingerência política ou religiosa". No mesmo ano a Associação dirige os primeiros esforços para restabelecer a "Folha Comercial da Praça de Lisboa", periódico que então suspendera a publicação. Convocação de todas as classes de fabricantes em crise e interferência junto do governo em favor de fabricantes prejudicados Criação do curso de direito mercantil
 
Presidente: José Ferreira Pinto Basto, fundador da Vista Alegre (1835 – 1836) Os associados opõem-se à tentativa do Presidente em que "as Praças deveriam ser regulamentadas pelo Supremo Magistrado do Comércio", função que então desempenhava. Em colaboração com o Banco de Lisboa, a AML canaliza um empréstimo ao Governo que funda a Companhia Confiança (posteriormente esta instituição funde-se com o Banco de Lisboa dando lugar ao Banco de Portugal). No mesmo ano é criada a Companhia de Pescarias Lisbonense, da qual a AML promove a venda de acções. Um dos campos que sofreu pressão por parte da Associação foi o Ensino Técnico tendo sido criado o "Curso de Direito Mercantil" leccionado por José Maria Alves de Sá
1836
 
Presidente: João de Oliveira (1836 – 1837) A AML funda o curso "Economia Política" a cargo de António d'Oliveira Marreca
1837
 
Presidente: Manuel Emídio da Silva (1837 – 1839)
1838
 
A Associação edita o livro Noções Elementares de Economia Política do referido economista.
1839
 
Presidente: José Cordeiro Feyo (1839 – 1840) - O Ministro da Marinha consulta a Associação sobre a oportunidade de se formar uma Companhia de barcos a vapor com a finalidade de facilitar as comunicações litorais com os Portos da América
1840
 
Presidente: João de Matos Pinto (1840 – 1845)
1845
 
Presidente: Bernardo Miguel de Oliveira Borges (1845 – 1852) A AML inicia uma série de diligências cujo fim é criar o Montepio comercial para socorrer os filhos, as viúvas e os parentes idosos dos empregados de comércio.
1846
 
Interferência directa na elaboração dos projectos-lei dos lastros que põe fim aos monopólios existentes.
1852
 
Presidente: Henrique Nunes Cardoso (1852 – 1854)
 
Presidente: José Enes (1855 – 1856) Realiza uma campanha para a fundação de uma Companhia de Socorros a Náufragos. Esta funciona na sede da Associação até 1880 data em que é criado o Instituto de Socorros a Náufragos de Cascais. Durante as epidemias de cólera e de febre amarela que mataram cerca de 6.000 pessoas e atingiram cerca de 20.000, promove a recolha de fundos para os sinistrados. Esta contribuição foi devidamente apreciada pelo jovem monarca D. Pedro V. A AML passou a denominar-se Associação Comercial de Lisboa (ACL).
 
Presidente: Sebastião José de Abreu (1856 – 1861)
1862
 
Presidente: José Maria Camilo Mendonça (1862 – 1863) Sede: Rua do Alecrim n.º 10
 
Presidente: José Izidoro Guedes (1864 – 1867) Sede: Rua do Alecrim n.º 22
1865
 
Incêndio na Rua do Arsenal, onde arde o edifício-sede da ACL que era também partilhado pela Companhia das Lezírias, pelo Contrato dos Tabacos, Banco de Portugal e pela própria Câmara Municipal de Lisboa.
 
Presidente: José Ribeiro da Cunha (1868 – 1869)
 
Presidente: Carlos Ferreira dos Santos Silva (1869 – 1870)
1870
 
Presidente: Joaquim Filipe de Miranda (1870 – 1871)
 
Presidente: José Ribeiro da Cunha (1871 – 1874) Participa na discussão de proposta de Lei sobre a tonelagem e a armazenagem dos serviços aduaneiros. No mesmo ano pede o policiamento e limpeza das instalações.
1872
 
Sede: Praça do Comércio, junto à sala da Bolsa de Mercadorias de Lisboa
1873
 
Em Maio do referido ano, a Associação impede que a empreitada das docas de abrigo e armazéns portuários seja entregue à Companhia Debrousse, candidata ao monopólio de utilização.
 
Presidente: Francisco de Oliveira Chamiço (1875 – 1881)
1880
 
Intervém aquando da colocação dos cabos marítimos.
1881
 
Participa na visita oficial do Rei de Espanha.
 
Presidente: Carlos Ferreira dos Santos Silva (1882 – 1884)
1883
 
Projecta a Reforma do Ensino Comercial que mais tarde foi adoptado oficialmente.
1884
 
Participa na reorganização das comissões administrativas dos serviços alfandegários. Chamada a dar o seu parecer acerca das comunicações de longa distância.
 
Presidente: Eduardo Ferreira Pinto Basto (1885 – 1886) Para dar a conhecer os nossos produtos no estrangeiro, a Associação participa em exposições e congressos internacionais. Participa na Exposição de Paris. Organiza uma sessão de homenagem, em parceria com a Sociedade de Geografia, por ocasião do regresso de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens. Uma moeda de ouro então cunhada foi oferecida aos dois exploradores. Cria o prémio António Augusto de Aguiar para os alunos mais bem classificados do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, pouco depois elevado à categoria de Curso Superior.
1886
 
Presidente: Policarpo José Lopes dos Anjos (1886 – 1888)
1887
 
Participa na exposição de Industrial Portuguesa. Sede: Rua da Assunção n.º 42
1888
 
Participa na exposição de Barcelona
 
Presidente: Teodoro Ferreira Pinto Basto (1889) Presidente: Conde de Otolini (1889 – 1891)
1890
 
Participa na exposição de Buenos Aires.
1891
 
Numa última homenagem ao grande patriota e caixeiro viajante do Bié, Silva Porto, a Associação promove o encerramento dos estabelecimentos comerciais aquando da chegada dos restos mortais.
1892
 
Presidente: Luís Eugénio Leitão (1892 – 1893)
1893
 
Intervém na ampliação na rede telefónica de Lisboa O Ministério Regenerador de Hintze Ribeiro apresenta ao Parlamento as propostas de reforma das pautas aduaneiras e as tabelas de contribuição industrial. Esta medida desencadeia reclamações de diversas empresas de todo o País. A ACL centralizou esse movimento com procuração de todas as agremiações do Comércio e da Indústria.
 
Presidente: A. J. Simões de Almeida (1894 – 1902)
1900
 
Sede: Praça da Alegria n.º 8
1902
 
Colaboração na Comissão de Navegação Nacional
 
Presidente: José Adolfo de Melo e Sousa (1903 – 1904) Sede: Praça do Comércio Participa na visita oficial do Rei Eduardo VII de Inglaterra tendo concedido o grau de cavaleiro "Royal Victorian Order" à Associação. Funde-se com a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, mantendo todas as atribuições, encargos e privilégios anteriores.
 
Presidente: Ernesto Driésel Schroeter (1905 – 1906)
1906
 
Presidente: José Carlos de Carvalho Pessoa (1906 – 1907)
 
Presidente: Ernesto Driésel Schroeter (1907 – 1908)
1909
 
Presidente: Fernando Munró dos Anjos (1909 – 1910)
1911
 
Presidente: Henrique José Monteiro de Mendonça (1911 – 1913)
1912
 
A Associação foi intermediária entre o Governo e sindicatos dos Fragateiros e Estivadores Abre um concurso para elaboração de uma «História Económica de Portugal» Organiza, em sede própria, os cursos de estenografia comercial dirigidos por W. Teague que terão tido uma grande afluência.
1913
 
Presidente: Carlos Gomes (1913 – 1914) Participa numa comissão de homens de negócio e de letras que vai ao Brasil. Desta viagem surgem as Comissões de Propaganda de Portugal (1916) e a promoção turística entra nos hábitos dos comerciantes nacionais cujas actividades podem ser estimuladas pelas compras de estrangeiros. Cria a «Academia do Comércio e Exportação» destinada à preparação de caixeiros-viajantes inspirada na Export Academie de Viena de Áustria.
1915
 
Presidente: António de Sousa Carneiro Lara (1915 – 1916)
1916
 
A ACL toma a iniciativa de pôr à venda a bordo dos navios «recordações portuguesas», abrindo caminho a uma nova forma de produção comercial: o Turismo Cria o curso especial para empregados de escritório com a duração de quatro anos. Elabora petições para a criação de Cadeiras de Língua Portuguesa nos países com quem mantemos relações comerciais.
1917
 
Presidente: Albert Macieira (1917 – 1922)
1922
 
Presidente: Adriano Júlio Coelho (1922 – 1923) Instala-se no Palácio do Comércio, antigo Palace Clube, onde se mantém até ao presente.
1923
 
Presidente: Moses Amzalak (1923 – 1926) As conferências realizadas na sede ou em Congressos da especialidade atingem um ponto alto neste ano, no Congresso das Associações Industriais e Comerciais de Lisboa.
1924
 
Jornal A Época anuncia a adesão de outras associações às posições da ACL-CCIP que, assim, "Já não estaria sozinha contra o Governo". Apoia a União dos Interesses Económicos, promoveu um Congresso das Corporações Económicas e adquire o jornal Século para dar voz às suas reivindicações.
1925
 
Viu-se envolvida numa crise ao reclamar contra as novas disposições acerca de selagem de bebidas e produtos de perfumaria, no qual foi acompanhada por muitas outras cooperações económicas de todo o país. Os seus protestos foram recebidos como agravos por parte do Ministério de José Domingues dos Santos. De maior importância foi o choque provocado pelo Decreto n.º 10.474, de 1925, que regulamentava um conjunto de medidas bancárias. Entendia a Associação que o espírito do Decreto autorizava a intromissão política na vida administrativa do Banco de Portugal, aumentava indevidamente a carga tributária, obrigava à fusão forçada de pequenos estabelecimentos bancários, restringia a mobilidade de operações dos estabelecimentos de crédito e privilegiava, indevidamente, a Caixa Geral de Depósitos. A 6 de Fevereiro o Governo extingue a ACL-CCIP para todos os efeitos legais, considerando que se desviava do cumprimento das finalidades originais, fazendo agitação política. O encerramento da ACL-CCIP acabou por ser um episódio rapidamente ultrapassado pela actividade das direcções. Retomadas as actividades, dirigem novas queixas e acusações à Administração.
1927
 
Presidente: Francisco António Correia (1927) não chegou a tomar posse por incompatibilidade com cargos públicos Presidente: Marcelino Nunes Corrêa (1927 – 1931)
1931
 
Presidente: Carlos Queiroz (1931 – 1932)
1932
 
Presidente: Eduardo Alberto Lima Basto (1932 – 1933)
 
Presidente: Joaquim Roque da Fonseca (1936 – 1948) Exige ao ministério das Obras Públicas mais cais acostáveis, docas secas, guindastes, zonas francas, entrepostos comerciais, armazéns, balanças e silos de cereais. Organiza o Centro de Documentação Económico, para o qual diversas individualidades colaboram com oferta de livros e publicações. Mais do que um gabinete de leitura, o Centro visava proporcionar aos membros, aos alunos de escolas técnicas e superiores e a todos os interessados, conhecimentos actualizados de ordem económica.
1937
 
Recebe Grão-Mestre das ordens Portuguesas
1938
 
Organiza um ciclo de conferências sobre mercados externos, resultando na criação de um centro de documentação económica, participação em feiras e organização de uma missão comercial ao Brasil.
1945
 
Fim da II Guerra Mundial Portugal expõe o seu mundo privado com grande contributo da ACL-CCIP e traz aos interesses comerciais uma prosperidade inesperada. Organismo não-governamental com maior conhecimento acerca do funcionamento das estruturas portuárias. Desmultiplica-se em 32 secções económicas, constituindo um conselho composto pelo escol da economia nacional para fomentar os negócios e contactos internacionais estabelecidos numa conferência internacional nos EUA. Constituição de Delegação Portuguesa à Conferência Económica Internacional de Rye, Nova Iorque.
 
Presidente: Carlos Mantero (1948 – 1954) No período do pós-guerra, encarou os problemas de reorganização económica através de iniciativas variadas: ciclos de conferências, artigos publicados na Imprensa, revista Comércio Português, inquéritos à exportação, criação do Conselho da Associação Comercial de Lisboa.
1951
 
Sente-se vocacionada para actuar dentro das suas funções de Câmara de Comércio, confiante de que uma nova situação económica está na forja, e que a integração internacional vai pesar cada vez mais no comércio nacional.
1952
 
Atribui o Prémio Cultural Silva Martha para distinguir os mais notáveis estudos das áreas de História e Economia.
 
Presidente: Elísio da Costa Vilaça (1955 – 1958). Eleita para a Presidência do Bureau Internacional das Câmaras de Comércio. Colabora regularmente com a revista Comércio Português.
 
Presidente: Bernardo Mendes de Almeida, Conde de Caria (1959 – 1963). Apoia II Plano dirigente: atingir metas nos níveis do PIB e do Emprego. Adquire o Palácio do Comércio (oferta dos sócios), sede onde desenvolve as suas actividades até ao presente.
1961
 
O Decreto-Lei n.º 44016 de 8 de Novembro e outros diplomas subsequentes, assumiram particular importância para a actividade da ACL-CCIP pois definiam um conjunto de medidas para a integração do espaço económico: eliminação dos direitos aduaneiros e abolição das restrições quantitativas nas trocas de mercadorias entre a Metrópole e o Ultramar; regulamentação dos câmbios e pagamentos inter-territoriais; implementação de um plano governamental de fomento à escala de todo o território nacional. Convidada a dar o seu parecer sobre estas disposições, a ACL-CCIP elaborou a sua resposta com base num inquérito realizado às empresas associadas. Aí são recomendadas algumas restrições e liberalizações nas trocas intercontinentais de mercadorias. No domínio da sua actividade interna encontra uma importante fonte de receitas ao ser reconhecida como Associação emissora dos livretes ECS para amostras comerciais. O sistema entra em vigor a 15 de Agosto de 1961.
1962
 
Lança o CEGOC (Centro de Estudos de Gestão e organização Científica), em colaboração com a AIP, a AC do Porto e o organismo francês CEGOS. Nesse ano realizaram-se 9 estágios de técnicas modernas de direcção de empresas, com a presença de 236 participantes. No final de 1969 já tinham sido realizados 340 estágios com 6.500 participantes.
 
Presidente: Caetano Leglise da Cruz Vidal (1967 – 1974). Desentendimento da ACL-CCIP com os mecanismos estatais de intervenção económica.
1972
 
Terminam as obras ao interior da sede. O edifício foi equipado com salas de reuniões e instalações adequadas para o funcionamento dos serviços internos.
1974
 
Em vésperas da revolução, dedicam-se números inteiros à adesão do Espaço Económico Português à comunidade e seus membros. Mantém atribuições de colaboração e consulta junto do Estado: nas bolsas de fundos, e mercadorias, estudos do porto de Lisboa, assuntos monetários, pescas e outros assuntos fiscais ou no Tribunal de Arbitramento de Valores.
 
Presidente: Sérgio Teixeira de Queiroz (1975 – 1982). Número de sócios ultrapassa um milhar.
1979
 
A instabilidade sentida em todos os sectores da vida económica levou a ACL a auscultar os seus associados com a finalidade de dinamizar profundamente a sua actividade. No plano interno, leva a cabo uma remodelação dos departamentos. No plano externo, desenvolve laços com vários organismos internacionais congéneres. Adere à AICO (Associação Ibero-Americana de Câmaras de Comércio) tendo organizado a VI Assembleia em Lisboa.
1980
 
Filiou-se na Eurochambres – Associação Europeia de Câmaras de Comércio (onde é o representante portuguesa). Adere à conferência Permanente das Câmaras de Comércio da CEE, tornando-se a única instituição portuguesa nessa assembleia.
1981
 
Chegam notícias à ACL-CCIP de "novos cérebros gigantes", sistemas de "cartões perfurados" ou "escritórios electrónicos" devido à revolução informática. Recebe Ordem do Mérito Empresarial distinguida pela Classe do Mérito Industrial.
 
Presidente: Jorge de Avillez (1982 – 1987).
1984
 
Presença de S. Exa. O Presidente da República Portuguesa, o General Ramalho Eanes e S. Exa. o Primeiro-Ministro, Dr. Mário Soares, na sessão solene comemorativa dos 150 anos da ACL e o 50º aniversário da CCI. Concede autorização à AC do Porto para também emitir livretes ATA.
1987
 
Durante largos anos pugnou para que em Portugal existisse um quadro moderno de resolução de litígios por via arbitral, requereu que lhe fosse reconhecido o direito de criar um Centro de Arbitragem, logo após a criação em Portugal da primeira Lei da Arbitragem Voluntária (Lei n.º 31/86, de 29 de agosto), tendo sido reconhecido este direito pelos Despachos do Ministro da Justiça 9/87, de 29 de janeiro, e 26/87, de 9 de março.
 
Presidente: Vasco Pinto Basto (1988 – 1992).
 
Presidente: João Mendes de Almeida (1993 – 2004).
2005
 
Presidente: Bruno Carlos Pinto Basto Bobone (2005 – até ao presente).
2008
 
Promove o estudo "Hypercluster da Economia do Mar", elaborado sob a orientação do Professor Dr. Ernâni Lopes, que veio dar origem ao Fórum Empresarial da Economia do Mar.
2009
 
Cria a Invest Lisboa através da assinatura de um protocolo com a Câmara Municipal de Lisboa e a AICEP. S. Exa. o Presidente da Comissão Europeia, Dr. Durão Barroso foi o convidado de honra do almoço na celebração dos 175 anos da ACL-CCIP.
2010
 
Estabelece uma parceria estratégica com a CIEP – Confederação Internacional dos Empresários Portugueses que promove as Câmaras de Comércio Portuguesas no exterior.
2011
 
Promove um estudo estratégico sobre a Justiça Económica em Portugal, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.
2012
 
Lança o Projecto "O Interior Precisa Disto", que permite identificar oportunidades de negócio e trabalho no interior de Portugal.
2013
 
Cria o Prémio Francisco de Melo e Torres que visa premiar anualmente o chefe de missão diplomática que se tenha destacado pelo seu empenho pessoal no apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação do investimento estrangeiro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa.
2014
 
Lança nova marca "Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa" (CCIP) com a presença do Ministro da Economia, Dr. António Pires de Lima.

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