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A "exportação" é o modelo mais utilizado pelas PME portuguesas no âmbito dos seus processos de internacionalização (61%). No entanto, verificam-se interessantes diferenças na forma como sectores distintos prosseguem as suas estratégias de internacionalização.

 

O Observatório InSight é uma plataforma de informação e conhecimento que permite compreender a realidade das pequenas e médias empresas portuguesas exportadoras, a sua actividade nos mercados externos e as perspectivas de crescimento no futuro. Trata-se de uma ferramenta de research qualitativo, com escala quantitativa contribuindo, assim, para potenciar a dinâmica de internacionalização do tecido empresarial português. Os dados apresentados são referentes ao primeiro inquérito ao painel de cerca de 1.000 empresas, ao qual serão realizadas novas incursões com uma periodicidade semestral. Este estudo conta com o apoio da CGD, AON e ANA – Aeroportos de Portugal.

Modelos internacionalização Os sectores agrícola e industrial são aqueles em que uma maior proporção das empresas (cerca de 3/4) afirmam exportar directamente para os seus clientes nos mercados internacionais.

Os serviços são o sector onde a exportação directa é menos prevalecente, referida por apenas 45% das empresas. Trata-se, em compensação, do sector com maior diversidade de modelos que não o de exportação: 26% estabelecem joint ventures com parceiros locais, 16% optam por abrir sucursais ou filiais e 12% indicam que abriram escritórios de representação nos mercados de destino.

Modelos internacionalização sectores actv

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Estas diferenças são justificadas pelas diferentes características dos produtos e/ou serviços comercializados pelas empresas dos diversos sectores. 

viagens

No caso das empresas de prestação de serviços como as consultoras, empresas de engenharia ou assessoria jurídica, a "presença física" nos mercados de destino é, na maior parte das vezes, uma condição necessária para a actividade comercial e operacional. 

A necessidade de implementar "presença física" em geografias internacionais decorre ainda de factores como a existência de quotas de incorporação nacional ou a obrigatoriedade de contratar recursos humanos locais para se operar em determinadas actividades.

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