condi

 

A Condi Alimentar, S.A., foi fundada em 1991. É uma empresa portuguesa de cariz familiar que possui duas áreas de produção e mais de 100 funcionários. Faz chegar mais de 500 produtos a todo o mundo.

Apesar de originalmente ter começado pelo negócio das especiarias, hoje é uma das marcas mais inovadoras no mercado das Gelatinas e Preparados para Bolos, Mousses e Pudins.

João Pires, Presidente do Conselho de Administração, disponibilizou-se para responder algumas perguntas da Câmara de Comércio, sobre o processo de internacionalização da Condi e que agora partilhamos.

 

Para quantos países já exportam?

JP: Exportamos para os principais mercados da União Europeia, América do Norte e de países de língua oficial Portuguesa. No total são já 20 países.

 

Quando e como começou essa caminhada?

JP: As primeiras exportações verificaram-se em 1996, e eram destinadas aos países Africanos que partilham a cultura e língua portuguesa, bem como aos países da Europa e América onde a presença das Comunidades portuguesas é maior. Estes últimos mercados serviram de trampolim para a expansão da distribuição dos produtos da Condi, que registou um aumento espectacular após o lançamento de um produto inovador nas principais feiras internacionais – Bolo no Copo 1 Minuto.

 

Quanto é que a exportação já pesa no volume de negócios da empresa?

JP: A exportação já pesa mais de 30% no volume de negócios.

 

Quais são os mercados mais importantes?

JP: Os mercados com maior proximidade geográfica e cultural: Espanha, França, Angola e Cabo Verde.

 

Para este ano, há novos objectivos a cumprir ao nível da internacionalização da vossa marca?

JP: O principal trabalho que vamos desenvolver em 2017 vai ser a consolidação dos negócios nos mercados onde já estamos presentes, mas onde o potencial de crescimento ainda é enorme. Decidimos ainda reforçar o investimento no mercado dos Estados Unidos, porque apesar da distância, multiplicidade cultural e risco cambial, continua a ser a maior e uma das mais dinâmicas economias do mundo.

 

Para além de exportar, gostariam de ter uma presença diferente lá fora (fabrico, pontos próprios de venda, etc.)?

JP: Já possuímos escritório local em alguns dos principais mercados para onde exportamos. Os negócios são processos dinâmicos e a empresa tem que ajustar continuamente os recursos às necessidades dos diferentes mercados, pelo que não excluímos a continuação do reforço da nossa presença em determinados mercados.

 

O que é mais difícil na caminhada internacional para uma PME?

JP: A reduzida notoriedade de Portugal face ao nosso país vizinho, com quem a comparação da oferta é imediata e recorrente.
A necessidade de adaptar toda a comunicação nas embalagens, website, catálogos, folhetos, material promocional, etc. a outras línguas, dado que não existe nenhum país desenvolvido na Europa ou América do Norte que partilhe a nossa língua.

 

A Condi Alimentar, S.A. foi uma das empresas associadas da Câmara de Comércio que colaborou no estudo Insight – Um olhar sobre a internacionalização das Empresas Portuguesas.

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